Capítulo 2

Valentina Tommaso 💓

Eu murmurei e olho para o lado e a cabeça pirando e naquela altura eu já estava entregue a bebida. A minha respiração já estava forte, eu respirava com dificuldade e ele se sentou e eu odiando todos os homens e inclusive ele que se sentou parecendo o dono do bar.

Os seus ombros eram largos, os cabelos castanhos e seus olhos, estava escuro, não dava para ver nada. E quando me aproximo de seu queixo arredondado com a barba cerrada e os lábios grandes e meus olhos acompanham sua mão. Eram grandes ele põe no balcão e eu respirei com dificuldade balançando a cabeça sendo totalmente invadida pelo seu cheiro amadeirado forte e ele ainda mordeu o canto do lábio. Está se oferecendo para mim? Não estou bêbada e isso.

— Nossa, como você é cheiroso! Eu disse embaralhando a voz.

E perfeito ele colocou a garrafa de whisky no balcão e os pequenos copinhos espalhados e se achando o dono do balcão e eu admirando seus dedos e rir. Olhando os gestos de ir e vir da sua mão.

- Podemos afogar as mágoas juntos? Ele empurrou o pequeno copinho para o meu lado e deu um sorriso perfeito, ele é muito envolvente. E parecia saber que eu precisava naquele momento. Ele levantou o copo de uísque e riu virando de uma vez que boca grande eu rir.

Acabei aceitando ele fala pouco apenas o necessário, sua voz rouca me chamando a atenção para sua boca. Colocou a mão sobre a sua coxa e os meus olhos seguiam suas mãos e ainda apertou, era muito gostoso e bem-vestido. E depois da terceira dose ele se soltou, se aproximou de mim e começamos a conversar e eu murmurando reclamando dos homens como se ele fosse uma mulher.

— É porque os homens não conseguem ficar com o pinto dentro das calças?

— Porque vocês são maravilhosas e fomos feitos um para o outro. Ele sorriu.

— Odeio todos os homens, odeio todos, acham que nós somos frágeis, somos como cristais e são traidores.

Eu me entreguei ao momento, ele enchia o shot e viramos juntos. Na terceira rodada ele segura a minha mão e eu sorri tirando. Não acredito que ele queira algo comigo e perfeito demais. Parece um deus grego.

— Não me diga que está sofrendo de dor de corno como eu? Eu rir e ele já puxou a minha mão, apertou e parecia termos uma conexão, eu senti minha mão molhar e ele apertou e riu. Aquela conexão de bêbados era isso e olhei nos olhos dele e queria sair correndo dali. E apenas um bêbado tentou me lembrar.

Entre copos e risadas ele já estava com intimidades comigo e também nos dois bêbados. Ele segura o meu joelho e aperta e eu olho em seu rosto. Eu queria rir, mas apenas admirei sua beleza.

— Vamos para outro lugar, aqui, está chato demais.

— Não! Eu respondi em cima de sua fala cortando-o.

— O que eu fiz? Há um homem esperando por você? Ele vira a bebida e me dá outra e puxa a minha mão— Você não conhece a palavra sutileza, né? Eu apenas vou te levar para casa.

- Porque não é direto e pergunta se tenho namorado. Eu gosto de ser direta e você fica fazendo perguntas demais.

— Então tem namorado? Ou é casada? Ele disse rindo.

— Claro que não e veja. Mostrei os dedos. -- Eu não tenho aliança.

— E amante? Ou um sexo casual com um amigo?

Não acredito ele quer saber da minha vida íntima eu me levanto do banco e eu quase cair e ele me segurou a cintura sinto seus dedos enfiar na carne do quadril. Eu não deixo de olhar para ele um minuto se quer. Ele riu um pouco do meu desespero pela situação e agarrou a minha cintura com o seu braço musculoso, intensificando a minha cintura e sorriu malicioso.

— Está segura em meus braços.

Em fração de segundos ouço sua voz rouca chegar em meus ouvidos, e voltando ao meu mundo real eu tiro seus braços na tentativa de afastar essas sensações indesejadas e me deparo com o seu olhar totalmente, confusos e trêmulos. As suas pupilas estavam dilatadas e seu olhar completamente selvagem, chegava a ser palpável o clima tenso entre nós. E uma adrenalina que percorreu a minha espinha.

Mas ele não se deu por vencido que se aproxima do meu corpo e deu para sentir ele quente e ofegante e ainda consigo sentir o seu hálito mentolado de bebida atingindo meu rosto e o meu corpo inteiro simplesmente se arrepia com esse atrevimento. Ele dedilha os seus dedos de forma árdua por meus braços até chegar ao queixo e desliza os dedos acariciando o formato do meu queixo e ambos ficamos entregues a um desejo incontrolável, naquele momento eu senti solta fagulhas dos nossos corpos. Tentando sair daquela tensão sexual que nos consumia.

— Quer casar comigo?

Nem reparei nada, eu agi por um impulso e raiva de me guardar um ano para ele e depois ser traída. Eu quero esquecer e ele me fez esquecer tudo com seu sorriso. E eu não tinha nada a perder. E quando me vi estava de frente para ele e me deu água na boca. Observando a distância entre os nossos corpos se diminuindo. Quando nos encostamos, ele arfou alto e soltou um gemido curto. Eu não queria enrolação, já estava com muito desejo e pensamentos rodopiando a minha mente já querendo ir para o finalmente.

— É melhor não dizermos nada. Eu disse sorrindo.

Os nossos olhares estão conectados, e à medida que aproximou os

nossos corpos um do outro, percebo o quanto a sua presença me

atrai e me faz tremer. Eu estou desejando um estranho.

Ele me ergueu em seus braços me esmagando com o seu corpo sinto seu membro, forçando o meu corpo frágil contra a parede. Por causa da nossa proximidade, consigo sentir o seu coração e ele estava batendo tão forte e rápido, e ele ofegante. Quando sinto sua boca na minha me devorando como um vulcão e ele entrou com tudo e eu cedi.

Ouço seus gemidos em meus lábios.

— Casa comigo?

Capítulo 3

Valentina Tommaso💓

Fecho os olhos, implorando sem falar, é muito melhor do que imaginei e sinto a pegada forte de suas mãos, a boca macia, persuasiva e eu não consigo resistir quando a língua pede passagem em meus lábios.  Quando me tomou completamente, eu esqueci de tudo na boca dele. Gemo, os lábios entreabertos, ansiosa pela sua boca. Sua mão vem para o meu quadril, apertando minha carne, e me sinto entregue com apenas o toque. Ele abandonou meus lábios e beijou o seu pescoço, roçando a barba áspera por toda a extensão da minha pele arrepiada, descendo pacientemente pela garganta e chegando ao colo dos meus seios.

Meu corpo inteiro formigar de desejo, que beijo devorador, molhado e excitante, ele fodia meus lábios e eu respiro forte. Passei as minhas mãos por dentro de sua camisa, arranhando a pele e entrando no clima. Ele fez o mesmo, abrindo meu zíper querendo tirá-lo de mim. Foi fácil o vestido cair e ele abocanhou meus seios, as duas mãos grandes e quentes, cheias em mim, me apertando, puxando e me colocando a boca.

Agarrei sua cabeça, fechando os dedos nos fios e me oferecendo como podia, com o corpo todo preso ao dele e aquela sensação queimava a minha pele. Mas ele se afastou do meu corpo e vi quando se despia. O peitoral forte sem pelos, meus olhos descem por seu abdômen, e tudo combinava perfeitamente com os seus músculos bem definidos. Realmente, ele era tentador, era um homem muito atraente e gostoso. Deslizo o meu olhar minucioso até a entrada do pecado. E meu pai que homem perfeito! A ereção dele pressiona a minha barriga. Arquejo ao sentir dedos por dentro da calcinha pressionando dentro de mim. Primeiro um, depois dois. Ele brinca comigo, acariciando e explorando enquanto eu tremo contra o corpo dele.

Em menos de um segundo, ele está em cima de mim. Sua boca está pressionando a minha, enquanto ele puxa o meu cabelo, a mão dele desce o sinto puxar bruscamente tira a minha calcinha antes de seus dedos mergulharem em mim de novo. Sua boca me tirando do ar. Seus dedos começam a se mexer mais depressa, e eu mordo levemente seu lábio, enquanto luto para controlar meus gemidos.

Agora o peito dele está sobre o meu corpo e ele não deixou de me beijar. Enquanto os dedos dele continuam a se mexer, minha boca vai para o pescoço dele, sentindo seu pulsar com a minha língua. Quando o polegar dele escorregou para o meu clitóris, eu gemo de novo e, desta vez, não consigo me controlar, ele abre as minhas pernas e entra no meio com seu corpo forte e grande.

Sua mão forte vem para minha nuca, os dedos enroscando em meus fios acastanhados e ele aperta e eu sinto a dor no couro. Ele é rápido e duro em seu ataque, e eu gosto do seu jeito rude e dominador. 

Eu rebolei, me esfregando e cada vez que deslizava seu pau arrastar na minha boceta, geme alto. Agarrou meus peitos, revezando em mamadas nos dois, mordendo os mamilos sensíveis.

Quando sinto ele me abrir ao meio com seu pau já encapado de camisinha, ele gemeu em minha boca fazendo o movimento para se encaixar.

— Hhahahaha… me sinto invadida por ele enorme a cabeça roliça endurecida em meu sexo ardendo e ele gemendo, eu o sinto se mover com força.

- Me mete com força, eu quero me atolar em você garota. Ele gemia em minha boca e na medida que ele se atolava eu abro as pernas colocando em sua cintura e sinto a força bater em meu corpo. — Que delícia! E molhada. 

Acariciei seu abdômen, as unhas arranhando de leve e ele rosnou de tesão. Ele veio forte em meu corpo, a minha entrada pulsava e ele me afundava naquela cama. Ele estava ofegante, mas não satisfeito, eu ainda tonta pela bebida, eu apenas gemi recebendo-o todo em meu corpo. Puxou-me com tudo e me virou na cama e eu fico de quatro a minha bunda em seu rosto e ouço seu gemido.

— Caralho que bunda linda!

Ele beijou e eu tranco já com medo do que ele queria fazer e nessa hora sinto a bebida sair do meu corpo. Ele se atolou em mim em metidas rápidas e barulhentas, sinto seu corpo bater ao meu. E a cada metida eu me molhar eu estava gozando, a minha entrada molhou e pulsava seu pau me rasgando ao meio em vai e vem. E ele deslizando seus dedos pela minha bunda, eu me sinto no próprio inferno quando o orgasmo me abateu as pernas moles.

— Não acabei deliciosa. Ele arfou em meios gemidos.

E eu caí na cama e ele me puxou de volta com força e fode rápido, ficou em pé na cama e se afundou em minha boceta ardida e encharcada e fodeu rápido e lento ao mesmo parecia saborear a minha entrada. Ele parecia estar apenas começando, sinto seu pau crescer, mas em mim ele está se atolando e ainda olha para ver os movimentos e eu grito quando sinto seus dedos em meu clítoris e ele puxa com força. Em metidas fortes e leves ele grita era seu orgasmo e vejo seu corpo se pressionar ao meu quando ele me puxou o orgasmo preenchendo a camisinha. Mas ele não parou, ele a arrancou e enfiou outra e me jogou na cama e se afundou em mim de novo.

— Vou mostrar o prazer a noite toda deliciosa…

Ele levantou a minha perna e se afundou em mim em metidas rápidas e saborosa, me grudou o, lábios e me mostrou o caminho do inferno de novo em meias estocadas, eu grudei seus cabelos e nos dois gozamos juntos e grudados em meia sintonia do prazer eu me entreguei ao estranho. E eu gostei.

Acorda pela manhã um sol batendo na janela, a manhã ensolarada, quando tento abrir os meus olhos, a minha cabeça latejava, os meus olhos queimavam, sinto o corpo doer e quando bato os braços sinto que estou nua e que levanto o pequeno lençol eu estava completamente nua. Respirei fundo e me assustei sentando-se na cama quando olhei tinha um homem desconhecido. Eu não entendi nada, eu me entreguei ao misterioso a noite inteira de prazer por uma desilusão amorosa. O que estava acontecendo comigo? Olho para ele, ainda estava com o corpo estirado na cama, perfeito musculoso, a bunda empinadinho, não tinha um pelo no corpo. Quando olhei as unhas cuidadas, o cabelo bem-feito e não tinha aliança no dedo.

" Quem e esse homem?"

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