Capítulo 2

Ele segurou nos meus ombros e começou a me massagear, eu estava tensa com seu toque, mas logo comecei a relaxar.

— Eu sempre te achei bonita, mas depois de te ver saindo do mar naquele dia, eu tive certeza disso. — Ele disse com a voz mansa bem próximo a minha orelha, o que me faz ficar toda arrepiada, enquanto ele descia as suas mãos gentilmente por meus braços e começava a acariciar o meu corpo.

— Você é tão linda, e maravilhosa, não devia se esconder assim. — Disse beijando o meu pescoço e abrindo a minha canga. Senti a canga caindo no chão e exibindo o meu corpo apenas de calcinha e sutiã. Ouvi ele gemer assim que me viu semi nua e ele colou o seu corpo em mim, me fazendo sentir seu pau duro feito pedra contra a minha bunda. Eu já estava molhada, completamente molhada, gemi e me arrepiei com seu corpo no meu, estava me entregando quando lembrei da minha irmã. A essa altura ele já estava segurando e apertando os meus seios, massageado os meus mamilos por cima do sutiã.

— Você é namorado da minha irmã... Para! — Falei me virando de frente pra ele, foi difí­cil, mas o afastei de mim, sem olhá-lo nos olhos.

— O que tem? Eu sei que você me deseja. — Disse ele se aproximando de novo, insistente, já colocando a mão na minha buceta sobre a calcinha e me acariciando, apertando a minha buceta, sentindo minha umidade, ele riu satisfeito.

— Eu percebo o jeito que você me olha... Eu sei que você se tocou quando me viu fodendo a sua irmã lá no quarto... E eu fodi ela pensando em você, querendo você, cunhadinha. — Ele disse puxando a minha calcinha pro lado e deslizando os seus dedos entre os lábios da minha buceta molhada, ele pousou seus dedos no meu grelinho, apertou suave e começou a massagear em movimentos circulares, era tão gostoso, o meu corpo estremecia e eu gemia baixinho e manhosa com o prazer que ele me proporcionava.

— Foi assim que você se tocou? É assim que você se toca pensando em mim? — Ele dizia baixinho, sussurrando com a voz rouca e sexy, que me instigava. Ele deslizou seus dedos até a entradinha da minha buceta e tentou me penetrar, mas parou quando eu gemi de dor.

— Como você é apertadinha, cunhada... Que delí­cia!

Eu disse pra ele que era virgem ou pelo menos tentei dizer e eu percebi que ele ficou doido ao saber disso, ainda mais excitado. Quando dei por mim ele já estava chupando meus seios, sugando meus mamilos um por um, delicadamente, mas com fome, com voracidade. Ele lambia, chupava, mordiscava, me deixando completamente marcada e arrepiada, enquanto intensificava a sua massagem em meu grelo. Eu já gemia alto e me contorcia contra o seu corpo. Até que senti espasmos intensos por todo meu corpo, gemi alto de prazer e gozei perdendo o equilí­brio nas pernas e quase caindo no chão. Tinha sido o melhor orgasmo da minha vida.

Ele beijava todo o meu corpo delicadamente, explorando o meu pescoço com seus lábios e o meu corpo com suas mãos grandes e firmes. Ele apertava a minha bunda com força, me dava tapas dizendo que sempre me desejou e que depois que me viu na praia passou a me desejar mais ainda, e que estava doido pela minha bunda. Ele apertava os meus seios, brincava com os meus mamilos que estavam durinhos. Ele me usava enquanto eu me refazia do orgasmo. Senti sua mão sobre a minha e ele a colocou sobre o seu pau, que estava pra fora e apontando pro teto de tão duro. Eu estremeci com o toque e olhei para aquele caralho com tanta fome, matando a minha curiosidade. Segurei firme naquele caralho duro, grande e grosso, quente em minhas mãos. Seu pau era lindo, moreno com a cabeça rosada tão grande que parecia um cogumelo. Seu pau devia ter uns 18cm e era coberto de veias, macio, quente, viril. Sem jeito comecei a masturba-lo, não sabia exatamente como fazer mas me esforçava pra dar prazer aquele homem que eu tanto queria. Via seu pré gozo babando a cabeçona do seu mastro e passava os meus dedos ali espalhando sua gala pelo corpo do seu mastro, o deixando todo babado.

— Isso, cunhadinha... Você tá indo muito bem, mas vem cá, vem. — Ele disse acariciando o meu rosto e forçando levemente a minha cabeça para baixo, contra o seu mastro.

Eu me ajoelhei na sua frente e abocanhei o seu mastro. A cabeça do seu mastro preenchia toda a minha boca, e eu chupava, sugava, esfregada a minha lí­ngua na uretra, serpenteava cabeça do seu mastro com a minha lí­ngua quente e molhada. Ele gemia, se contorcia de prazer e me incentivava sempre dizendo que eu estava indo bem, que minha boca era gostosa e eu chupava gostoso. Ele segurava a minha cabeça e forçava ainda mais contra o seu mastro, me fazendo engolir seu mastro até onde eu conseguia até me engasgar quando a cabeçona cutucava a minha garganta.

Logo eu estava pegando o jeito e o chupava com vontade, fazendo um vai e vem hora rápido e hora devagar. Ele pegou minha mão e colocou sobre suas bolas, eu entendi e comecei a massagear, apertar com cuidado. Senti seu pau crescer e inchar na minha boca, pulsando contra os meus lábios e senti um lí­quido quente e salgado invadir minha boca, enquanto meu cunhado urrava de prazer, gozando. Tentei cuspir sua porra, mas meu cunhado segurou meu rosto, tampando minha boca e me fez engolir, com nojo.

Me levou pro seu quarto, trancou a porta e me jogou na cama. Tirou a minha calcinha e o meu sutiã, e tirou sua bermuda e sua cueca, ficando nu na minha frente. Eu ri de vergonha enquanto observava o seu corpo perfeito e gostoso. Ele abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta, me chupando como se tivesse fome e pressa, mas com delicadeza. A sua lí­ngua estimulava o meu sexo levemente, delicadamente e gentil, mas com firmeza.

Ele rodeava o seu dedo na entradinha da minha buceta e as vezes ameaçava me penetrar.

— Eu quero te foder aqui no meu quarto, na minha cama, pra eu sempre lembrar de você, cunhadinha... Quero sentir a sua bucetinha apertadinha no seu pau... Agora! — Ele disse deitando o seu corpo grande sobre o meu, segurando o seu pau e se masturbando. Ele encostou os seus lábios nos meus e me beijou vagarosamente, a sua lí­ngua massageava a minha, explorava toda a minha boca e eu tentava acompanhar ainda sem jeito. Nervosa e excitada por está beijando pela primeira vez e por está prestes a ser deflorada. Nesse exato momento senti a cabeçona do seu pau na entrada da minha buceta, meu cunhado começou a forçar e eu sentia a cabeça do seu pau invadindo a minha buceta molhada. Algumas vezes o seu pau deslizou pra fora da minha buceta, mas o meu cunhado não desistiu e tentou novamente, forçando o seu pau na minha bucetinha apertada, ele gemia contra a minha boca e eu gemia de dor na boca dele.

Senti a cabeça do seu pau entrar na minha buceta e meu cunhado gemeu, urrou de prazer que eu achei que ele estivesse gozando. Eu gemia de dor, sentia a cabeça grande do seu pau me rasgando, estourando o meu cabacinho e queria parar e desistir, mas meu cunhado me prendia com seu corpo e forçava o seu pau na minha buceta, fazendo seu caralho todo me invadir. Ele parou quando já estava todo dentro de mim, olhou em meus olhos e me parabenizou por ter perdido a virgindade. Então ele começou a fazer um vai e vem devagar, eu gemia de dor sentindo o seu caralho grande e grosso dentro de mim. Sentia um desconforto quando o seu cacete entrava e saí­a de minha buceta, mesmo sendo devagar. Meu cunhado gemia, urrava, de forma diferente de quando tava fodendo a minha irmã. Ele beijava o meu pescoço, me mordida, chupava a minha pele com tanta força que eu tinha que empurrá-lo pra ele parar.

— Ah... Que bucetinha apertada você tem, cunhadinha... É tão gostosa... Ah... — Ele disse acelerando seus movimentos, dando estocadas mais fortes em minha buceta. Eu sentia um misto de prazer e dor que me fazia gemer feito um cadela no cio, alto, sem pudor e com dor. Ele se motivava com meus gemidos e bombava com forçava na minha buceta, socando o seu pau dentro de mim cada vez mais forte, mais rápido, mais agressivo. Ele segurava em meu pescoço e me xingava, dizia que eu ia ser a putinha dele, que ele ia me foder sempre, que eu ia viciar no caralho dele e batia no meu rosto. Aquilo me deixava louca e quando dei por mim eu estava gozando com o pau dele enterrado na minha buceta, me contorcendo em baixo do corpo dele. Ele parou enquanto eu gozava e minha buceta se contraí­a desesperadamente no seu pau, ele gemia e eu sabia que ele tava perto de gozar. Ele tirou o seu pau quase todo de dentro de mim e enfiou tudo de uma vez bem fundo na minha buceta, com força, me fazendo gritar, nesse exato momento ele tirou seu pau novamente, com muita pressa, urrando alto de prazer e gozou, sujando a minha barriga com a sua porra quente e melada. Seu corpo tremia e ele gemia até sair a última gota de porra, e então caiu desfalecido ao meu lado.

Eu estava ardida, sentindo como se tivessem feito um buraco em mim, me recuperando daquela foda, quando ouvi a voz da minha irmã procurando o seu namorado. Eu e Rafael na mesma hora nos olhamos assustados, eu peguei as minhas roupas í­ntimas, saí­ do seu quarto desesperada e corri para o meu. Foi por pouco que minha irmã não nos pegou. Naquele dia fomos embora e minha irmã não desconfiou de nada. Tive que passar bastante maquiagem no pescoço e tapar bem llos meus seios, pois o meu cunhado me deixou toda marcada com chupões e mordidas. Depois desse dia meu cunhado passou a ir menos lá em casa, estava com a consciência pesada e se sentindo culpado, confesso que eu também. Mas depois voltamos a nos ver e ele me comeu várias vezes sem a minha irmã saber de nada.

Capítulo 3

Eu e Aline nunca fomos boas amigas. Apesar de termos nascido no mesmo dia e sermos primas, termos a mesma idade e estudarmos na mesma sala, nunca nos batemos. Até nossos aniversários eram juntos.

Pois bem, crescemos, Aline cada dia mais chata e metida. Saí­amos juntas raras vezes. Depois que nos formamos, as coisas melhoraram um pouco e até fui passar uns dias com ela na casa da avó, distante de onde morávamos uns 700km. Foi nessa viagem que algo inusitado aconteceu.

Ainda na ida para lá, conhecemos alguns garotos que tinham o mesmo destino que nós. Por mais estranho que parecesse, eram primos distantes da Aline, que ficou toda afoita e espevitada como era, pôs -se logo a dar em cima de um deles. Augusto. O mais bonito dos quatro e o que eu havia me interessado. Fiquei na minha e não comentei nada.

O primeiro dia se passou sem muitas novidades ou incidentes. Íamos à casa de tios e primos dela por parte da mãe, dávamos uma volta na cidade, voltávamos para casa. No segundo dia, fomos tomar banho de Rio. À pé, íamos nós duas e mais quatro garotas. Até que a conversa caiu no tema sexo, e Aline, como sempre, a mais agoniada de todas, falou que não era mais virgem. Que perdera a virgindade aos 15 anos. Do Alto dos meus 18 anos, eu ainda me mantinha virgem por escolha própria. Apenas me masturbava com certa frequência, mas nem brinquedinhos utilizava.

Minutos depois estávamos dentro da água. Uma água quente, convidativa. Aline perguntou se eu sabia boiar. Disse que sim e boiei. Aline fez o mesmo e eu fechei os olhos. Fiquei ali envolta na água. Despertei quando senti algo tocar minha buceta. O que era aquilo? Fechei as pernas e senti como se fosse um pé acariciando minha buceta. O susto foi tão grande que me debati e acabei submergindo.

— O que foi?

Só tinha Aline na água comigo. As outras estavam em terra. Olhei-a e por um momento acreditei que ela não tinha feito aquilo. Talvez tivesse sido um peixe. Saí­ da água e fui sentar com as outras meninas.

Na volta para casa, fui observando Aline. Se ela tivesse mesmo feito aquilo, porque teria feito? Ela não se gabava que pegava um e outro? Sendo assim, não tinha necessidade daquilo. Mas e se fosse mentira? Se aquele jeito dela fosse para encobrir a sua real preferência? Pensando bem, Aline nunca tinha ficado firme com ninguém, nenhum namorado sério, só ficadas aqui e ali. E olha que a guria era gata. Parecia uma modelo. Alta, magrinha, um par de peitos médios durinhos, uma bundinha arrebitada, loira. Todos os caras que eu conhecia queriam pegá-la. Quando chegamos na casa da avó dela, sacudi a cabeça para espantar os pensamentos. Fomos ajudar a avó a preparar a janta.

Após o café, a avó logo foi se deitar. Ficamos na varanda, eu lendo e ela fazendo as unhas. Volta e meia aqueles pensamentos voltavam à minha cabeça. Eu olhava para ela e não conseguia acreditar.

— O que você tanto me olha? — ela perguntou.

— Nada... Só estou pensando em fazer as minhas unhas também.

— Vem que eu faço.

— Não, agora não. Depois.

Ela continuou ali e eu tentei me concentrar na leitura. Mais tarde, fomos dormir.

Como dormiamos na mesma cama, acordei lá pelas tantas da madrugada, sentindo novamente algo tocar-me. Virei o rosto. Aline dormia virada para cima. Mas não tive dúvidas: era ela. Ela havia colocado a mão sobre minha coxa e apertava-me suavemente. Segurei a respiração por um momento sem saber bem o que fazer. Não fazia a menor ideia de como agir. Seria sonambulismo?

A mão dela subiu suavemente, alcançando minha calcinha. Seu dedo anelar ia e vinha, em cí­rculos ao redor do meu clitóris sobre a calcinha.

Por mais estranha que fosse a situação, eu estava ficando excitada. Abri as pernas para sentir melhor. Senti que seus dedos agora deslizavam pelo elástico da calcinha, afastando-a. O que senti a seguir foi um de seus dedos abrindo os grandes lábios da minha buceta. Segurei o gemido quando ela alcançou meu clitóris. Seus dedos massagevam, girando em cí­rculos, apertando-o com as pontas dos dedos. Ela permaneceu tocando e massageando até que gozei, baixinho, apenas para que ela ouvisse. Depois disso, Aline retirou a mão dali e acariciou meus mamilos, aquietando-se ali. Com o corpo mole, acabei dormindo como um anjo aquela noite.

No outro dia pela manhã... Nada havia acontecido. Estávamos na maior normalidade. Se ela queria fingir, por mim tudo bem. O dia transcorreu comum e à noite, fomos dormir cedo. Eu estava ansiosa e não consegui pregar os olhos. Logo Aline ressonava ao meu lado. Eu estava intrigada e queria entender o que ela queria. Mas fiquei na minha. Durante o banho, acabei me masturbando lembrando a cena da noite anterior.

Estávamos deitadas e eu não conseguia dormir. Meu corpo estava aceso. Estava esperando as ações dela. E elas vieram. Alguns minutos depois, Aline passou a acariciar meus seios por cima da camisola. Acariciava de leve os mamilos que logo ficaram durinhos. Foi quando ela se virou e colou o corpo no meu, deitada de lado. A mão sobre o meu corpo deslizando e alcançando minha buceta. Ela sabia como acariciar, como tocar, até como penetrar. Estava tão gostoso que fechei os olhos e só deixei rolar.

Senti o boca dela nos meus seios e me arrepiei por completo. Beijinhos e mordidas de leve. Sua lí­ngua alcançou os meus mamilos e quando ela o chupou, não aguentei e gozei. Estava trêmula. Aline deitou de barriga para cima novamente, ainda de olhos fechados. Dessa vez eu não hesitaria. Levei a mão até ela. Fiz como gostaria de receber.

Acariciei todo o corpo dela. Sentia a pele arrepiada. Passava as unhas também, provocando-a. Aline arqueava o corpo e eu comecei a sentir prazer naquilo. Em provocar prazer a ela. Desci a mão para encontrar a sua buceta. Estava úmida e quente. Ela mantinha as pernas fechadas, apertadas uma contra a outra. Comecei a beijar o seu pescoço, descendo pelo mamilo descoberto por baixo da camisetinha do Baby Doll.

Mordisquei o seu mamilo e ela abriu as pernas. Então eu a masturbei. Devagar e delicadamente. Pressionando o seu botãozinho que estava duro de tesão. Aline se remexia na cama. Descia o dedo, ia até a entradinha lambusada e voltava ao clitóris. Ela gozou fechando as pernas, apertando a minha mão entre elas.

Viramos cada uma para um lado da cama. Eu estava trêmula e satisfeita. Tanto por ter gozado como por tê-la feito gozar. Não sabia como reagir depois. Mas estava feito.

Pela manhã, Aline não sustentava o olhar comigo. E quando o fez, ficou vermelha. No dia seguinte fomos embora. Nosso contato se apeoximou depois dessa viagem. Passamos a sair mais juntas, inclusive a dormir juntas. E sempre rolava carí­cias demoradas silenciosas, sobre as quais nunca tivemos coragem de falar. Hoje estamos casadas as duas. Só depois de um tempo é que entendi que para desejar uma mulher, não precisa ser exatamente lesbica. Basta ser gente.

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