Capítulo 1

Anna e Alfonso Mancini

Tiveram duas gêmeas lindas, Anna Bella e Anna Katherine, e assim sua família estava completa e feliz, mas o que eles não esperavam é que a Anna Katherine iria ser sequestrada logo no primeiro ano das gêmeas.

Eles veem sua vida ser destroçada, mas juntos consegue manter a sua família e a busca incessante pela outra.

Os anos se passam, todas as pistas no decorrer foram inúteis.

A Anna Bella cresceu e se tornou uma mulher linda, atraente, sonhadora, ingênua, enquanto a Anna Katherine cresceu com a mesma beleza, mas descarada, destemida.

Dois mundos distintos estão prestes a se chocar depois que a Anna Bella descobre o grande segredo dos seus pais, a submissão.

O desejo de saber mais desse mundo é imediato e o reencontro mais inesperado e esperado pode vir acontecer.

Duas mulheres tão iguais e diferentes ao mesmo tempo, vão ser levadas ao extremo e intenso amor e ao limite do ódio.

Como será que Anna e Alfonso vão lidar com que mais teme voltando para suas vidas? Será o início de mais um capítulo de submissão em suas vidas?

Ou finalmente o final feliz para sua família?

Anna Mancini 💔

Não acreditei que o mundo que eu conheci e odiava e aprendi a adora. Voltaria a minha vida depois de tantos anos. Tenho medo de não sair da submissão porque preciso confessar a submissa e o ar que respiro e o meu chão.

Cada vez que sinto o chicote me tocar eu me sinto viva e o arrepio na pele a boca seca e a luxúria em meu corpo queima. Eu sinto a necessidade de obedecer de me ajoelhar e ser a submissa. Eu sou Anna Mancini “a submissa”.

Alfonso Mancini 💔

A Dominação e algo que esteve sempre em minha vida e com o tempo eu deixei que todo o desejo ficasse para trás achei algo que me tirasse a adrenalina a FAMÍLIA. E hoje aquele desejo que explode nas veias voltou e me fez perde o controle e a dominação explodiu em cada músculos que tem em meu corpo e sinto a necessidade de dominar. Eu sou Alfonso Mancini “o Dominador”.

A submissa está de volta e com muito mais obscuridades, desejos, amor, tesão e seus castigos ardentes. Se prepare que as correntes vão balançar e o desejo explodir nos levando ao mundo da submissão.

Ela está de volta.

A SUBMISSA

Mamy Chris.

Capítulo 2

Anna 💔

As crianças corriam pelo jardim e brincava com o pequeno peludo e olho e vejo que ia chover. O céu já estava escuro e olhando para o mar eu me lembro do amor da minha vida. Mancini foi para cidade e não voltou. Os trovões traziam a dor e o desespero ao me lembra que a perda machucar e aperta o peito e faz sangrar. Olho novamente o mar e veio a minha cabeça o desespero do sequestro do Mancini e fecho os olhos:

— Mancini meu amor. Por favor, fale comigo. Ele não respirava com força estava fraco e magro. Os machucados visíveis em sua pele e quando olho as costas sangravam eu vejo aquele sangue em minhas mãos. Meu Deus! E tanto sangue que jorrava em meu vestido branco e o sangue do amor da minha vida.

Balanço a cabeça ao ver que a chuva caia e rápido. Eu respiro.

— Luna olha seus irmãos vou ligar para o papai.

Às vezes o coração pensa mais do que a cabeça e estranho eu estava apreensiva com medo sentido que ia acontecer algo de ruim. Há muito tempo eu não me sentia assim o corpo tremia e eu não conseguia respirar. Ter um filho é um ato de amor e de coragem inigualável. O amor que se sente por um filho é um amor incondicional. E não tem explicação.

— Rosa estou sentindo algo que não sei explicar. Um aperto no peito uma vontade de chora.

— Calma querida e apenas visões que anda tendo. Ela me abraça. — Os inimigos do Mancini estão presos. Olha como vocês estão felizes.

Por mais que eu tentasse ficar tranquila aquelas visões me perturbavam mostrava coisas que eu sentia. Não consigo explicar e algo maior que a minha vida.

— Onde você está Mancini?

— Anna, meu amor chegando na sala. A voz estava longe e eu não conseguia sentir ele. — Mas eu não te vejo. Ele respirou forte. — Onde você está Anna?

— Eu vou te castigar eu juro e não terei clemência. Mancini?

— Não fazemos mais isso Anjo. Ele foi dramaticamente. — Corrente, chicotes e proibido na família Mancini.

— Tenho outra forma de lhe castiga Mancini safado.

— Eu vou adora ser castigado com suas calcinhas e assim posso termina o que comecei na noite passada.

— Já sinto seu cheiro Mancini estou molhada. Eu sinto seus braços no meu corpo e sua respiração quente em meu cangote e ele aperta meu corpo no dele e nos dois olhando a pequena festa das gêmeas.

— Anna? Eu me viro e olho seus olhos, esverdeado tão lindo. — Cadê as crianças?

— Ali meu amor. Olhamos juntos e todos corriam gritando a minha voz falha. —Veja nossos filhos. Luna nossa princesa, o pequeno Alfonso astronauta e nossas bonequinhas Bella e katie.

— Cadê a Katie? Mancini grita correndo para todo lado. — Katie? Meu bebê. Katie?

Tento me manter calma quando procuro em todos os lados e corro pelo jardim e no meio das flores eu debatia ao desespero e as lágrimas já correndo.

— Katie? Katie? Eu corria tanto as pernas bambas eu caio no meio do jardim. — Rosa por favor cadê a Katie?

— Anna calma. Ela estava aqui agora calma.

— Alfonso eu quero a minha filha eu querooooo… Eu gritava desesperadamente e chorando ao ver que a minha pequena não estava. — A minha filha eu quero a minha filha…. Katie? Katie minha pequena.

— Calma Anna está assustando as crianças. Ele gritava e a minha cabeça girava o desespero tomou conta de mim eu gritava como uma louca. — Chega Anna.

— Me solta Mancini. E culpa sua eu disse que deveria mata todos os inimigos e poupa nossos filhos dessa tragédia. E agora?

— Calma olha as crianças. Solta essa arma Anna.

— Não posso viver assim. Por que eu tenho que sofrer? Chorando.

— Por favor meu amor. Me dê a arma e vamos achar a pequena.

Em tamanho desespero o corpo e alma chora juntos o desespero em saber que eu perdi. Em um único momento de distração algo deu errado e ela se foi. Eu já não sentia o cheiro e choro da minha pequena garota travessa.

— Eu vou matar todos. Eu aponto a arma e disparo o barulho estronda a família cai em choro. — Mancini?

Capítulo 3

Anna 💔

Anos depois

Sonhos e uma mistura de realidade e desespero e cada vez que eu dormia era para sonhar. E cada vez os sonhos estavam mais frequentes então eu permanecia dormindo o tempo todo. Sinto seus braços nos meus e a boca me tocar eu respiro meio sorrindo.

— Katie? Katie?

— Mamãe? Por favor, acorde mamãe.

Eu ouvia longe a doce voz e a felicidade volta ao meu corpo que adormecia eu parecia uma morta viva as lágrimas correndo no rosto. — Mamãe precisa comer mamãe por favor.

— Katie? Querida.

— Não mamãe sou eu a Bella. Por favor, precisa para com esses remédios de dormir.

— Bella! Eu olho e ela abre o sorriso tão meigo ela exala ingenuidade. Se parece comigo na idade dela eu era pura inocência até conhecer ele o demônio Mancini. — Acreditei que não veria hoje.

— Não ia deixa-la sozinha nessa ilha. E assim você lembra que tem mais filhos. O que acha?

— Bella? O que ouve?

Perder um filho é a maior prova pela qual um ser humano pode passar na vida. E continuar a ter fé em Deus depois disto, é ter a esperança de que um dia estará novamente ao lado desse anjo amado que Deus emprestou para enriquecer a nossa vida. E não sei como superar a perda. Não consigo seguir sem chorar e sofrer pela perda da minha pequena Katie.

— Luna ligou três vezes e sabe como ela e revoltada. Ela senta na beirada da cama e sorri e eu olho e vejo o quanto ela se parecia comigo. — Vou à capital poderia ir comigo.

— Querida sabe que não posso sair daqui.

Depois de tudo que aconteceu eu me mantinha ali a espera da minha katie. Sempre vi em meus sonhos que era ali que ela ia aparecer vi a cor dos seus olhos. As ondas de seus cabelos negros e o sorriso dele. Que mistura saiu a minha pequena Kaite.

— Já se passou anos e ela não voltou. Sabe estive pensando que poderíamos falar com tio Chris e conseguir um detetive.

— Mais um, Bella? Christopher pagou até um delegado e não conseguimos nada.

Eu me calei e fiquei olhando o mar pela janela a casa já não era a mesma sem vida. As flores do jardim morreram todas assim como eu morria lentamente. Olho para as minhas mãos e vi o quanto estavam destruídas e me levanto tão rápido que quase caio ao chão estava magra demais.

— Cuidado mamãe. Não quer saber do papai?

Eu tento, disfarça e amarro os cabelos longo e sem vida. E olho em seus olhos, claro azuis como o mar. Ela sempre me trazia notícias dele. Não estamos separados apenas vivo aqui na ilha do amor e ele se mantêm na ilha aonde ele tem o hotel cassino. Que hoje está quase falido. Por fechar o clube da BDSM.

— Se quer tanto falar dele. Então diga Bella.

— Ele anda bebendo cada vez mais. Chora todas as noites. Ela me abraça e arruma a alça da minha camisola. — Se afasta do papai não trará a Katie de volta. Ela falava sem parar. — Por que não dê uma oportunidade a vocês e tente.

— Querida eu amo seu pai, eu apenas não vou viver na cidade eu preciso ficar aqui. O telefone dela tocava sem para a modernidade veio junto com o crescimento dos meus filhos. — Vou preparar o jantar.

Ouço a voz dela e vejo que ela estava brava gritando ao celular. Fica na porta da cozinha me olhando e faz gestos com os lábios.

— Luna... Ela mexe os lábios e aponta. — Vejo que você que falar com a mamãe está com saudades, minha “ribelle”

— Odeio quando me chama assim. Mas não quero falar com ela e apenas para dizer algo.

— Luna mamãe precisa de todos juntos e poderíamos tentar.

— Não tem como tentar essa louca quase matou o meu pai. E sem esquecer que matou o peludo ou se esqueceu? Você é como ela sonsa demais.

— Foi um acidente a morte do peludo.

Elas falavam e eu me via de volta ao passado ainda me lembro aquele fim de tarde chuvosa, não posso lembra daquilo eu não aguento mais sofrer. Eu ouço o barulho do disparo da arma. Eu me sento as mãos suando e vejo que estou tendo outra crise. E o pequeno peludo esticado todo ensanguentado no chão.

— Por favor Bella. Ela me olha eu estava branca e quase desmaiando.

— Calma Luna. Mamãe por favor respire.

Eu tentava, respira e ouvia a voz da Luna tão distante e vejo o quanto eu os afastei de mim. Ela grita do outro lado.

— Chega desse teatro. Deveria ser mãe pelo menos uma vez na vida e ir atrás da sua filha. Já que ama somente ela. Esqueceu os outros. Eu tento entender o porquê de tanto ódio e passo as mãos uma na outra, suavam e tremiam. — Bella chega.

— Calma era somente as crises, dei o remédio. Luna o que ouve?

— Meu amigo me ligou a tarde e disse que me viu em um inferninho na capital. Elas falavam e eu ouvia a voz da minha Luna era cheia de rancor e orgulho isso ela puxou do pai. Mimada demais por ele sempre esteve contra tudo e todos. — Mas eu disse a ele que estou morando em Paris a muitos anos.

— Mas o que isso tem a ver mana? Elas falavam e eu respirava melhor. — Me explicar o porquê disso.

— Ele disse que a garota era a minha cópia. Cabelos negros ondulados e olhos marcantes esverdeados e com o queixo arredondado. Elas riram. — Eu sei que é quase impossível, mas deveriam ir pessoalmente à capital e ver isso.

— E como tenta algo quase impossível, mana. Mas irei com a mamãe pessoalmente assim a tiro desse lugar. Vejo que riam e falavam como amigas Bella e tão bela com seus olhos azuis eram marcantes. — Mas você vem para o natal?

— Está louca! Ela grita espantada. — Para ficar vendo a louca chora e o papai bêbado eu estou fora maninha.

— Nós te amamos “ribella” e não esqueça que somos uma família.

— Eu te amo Luna. Eu grito meia voz fraca.

— Chega de mentiras, Bella. Não existe amor nessa família que hoje está somente os cacos. Diz para todos que eu odeio todos Mancini.

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A Submissa 2

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