Capítulo 2

FLORÊNCIA NARRANDO

A minha vida toda eu passei em um convento, minha mãe tinha uma amiga no convento de freiras, onde ela a ajudou a se estabelecer, o meu pai nunca quis saber de mim, ou da mina irmã gêmea, a gente sempre foi unidas na infância, mas quando a Flora cresceu, ela começou a demonstrar o quão rebelde ela era, mas o que me deixou triste foi saber que a nossa amizade não era mais como quando éramos crianças e isso me machuca um pouco, mas eu sei que para tudo Deus tem um propósito, e se isso está acontecendo comigo é porque tem que acontecer dessa forma. Minha mãe sempre foi aquele tipo de mulher, muito temente a Deus, mas parece que ela passava a mão por cima da cabeça da Flora, parece que ela não enxergava que sua filha era uma rebelde que saia as escondidas, pulando a janela do nosso quarto, e me pedia para mentir por ela, eu nunca gostei disso, eu sempre encobrir ela, pelo simples fato de que ela voltava na madrugada com umas marca no corpo, e eu nunca entende essas marcas, ela dizia que foi um rapaz que fez aquilo, e que aquilo era maravilhoso, ela tinha todos os tipo de orgasmo, e eu nunca fui de entender o que ela queria dizer, até que um dia ela me explicou coisas básicas.

Ela disse que nem tudo se resumia ao convento, que a nossa vida lá fora poderia ser maravilhoso, e que poderíamos ter os melhores de tudo, e aproveitar cada um que quisesse, afinal éramos idênticas, e nada disso mudaria, o que me fez pensar sobre as atitudes dela, eu precisei tomar minhas próprias decisões e comecei a impor meus pensamentos, mas ela não ligava, ela não tava nem ai para nada, o que me deixava em maus lençóis, comigo mesmo. Até que minha mãe resolveu que já estava na hora da gente agir por contra própria e ir morar em um lugar que não fosse com as freiras, até porque foram 18 anos ali, e elas foram até boas conosco, nós deu tanta coisa, somos eternamente gratas por isso. Algumas vezes eu tinha perguntado para minha mãe, sobre meu pai, mas ela sempre desconversou o que me deixou triste, mas eu deixei pra lá, um dia eu apenas parei de perguntar. Não valia a pena, se minha mãe não queria dizer nada, eu que não iria ficar remoendo o passado no qual ela pode se machucar. Sou tirada dos meus pensamentos quando minha mãe chama minha atenção.

Mãe: Minha menina, me ajude aqui. - ela me chama e eu olho para ela, saindo dos meus pensamentos.

Florência:  Claro mãe, ajudo sim. - digo me aproximando dela, ajudo ela a terminar de preparar a comida, afinal antes a gente ajudava as freiras, mas agora temos que nós ajudar, até porque estamos morando em uma comunidade de nome morro da Coroa.

Mãe: Sua irmã disse que ia da uma volta, e não voltou ainda. - ela diz e eu olho para ela.

Florência: Mãe, você sabe que a Flora ela não faz nada, não adianta esperar as coisas dela. - digo e minha mãe suspira.

Mãe: Eu não sei onde eu errei com essa menina minha menina. - ela fala com os olhos marejados.

Flora: Cheguei. - ela fala alto da porta e ao entrar ela entra com um sorriso enorme nos lábios.

Mãe: Achou dinheiro filha? - ela pergunta e eu olho para minha mãe.

Flora: Que nada mãezinha, apenas eu conheci um pouco do morro, e gostei muito, até vi uns caras armados. - diz e eu faço sinal da cruz e minha mãe também.

Mãe: Não se engrace com esse tipo de pessoa, você sabe que o único caminho que tem depois disso é a morte. - diz nervosa.

Florência: Você sabe que precisamos ser honestas, porque eu já vi na TV que as coisas não são boas. - digo e ela rir.

Flora: Parem de ser bobas, eu não vou me envolver com ninguém. - ela diz sorrindo.

Mãe: Vamos deixar isso pra lá, agora vamos comer. - ela fala e a Flora se senta do meu lado.

Flora: Conheci um gatinho. - ela fala em um sussurro.

Florência: Você tem que parar de arrumar problemas, Flora. Você sabe que esse pessoal daqui não quer nosso bem, eles vão acabar nos matando. - digo nervosa e minha mãe olha na nossa direção.

Mãe: O que vocês estão cochichando ai? - pergunta.

Flora: Não foi nada mãe, só tô falando pra Flor, como é lindo esse morro. - ela diz sorrindo.

Fiquei ali sem ação, afinal eu não sabia como ela era cínica a ponto de mentir para a nossa mãe, mas ela sempre fez isso, e infelizmente eu sempre tenho que ir na mesma rota que ela, porque ela sempre vem com esses olhos de cachorro pidão, implorar para que eu não fale nada, e eu como uma tonta, acabo caindo na dela. Mas eu vou aprende a sair das ciladas que ela me coloca. No dia que eu aprender eu vou colocar ela no lugar dela e mandar ela criar vergonha na cara e parar de me colocar nisso. Então quando terminamos de comer, ela me olhou e pediu para que eu lavasse a louça, mas eu não cedi, eu não vou fazer os gosto dela. Então me levantei e fui para a sala, ao me sentar eu ouvi ela reclamando, mas eu não posso toda vez que ela pedi eu ter que fazer as vontades dela. Estava sentada no sofá assistindo quando ouvir alguém bater na porta, mas a minha mãe foi até lá e abriu.

Mãe: Olá, em que posso ajudar? - pergunta, e eu continuo na sala.

XXX: É aqui a casa da Flora? - ouvir a voz de uma menina.

Mãe: Sim, quem deseja? - ela pergunta.

XXX: Me chamo Gabi, eu conheci sua filha lá na praça, ai ela pediu para que eu viesse aqui chamar ela para damos uma volta. - ela fala e eu me levanto e subo para meu quarto.

Ao subir para meu quarto eu fui até o banheiro e entrei no mesmo, eu fiz minhas necessidades e logo em seguida eu tirei minha roupa, coloquei no cesto de roupa suja e entrei no box, liguei o chuveiro e entrei em baixo da água, estava na água morna, é algo que eu amo é tomar banho nesse chuveiro, antes eu só tomava em chuveiro quente uma vez no mês, mas hoje eu posso tomar todos os dias se eu quiser, o problema é que eu também gosto da água gelada, mas eu prefiro mil vezes a água morna, então ao ir acabando meu banho, eu desliguei o chuveiro e ao desligar, peguei a toalha e me enrolei, fui até a pia, e fiz minha higiene pessoal, quando acabei eu sair do banheiro e tive um susto ao ver a Flora jogada na cama, eu tenho certeza que ela quer alguma coisa.

Florência: O que você quer? - digo já assim que me acalmo.

Flora: A mamãe não quer deixar eu ir passear com a minha colega Gabi, e eu queria que você fosse, talvez ela deixe. - ela diz e eu reviro os olhos.

Florência: Você vai me desculpar Flora, mas eu não vou não, eu estou cansada e eu vou dormir. - digo e caminho até o guarda roupa.

Flora: Por favor Flor, eu só quero conhecer o morro melhor. - ela diz e eu reviro os olhos.

Florência: Eu já disse que não, eu estou cansada, você não entende? Você sai, anda até a hora que quer, enquanto isso eu fico com a mamãe cuidando da casa, sem contar que eu acabei fazendo uns currículos para arrumar trabalho, mas até agora ninguém ligou, então porque você não para com isso, e vai arrumar algum trabalho também, não vivemos no luxo como você gosta. - digo já irritada, eu não aguentava mais.

Flora: Mas... - antes dela continuar eu corto ela.

Florência: Entende uma coisa, o dinheiro não nasce em árvores, e você já passou de querer viver as custas da mamãe, que se mata de dia a noite fazendo faxina nas casa dos pessoal daqui da comunidade, porque você não para um pouco para pensar. - digo séria e ela sai do meu quarto.

Eu não suporto mais isso, ela vive as custa da mamãe, enquanto ela se mata por nós, ela não faz nada, eu até fui no centro ver se arrumo um serviço, mas até agora ninguém ligou, então tenho que ficar e aguardar ver se alguém vai ligar, respiro fundo e ao fazer isso, eu peguei minha lingerie, vesti e passei um creme hidratante no corpo, ao acabar, peguei um baby-doll e me vestir, eu vou descansar, então assim que me vestir eu me joguei na cama e fiquei olhando o teto, até que ouvir o meu celular tocar, quando eu peguei e atende, era de uma livraria, a moça pediu para que eu fosse as 10 horas de amanhã fazer uma entrevista para o emprego, e eu disse que estaria sem falta, quando ela desligou eu fiquei ali animada, eu sabia que agora poderia ajudar um pouco nas despesas de casa se eu conseguir o emprego é claro. Então guardei o celular, e acabei me virando, minutos depois eu acabei dormindo.

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Capítulo 3

ALEMÃO NARRANDO

Esse morro aqui tem história e muitas delas começam quando o meu pai de criação assumiu o morro, esse morro aqui era destruição pura, muitas pessoas sofriam e graças a meu pai, muita coisa aqui foi modificada, eu mesmo presenciei muitas de suas obras, e eu tenho muito orgulho dele ter se tornado alguém que ficou na lembrança de muitos, eu mesmo sou a cópia dele aqui no morro, porém a única coisa que não sou é bonzinho ou piedoso com todos, sabe por que? Eu sou sempre bem atento, o meu pai foi traído e acabou sendo morto por um dos seus, e hoje eu caço vingança por ele, uma vingança que sei que terá fundamento, e sei que um dia eu chegarei na pessoa que fez tamanha crueldade com ele, e quando eu chegar eu o matarei da pior forma possível, isso eu jurei no dia que estava enterrando ele. O MG, e o Henrique foram pessoas que me ajudaram muito quando eu perdi meu pai, porém de início para assumir isso aqui, o MG que abraçou a causa, mas o Henrique ficou meio assim, isso porque sua mãe é muito religiosa, e temente a Deus, ela diz que essa vida não é boa, e que a única saída dela é a a morte, então quando eu pedi um sub, o MG fechou comigo mais o Henrique disse que não queria se envolver, até que a sua mãe ficou doente e ela precisa de medicamentos caro, e ele precisava entrar, então ele entrou e conquistou o seu lugar, hoje ele é um dos meus vapor de mais confiança, e eu penso em colocar ele de gerente, afinal ele é um dos meus amigos de longa data.

MG: Terra chamando Alemão. - ele chama minha atenção e eu olho em sua direção.

Alemão: Fala ai filho da puta. - digo bravo.

MG: Porra, Alemão, tô a uns minutos aqui te chamando, parece que estava viajando na maionese porra. - ele diz rindo.

Alemão: Você é mesmo um desgraçado, que acha que eu não te meto uma bala no meio da testa, se tu vacilar comigo ou até mesmo ficar nesse fogo todo. - digo nervoso.

MG: Calma ai malandro. - ele diz rindo. - Tu já viu a novata andando pelo morro? - ele pergunta e reviro os olhos.

Alemão: Apenas mais uma maria fuzil, querendo o malote, e além do mais eu não tô afim dessas patricinhas. - digo e volto a atenção para meus afazeres.

MG: Cara, tu não sabe o que tá perdendo. - ele diz e eu olho na direção dele.

Alemão: Eu não tô nem ai, e não quero saber dessas maria fuzil, eu já tenho puta demais para comer, porém qualquer dia eu passo a rola nessa carne nova. - digo rindo e ele gargalha.

MG: Então trate de ser um dos primeiros, porque ela gosta de dar mole atoa. - ele diz e eu dou de ombros.

Henrique: Alemão. - fala assim que entra na minha sala.

Alemão: Mania dos infernos essa de vocês dois, sempre que entram e não batem porra. - digo nervoso.

Henrique: A gente acostumou assim, foi mal ai. - ele diz rindo.

MG: Não sei o porquê isso te incomoda seu filho da puta. - diz sorrindo.

Alemão: Vou meter uma bala na testa dos dois. ai vocês param com essa idiotice. - digo sério. - Aprendam a bater, já imaginaram eu aqui nessa sala comendo alguma outa e vocês entram? - digo segurando o riso.

Henrique: A visão do inferno isso seria. - ele diz e eu gargalho.

Alemão: Faz de conta que nunca viram pornô seus filhos da puta. - digo gargalhando e eles ficam sério.

MG: Você vai ficar pra trás e eu vou pegar a novata. - diz e eu dou de ombros.

Alemão: Foda-se, eu não ligo. - digo sorrindo.

Henrique: Estão falando das moradoras novas? - pergunta e o MG concorda. - Elas se mudaram a pouco. - diz e eu continuo a atenção nos meus papéis.

MG: Tô mais interessado em outra, mas qualquer coisa me contento apenas com a outra, que tem carinha de anjo. - ele fala e acabo revirando os olhos.

Depois deles encher o que dava para encher da minha paciência, eles saíram e foram embora fazer suas atividades do morro, eu peguei a planta da quadra que mandei fazer na rua de cima, preciso conferir como está indo as coisas, afinal tudo depende de mim, e dos corres que eu faço com o tráfico, e se tudo que eu faço aqui agrada a comunidade eu fico feliz, afinal de contas o governo filho da puta esqueceu que ainda existe comunidades carentes. E se nós os traficantes não se coloca a frente para resolver tudo e ter as coisas em seu devido lugar, então eles morrem de fome. Aqui na minha comunidade eu tenho um centro de ajuda, no qual lá eu tenho alguns dos meus leais vapor, com instruções de ajuda necessariamente a todos aqueles que estão necessitados. E tem sido feita muita coisa por essas pessoas, até questões de saúde eu venho melhorando aqui na comunidade, eu preciso manter eles em segurança, e acima de todos com saúde e disposição, para lutarem por tudo aquilo que tem direito, são coisas que eu não tive o prazer ou o privilégio de ter certas coisas. Sempre tive que ralar, se não eu não teria nada, eu ganhei muito aprendizado durante meus anos aqui, mas o que mais me deixa feliz é saber que tô seguindo um legado. Fico com esses pensamentos até que cheguei na quadra, fico apenas olhando se longe, eu queria ficar ali por mais um tempo mais a vagabunda da Miriele teve que interromper os meus pensamentos, o que me deixa bem irritado.

Miriele: Oi gatinho, como estáw - ela chega se insinuando, a mesma toca meu peitoral e eu seguro sua mão com força.

Alemão: Não toque em mim, só vai tocar na hora que eu for atrás de comer essa sua buceta. - digo sério e ela baixa a cabeça.

Miriele: Mas gatinho, eu vim aqui porque você não tem ido me ver.- ela diz sorridente.

Alemão: Eu já te falei mil vezes Miriele, que eu não sou nada seu, e só te procuro quando eu quero te comer nada mais que isso, agora vai cata coquinho, e me deixa em paz.. - digo sério e ela fica com os olhos marejado. - E vai chorar na casa do caralho.

Miriele: Não faz assim comigo, sabe o quanto eu te amo, para você está me humilhando tanto assim. - ela diz e eu fico observando o pessoal trabalhando na quadra.

Alemão: Vaza daqui,quando eu te quiser eu te procuro. - digo e vejo uma gatinha gostosa pra caralho passando na frente da quadra, agarrada na Gabi, o que me faz ficar curioso, mas também me leva para a conversa que os caras estavam tendo mais cedo.

Eu fiquei olhando ali, e me livrei da Miriele, o mulher chata do caralho, não tenho a mínima paciência para ela. Então eu fiquei ali observando a garota passar, ela tava com uma pinta de patricinha do asfalto, e eu acabei rindo, é tão patricinha e veio parar na favela, mas deixa eu vou brincar com essa garota, eu vou ensinar a ela a ser uma patricinha de asfalto, eu vou usar e abusar, fazer de minha puta. Mas sei que vai dar a qualquer um como as outras então não ligo, tô pouco de fodendo, então fiquei na entrada da quadra, quando a puta da Gabi se aproximou e fez ela esbarrar em mim, e eu já tinha sacado tudo, mas eu sou o rei dessa porra, eu vou mostrar como é que se anda na minha comunidade.

XXX: Me desculpe. - fala assim que olha pra mim.

Gabi: Oh amiga, você se esbarrou feio no Alemão. - ela diz e eu tento segurar o riso.

Alemão: Tá suave pô, mas quem é você. - finjo que não tô sacando nada.

XXX: Me chamo Flora. - ela diz e me da sua mão, seguro e aperto a mesma rapidamente.

Alemão: Prazer em te conhecer, Flora. - digo sorrindo.

Gabi: Amiga, ele é o dono do morro. - ela diz e ela finge está impressionada, meu Deus, é muito burra em vim bancar de fingimento logo comigo.

Flora: Eu não sabia, perdão. - ela diz e eu sei que a Gabi já tinha falado, apenas ela quis se exibir.

Alemão: Sem problemas, bom meninas estou indo nessa, preciso resolver uns assuntos, mas apareça mais por ai, talvez nos batemos. - digo sorrindo.

Flora: Claro, será um prazer. - ela diz e eu sei que isso é mais puta que as daqui do morro.

Saio dali, e subo na minha moto, ligo a mesma e dou partida para minha goma, vou tomar um banho e vou da um rolê pelo morro, afinal eu preciso fazer a ronda nessa porra, não podemos deixar nas mãos de ninguém, porque não cuidam como nós, que somos os donos. Então assim que cheguei na minha goma, eu estacionei a moto e dentro da garagem e desci dela, eu fui para dentro de casa, e ao entrar eu respirei fundo e fui para meu quarto, eu vou tomar um banho, pra relaxar os músculos do meu corpo, e tô pensando em ir na casa da Vanessa, acho que vou me divertir um pouco comendo a buceta dela, já passou metade desse morro lá, mas eu sempre me privo de usar duas camisinha no meu pau, vai que eu acabe pegando uma doença, ou algo do tipo, eu nunca sentir o que é um pele na pele, na verdade eu não quero com ninguém, as doenças vivem por ai a solta, então é sempre bom nos previnir.

Fico com os pensamentos enquanto eu tiro a minha roupa e entro no box, ao entrar eu ligo o chuveiro e sinto aquela água gelada cair no meu corpo. O que me fez ficar ainda mais animado, eu vi aquela menina que me deixou intrigado, mas eu sei que ela é uma vagabunda que dar a qualquer um, nunca se deve esperar nada de pessoas que se bancam de inocentes. Meus pensamentos estavam aflorados, então desliguei o chuveiro e sair dali, ao sair eu peguei a toalha e enrolei na minha cintura, ao por ela na cintura, eu caminhei até a pia, e fiz a minha higiene pessoal, ao acabar eu sair do banheiro e fui ao closet, eu vou aproveitar, porque se eu me jogar agora na cama eu vou acabar dormindo, então é melhor eu ir comer aquela puta logo, e depois eu fico de boa o resto da noite. Então ao entrar no closet, eu fui até as prateleiras e peguei uma bermuda e uma regata, vesti minha cueca, e em seguida vestir a bermuda e a regata, coloquei meu cordão no pescoço e joguei um pouco de perfume, e sair dali, fui até a cômoda, peguei meu celular e minha arma, guardei comigo e sair do meu quarto, então ao descer as escadas, encontrei a minha coroa ali.

Mãe: Meu filho onde está indo? - ela pergunta e eu desço as escadas e caminho até ela.

Alemão: Mãe estou indo na casa de uma mina ai. - digo sorrindo.

Mãe: Você não toma jeito né Théo? - ela me repreende e acabo sorrindo.

Alemão: Não importa mãe, vou apenas satisfazer os meus desejos e volto daqui a pouco. - digo e ela me da um tapa no braço. - Aí mãe. - digo e ela me olha brava.

Mãe: É pra doer mesmo, talvez você aprenda. - diz brava.

Alemão: Qual foi coroa, você tá muito abusada. - digo sério e ela me da outro tapa.

Mãe: Você tome jeito nessa sua cara abusada, porque eu te coloquei no mundo e eu te tiro dele Théo. - ela fala nervosa e eu sei que ela tá muito brava, então dou um beijo na testa dela e saiu correndo dali antes dela falar mais coisa pra mim.

Assim que eu sair de casa eu fui para a garagem e montei na moto, ao montar ligo ela e saiu dali, vou pilotando em direção a rua da casa da Vanessa, hoje eu vou pegar aquela puta e fazer ela gritar de dor, porque é isso que ela merece, se é que ela não tá com ninguém na casa dela, porque se tiver nem lá eu paro, ai eu vejo a sonsa puta que ela diz ser. Então acelerei a moto e fui até a casa dela, e ao chegar, a puta estava na varanda com um cara, mas ela ao me ver colocou ele pra correr, e eu dei risada, mas ao chegar perto eu estacionei a moto, olhei pra cara dela, e ela me olhou com um sorriso de puta sonsa.

Vanessa: Oi gostoso. - ela diz sorrindo.

Alemão: Acabou o programa? - pergunto segurando o riso.

Vanessa: Assim você me ofende Alemão. - ela diz cabisbaixo.

Alemão: Vim te comer, mas não vou passar meu pau, nessa tua buceta que esse cara acabou de sair não. - digo sério e ela me olha com cara de choro.

Vanessa: Eu não fiz nada com ele, eu quero você. - ela diz toda manhosa e eu dou uma gargalhada.

Alemão: Lamento, mas quando sua buceta sair as bactérias desse cuzão ai, eu penso e te comer de novo. - digo e ligo a moto, ela começa a chorar e eu dou risada, eu vou pra casa da Gabi, eu vou come ela hoje, sei que ela hoje fez aquele teatro, mas hoje eu vou comer ela, e ensinar a ela a não me dar lanchinhos.

Então acelerei a minha moto e fui para a casa dela, eu nunca comi a Gabi, mas hoje eu vou provar daquela porra que ela chama de buceta, e ainda vem me da lanche de presente, ela não sabe brincar, mas eu vou ensinar ela a descer e subi no meu pau. Acelerei mais um pouco a moto, e logo eu estava chegando na frente da casa dela, e ao chegar lá estava ela sentada mexendo no celular, o que me fez parar a moto e tomar o celular da mão dela, a mesma se assustou, mas ao me ver acabou sorrindo, então eu me aproximei dela, e falei o que queria, ela não pensou duas vezes, me puxou para dentro de casa, e me levou para o quarto dela, ao subimos ela tirou a roupa dela e se deitou na cama, eu acho que ela pensou que eu iria chupar ela ou algo assim, mas ao se deitar e abrir as pernas, eu me aproximei, coloquei a camisinha e ao colocar eu fodi a buceta dela, com força que a mesma gritava pra parar, quando eu gozei eu joguei dinheiro em cima da cama, joguei a camisinha na privada e dei descarga, vestir minha roupa e sair da casa dela, então montei na moto e voltei pra minha goma, ao chegar em casa, tomei outro banho e me joguei na cama, fiquei pensativo até que acabei dormindo.

OBS: Para mais informações sobre o livro me segue no insta Isa_moura024 (depois do "moura" é um zero, a fonte do livro confunde como se fosse um "O")

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