Capítulo 2

Meu nome é Vanessa e esse é o meu conto.

Meu marido é um homem muito controlador na hora do sexo, ele gosta de várias as coisas na hora do sexo, odeia repetir as mesmas coisas, então ele sempre está mudando. Eu nesse momento estou com as mãos amarradas na cabeceira da cama, ele está na minha frente me olhando como um predador. 

— Hoje vamos se divertir, meu amor. — Deu seu sorriso malicioso, tenho certeza que amanhã eu não vou andar.

Ele foi até o nosso guarda-roupa e voltou com o meu vibrador, subiu na cama e lambeu o meu clítoris, já que eu estou nua sobre a cama. 

— Ohh Julio! — Mordi os lábios e soltei um gemido alto ao sentir sua língua dentro de mim. — Porra!! 

Ele se afastou e passou o meu vibrador no meu canal vaginal e penetrou dentro.

— Ohhhh!! — Apertei meus punhos fortemente. 

— Se você gozar sem a minha permissão, eu vou te foder tanto e quando você for gozar eu vou embora. 

— A-Amor, você sabe quanto eu sou sensível. — Ele sorriu maldoso. 

— Te vira, é melhor não gozar meu amor. 

Ele ligou meu vibrador me fazendo gemer pelo prazer.

— Ahh Julio! — Fechei os olhos pela sensação do meu vibrador dentro de mim. — Ohh!

Ele ficou em pé na cama e veio até mim. 

— Vou foder essa sua boquinha. — Ele segurou meu rosto e colocou seu pau na minha boca. 

O Julio não tem piedade na hora do sexo, ele fode mesmo. 

— Oh que boca gostosa, meu amor. — Sentia o seu pau indo bem fundo dentro da minha garganta, me engasguei um pouco e ele tirou o seu pau na minha boca. — Tudo bem? — Perguntou com seu maldito sorriso. 

— S-Sim. — Falei com a respiração ofegante.

— Muito bem. — Ele desamarrou as minhas mãos. — Fique de quatro. 

Me virei com cuidado para não deixar o vibrador cair, gemi um pouco alto quando ele enfiou o vibrador mais pra dentro. 

— Vou comer o seu cu tão gostoso que você vai querer mais. 

Ele lambeu o meu cu e depois se afastou já encaixando o seu pau, soltei um gemido alto quando ele forçou pra dentro. 

— J-Julio!! — Apertei o lençol com força embaixo de mim. 

— Oh Vanessa, que cu delicioso é esse, sempre amei comer o seu cu! 

Ele deu uma rebola fazendo eu gemer alto, sinto sua mão deslizar para baixo de mim e segurar o vibrador. 

— Ahhhh Julio!! — Ele tinha tirado o vibrador e voltou com força dentro da minha buceta toda molhadinha. 

— Foda você mesma!! — Bateu na minha bunda e começou a foder o meu cu com força.

— Ahhhh porra!!

Estiquei a minha mão embaixo de mim e comecei a foder a minha buceta com o vibrador. 

— Ahh...Ohhhhh!!! — Ele começou a bater na minha bunda. — Ahhhh!!! J-Julio!! 

Cansei de movimentar o vibrador dentro da minha buceta e gritei de prazer quando ele aumentou suas estocadas. 

— Caralho!!! Que gostoso!!

Ele saiu de dentro de mim e se deitou na cama. 

— Vem, coloca seu cu no meu pau, fica de costas pra mim. — Falou em um tom de ordem.

Assim faço, fiquei de costas para ele e o mesmo encaixou o seu pau no meu cu novamente e começou a mover o seu quadril para cima e para baixo rapidamente. 

— Caralho!! — Eu tive que apoia minhas mãos na cama. 

— Foda a si mesmo porra!!

Tirei uma das mãos da cama e comecei a mover o vibrador dentro de mim. 

— Ohhhh!! — Sentia o meu gozo se aproximar. — J-Julio!! Q-Quero... Ohhh gozar!

— Você quer gozar? Vai ficar querendo!!

Choraminguei e continuei fodendo a mim mesma. 

— Ahhh!! I-Isso é tão bom!

Fechei os olhos aproveitando o prazer que eu estou sentindo. 

Eu gritei alto quando senti o seu gozo me preencher todinha. 

— Ohh merda!  Isso é tão gostoso!

Deslizei para cama muito cansada, ele puxou o meu vibrador de dentro e jogou para qualquer canto do quarto. 

— Agora vou foder essa buceta, você só vai gozar no meu pau!

Ele abriu as minhas pernas e me penetrou em uma só estocada. 

— Ahhhh Julio!!

Ele segurou meu peito esquerdo e colocou na sua boca chupando com tanta vontade, passei as minhas pernas envolta da sua cintura querendo mais. 

— Ahh... Eu amo tanto te foder Vanessa!! — Ele falou e mordeu o bico do meu peito, choraminguei com isso. 

Minha pele se arrepiou quando ele lambeu o meu bico e chupou puxando. 

— J-Julio!

Comecei a mover o meu quadril rapidamente em seu pau o fazendo gemer.

— Sua puta apressada! — Ele se afastou e segurou meu pescoço. 

Gritei alto de prazer quando ele começou a estocar-me tão rapidamente, meus peitos desciam e subiam rapidamente que doeu um pouco.

— J-J-J-Julio....Ohhhhh!!

Ele segurou meu quadril e levantou um pouco e continuou me fodendo. 

— Porra....Isso... Ah vai Julio.. Ohhh caralho!

O barulho dos nossos corpos se chocando é ouvido pelo quarto todo, o cheiro de sexo também está no ar. 

— Merda Vanessa!!

Ele me virou de lado e colocou suas pernas em meu ombro e foi fundo na minha buceta. 

— Julio! Amor.. I-Isso é tão bom! 

Ele deu uma reboladinha e isso me fez gemer manhosa. 

— Sua buceta é tão gostosa, ela foi feita pra mim. 

Ele saiu de dentro de mim e se deitou.

— Quero que venha cavalgar no meu pau bem gostoso. 

Passeis as pernas pelo seu quadril e me sentei no seu pau sem ainda penetrar, me esfreguei por alguns minutos o deixando louco, me levantei um pouco e segurei a cabeça do seu pau e fui deslizando para baixo. 

— Ahhh que delicia! — Gemi ao sentir o seu pau indo tão fundo. 

— Se mova! — Bateu na minha bunda e segurou as minhas nádegas com força.

Apoiei minhas mãos em seu peitoral e comecei a ir em um vai e vem gostoso o fazendo gemer. 

— Ah isso.. Continue assim... D-Desse jeito mesmo!

Me inclinei para baixo e o beijei e movi minha bunda pra cima e pra baixo no seu pau o fazendo gemer entre o beijo. Afastei do beijo e comecei a ir rápido por causa do meu gozo está se aproximando, acelerei meu quadril rapidamente. 

— Ahhh Julio!

Joguei a cabeça para trás sem parar de mover rapidamente no seu pau.

— Isso!! Porra continua!! Vou gozar!!

— Ahhhhh!!! — Gemi alto ao gozar, meu corpo todo se arrepiou e tremeu pelo orgasmo.

— Porra!!!

Ele começou a mover o seu quadril para cima, batendo com força na minha buceta. 

— Ahh!! Julio!! 

Ele gemeu alto e senti a sua porra me preencher todinha. 

Cai em cima dele cansada demais para me mexer. 

— Eu amo te foder. 

Sorrir com isso. 

— Eu também amo ser fodida por você. 

Oh como amo.

Capítulo 3

Meu nome é Maia e esse é o meu conto. 

— Amiga, foi verdade que você chamou a filha do diretor de puta? — Minha amiga Vânia perguntou.

Revirei os olhos com isso.

— Aquela puta veio me chamar de idiota só porque me viu conversando com o namorado dela, vê se pode uma coisa dessa. 

Estamos caminhando até a escola, hoje me acordei com tanta dificuldade por ter um sonho erótico com o diretor. Pode ser estranho, já que ele é um homem mais velho do que eu, tenho dezenove anos e ele tem quarenta e seis anos. — Só que eu me amarro em homens mais velhos, acho eles tão lindos. 

— Amiga, você vai acabar se encrencando com isso, sabe que ela vai contar ao pai dela e você pode ser expulsa ou suspensa. 

— Se o diretor vier falar comigo, eu vou contar a minha versão, se ele me suspender vai ter que suspender ela também, não vai ser só eu quem vai se foder.

— Eu não digo é mais nada, amiga. 

Dei de ombro e entramos na escola e fomos caminhando pelo corredor, quando vejo o diretor gostoso vindo na nossa direção.

— Ele tá vindo pra cá, eu te disse que ela foi contar ao pai dela. — Ela sussurrou em meu ouvido.  

Falei nada e espero ele se aproximar.

— Maia, pode me acompanhar até a diretoria, por favor? 

— Sim, senhor. — Me despeço da minha amiga.

Sigo ele até a diretoria, aquela puta maldita deve ter falado só mentiras. 

— Entre por favor. — Falou ao abrir a porta para mim.

— Obrigado e com licença. — Entrei em sua sala e fui até a cadeira me sentando.

Ele deu a volta na mesa e se sentou de frente pra mim.

— Minha filha disse que você chamou ela de puta e bateu nela, isso é verdade? 

— O que? Eu não bati naquela puta.... — Ele me encarou e soltei um suspiro. — Sim, eu chamei ela de puta, só que eu não bati nela, tive vontade? Tive, só que eu não bati nela. 

— Qual foi o motivo? — Bufei com isso. 

— Sua filha pensou que eu estava dando em cima do namorado dela, como se eu quisesse um magrelo daquele. 

Ele franze a testa.

— E porque não iria querer? O jovem Carlos é bem bonito. — Revirei os olhos.

— Senhor, me desculpa pela sinceridade, só que eu gosto de homens mais velhos, tem mais experiencias. — Sorrir maliciosamente com isso. 

Ele me encarou e mordi os lábios um pouco nervosa com o seu olhar sobre mim. 

— Gosta de homens mais velhos? — Soltei um suspiro.

— Gosto, principalmente do pau deles dentro de mim. — Falei com  coragem.  

— Você não tem vergonha de dizer isso? 

Tomei coragem e me levantei dando a volta na sua mesa e passando a mão em seu ombro.

— Porque eu teria vergonha do que eu desejo? Sabe o que eu sonhei? — Perguntei sussurrando em seu ouvido.  

— O que? 

— Você me fodendo nessa mesa, eu com as pernas abertas e você enterrando bem fundo dentro de mim. 

— Porra garota. 

Ele me puxou para o seu colo e me beijou, retribui com maior prazer, suas mãos que estavam na minha cintura segurou a barra da minha camisa e tirou, me deixando de sutiã. Eu mesmo tirei meu sutiã e joguei no chão. 

— Que belos peitos. — Falou segurando os dois e colocou o direito na boca. 

— Oh.. Sim... Ah que delicia diretor! — Segurei seus cabelos com força.

Dei reboladas em seu colo enquanto ele chupa os meus peitos com vontade. 

Fiquei surpresa quando ele me colocou deitada na mesa e puxou minha saia com a calcinha pra fora do meu corpo, suspirei quando ele abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta toda molhada. 

— Ahh! Isso!! Ohh que gostoso!

Segurei seus cabelos e gemia como uma puta no cio, ele inseriu um dedo dentro da minha buceta enquanto passa sua língua no meu clítoris. 

— Ohhh merda!! — Ele começou a foder minha buceta com o seu dedo, sem parar de lamber e chupar meu clítoris. 

Oh merda, isso é tão bom, melhor do que o sonho que eu tive. 

— Que menina safada, sonhando com o diretor da sua escola. — Ele lambeu minha virilha arrepiando a minha pele todinha. 

— V-V-Você que é gostoso... Ohhh caralho! — Ele tinha sugado com tanta força o meu clítoris que deixou as minhas pernas bambas. 

Ele se afastou pra tirar suas calças, ele deixou em cima da sua cadeira e passou o seu pau em meu clítoris e ficou subindo e descendo o seu pau na minha buceta sem ainda penetrar.

— P-Por favor. — Gemi desesperada. 

— Por favor o que? — Ele segurou meu peito esquerdo e abri mais ainda as minhas pernas. 

— Por favor me fode, me fode diretor! — Implorei. 

— Você é realmente uma garota safada.

Ele segurou minha cintura e foi penetrando o seu pau dentro do meu canal vaginal.

— Ahh isso!!! Finalmente!! 

Passei as minhas pernas envolta da sua cintura e rebolei em seu pau.

— Porra.. Faz tempo que não como uma buceta assim. — Falo apertando minha cintura com força. 

— Sua esposa não é tão boa assim? — Perguntei com um sorriso sacana no rosto. 

— Não, ela não gosta muito de sexo.

— Melhor pra mim, posso aproveitar de você. — Rebolei de novo o fazendo gemer.

— Sua putinha de merda! — Ele começou a me estocar com brutalidade.

— Ahhh isso ohhhhh diretor.. Porra, caralho!!

Ele segurou minhas virilhas e foi estocando com vontade que chegava a me deixar louca. 

— Ah isso!! Diretor que gostoso. 

Ele se inclinou e chupou meu peito esquerdo enquanto continuou me fodendo. 

— E-E-Eu estou tão perto diretor!! 

Abracei ele com força arranhando suas costas por cima da sua camisa. 

— Merda!! Eu também estou!

— Goza na minha buceta!! Por favor! Goza dentro de mim! Ohh me preenche com a sua porra!!

— Desgraçada!!

Ele aumentou sua velocidade eu eu só gemia alto e beijei ele ao gozar no seu pau com força, meu corpo todo tremeu, pareceu que eu estava tendo convulsão. 

— Caralho!! 

Ele deu duas estocadas e logo senti a sua porra quente me preenchendo. 

— Merda, isso foi tão bom. — Falou e saiu de dentro de mim. — Que visão bela de ver a minha porra escorrendo dessa sua buceta gostosa. 

Apoiei meus cotovelos na mesa e encarei ele. 

— Podemos continuar com isso? — Ele riu. 

— Você é mesmo uma puta, não é? 

Sorrir com isso.

— Posso ser sua, se quiser. 

Ele me encarou e sorriu.

— Com certeza eu vou adorar comer essa buceta sempre que eu quiser. 

— Fique a vontade pra me foder o quanto quiser, querido diretor!

Essa foi a melhor transa que eu já tive.

Não disse que homens mais velhos é melhor por causa da experiência.

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