Capítulo 2

Vida de dono de marca de vinho e dono do tráfico de armas não é fácil. A marca Saint Émilion é uma marca de vinho da minha família, passada de geração para geração. Esse negócio de vinhos começou com meu bisavô, que depois de 10 foi passado para meu avô, depois para meu pai. É com a morte dele passando para mim. Já o tráfico de armas foi uma oportunidade do meu avô entrar para máfia. Assim como a marca de vinho está no meu nome depois da morte de meu pai, assim também foi com a direção do tráfico. Meus pais morreram dentro da própria casa deles. Como meu pai fornecia coisas para máfia, ele tinha inimigos e concorrentes. Alguém por fora da casa deles conseguiu matar os dois. Me fazendo jurar para mim mesmo que faria vingança de quem matou eles. Até hoje ainda não descobrir quem foi, essa pessoa pode está até morta. Mas mesmo morto ou vivo, farei vingança com a pessoa mais próxima do assassino.

- bom dia senhor Miller.

- bom dia! Quando for a minha sala. Quero que me traga um capuccino por favor. Não tive tempo de comprar um.

Sophia e minha secretária. Uma ótima secretária para falar a verdade. Não digo no lado da malícia, pois não gosto de misturar minha vida particular com trabalho. Adoro a vista do meu escritório para torre eiffel. Me acomodo em minha cadeira já ligando notebook e retirando da gaveta fixas de contrato de colaboração com outras marcas para assinar.

- com licença senhor. Aqui está seu capuccino. Essa é a sua agente de programação para hoje.

Ela me entrega uma folha onde está anotada toda minha rotina de hoje.

- obrigada. Pode se sentar. Pode me passar as coisas que acontecerão por aqui enquanto estive nos EUA.

O certo teria eu que levar Sophia para os EUA comigo, mas já tenho uma secretária própria para essas viagens de compromisso. Sophia as vezes vai comigo, mas prefiro deixar alguém de confiança para me informar sobre tudo.

- o responsável pelo setor de divulgação, marketing da marca se demitiu. É foi demitido.

- porque?

- parece que ele teve um desentendimento com um dos funcionários do setor dele. Quase teve briga, e para evitar problema maior Anthony o demitiu. Mas ele iria se demitir mesmo.

Anthony é um amigo meu assim com Ethan. Ele aqui na empresa e o meu substituto quando não estou, mas também sabe sobre meu outro negócio. Ethan me ajuda também aqui na empresa, só que deixo Ethan mais responsável pelo tráfico de armas como meu substituto também.

- ok. Foi melhor ele ter feito isso. Já informou em nosso site anunciando vaga de emprego?

- sim senhor. No dia seguinte mesmo tratei de colocar essa informação. Já deixei aberto as inscrições. As entrevistas estão previstas para a semana que vem.

- ok. Deixarei logo avisado para você que vou participar junto da entrevista com Anthony. Ele e meu substituto mais eu sou quem vai pagar os funcionários. Pode ir!

- com licença.

Hoje o dia está cheio de compromissos. Melhor começar o quanto antes meu trabalho.

Nossa. Eu já imaginava e sabia que vestido era lindo, mas não sabia que ficaria tão bem em mim. O vestido caiu tão bem em mim como uma luva. Seus brilhos cintilantes azuis espalhados pela parte de cima e o busto do vestido, com um leve decote em V que não apareceu muito a  marcação dos meus seios por serem de tamanho médios, mas o decote me encomoda um pouco por não ser acostumada a usar roupas decotadas e curtas. A saia do vestido com um leve caimento sobre meu quadril sem ser apertada ou rodado, a camada de tecidos do vestido eram tão finos e levemente transparente que poderia sujar ou rasgar com uma facilidade. O que não pode acontecer, paguei o olho da cara por esse vestido. Já os sapatos que são um par de saltos dourado que combina perfeitamente com os brilhos do vestido. Maquiagem simples, penteado simples. Sim. Estou pronta!

- vamos?

Colin já estava trajado com o smoking que comprou para a ocasião. Ele tomava todo o cuidado para que o seu novo conjunto formal não amassasse, que a todo momento sentado no sofá, se via uma pequena parte se quer amassada ele.

- nossa! Irmã! Como está deslunbrante! Se nenhum homem se apaixonou por você antes, hoje é o dia!

Fico sem graça pela sua fala.

- obrigado Colin. Mas sabe que não tenho sorte com essas coisas.

O que eu tinha razão no que dizia. Meninos e garotos da escola e faculdade não se aproximavam de mim, por sempre ser centralizada nos estudos, dava pouca atenção para a diversão, sempre mantendo minha mente ocupada, então não sentir falta dessas coisas. O que me deixa um pouco triste, as vezes acho que o problema é comigo, já que aos meus olhos não sou atraente.

_não fica triste se ainda não conheceu seu homem especial.

Deposita um beijo em minha testa, tirando um sorriso dos meus lábios. Enquanto tiver o amor do meu irmão, não vou precisar de um homem nem tão cedo.

_ obrigado maninho. Vamos?

Pego minha bolsa com meus pertences no sofá, nem me responde só me deixa andar na frente trancando a casa em seguida.

A entrada do salão está cheia, como se na parte de dentro não ouve-se espaço para caber tantos estudantes formados. Eram tantos carros na calçada próximo ao local que na rua não tinha como passar dois carros um do lado do outro de uma vez só. O manobrista que contrataram abre a porta do carro do lado onde estava.

_ obrigado.

Agradeço com um sorriso nos lábios. Não sei explicar como me sinto nesse momento. Um misto se felicidade com medo. O medo das coisas não saírem como eu planejei para o meu futuro é grande. Mas não posso deixar meu medo me vencer.

_ Molly. Está tudo bem?

Me irmão me tira dos meus pensamentos com tal pergunta. Talvez ele percebeu que estava com minha mente em outro lugar. Pela forma que estava encarando a entrada do salão.

_ sim. Só estava pensando.

Pega em meu braço com delicadeza até a entrada do salão. Ao chegar no portão e ver todos os ex alunos da minha turma, me deixa constrangida. Deve ser a primeira vez que eles me veem com algum tipo de maquiagem.

Capítulo 3

Os pensamentos que tive dentro do carro sobre está tão cheio aqui dentro, estavam certos, só que está mais cheio do que imaginei. Se tivéssemos um tempo de pandemia, facilmente todos seriam infectados pela doença por conta da aglomeração. Para nossa sorte encontramos uma mesa afastada de toda essa aglomeração.

- vou buscar um suco para mim.

Levanto da mesa caminhando até a mesa de bebida sem nenhuma pressa.

Quanta bebida para uma mesa só. Não sei para quer tanta bebida alcoólica ou o porque de beber álcool, não faz bem nenhum para o organismo em si, só te deixa alterado. Por esse motivos é outros sou considerada a certinha. Coloco um pouco de suco de morango em meu copo, sentindo seu gosto doce que me agrada tanto.

- olá Molly.

Me surpreendo com a presença de minha professora da faculdade. Pelo que sei ela não gosta muito de festas. Nem esperava encontrar ela essa noite, por isso tinha me despedido dela na entrega do diploma.

- oii professora. Que surpresa encontra-la aqui.

- uma surpresa para mim também.

Ela olha com nojo para as coisas festivas ao seu redor. Coitada da filha dela se quiser ter festa em seu aniversário.

- aceita um suco?

Ofereço um a ela  já que não tenho o que fizer sobre sua resposta. Não quero parecer mal educada.

Tive uma breve conversa com ela sobre os últimos anos que passamos na faculdade. Como eu já esperava né. Ela falou mal da maioria dos alunos das turmas que ela dava aula. Mas também os alunos não iam nada com a cara dela.

- que demora para pegar um simples suco.

Meu irmão comenta comigo prestando mais atenção na comida do que em mim que estou ao seu lado.

- eu encontrei a minha antiga professora. Aquela que tinha comentado com você.

Sobre tudo o que acontecia na faculdade eu contava para ele. Até dos professores.

- que milagre em! Logo ela que aparenta no gostar de ninguém.

- pois é. Milagres acontecem.

Em fim em casa. Trabalhar em duas coisas no mesmo dia, todos os dias é cansativo. Preciso de umas férias, quem me dera se fosse fácil assim.

- oiii amorzinho.

Só de ouvir sua iriante voz meus ouvidos já ficam incomodados.

- o que eu te falei sobre me chamar de amor nesse caralho!

Retiro seus braços de meu pescoço. Já me irito com ela, parece que é surda essa filha da puta.

- desculpe. Não fica com raiva de mim.

Se desgruda já se deitando em minha cama.

- impossível.

Murmuro indo para o banheiro, sem dar nenhuma atenção para ela semi nua em minha cama. Quero mais e dormir. Mas do jeito que estou está difícil.

-Lindoo...... eu vim pra brincar com você.

Voz irritante deo caralho. É ainda tem a audácia de invadir meu banheiro.

- deixa eu te relaxar um pouco.... deixa...

Chegou já tocando no meu ponto fraco que já está duro. Não dá para resistir com sua mão no meu pau.

- ajoelha!

Que buceta fácil de comer. Não preciso nem mandar que já está entregue a mim. Como eu adoro ver o efeito que só uma ordem minha tem sobre as mulheres ao meu redor. Retiro meu pau rígido de minha cueca, que sem ao menos esperar, Madison o pega colocando em sua boca de uma vez.

Infelizmente não consigo sentir o prazer que queria com ela. Acho que é tanto tempo comendo ela que já me enjoou o seu toque. Só fodo ela mesmo pois de corpo ela é linda.

Sem paciência para nada, retiro meu pau de sua boca, a pegando pelo braço indo até meu quarto a jogando na cama sem nenhum cuidado, comigo as coisas funcionam assim. Sem contar que um sexo bruto é muito mais gostoso do que um mais leve. Com camisinha óbvio, não sei pra quantos ela dá, coloco em sua boceta com tudo sem avisar, o que entra fácil. Espero meu orgasmo vim e já expulso do meu quarto.

Encaro o teto escuro do meu quarto na tentativa de dormir, muito ocupado esses dias que até o meu sono não se vem mais, por conta das noites mal dormidas, focando na máfia, empresa, e encontrar o assassino dos meus pais. Virando para o lado a minha direita, retiro de dentro da gaveta do meu criado-mudo um retrato com a foto de minha mãe é meu pai.

Foco apenas em minha mãe. Meu pai era um sem coração como eu, para ele eu só quero fazer vingança. Já minha mãe. Era um anjo, um ser de luz. Nem parece que se casou com mafioso satanista. Cresci com a minha infância inteira longe dela, os únicos momentos que tinha com ela foi ouvindo sua doce voz cantando para mim lindas canções para dormir. Por mais que foram poucos momentos ao lado dela, foram os momentos em que mais fui feliz. Na morte, no funeral e no enterro deles não derramei uma lágrimas se quer. Do que adiantaria larga minhas postura de homem mais temido da Europa para chorar pela morte deles, isso não traria eles de volta. Não expressei emoção nenhuma, estava sério por fora, mas por dentro estava me explodindo de raiva, e jurando a mim mesmo que o assassino conheceria meu querido papai mais cedo. Eu também tinha que está tranquilo para consolar minha irmã que estava sem chão no dia do acontecimento, me perguntou várias vezes se eu tinha algum pingo de amor em meu coração de pedra. É ela estava com razão, amor não tenho, não tenho amor por nada. O sentimento do amor só nos deixa frágil, fracos e vulneráveis, a qualquer ameaça qur vim a nós. Eu não posso ter amor, mais minhas palavras geram confiança, tudo o que prometo eu cumpro. Seja uma palavra de morte, ameaça, uma tortura que virou meu prazer. Sou um homem de palavra, um mafioso frio é calculista. Não tenho tempo para romance e juras de amor.

Já fui chamado de louco, maníaco, psicopata, doente, frio, sem coração, depravado, cínico entro outras coisas piores. E eles tem razão, sou tudo isso, é um pouco mais. Já destruir tantas famílias, matei tantos inocentes. A cada morte e tortura de corpos vivos que já fiz e um prazer diferente que sinto quando faço o que amo. Me lembro com se fosse hoje a primeira pessoa que matei. Foi um dos funcionários do meu pai. Que não queria me ensinar a atirar (na época tinha 12 anos) mesmo eu o subornado ele não quis, fiquei com raiva, muita raiva, mas escolhi espera, que o tempo vugo eu, o castigaria por me desafia. Fiquei dois meses aprendendo a manusear todo tipo de arma que existe  eu mesmo sozinho. Com uma MG3 (Machine Gun) com o calibre de 7,62mm, com o alcance de 1200 metros, capaz de 1000 a 1300 tiros por minuto, eu o matei atirando o quanto eu podia. Des desse dia em diante sentir o cheiro amaderado do sangue avermelhado e fresquinho, virou meu grande vício,e até hoje é a única droga que me acalma. Saber que tenho a capacidade, o poder de tirar vidas, e maravilhoso.

    /Molly/

Hoje já é o dia da minha entrevista de emprego. Estou muito animada, só de imaginar que tenho chance de trabalhar em uma das maiores empresas da França me deixa animada e pode também ma ajudar no meu currículo. Já de banho tomado escolho uma roupa apresentável, optei por usar uma sai social preta um pouco abaixo dos joelhos com uma blusa rosinha bem claro quase branca de manga curta, na bolsa coloco celular, carreira, o guardanapo com o endereço, e não esqueço do meu currículo. Fora da faculdade que fiz, fiz também alguns cursos para me facilitar mais no meu trabalho. Então no currículo tem a faculdade de Marketing digital, curso de informática e curso de inglês, o que vai me ajudar muito na entrevista. Por último brendo meu cabelo em um rabo de cavalo, como não sou de usar maquiagem na minha rotina, a única coisa de uso é um gloss para da uma idratada nos lábios.

- que ir junto comigo? Vou ter que ir no mercado, posso te dar uma carona.

Colin pega as chaves de casa e do carro junto com as duas bolsas que utilizamos quando vamos fazer compras.

- aceito sim.

Entro no carro que já se começa a movimentar. Uma das coisas que eu mais amo quando ando de carro com meu irmão, é ir a viagem inteira olhando a vista do lado de fora.

Para irmos para empresa pasamos pela avenida Champs Élysées, que é um dos lugares mais lindos de Paris. Uma avenida cheia de árvores em volta, as casas modernas com um toque antigo que enfeita mais a rua, o céu azul que faz um contraste lindo com as imensas árvores do tom verde claro, que demonstra que as árvores está mais do que bem cuidadas.

A empresa fica um pouco longe sim de onde moro, ela simplesmente fica no sento de Paris mesmo em frente da torre eiffel fica a empresa.

Como ela é alta deve ter uma altura de 10 a 20 metros de altuta. Ela por fora é toda espelhada, parece que é feita de espelho, mas espelhada de um jeito que não aparece nada do que está dentro, e sim o reflexo da torre. Em volta umas árvores com uns bancos de praça, flores com aparência de bem cuidada. Demoro um pouco para encontrar a entrada mas um dos seguranças do lado do fora me ajuda.

Por dentro é maior do que imaginei, várias pessoas tanto homens quanto mulheres, trajados com roupas formais , bem vestidos, me sinto até envergonhada e com medo de está simples demais. Sou direcionada até a recepcionista.

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Sir Miller

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