Capa do Romance Casamento Falido

Casamento Falido

8.7 / 10.0
Leon vive um martírio constante em seu casamento de seis anos com Stephanie Bellucci. Ele se sente afundando em uma escuridão gelada, pois, embora estejam juntos, a distância emocional entre eles é um abismo. Stephanie o trata com total frieza e desprezo, valorizando apenas sua aparência. Contudo, incidentes inesperados abalam essa indiferença, forçando uma aproximação que a confunde. Enquanto ela luta para se afastar, Leon busca enfim conquistar seu coração.

Casamento Falido Capítulo 1

Stephanie Bellucci:

Todos na vida, carrega sobre sua consciência erros. Mas sempre tem aquele sendo o pior de todos, os erros. Bem, o meu é ter se casado com Leon Barueri.

O homem, é bonito? Claro! Não tema sobre este assunto! O x da questão é outro. Ele é frio, impiedoso, e muitas das vezes sem graça. Fica falando, toda e toda hora sobre questões do governo e várias outras porcarias.

Devem estar se perguntando se isto é culpa minha. Bem, boa parte é sim! Joguei os assuntos mais chatos sobre os ombros dele, e nem cheguei a perguntar se queria ou não. Mas também, ele chegou ajoelhado diante de mim e disse:

Você é a minha imperatriz, e farei tudo segunda a vossa ordem ou pedido

Aí né, eu tomei dianteira.

Hoje, eu acordei disposta, mas de alguma forma só de ver aquele homem uma fúria tomou parte de meu corpo. Ele dormia tão tranquilamente. Sua roupa era tão leve. Na parte de cima, a roupa estava tão aberta, que dava para ver seu peitoral definido.

Fiquei admirando por um tempo, mas logo me dei conta do que estava fazendo, e parei dando dois tapas nas minhas bochechas.

Maldito homem! Como se atreve a ser tão bonito!?

Espreguiço-me, e olho novamente para aquele homem. Resmungo, e chamo minhas damas para me arrumar e vestir.

— O seu banho está pronto, senhora. — umas das servas me avisa, com a cabeça baixa.

Entro no banho, e fico um bom tempo lá. A água, está na temperatura ideal e colocaram outras loções também. Saio, e as mulheres logo me encobrem.

Logo, começam a me arrumar. Pegam um vestido longo de cor bege, e com bastante detalhes. Joias, sapatos altos, mas nem tanto. Iria tomar café, e não para uma festa ou cerimônia formal. Pentear meus cabelos, e por fim colocaram a coroa.

Saio dos meus aposentos, e me dirigi ao salão. No caminho, para o salão me deparo com a linda vista do jardim. Já que, a lateral esquerda do corredor é só vidro. Mesmo querendo apreciar a vista, não podia. Tinhas várias coisas para me estressar, ainda, e o jardim era a minha saída de tudo isso.

Chegando até às escadas, paro, e dos que ali presentes estavam se ajoelharam.

— Nós saudamos, Vossa Majestade, a Imperatriz! — um dos nossos guardas grita. Sério, que toda vez tem que fazer isso? Cansa demais, ouvir sempre a mesma coisa.

Sim, sim. Bem, isso é o que vocês estão pensando. Eu sou a Imperatriz do Reino de Alveberia. Nosso reino é abençoado com chuvas abundantes, terras férteis, natureza e várias outras coisas. Vim da linhagem dos primeiros que fundaram este maravilhoso império. Dizendo por fim, que sou Stephanie Bellucci de Le Alveberia. Nome exaustivo e pesado também. Passei por muitas coisas, só porque eu era uma mulher, era a única herdeira do trono. Queriam que eu me casasse com um homem de outro reino(que seja próspero e poderoso) e assim uma aliança seria formada. Contudo eu não queria isso para mim. Então coloquei a prova! Quando o meu pai deu o seu último suspiro, subi ao trono e dei o meu melhor. 

Fui para os campos de batalhas, resolvi diversos problemas, como a fome, tributos altíssimos e má distribuição de suplementos que havia entre as regiões, li e assinei diversos papéis, consegui fazer contratos de paz com muitas regiões e várias outras coisas. Fiz tudo com mais excelência e calei as bocas que ousaram dizer que uma mulher não podia governar sozinha. 

Mesmo com tudo isso, muitos ainda continuam me pressionando a casar.(os muitos que eu falo, são os nobres insolentes.) Então, sem muita saída eu escolhi o jovem general da família Barueri La Casteyer, das terras do Norte. Apesar de ser muito novo, ele já ganhou muitas conquistas, é estrategista, rico, poderoso e sua família é a mais nobre de suas terras.(além de ser muito bonito, se é que me entende.) 

Vou até à mesa, um jovem puxa a cadeira que me sentar. 

— Obrigada. — falo, e o jovem que até então evitava olhar para mim, me olhou surpreso com a minha atitude. Será ser um novato? 

— Não precisa, Majestade. Eu só estou fazendo o meu trabalho. — sorri e eu devolvo o sorriso. Com isso, percebi que o garoto havia corado. Riu baixo e me acomodo na mesa. 

Mexo discretamente a minha mão, em um sinal para que servisse o vinho e uma tentativa para ver se o rapaz, estava preparado ou não para servir no palácio. 

Fico observando e em poucos segundos ela começa a se mover e despeja o conteúdo em minha taça. E volta para a sua posição. 

Este está mais que pronto. Quase ninguém passa neste meu teste. 

Com isso, começo a fazer a minha refeição. Todos no salão estavam quietos, e os únicos barulhos que podia se ouvir era o de fora. 

Paro de levar a comida até a boca quando percebo que falta a presença de alguém na mesa. 

— Cadê Luigi? Ainda não está acordado? — pergunto abertamente, para qualquer que saiba possa responder. 

— Sua Majestade, sua Alteza, o príncipe disse que logo desceria para lhe acompanhar. — Um homem, sem ser um dos guardas, me respondeu.

— Obrigada, Donatello. — agradeço. 

Em seguida, ouço passos de alguém correndo vindo da escada. Logo que aparece, um menino com um sorriso reluzente indo em minha direção com os braços abertos. 

Levanto-me da cadeira para recebê-lo.

— Bom dia, mama! — o pego no braço.

— Bom dia, meu amor. Dormiu bem? — pergunto. 

— Sim! Eu sonhei que a mamã me protegia de pessoas más. — me responde com entusiasmo, com os braços erguidos para cima. 

— Olha que coisa boa! — o desço e observo uns dos servos o acomodando na mesa. O servem e ele começa a comer. 

Paro de comer, e fico apenas observando Luigi comendo. 

Mesmo depois de tudo, eu ainda tenho um filho do maldito. Apesar de que, no começo Leon e eu éramos bastante próximos. Que eu me lembre de começarmos a ficar distante pouco depois de Luigi nascer. Mas isso eu acredito que não importa muito, eu acho... Deste de que, já chegamos a este ponto. 

Luigi é um garoto forte, esperto, corajoso e determinado. De aparência, ele puxou quase completamente o pai. Pele branca, olhos vermelhos vibrantes, cabelos pretos e lisos que vão até um pouco abaixo da orelha. Desse modo, prevejo um futuro em que ele vai ser a cópia perfeita do pai. Mas pelo menos, dele eu gosto! Já do pai dele, não posso falar a mesma coisa. 

— Luigi, querido, por favor coma mais devagar. A comida não irá fugir. — peço, chamando a atenção do menor. 

— Sim, mama. — ele concorda e gradualmente diminui a velocidade.

— Muito bem. Continue assim, e mais tarde ganhará um prêmio. — falo e vejo um enorme sorriso tomando o rosto de Luigi. 

Leon Barueri:

Acredito que foi uma péssima ideia ter aceitado a proposta da Imperatriz Stephanie. Ela é uma mulher extremamente perigosa, então mesmo que eu recusasse ela daria um jeito de me fazer aceitar, além de que não podia recusar. Era uma ordem direta da Imperatriz. Nossa relação foi tornando-se pior de uns anos para cá e sinceramente não entendo a cólera da Imperatriz. Não me lembro de nada que a desagradasse. 

Sinto seus olhares discretos, mas conciliadores. Ela parece realmente, não suportar a minha presença diante dela. 

Acordo disposto, mas ainda preciso confirmar uma coisa. Suspiro, e crio coragem para olhar para lá. Confirmo que Stephanie já acordou e se retirou do cômodo. Sinto-me aliado, mas de certo modo sinto uma certa frustração. 

Levanto e vou direto ao banho. Chamo um mordomo e ele separará as minhas roupas. 

Já faz um tempo que eu percebi, mas nunca cheguei a pensar fundo sobre o assunto. Stephanie, parece querer me evitar desesperadamente. Ela faz tudo mais cedo. Como esta manhã, ela já acordou e foi direto para o salão. Faz suas obrigações primeiro, termina elas primeiro e dorme mais cedo também. Então resumindo ela faz tudo mais cedo que eu! 

Saindo do banho, visto minhas roupas e me retirei do quarto. Dirijo-me até o salão para tomar o meu café. Passo pelo corredor onde é todo de vidro, e paro para apreciar o jardim. 

Acredito que após cumprir com as minhas obrigações irei tomar um descanso no jardim. 

Já descendo as escadas, algumas pessoas percebendo minha presença começam a se ajoelhar. 

— Vossa Majestade, o Imperador! — uns dos guardas gritas, alertando a todos minhas presença neste exato momento.

— Não precisa disso tudo, a todo instante. Basta reverência. — falo e o guarda assente. 

Antes eu não prestava atenção, mas percebi que Stephanie e nosso filho ainda permaneciam na mesa. Muitas das vezes, eu acabo comendo sozinho. 

Stephanie estava distraída com o nosso filho, então não percebeu minha presença. Assim, aproveitando a deixa eu me sento discretamente na mesa. Contudo, infelizmente, ela percebeu minha presença. 

Droga! 

— Bom dia, minha Imperatriz. — falo, evitando contato com os olhos de Stephanie.

— Bom dia, meu Imperador. — ela me responde, levando a taça até a sua boca. E continua. — Dormiu bem? 

Fico surpreso com a pergunta dela. Nunca até agora, ela havia perguntado isso. Bom, a única opção que me resta é responder. Vai que passa pela cabeça dela, que eu a estou ignorando?

— Bem. Eu dormi muito bem. E você, minha senhora? — a respondo e pergunto. 

Dessa vez, parei de comer e observei a expressão de Stephanie. Um pequeno sorriso apareceu em seu rosto, mas não foi um sorriso que fez o meu coração latir. Foi um sorriso que me fez sentir calafrios. O que ela estará pensando? 

— Bem. Eu também dormi muito bem. Obrigada por perguntar. — O contato visual que eu estava desesperadamente tentando evitar, aconteceu agora. Ela tombou a cabeça, e seu sorriso permanecia. Na mesma hora, eu levantei a cabeça. 

Aos que assistiram naquele instante, podia muito bem se enganar com aquele sorriso inocente e brilhante dela. Mas eu vejo por trás de sua máscara. Ela está fingindo ser legal comigo, para que boatos desnecessários corram soltos. Já que muitos irão comentar que a nossa relação não estava indo bem. 

A mulher dos fios loiros como o sol, olhos azuis profundos que contém um enorme mistério, pele branca e macia. Abomina-me com todas as forças. Ela é um leão indomável e pensar que sou eu que porto o nome ‘Leon’ hilária está situação. 

Em uma saída desesperada, eu tento achar algo para que Stephanie pare de me fuzilar com o olhar. Olho para ao lado de Stephanie e vejo o nosso filho comendo tranquilamente. 

— Luigi, ouvi falar que você está indo muito bem em seus estudos. Está se divertindo? — pergunto para o pequeno, e Stephanie me olha com mais raiva ainda. 

Oh céus, o que eu fiz agora?!

— Ah, sim. Sim, estou me divertindo bastante, pai. — o pequeno me responde, desviando sua atenção entre mim e Stephanie. 

— Que bom. Continue assim, e não hesite em pedir a minha ajuda quando tiver alguma dificuldade. — falo sério. 

— Não precisa. — Stephanie fala se levantando da mesa. — Não precisa se preocupar. Eu já estou cuidando disso. — ela suspira e olha em direção de Luigi. — Ah, sim. Luigi, não se esqueça de me procurar mais tarde. Estou lhe aguardando ansiosa, para dar o seu prêmio. — me olha de canto e se retira do salão. 

Luigi, termina a sua refeição logo em seguida e sai também. 

Suspiro com esta situação complicada.

— Penso que Stephanie e Luigi me odeiam. — murmuro. Sinto-me desconfortável com tudo isso. Ainda hoje preciso perguntar a Stephanie sobre o comportamento dela. Esta situação está indo longe demais. Bom, sei ser complicado ficar com alguém forçado. Mas esperava pelo menos uma relação indiferente, mas parece que ela quer é me matar! Assim não dá mais! — Hoje nós resolvemos isso! — falo decidido. Me aguarde Stephanie Bellucci de Le Alveberia, hoje você não me escapa! Achava mesmo que eu permaneceria calado!

Continuar lendo

Casamento Falido de Conteúdo

Ch. 1 Ch. 2 Ch. 3
Ch. 4
Ch. 5
Ch. 6
Ch. 7
Ch. 8
Ch. 9
Ch. 10
Ch. 11
all

Você pode gostar

Novos lançamentos de romances

Capa do Romance ATENDIMENTO: SIMPLESMENTE SER EDUCADO
8.0
Esta obra explora como o ato de atender dignifica o ser humano, transformando o próprio ser na busca por plenitude. O texto define o atendimento ideal através da empatia, ensinando a importância de se colocar no lugar do próximo para garantir qualidade. Ao planejar o futuro sem ignorar o presente, o autor destaca que o respeito mútuo e a prática do bem pavimentam o caminho para o sucesso. Acreditar em si e cultivar boas relações são os pilares fundamentais aqui apresentados.
Capa do Romance Cinco Anos, Um Nome Esquecido
8.4
Breno recordava detalhes banais, mas ignorava a alergia mortal de sua companheira. Durante um evento, ele presenteia Isabela com uma joia simbólica, ignorando Eliza completamente. Ao ser confrontado, ele sequer consegue lembrar o nome real da parceira, revelando o vazio de cinco anos de relação. Após uma briga, Breno a abandona ferida em uma estrada deserta. Enquanto ela lamenta o tempo perdido, ele foge da culpa, sem imaginar o horror que encontraria ao retornar.
Capa do Romance Entre o Orgulho e o Desejo
9.5
O CEO Ethan Blackwood desfruta de uma vida estável ao lado de sua noiva, Sophia Carter. Contudo, o retorno de seu irmão Lucas ameaça esse equilíbrio. Movido por inveja e rancor, o jovem rebelde planeja destruir Ethan, usando Sophia como peça central de sua vingança. Entre jogos de poder e segredos de família, a jovem se vê em um dilema entre o noivo ambicioso e o cunhado perigoso. Sophia precisará escolher entre o amor e sua própria paz em meio a traições.
Capa do Romance O motorista da CEO arrogante
9.1
A vida de Pablo tornou-se uma sucessão de tragédias insuportáveis. Após sofrer perdas dolorosas de entes queridos, ele se vê desempregado e enfrentando uma miséria absoluta, sem qualquer recurso financeiro para sobreviver. Diante do desespero e da falta de alternativas, ele encontra uma única oportunidade de recomeço: aceitar o cargo de motorista particular de uma CEO prepotente. Agora, ele precisará lidar com a arrogância da patroa para tentar reconstruir seu destino.
Capa do Romance Pecadora
9.4
Eu ri, deitada ao lado da minha irmã, ambas apertadas na minha cama de solteiro, como costumávamos fazer nas manhãs de domingo. Era engraçado como Rebeca sempre me fazia sentir livre e solta como normalmente eu não era. Eu sempre tinha sido tímida e quieta; ela, extrovertida e espalhafatosa. - Você​ri?​-​Ela​me​empurrou​com​o​ombro, pressionando-me contra a parede. Empurrei-a de volta, e ela quase caiu. Gargalhamos. Então ela envolveu minha cintura com um braço e ergueu o rosto, olhando para mim e dizendo, inesperadamente: - Estou grávida. Gelei, muda. Virei minha cabeça sobre o travesseiro e busquei os olhos dela, pensando ser mais uma brincadeira. Mas ela estava séria. Deixou a cabeça cair no meu travesseiro e ficamos nos encarando. Senti medo por ela. Minha irmã é quase dois anos mais velha do que eu, mas ainda assim tinha só dezoito anos. Ameacei chorar, mas me segurei. Murmurei, angustiada: - Meu Deus... - Deus não tem nada a ver com isso, Isabel. Ou talvez tenha... - Ela deu de ombros. - Você vai ser titia. - Rebeca, você sabe que isso vai ser uma tragédia aqui em casa. - Eu me ergui e me sentei, tensa. - Papai e mamãe... - Vão querer me matar. Ou melhor, me casar - brincou ela, de novo. Ela se sentou também, passando a mão pelo cabelo curto, na altura do pescoço, em cachos desconexos. Era totalmente diferente do meu, que passava da cintura, como fora o dela um dia, antes de se revoltar e cortar tudo, episódio que quase lhe custara uma surra do nosso pai. - Casar com quem? Quem é o pai do bebê? - Como vou saber, Isa? - debochou ela. - Pode ser qualquer um dos dez ou vinte com quem transei nos últimos tempos. - Ah, Rebeca! - Segurei suas mãos, nervosa. Não concordava com muitas das loucuras dela, mas, no fundo, eu a entendia. E me preocupava, por sua causa e por nossos pais. - Você faz isso só para confrontar os dois! - Faço porque quero! Sou livre! Sou maior de idade e trabalho. Vou contar a eles sobre a gravidez, alugar um quarto e sair daqui. Vou me livrar dessa loucura toda! - Não é loucura. - Tentei justificar. - Papai é pastor e... - Loucura! - repetiu, irritada. - Opressão! É isso o que ele faz com essa igreja que ele criou. Isso não é religião, Isabel. Deus não é essa infelicidade toda que somos obrigadas a suportar. Conheço muita, muita gente cristã que está longe de viver oprimida como nós. Uma parte de mim pensava como ela. Mas, criada desde pequena de maneira rígida, eu tinha medo daqueles pensamentos. Temia também pela salvação da minha irmã, que eu amava mais do que tudo. - Escute... - Coloquei a mão em seu rosto, com carinho e preocupação. - Não precisa dessa revolta toda. Você se machuca e magoa nossos pais, Rebeca. Pode falar o que quiser sem... - Falar o que quero? Desde quando? Não me faça rir, Isa! - Ela suspirou, mas não se afastou. - Sabe que eles não aceitam! É aquela religião maldita deles. - Não diga isso - briguei com ela. - É a nossa religião!
Capa do Romance Segunda Chance - série amores verdadeiros
8.1
Alicia sempre batalhou por sua carreira, mas sua vida pessoal ruiu após um divórcio traumático e o abandono de Paulo durante a gravidez. Desempregada e sem apoio familiar, ela conta apenas com uma amiga. No entanto, o destino apresenta Jack, um vizinho que superou o luto e decide ajudá-la. O que começa como suporte vira uma forte atração. Entre traumas e desilusões, será que ambos conseguirão superar as cicatrizes do passado e se permitir uma nova chance para o amor?

Dramas Curtos Populares

Capítulos
Leia agora
Compartilhar
Minishorts Logo
Leia web novels, ficção online e histórias românticas em alta no MiniShorts. Descubra romances de bilionários, fantasia de lobisomens, drama e novelas de fantasia, além de conteúdos selecionados de dramas curtos inspirados nas tendências de narrativa mais populares.
MiniShorts YouTube
PRODUTOS E SERVIÇOS
Sobre nós
support@minishorts.com
©2026 MiniShorts Todos os direitos reservados. CHASINGTOP HK LIMITED