Capítulo 2

Dominic decidiu:

— Darei essa chance, mas só para lembrar, ela disse algo que na calça pulsou!

Alec curioso perguntou:

— O que ela falou?

Dominic provocou:

— Quer saber demais, vou mandá-la entrar.

Dominic chamou Clara e pediu para que Isabelly entrasse. Clara desligou o telefone, olhou para Isabelly e disse:

— Minha querida.

Isabelly respondeu:

— Sim, dona Clara.

Clara informou:

— O senhor Salvatore pediu para a senhorita entrar.

Isabelly agradeceu:

— Obrigada, Clara.

Isabelly caminhou em direção à sala de Dominic, observando a decoração escura pelo caminho e pensando que aquele andar merecia um pouco de cor.

Ao chegar à porta da sala, ouviu a risada de Dominic e Alexander que vinha de dentro. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar.

Os dois disseram ao mesmo tempo: "Entre!" Isabelly entrou na sala e viu Alexander e Dominic sentados em um sofá vermelho no canto. Observou a decoração, com janelas que tomavam toda a parede, permitindo ver a cidade inteira dali. Havia cortinas, cor vinho, uma mesa acinzentada na qual Dominic estava sentado durante a entrevista, uma grande mesa de reuniões e o sofá vermelho onde eles estavam agora. Isabelly disse educadamente: "Com licença, senhores Salvatore."

Dominic levantou e se aproximou dela, anunciando:

— Senhorita Herondale, conversei com meu primo e sócio e decidimos dar três meses de experiência.

Isabelly ficou emocionada e acabou pulando nos braços de Dominic. Ela sentiu um arrepio quando ele cheirou seu pescoço, certamente sentindo o doce aroma de sândalo que ela adorava usar, tanto em perfume como em hidratante. Ela também percebeu o aroma amadeirado de almíscar que vinha de Dominic. Alexander os observava com uma expressão intrigante, cheirando o cabelo de Isabelly. Ela percebeu que sua atitude pegou Dominic de surpresa, então rapidamente se afastou, mesmo desejando permanecer em seus braços.

Isabelly se desculpou:

— Desculpe, senhor Salvatore, foi a emoção de realizar meu sonho de trabalhar na MIP!

Dominic a tranquilizou:

— Tudo bem, senhorita, fico feliz em ajudar com seu sonho. Está com seus documentos?

Isabelly confirmou:

— Sim!

Dominic orientou:

— Então passe no RH, leve seus documentos, pegue a guia para seus exames admissionais e nos veremos em breve!

Isabelly pediu:

— Por favor, me chame de Isabelly ou Isy!

Dominic concordou:

— Então me chame de Dom!

Alexander se juntou à brincadeira:

— E eu de Alec!"

Os três riram e Isabelly agradeceu:

— Certo, Dom e Alec, obrigada pela chance. Vocês não irão se arrepender.

Dominic finalizou:

— Certo, Isy. Até breve.

Isabelly saiu da sala em direção ao seu apartamento, sem imaginar que esses dois homens iriam virar sua vida de ponta a cabeça.

NA SALA DE DOMINIC

— Dom, o que foi isso? — Alec perguntou, olhando para Dominic sem entender.

— Oi? — respondeu Dominic confuso.

— O que está acontecendo com você? — Alec continuou.

Dominic ainda sem compreender, questionou:

— Continuo sem entender, Alec.

— Nossa, você deixou ela te tocar. — explicou Alec

Dominic finalmente compreendeu:

— Ah, foi isso? — falou Dominic.

Alec continuou:

— Você nunca deixou nenhuma mulher te tocar desde os dezoito anos. Sempre ficava com todas com os braços amarrados. Essa você deixou te tocar e ainda cheirou o cabelo dela.

— Fui pego desprevenido e fiquei hipnotizado por ela! — Dominic tentou se justificar.

Os dois se olharam e riram alto:

— Você está lascado, Dom. — provocou Alec!

— Tá louco, foi só surpresa. — negou Dominic .

— Tá bom então. — concluiu Alec

Enquanto Alec observava a mudança de atitude de Dominic, percebeu que essa mulher veio para confundi-los. Isy parecia ter algo misterioso e submisso.

Isy chamou um carro de aplicativo e foi para casa. Em seguida, enviou uma mensagem para sua amiga Nelly, que morava em uma cidade próxima da capital:

— Oi, amiga linda, tenho novidades para contar.

— O que é, Isy? Estou nervosa, fale! — respondeu Nelly, ansiosa.

— Arrumei um emprego. Você já pode vir morar comigo, Nelly. — revelou Isy.

— Jura, amiga? Onde? — Nelly ficou surpresa.

— Na MIP! — respondeu Isy animada.

— Amiga, sua louca! Era seu sonho trabalhar lá — exclamou Nelly.

— Sim, amiga.— concordou Isy.

— Daqui a dois meses acaba a faculdade e vou praí dividir as despesas com você, Isy. — planejou Nelly.

— Que bom, vou aguardar ansioso. — Isy ficou feliz com a notícia

— Beijo, amiga. Mais tarde falo com você! — Nelly se despediu.

Isy chegou em casa cansada, tomou um banho e preparou um sanduíche natural para comer com um copo de suco de laranja. Depois, deitou-se

No dia seguinte, Isy tinha vários papéis para Dominic e Alec assinarem. Ela passou primeiro na sala do Alec:

— Alec, tenho esses papéis para você e o Dom assinarem.

— Tá corrido hoje, né, Isy? — percebeu Alec a correria.

— Um pouquinho, mas adoro a ação! — respondeu Isabelly animada.

— Pronto, Isy. Leve para o Dom. Já assinei esses. Tem mais? — concluiu Alec.

— Não, Alec. Só esses por hoje. Obrigada. — explicou Isabelly.

— De nada, linda. — respondeu Alec carinhosamente.

Isabelly saiu da sala de Alec e foi diretamente para a sala de Dom. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar:

— Entra! — falou Dom.

Isabelly entrou e entregou os últimos papéis do dia para Dom:

— Obrigado, Isy! — agradeceu Dominic.

Dominic pediu para Isy esperar. Isy parou, sem entender. Dominic levantou-se da sua mesa, olhou para ela e a beijou.

O beijo começou amoroso e calmo, mas logo se tornou quente, possessivo e dominante. Dominic a apertava junto ao seu peito, e ela sentiu-se molhada rapidamente. Estavam tão concentrados no beijo que não ouviram a porta se abrir.

Quando sentiu alguém atrás da Isy, beijando seu pescoço e sentiu o membro duro do Alec pressionando sua bunda, Dominic parou de beijá-la e ela olhou para trás, vendo Alec tocando-a. Dominic olhou nos olhos dela, com um olhar penetrante e dominante, e ordenou:

— Ajoelhe-se doce Isy!

Isy não disse nada, apenas se ajoelhou, parecia que ele tinha o dom de domina-la:

— Boa menina, achamos Alec nossa doce submissa. — falou Dom com desejo.

— Parece que sim primo, achamos. — concordou Alec com satisfação.

Dom a pegou pelo braço e rasgou a blusa e a saia dela, a deixando apenas de calcinha de renda vermelha:

— Puta merda Isy como você é linda e saborosa. — exclamou Dom.

Alec tirou a gravata e amarrou as mãos da Isy atrás das costas dela, levando-a até aquele sofá vermelho:

— Hoje eu e Dom iremos nos divertir, mas quero saber de você aceita? — perguntou Alec a Isy.

— Sim senhor Alec. — respondeu Isy com submissão.

— Que submissão mais gostosa Dom.

Alec e Dom sentaram no sofá e a puseram no meio dos dois.

Dom beijava a boca da Isy, enquanto Alec mordia a orelha dela, Alec gemia no ouvido da Isy.

Isy sentia a mão deles em cada um dos seus seios, eles apertavam e a deixava mais molhada.

Alec mordeu o pescoço dela que gemia alto, aquilo estava deixando Isy muito excitada:

— Ah Alec, você é tão mal, não me provoca assim. — falou Isy com tesão.

— Você gosta, gostosa. — exclamou Alec.

Dom passava a mão na bocetinha molhada dela, ainda coberta pela calcinha que já está encharcada:

— Dom ela ta tão molhada. — conluio Alec

— Deixa eu ver, primo. — falou Dom com curiosidade.

Dom puxou a calcinha dela, a rasgando, cheirou a calcinha e falou:

— Como você é cheirosa, mas vamos sentir o seu sabor.

Os dois se levantaram, Alec tirou sua calça junto com a cueca e ela se assustou com aquele membro grande de quase vinte e um centímetros e muito grosso, Dom a colocou deitada no sofá, e abriu bem as pernas dela, enquanto Alec se masturbava.

Dom caiu de boca na menina muito molhada dela, ele lambia seus grandes lábios, mordia seu ponto mais sensível, Isy se arrepiava inteira e Alec ordenou:

— Abre essa boquinha linda Isy, abre.

Ela abriu e viu Alec vindo com aquele pau enorme, na sua boca e começou a chupa-lo, tinha dificuldade por causa do tamanho mas babava muito e Alec gemia, pedia mais da boca dela.

Dom colocou dois dedos na sua boceta e chupava enquanto fazia movimento de vai e vem:

— Dom, por favor. — pediu Isy com um tesão grande.

Isy começou a sentir o êxtase chegando, seu corpo queimava e minhas bochechas avermelhadas:

— Porque quer que eu pare doce Isy? — perguntou Dom.

— Eu vou gozar assim. — exclamou Isy.

Assim que Isy falou, Dom mordeu seu ponto inchado e sensível, enfiou três dedos fundo e de uma vez.

Ela gozou na boca dele, Isy tremia inteira e sentia sua garganta ser preenchida pelo leite quente e viscoso do Alec.

Dom olhou pra ela e disse:

— Doce Isy isso é só o começo e é hora de acordar doce Isy

De repente acordei suada na minha cama e tudo isso não passou de um sonho.

Capítulo 3

Isy acordou sentindo-se excitada após um sonho envolvendo seus chefes. Precisava aliviar-se e decidiu acessar sua página favorita no notebook. Pegou o aparelho no criado-mudo e abriu a página onde encontrava conteúdos que a estimulavam. Observava as imagens de mulheres amarradas, com nádegas avermelhadas de tapas de seus dominadores, algumas ajoelhadas, vendadas, usando coleiras com os nomes de seus mestres.

Aquela visão a excitava de uma maneira indescritível. Começou a se tocar com intensidade, até que sentiu seu orgasmo atingir o clímax. Deixou-se cair na cama, extasiada e satisfeita.

Agora, precisava tomar um banho para dormir bem, pois no dia seguinte teria exames admissionais pela manhã. Tomou um banho, vestiu apenas uma calcinha e voltou para a cama. Fechou os olhos e adormeceu.

Alec e Dom chegaram em casa depois de uma tarde estressante na empresa. Estava exausto e ansiava por um banho, e sua cama.

Dom ao entrar no quarto, dirigiu-se imediatamente ao banheiro. Retirou suas roupas, ligou o chuveiro e deixou a água fria cair sobre seu corpo. De repente, a imagem de Isy veio à sua mente. Ele lembrava-se daquela boca rosada, do tom de pele dela e, é claro, imaginava dar tapas naquela bundinha até que ficasse avermelhada, bem como morder os seios médios e firmes dela.

Com esses pensamentos excitantes, ele começou a se masturbar e alcançou rapidamente um orgasmo intenso. Parecia que havia passado muitos dias sem uma mulher, embora tenha se passado apenas uma semana desde que saiu com Mari, sua submissa mais recente. No entanto, ele estava considerando seriamente trocar sua submissa. Mari desejava mais do que apenas uma sessão com seu dominador, mas ele só queria um relacionamento baseado em sexo forte e bruto. Esses termos foram estabelecidos quando assinaram o contrato de dominação e submissão, e ela estava ciente disso. Vestiu uma cueca box preta e se jogou na cama, adormecendo enquanto pensava em sua assistente.

Uma semana se passou, Isy fez todos os exames, e naquele momento estava de frente ao guarda-roupa procurando uma roupa para seu primeiro dia de trabalho.

Isy escolheu para o primeiro dia de trabalho, uma opção adequada de roupa feminina social, era um conjunto de blazer e calça de alfaiataria. Um blazer de corte clássico, de cor cinza feito de um tecido de alta qualidade. Uma calça de alfaiataria de modelagem reta na cor preta. Isy colocou uma blusa de seda na cor branca. Para completar o look, optou por um par de sapatos de estilo scarpin, de cor preta, que harmonizou com as demais peças usadas pela Isy. Adicionou alguns acessórios discretos para complementar o visual, com um colar delicado, brincos discretos e uma bolsa estruturada, pegou seu cappuccino que adorava e foi para a MIP.

EM OUTRA PARTE DA CIDADE

Dom acabara de tomar um banho e se dirigiu ao closet para se vestir, ainda envolto em uma toalha. A semana anterior tinha sido extremamente corrida, repleta de trabalho, mas a figura da doce Isy não saía da sua mente. No sábado, havia ido à sua boate de BDSM, um ambiente que englobava práticas consensuais como bondage, disciplina, dominação e submissão, sadomasoquismo e outros padrões relacionados ao comportamento sexual humano. Apesar da ampla variedade de práticas, muitas delas eram realizadas por pessoas que não se consideram praticantes de BDSM, sendo conhecidas como baunilha ou vanilla.

Uma das marcas mais populares desse universo era a coleira, um símbolo de submissão amplamente adotado pelos adeptos do BDSM. É importante ressaltar que todas as práticas do BDSM são consensuais e podem ou não envolver atos sexuais. Dentro desse contexto, os termos "submisso" e "dominante" (ou "dominador(a)") eram frequentemente utilizados para distinguir os papéis desempenhados pelos participantes. O dominante assumia o controle psicológico e/ou físico sobre o parceiro submisso.

Naquela noite, Dom havia ido à sua boate favorita, mas ninguém despertou seu interesse como a doce Isy. Tivera uma tentativa com Mari, mas não foi bem-sucedida. Embora ela o tivesse estimulado com desejo e paixão, o sexo foi bruto e intenso, e apenas servira para aumentar ainda mais o desejo de dominar a doce Isy.

Hoje seria o primeiro dia de Isy na empresa. Ele escolheu sua roupa, vestiu-se e saiu para tomar café. O encontrou com Alec nas escadas de sua casa, ambos vestidos de forma social, mas com um toque despojado.

— Bom dia, primo. — falou Alec.

— Bom dia, primo. Hoje o dia será agitado, teremos várias reuniões. — exclamou Dom

— Ainda bem que Isy começará hoje, ela nos ajudará bastante. — falou alec com felicidade

— Com certeza.

Após o café, entraram no carro e partiram para a MIP.

Isy chamou um carro de aplicativo e seguiu em direção à MIP. Ao chegar, pegou seu crachá de funcionária e sentiu que os olhos marejaram. Hoje era o dia em que começaria a realizar seu sonho. Dirigiu-se ao elevador e, ao entrar, ouviu alguém dizer:

— Segure aí!

Ela segurou as portas do elevador, que se abriram revelando Dom e Alec à sua frente. Eles estavam deslumbrantes. Dom usava uma camisa branca que destacava seu peitoral, além de óculos escuros. Como ele era lindo. Alec não ficava atrás, com uma simples camisa azul e calças listradas. A visão dos dois a fazia se sentir excitada, lembrando dos sonhos que tivera com eles durante a semana.

— Bom dia, senhores.

— Bom dia, Isy.

— Bom dia, Isy.

Eles seguiram até o andar da diretoria. Isy mantinha seu olhar concentrado à frente, mas sentia dois pares de olhos voltados para ela. Ao chegarem, a porta se abriu e ela foi a primeira a sair:

— Bom dia, Clara. — falou Alec.

— Bom dia, senhores Salvatores. — respondeu Clara.

— Clara, por favor, as chaves da sala da assistente. — pediu Dom

— Aqui, senhor Nic. — falou Clara, entregando as chaves.

Dom pegou as chaves com Clara, olhou para Isy e a chamou para conhecer sua sala. Alec vinha atrás deles. Passaram pela porta da sala de Alec e pararam em uma porta situada entre as salas de Nic e Alec. Era uma sala de cor salmão, um verdadeiro contraste em relação ao resto do andar. Uma lágrima escorreu quando ela viu seu nome escrito na porta:

Isabelly Herondale Assistente da Diretoria

— Meu Deus, que lindo!

— Bem, eu ia perguntar se você gostou, doce Isy, mas depois de ver sua emoção, acredito que sim.

— Sim, Dom, gostei muito.

Isy entrou na sala e observou uma mesa prateada com uma cadeira salmão. Havia um computador, uma impressora e uma grande janela que ia do chão ao teto. Ao lado, uma pequena mesa com uma cafeteira e um frigobar. Quando olhou para os lados da sala, ficou impressionada. Não havia paredes de concreto, apenas duas paredes de vidro que ofereciam total visão e acesso a outras duas salas sem precisar passar pelo corredor.

— Nossa, que linda. — falou Isy com emoção.

— Bem, Isy, você pode ir a qualquer uma de nossas salas sem precisar passar pelo corredor. — explicou Alec.

— Caso não queira olhar para a cara feia do Alec, pode fechar as cortinas vermelhas aqui. — brincou Dom.

— E para não olhar para a cara feia do Nic também, bela dama. — completou Alec

— Bem, agora vamos trabalhar, não é? — falou Isy.

— Se tiver alguma dúvida, bela dama, me procure. — exclamou Alec

— Por que deveria procurar você, seu sem noção? — falou Dom em tom de brincadeira.

Alec se dirigiu à sua sala e Nic à dele. Assim que Nic se sentou atrás de sua mesa, olhou para o lado e viu Isy tentando fazer um expresso para si. Ela estava curvada, o que lhe proporciona uma visão privilegiada de sua bela e redonda bunda.

"Puta merda", pensou Dom, acariciando seu amigo por dentro da calça. "Doce Isy, você vai me enlouquecer. Alec estava certo, estou ferrado, preciso dela. Preciso estar dentro dela com força."

Sentindo-se empolgada, Isy decidiu fazer uma chamada de vídeo para Nelly e planejou ligar para seus pais à noite.

— Alô! Oi, amiga linda. Espere aí, que roupa linda é essa? Amiga, você está maravilhosa com esse visual social.

— Gostou, amiga? Olhe minha sala. — falou Isy com alegria.

Isy girou o celular para mostrar a sala inteira, passando pelas paredes que dava visão para as salas dos rapazes.

Nelly notou algo interessante, mas passou tão rapidamente que não conseguiu ver com clareza. Estava de costas quando Alec se levantou para descobrir com quem ela estava falando. Ele se aproximou por trás, e ela se arrepiou quando ele sussurrou perto de seu ouvido:

— Com quem está conversando, bela dama? Consigo perceber sua felicidade mesmo lá da minha sala! — exclamou Alec.

— Amiga, quem é? — perguntou Nelly.

— Nelly, este é um dos meus chefes, Alexander Salvatore.

— Meu Deus, ele é lindo.

— Ah, Nelly, você me envergonha.

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