Capítulo 2

— BORA RICCARDO! RESPONDA, POR QUE ESTÁ FALTANDO CINCO MIL NESSE CARALHO! — Balanço o caderno na sua frente, depois jogo na mesa. O desgraçado continua calado. Mas noto ele olhando para o Andrea, que por sua vez vira o rosto. Ah, eles estão escondendo algo de mim. Estico meu braço e pego no pescoço dele que me lança um olhar, o encaro, já puto! — Eu fiz uma pergunta, me explica por que está faltando dinheiro nessa porra? — Aperto seu pescoço, mas não tanto para ele poder falar. Porém, o filho da puta continua calado. O solto e ele leva a mão no peito para poder respirar. Me afasto. — Beleza. Tranquilo. — Faço sinal de positivo com as mãos. Numa questão de segundos vou até as caixas e pego um fuzil, carrego e miro bem na fuça do meu braço direito e levanta as mãos para o alto. Dou um passo para frente pro fuzil ficar bem pertinho dos cornos dele! — É a última vez que vou perguntar? Por que está faltando dinheiro?

— Quer saber! — Riccardo olha para o Andrea, depois volta a olhar pra mim. — Não vou pagar o pato por causa desse merda! Mattia quero que você saiba, que não sabia de nada! — Afirma.

— Fala logo nesse caralho! — o bico do fuzil na cara do meu braço direito para ele falar de uma vez.

— Beleza. — Ajeita o boné. E aponta para o Andrea. — A culpa de tá faltando dinheiro é dele. Pronto falei.

— COMO É QUE É? — Abaixo o fuzil e viro, encarando para o desgraçado do Andrea. Me aproximo até ele, os outros caras se afastam dele. Levanto o fuzil, agora miro para ele.

— Oh, chefia. Abaixa isso aí? — Olha para os moleques e depois olha para mim. — Não podemos desenrolar isso?

— Já estamos desenrolando Andrea. Agora me explica, por que está faltando dinheiro? Está me roubando nessa porra? — Continuo apontando o fuzil, só que estou mirando embaixo da sua cintura.

— C… Claro… — Gagueja, engole a saliva a seco. — É só… Senhor se acalmar…

— CALA A PORRA DA BOCA, SEU FILHO DA PUTA! — Bravejo, já puto! Ele fala algo, mas estou sem paciência nessa porra! Viro o fuzil e com a parte de trás, questão de segundos, bato com força na sua cara e depois na sua barriga e em seguida cai no chão sangrando pelo nariz.

— Caraca chefia… — No chão, o Andrea leva a mão no nariz quebrado, resmungando. Os outros tentam se meter. Olho para eles, com o fuzil nas mãos.

— Ei? Ninguém se mete! Isso é entre eles! O Andrea fez a merda, ele que resolva! — O Riccardo impede os outros de tentar ajudar. Olho para ele balançando a cabeça, concordando. Vou até o lado dele que continua resmungando. Com o fuzil bati mais uma vez na fuça dele e em seguida, coloquei o pé na sua cabeça forçando ficar com a cabeça no chão. Depois coloquei o fuzil no ombro.

— Agora que calou a porra da boca, quero saber por que está faltando cinco mil da minha grana? Só tem duas hipóteses: ou está me roubando ou está usando os meus produtos? Mas, acho que tu sabes qual é a regra? Oi, não estou te ouvindo? — Levo a mão na orelha e inclino para frente para ouvi-lo. E não ouço nada. — Você disse não? Oh Riccardo, qual é a regra? — Olho para ele, que dá um passo para frente.

— Proibido usar o produto sem pagar!

— Obrigado Riccardo! — Agradeci. Olhei para os outros. — VOCÊS OUVIRAM? É ESTRITAMENTE PROIBIDO USAR OS MEUS PRODUTOS SEM PAGAR! NÃO VOU REPETIR! — Todos acenaram com a cabeça que sim. — QUE BOM! E AÍ ANDREA, VOCÊ FEZ ISSO? — Ele murmura, me abaixo para ouvir e ele disse não. Volto a ficar em pé. — Então você me roubou seu desgraçado? — Tirei o pé em cima dele, abaixei mais uma vez, peguei pelos seu cabelos e o levantei.

— Ai, ai… Não fiz isso, não… Ai, ai… — Geme de dor. Imprimir os lábios, Cansado dessa enrolação. Seguro firme e dou uma joelhada no seu estômago que cospe sangue na minha frente.

— Porra Andrea! Quase me sujou, caralho! — Jogo no chão. Olho se caiu algum sangue na minha roupa da Prada. Me afastei e vi que está intacta. Ele se esforça para olhar para mim.

— Vou falar… Mas, por favor… Não me mata, Mattia… — Ele começa a chorar. Me aproximo, depois agachei e o fito.

— Posso pensar no assunto, mas preciso que me falem o que aconteceu? — Ele vira o rosto, fica pensando. — Mas no seu caso, acho melhor você falar, isso que acabou de acontecer é leve no que posso fazer se não me falar e tu sabe como eu perco a paciência fácil, né? — Sacudiu a cabeça, lágrimas caíram do seu rosto. O Andrea antes entrar para minha equipe, quando eu triturei e matei o último cara que quis me dar a perna. Além de bater muito nos cornos do filho da puta, guartejei ele todo. O desgraçado gritava de tanta dor! Ainda levei a cabeça do verme para os caras para ser um exemplo. Não é atoa que ele está com tanto medo de mim, sou pior que o diabo! — BORA ANDREA, FALA DE UMA VEZ! — Ordenei, ele olha para mim.

— Eu fiz isso… Por causa de uma mina… — Levantei na hora. Não estou acreditando?

— O quê? Você deu minhas drogas para uma puta? — Olho para ele puto.

— Não… Foi para o coroa dela. Ele é morador aqui perto… E estou interessado na mina, ela é virgem e ele garantiu eu ficar com a novinha…

— Deixa ver se entendi… — Me afastei e levei a mão na cabeça, comecei a coçar. Volto olhar para ele, ainda no chão com o nariz sangrando. — Você está me dizendo que fez isso por causa de uma buceta? — — Vou até ele, encarando, com os olhos cheios de ódio!

Capítulo 3

Estava diante daquele desgraçado que estava no chão. Chorando que nem uma menininha. Que babaca. Eu achando, que essa merdinha estava me roubando, na verdade estava vendendo viado minhas drogas. AS MINHAS DROGAS!

— Anda, Japa, explica essa merda! Estou esperando! — Me afasto e entrego o fuzil para o Riccardo, que segura. Depois volto para aquele babaca que não fala nada. Dou uma bufada. Pego pelos seus cabelos fazendo ele ficar em pé. Claro que ele começa a chorar.

— Não, não… Por favor… Mattia… Dou um soco no seu estômago e o jogo no chão. — Puta que pariu! Como chora essa merda! — Olho para o Riccardo. — De onde que você arrumou esse cara? Sério? — Pergunto para o meu braço direito que abaixa a cabeça, ficando calado. Volto a olhar para o Andrea. Caminho até ele, ficando perto dele. Que continua no chão sentindo o soco que dei. Coloquei o pé nas suas costas, ele tenta levantar e começo a pisar com força.

— Ai… Ai… Mattia, por favor… Não consigo me mexer… — Súplica com lágrimas nos olhos.

— Só vou parar até você me dizer pra quem vendeu viado as minhas drogas? — Esmago suas costelas que grita de dor.

— Ok, ok. Vou falar… Por favor… —— Roga, tiro o meu pé das suas costas. Me agachei e fiquei o fitando. Deitado no chão, vira o seu rosto olhando para mim. — O coroa é um drogado, tipo, viciado mesmo. No começo ele pagava direitinho, mas depois começou a vender os bagulhos de casa…

— Bagulho? — Indago, levantando a sobrancelha.

— As coisas dentro de casa, chefe. Um exemplo, vendeu uma geladeira no ferro velho, tipo novinha, sabe? — Acendi a cabeça entendendo o que ele estava dizendo. — E não foi só isso! Vendeu a TV smart, cama e etc. Tudo por conta do material. O material é muito bom né?

— Claro! Os meus produtos são de melhor qualidade! — Me levantei e permaneci ali olhando para ele.

— Sim… — Engoliu a seco. — Ele queria mais, mas não tinha mais dinheiro, falei que não vendo viado! Mas o velho falou se vendesse, que poderia chegar na novinha que ele não ia falar nada. E ela é virgem também, por isso que fiz isso, Mattia. — Me afastei e levantei minha mão no meu rosto. Depois olhei para o Riccardo que abaixou a cabeça, me aproximei dele.

— Ouviu que esse merda? — Falo, ele desvia o rosto, mas pego no seu rosto apertando com força para olhar nos meus olhos. — OLHA PRA MIM ENQUANTO EU ESTIVER FALANDO! — Ele sacudiu a cabeça que sim. — Vou perguntar uma vez! Tu sabia dessa merda?

— Não. Eu não sabia! — Riccardo fala rangendo os dentes. Fico um tempo olhando nos seus olhos. Parece que está falando a verdade, então o solto.

— Vou acreditar em você. — Aponto para ele.

— E eu Mattia? Pergunta o Andrea. Me viro vou até a ele. Dou um bico no seu estômago, dou mais um, mais um. — Por favor… Pará… — Noto os outros caras se aproximando. Joguei o pé nas suas costas e aponto para eles.

— QUEM SE METER NESSA PORRA VAI SE JUNTAR AO ANDREA OU PIOR! — Todos se afastam na mesma hora. Volto ao que estava fazendo. Piso com força como se fosse uma barata na minha frente! E geme de tanta dor que fica rouco que nem ouço mais essa voz irritante dele. Pego pelos cabelos e bato seu rosto no chão uma, duas, três, quatro vezes até que seu cenho esteja todo destruído! Depois o jogo no chão e vou até o meu trono, sento em seguida. — Agora vocês podem tirar esse babaca daqui! — Aponto para o corpo que estava no meio da minha sala de estar. Os caras vão imediatamente tirar até um deles fazer uma pergunta.

— Chefe ele ainda está respirando. Fazemos o quê? — Dou uma encarado para um dos caras.

— Leva para uma clínica que tem aqui perto e deixa umas das enfermeiras lá cuidar dessa merda! Isso que aconteceu com o Andrea vai virar de lição! Quem tentar fazer uma coisa dessas sem o meu reconhecimento vai ser pior! Todos se olharam e depois sacudiram a cabeça confirmando. Ergo a mão para o alto. — Depois limpem essa merda aí! A Giulia acabou de limpar essa sala! — Eles saíram com o Andrea. Olhei para o Riccardo, miro o dedo para ele fazendo o gesto para ele se aproximar. Antes de ir ele coloca o fuzil na caixa e vem até a mim. Quando se aproxima vou pra cima dele e aperto seu pescoço com as duas mãos com tanta raiva que até tirei ele do chão.

— Mattia… Cof… Cof… Não estou respirando… — Ele bate no meu braço. Depois o jogo no chão. Tenta recuperar o ar, coloco minha no seu pescoço fazendo ele olhar para mim.

— Que essa porra não se repita, ouviu? — Ordeno. Ele arregalou os olhos e sacudiu a cabeça que sim. Volto para o meu trono e me sento. Riccardo se aproxima.

— Mattia vai querer ir na casa do velhote para cobrar o seu dinheiro? — Olho para ele.

— Claro! Mas amanhã bem cedo, vamos na casa desse arrombado! Com essa merda do Andrea, estou estressado pra caralho! Preciso relaxar. Liga para Vittoria para mandar umas das meninas! — Encostei a cabeça no trono olhando para o Riccardo.

— Ok! Vai querer que deixa o quarto no esquema? — Pergunta com as mãos no bolso da calça.

— Sim. Deixa tudo no esquema! — Respondi. Estava indo para o quarto. Então me lembrei e o chamei. — Riccardo? — Ele se vira e me fita. — Não esqueça de levar e guardar essas caixas!

— Está bem! Vou passar os caras fazerem isso. Não se preocupe. — Ele saiu. Amanhã tenho que resolver isso. Vou resolver ou não me chamo Mattia Di Lauro!

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