Capítulo 2

Luna Mancini 👄

Memórias

Depois que saí do show eu só pensava no que aconteceu comigo depois que ele se foi. E odeio essa sensação que estou sentindo agora e sei que acabo me entregando nos braços dele de novo.

E esse tapa dói até hoje. O tapa dado pelo homem que você ama é o pior. Entrei no meu camarim correndo e querendo chorar, mas me seguro porque eu já não chorava mais. Depois da última vez que estivemos juntos, nunca mais eu desci uma lágrima, e mais por causa de macho. Eu simplesmente balancei a cabeça e virei a tequila no gargalo. Respirei fundo e olhei novamente. Ele estava mais lá. Eu virei a tequila quando um dos meus homens chegou.

— A sua agenda, madame.

— Obrigada, eu já vou descer. Ainda grito. — Gigante? Mande a Margot ficar no calabouço comigo.

Ela chegou toda animada e gritando e eu vi trazer um buque de rosas-vermelhas nas mãos, sorridente. E me entregou e eu rir ao ver ser dele e quer saber hoje eu poderia arrancar a pele dele e depois joga fora como ele fez no passado. Mas me dar de presente para ele seria muito fácil.

― Madame, eu acho melhor você falar com a sua família. Eu acho que eles precisam saber. Quem é você, porque se você ficar escondendo quando eles descobrirem, você sabe que.

― Meu pai sabe o que eu sou, o que eu tenho, meu pai sabe desse clube, sabe de tudo, sabe por quê? Porque ele mandou um dos seguranças dele andar atrás de mim e ele é um dos meus seguranças, hoje ele conta tudo pro meu pai.

― E quem é esse segurança?

― É o espeto. Ele é o meu braço direito. Meu segurança é meu amigo, meu companheiro. Ele me protegeu de tudo do passado. Ele esteve do meu lado. Meu pai sabe de cada passo e sabe de cada um, até com quem eu fui para a cama. Você pode ter certeza disso.

― Então ele sabe do senador também. Caramba, seu pai é porreta, controla tudo.

―Não é fraco, não, minha filha. Mancini. Ele tem tudo embaixo das asas deles, todos os filhos. A esposa, ele tem tudo, ele finge não saber de nada. Controla todos, nós todos, batemos a cabeça pro Mancini. Essa é real e você acha que eu consegui esse clube aqui como? Claro que ele que deu o dinheiro.

Ele já sabia o que eu queria fazer. E eu não vou voltar para casa.

Meu pai é um dos homens mais importantes da Itália, da mesa de ferro, ele controla todos eles. Ele vai casar o Galego agora com a filha do ministro, que vai ser presidente. Eles sabem da minha relação com o senador, e controlam os políticos do lado dele. Então ele é um dos homens mais importantes. Mas ainda não vencemos a guerra, porque temos um grande inimigo, e esse inimigo para vencer ele nós estamos juntando todos nós. Para acabar com ele?

É duro você ter que lutar contra a sua própria família.

― A Amiga. Calma, você vai conseguir. Claro que vamos. Nós somos Mancini de verdade. E não aqueles que querem roubar, o que é nosso? Mas ninguém vai conseguir. Você pode ter certeza.

― E quanto ao senador?

― Quanto ao senador? Deixe agora ele saber onde ele pode me encontrar. Mas eu o tenho nas minhas mãos, porque ele não vai querer perder a campanha para a presidência e eu já sei o que eu vou fazer.

― É por que sua mãe desistiu de ser madame? Afinal de contas, vocês têm no sangue a dominação e a submissão.

― É por que a minha mãe? Ela é uma mulher que quer ser só de um homem. Ela quer dominar, mas apenas um homem que é o meu pai. E o meu pai é um dominador, ciumento, possessivo e jamais vai deixar que a minha mãe faça uma sessão com outro homem que não seria ele. Então é impossível ela seguir nesse mundo sendo a esposa de Mancini, ela tem que escolher ou ela é esposa dele, ou ela é uma Madame. E ela escolheu o Mancini.

― E você já não escolheu ser a madame?

― Eu não tive a oportunidade de escolher. Quando tudo aconteceu, ele abriu mão de nós. E foi viver a Vida no Senado.

― E se você pudesse escolher?

― Hoje eu escolheria 1000 vezes. Se a Madame Colette.

Descemos o enorme corredor escuro, o cheiro de mofo misturado com sexo, a bebida era maravilhosa e toda vez que eu passava aquele corredor eu esquecia de tudo e somente lembrava do prazer e dor.

Desde quando eu resolvi abrir meu próprio negócio, eu só atendia um cliente por noite e ainda era escolhido a dedos. Eu verificava quem era e eu não ia para a cama com nenhum dos meus clientes. Era uma das minhas regras. Era prazer e dor sem contato sexual. Mas a vinda dele aqui me tirou toda a concentração. Mas nada que uma tequila não resolva. Respirei fundo e virei a tequila e troquei a roupa, colocando a minha roupa de madame. E eu desci o calabouço, o meu calabouço. No meu clube, é só dominatrix. E submissas em geral, mas apenas dominatrix, que comandava os shows e os calabouços. Tinha distribuído 5 calabouços, distribuindo entre dor e prazer. Venha comigo e se entregue a dor…

E eu desci as escadas, uma escuridão com apenas tochas de fogo. Eu sinto o cheiro forte do prazer, cheiro do sexo, como misturado com o suor e a bebida. Meu corpo já arrepiava, não era sangue a dominação. Respirei fundo com a cabeça tremer. Eu entro e respiro fundo ainda de costas sem olhar para o escravo.

— De joelhos, escravo.

Ligo a minha música favorita e respiro fundo e estava pronta para a sessão. Arranquei o meu roupão e deixei cair mostrando o meu body de couro com botas de ilhós até o joelho, a máscara em couro de gata e os cabelos com uma enorme trança a favorita dos homens que me procuravam. E me virei rodeando o escravo ao chão e já tinha preparado uma festinha para ele, afinal era sua primeira vez.

Levantando o meu rosto eu dou de cara com as costas largas morena e eu conhecia cada parte daquele corpo, eu já me perdi ali por noites. Quando sinto o meu corpo responder, a filha da puta sábia disso que ficou com os braços para trás e não se ajoelhou e só aí percebi o cheiro dele exalando em meu calabouço e eu já estava ferrada, sabia que não ia conseguir resistir. E antes que ele virasse, eu enrolo os dois chicotes no punho e seguro firme e respiro forte.

E com toda a força que eu posso solta, o ódio que vem de dentro do meu peito e soltei nas costas dele que gritou e caiu de joelho e quando ele tentou levantar e empurrei com o salto da bota e apertou. E eu apertei com ódio e prazer.

― O que você pensa que está fazendo? Acha que pode entrar no meu calabouço? Eu apertei e ele gritava. ― Achou que eu não ia saber seu maldito?

― Me solta porra… Eu vou te esfolar

― Vai sair daqui a morto, por ser atrevido.

― Você vai matar o próprio presidente.

― Vai ser um prazer. Assim, a nação vai se livrar de uma Praga como você.

― Vamos conversar com Luna.

― Está no lugar errado. Quer conversar? Vai à psicóloga aqui e dor.

― Me ouvi, Luna, eu quero conversar com você. Eu descobri que tudo foi uma armação.

― Eu sempre soube que foi. Nós não temos nada que conversar, presidente, é melhor você sair ou então você vai sair daqui a morto. Eu juro para você que toda a raiva que eu tô sentindo de você, eu vou descontar. Então é melhor você sair.

― Eu não vou sair enquanto você não me ouvir.

Ele era mais forte do que eu e ainda me tinha em suas mãos segurou meus tornozelos e em questão de segundos se levantou e eu desço o chicote nas costas dele que segura e puxa com tudo me levando até ele pelo chicote e me segura pela nuca.

Ele segurou as minhas mãos, aprendeu as minhas duas mãos para trás e ele ficou face a face comigo, o cheiro do álcool, o cheiro dos lábios dele, estava vindo sobre o meu rosto, me enlouquecendo a maldição, o homem me dominava de uma certa forma que eu não conseguia sair. Eu fechei os olhos pensando em todas as coisas que ele me fez para não deixar ser dominada. E ele pegou o meu rosto, apertou, machucando e beijou os meus lábios, arrancando sangue da minha boca e lambeu e beijou. Eu sinto o meu ar sair e se mistura com o dele me prendia em seu corpo e desceu os dedos sobre a minha pele. E sua boca brincava na minha me tomando toda a força que eu tinha eu era durona, mas com ele eu era uma merda de uma fraca.

― E minha e sabe você disso. E se eu estou aqui é porque eu não sei viver sem você, eu estou queimando. Ele roçava seu corpo no meu e seu rosto sobre meu rosto e lambendo a minha boca e a cadela molhada.

― Então você vai ter que aprender presidente porque não terá espaço no meu calabouço e você nunca sentirá prazer com os meus chicotes.

― Eu não quero seus chicotes. Eu quero isso daqui. Ele enfiou a mão no meio das minhas pernas, enfiou o dedo lá, no fundo, o dedo grosso e firme foi fundo e eu me molhei na hora, eu estava encharcada com apenas uma dedada. E eu afastei o rosto, tentando não ter nenhum prazer, mas ele me conhecia a minha entrada ficou tremendo com o dedo.

Tirou os dedos e sugava como sugava uma fruta e passando a língua nos dedos grossos que diabo de homem e ainda disse:

― Saborosa, deliciosa e minha. Respiro pegando as roupas. ― Isso é só para você saber que eu estou de volta, minha delicinha…

Eu me aproximo da porta e grito:

― Não vai voltar, porque se você voltar, você pode ter certeza que a imprensa inteira vai saber que você anda na casa de prostituição. Não é isso que eu sou para você, presidente, uma prostituta?

Capítulo 3

LUNA MANCINI 💃

Memórias

Depois de tudo que aconteceu ainda fui afastada da família e de todos. Eu chorei por tanto tempo,  passei dias sozinha no meu quarto chorando sem acreditar que meus pais tinham me levado para um convento. E, por quê? Meu maior questionamento é saber o motivo que meus pais dizem que é por medo de represália dele, mas ele jamais

faria qualquer coisa contra mim.

Rogério( general) e o meu primeiro homem, ele me mostrou o caminho do prazer. Eu amei tanto e sofri, mas passaram os anos e vi que eu merecia coisa melhor.

Em meia confusão de sentimentos, eu sempre via as minhas colegas chegando pela madrugada e fiquei olhando cada passo delas. E olho para a minha colega de quarto e se elas conseguissem eu também ia conseguir. Acordo com a Macarena.

Foi bem assim, que eu conheci outro que me tirou o chão e me fez saber que eu nunca tinha sido amada.

" MEU PASSADO PRESENTE"

Queima de fogos e gritos pelas ruas de Paris. E depois de alguns copos de bebidas eu entro no enorme bar louca para usar o banheiro e grito para a minha amiga.

― Macarena, eu preciso de um banheiro. E ela me puxou e eu quase cai em cima dela, nós duas bêbadas e ela quase me beija no meio do bar. ―  Estou mijando pelas pernas.

Eu não entendi nada, mas ela estava avisando que um lindo homem com os cabelos negros, vestido

em um terno preto, o relógio rolex e a cara de mal me encarar.

E não consigo respirar e tento sair e ele não me deixa segura com seu corpo e me apertou e eu

quase mijando toda.

― O que quer maluco? Me solta.

―  É atrevida demais. Ele balança os cabelos negros perfeito e eu tento sair do braço dele.

― Perigosa morena.

Quando eu disse para ele me solta me larga e o empurrei ele me puxou pelos cabelos de volta e ele grudou a sua boca na minha sem me conhecer e tento respirar e ele grudou com força e sinto o  gosto do sangue ele lambeu e mordeu e beijou os meus lábios como se eu fosse dele me tirando toda a força, me deixando bamba, com as, perna mole. 

Eu ainda o empurrei e olhei para ele.

―  Você é louco? 

―  Você é minha, delicinha…

―  Me solte você não tem esse direito se você não saltar agora eu vou mijar nas pernas

abaixo. 

Ele deu um sorriso safado e eu corri para o banheiro se não ia mijar mesmo pelas pernas baixas. Minutos depois, quando eu saí, eu tinha lavado o meu rosto e ainda lembrando do beijo. A minha amiga já estava na porta me esperando. E não

acreditei nem me conhece e depois do que ouve eu não conseguia parar de pensar

nele.

 E eu olhei, todo mundo me encarava e eu não vi em lugar nenhum. Ainda saí olhando e

procurando o maldito. Quando eu saí na porta do bar, ele puxou as minhas duas

mãos. E olhou dentro dos meus olhos e disse:

―  Estava

me procurando perigosa?

Saiu me

puxando para o canto do bar e mesmo sem me conhecer e achar o dono do mundo por

ser rico eu o empurro e ele me puxa de volta. 

― Você é

louco! Me solta, nem te conheço, você é doido e não pode achar que é meu dono.

―, mas você vai conhecer.  Ele me grudou na parede e sem

medo, sem pudor, sem nada, ele me beijou novamente. Ele arrancou o meu ar, a

minha respiração falhou, a sua língua, entrelaçou me deixando sem forças e sem

vontade de sair dos braços dele e eu cedi, deixei aquele homem estranho me

domar.

“Meu deus, ele

solta gemidos em meus lábios."

Ainda nos

lábios dele e entre línguas e babás eu tentava sair e falar algo e ele me

prendia com suas pernas no meio da minha.

―  Você não pode fazer isso, me solte… louca para ficar na boca dele e posso dizer beija muito.

―  Hoje é

carnaval. Aproveite todo mundo, beija todo mundo. E amanhã você nem vai lembrar

quem sou eu.

 Desgraçado

ele me puxou para o canto e quando vi ele me puxa para o fundo dos latões de

lixo e que se sentou na lata de lixo e me puxou para o colo dele e toda aberta

e me beijando os  lábios levantando a minha saia e ele enfiando a mão por

debaixo quando eu senti o toque da mão dele colocando fogo em minha entrada e a

pele umedecendo. 

―  Você é louco,

me solta. 

―  Você quer

tanto quanto eu e está encharcada, perigosa. E você é minha.

Enquanto ele

me beijava, ele deslizava os seus dedos por dentro da minha calcinha de renda.

E ele se lambuzou por dentro da minha carne, acariciando lambuzando. Não me

deixou sair e ainda disse nos meus lábios:

―  é minha

encharcada, saborosa, então agora eu quero o melhor de você.

Meu Deus, ele

estava me tomando por toda por completo ali. Eu não deixei de beijar e

acariciar os cabelos negros dele. E ele se afundou em mim os seus dois dedos

entre lambuzadas. Eu sinto que o meu corpo estava respondendo ao toque dele. Eu

não conheço o homem, é estranho. Mas ele me teve naquele momento. Eu enfiei uma

das minhas mãos por dentro da camisa social dele.

Ainda vi que as mangas estavam dobradas até o cotovelo e eu apareci o abdômen sem pelo e aceitei as carícias dele. Seus dedos longos me espremendo toda a minha abertura e eu grito, ele puxa meus lábios e beija para que eu gritasse nos lábios dele.

―  Perigosa garota e saborosa. Ele lambia os dedos e ainda me puxa para me beijar e sorridente. ―  Eu vou te levar para casa.

―  Nem te conheço, vê se me erra.

―  Como não? Acabou de me conhecer.

Essa é a verdade e recuperei as minhas forças, saí de cima do colo dele e eu virei a mão no rosto dele com tudo e me segurou e riu . Eu fecho a blusa e me arrumando, soltei os meus cabelos que estavam todos grudados, que ele fez um nó e eu disse:

―  Nunca mais se atreva a tocar em um maldito. 

Eu ia saindo, ele puxou de volta e beijou os meus lábios e sorrindo me disse: 

―  E minha garota atrevida. E eu vou te levar para casa.

―   Nunca você é um estranho. 

Eu saí como louca pelas ruas da cidade. Eu e minha amiga pulando e ela rindo debochando da minha cara. Porque eu disse que eu não queria saber de homem.

―  Para quem não queria saber de homem, até que você estava bem assanhadinha nos braços dele. 

― Não mesmo e que homem é aquele? E aquele segurança enorme tomando conta para ele acabar com a minha raça. Não entendi nada. Que homem é aquela amiga. 

―  Não sei, mas que você ficou perdida nos braços dele e você ficou entregue. E não vem dizer eu sou a Luna Mancini.

―  Eu esqueci de quem eu era, essa foi a verdade. Não acreditei andamos pela cidade eu e ela nós duas rindo da ousadia do homem ele é não acredito muito cara de pau, mas mesmo assim eu gostei  do maldito, eu gosto de homem atrevido como eu. Nem sempre a mulher precisa comandar. Essa é a verdade. Quando chegamos na frente passamos pelo enorme ponto de ônibus. Um enorme palco. Eu não acreditei, lá estava ele com a porta do carro aberta fumando um cigarro e ainda com a camisa dobrada até o cotovelo deu um sorriso e mostrou o gesto da porta para mim, eu olhei para minha amiga:

―  Não acredito. 

― Não tem como você se livrar dele.  De onde saiu esse homem? Ela disse de boca aberta.

― De que inferno esse diabo saiu? 

― Eu disse que ia te levar para casa. Aqui estou. 

―  Você é um atrevido. Eu não vou para lugar nenhum com você e nem te conheço. Nem sei quem é você. Como se atreve. 

― Como se atreve a você é tão linda desse jeito. Que me fez perder a cabeça, entra agora ou eu te coloco a força você escolhe, ou você entra por livre espontânea vontade, ou você entra por pressão? Ele deu um sorriso safado e ainda debochou da minha amiga. ―  Olá, você deve ser amiguinha, como você consegue aturar essa mulher, essa garota é insuportável.

―  insuportável para você.

Ele me empurra para dentro do carro e acabei aceitando e ele me levou para casa, como eu ia dizer que eu moro em um convento? Olhei para minha amiga e ele me perguntou:

―  Onde vocês moram? Ele ficou olhando em minha perna e eu fecho.

Eu olhei para ela e fiquei sem ação. O que eu ia dizer? Que eu moro num convento? Nunca. Minha amiga respondeu logo. 

― No convento  Santa Martinella.

― Está de sacanagem um convento? Ele disse debochando.

Ele ficou debochando e rindo. ―  Quer dizer então que as duas vão ser noviças e vão ficar lindas. 

Olhando o deboche do safado e reparei era perfeito os ombros largos, e voz grossa com tom de malvado e perfeito.

― Eu tenho cara de freira?

―  Claro que não. Você duvida muito. E você vai colocar fogo no convento e nós padre.

 Eu olhei bem para ele e empurrei a mão dele que estava sobre a minha coxa. Minha amiga estava adorando a situação. Ainda mais que ele é falado galante. Adora conversar e ser debochado, adorando falar sobre o convento. 

―  Essa é típica da freira. Ele disse.

― Não sei nem como eu consegui ser amiga dela. Minha amiga disse rindo. ―  De tão pervertida.

Chegamos na porta do convento. Ele suspirou e ela foi a primeira a descer. Quando eu ia descer, ele me puxou de volta e eu caí sentada no colo dele e vi o quanto estava empolgado. E ele grudou nos meus lábios. E beijou a minha boca com força puxando os meus cabelos. Eu sentia dor no meu couro cabeludo e puxando os meus cabelos, a boca dele, na minha. Ele enfiou a língua e passou a língua entre vai e volta circulando e me mostrando que ele queria apertar a minha carne e suspirou em meus lábios. ―  Eu te espero de novo. 

―  Nunca mais você vai me ver. 

― Eu te espero sexta-feira. Se você não aparecer, eu venho te buscar.

―  Vai se ferrar a maldito…

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SUBMISSA III

Capítulo 2
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