Capítulo 2

CAPÍTULO 2 inconsciente feminino

Carla em seu quarto de hotel não desejava outra coisa, a não ser deitar na cama e comer o seu brigadeiro, comprado em uma charmosa padaria perto do hotel.

Para ela a sensação do chocolate após o ocorrido era a melhor sensação do mundo, imediatamente na primeira mordida ela lembra de Aline sua fiel confidente, e imediatamente liga para ela.

-Amiga, preciso contar algo urgente.

-O que houve Carla? Não me diga que quer saber da nova campanha.

-Não é isso sua maluca. - disse Carla sorrindo aos quatro ventos

-Então me conta logo, sabe que sou curiosa!

-Tá bom vou contar…

-Chegando na beira mar, eu vi de longe uma placa simples que dizia "venha aos céus" achei muito interessante, como uma boa publicitária a propaganda me chamou a atenção!

-Carla já estou gostando amiga, continua vai! -Exclamou Aline com os olhos brilhando de curiosidade.

-Então amiga….. cheguei perto, e um senhor muito simpático, um pescador da região, me informou que ali havia um guia turístico dos céus.

Achei engraçado, óbvio, pois o que um homem poderia fazer para me levar aos céus?

Então voltei para o mundo real e parei de sonhar tão alto!

Carla gargalhou e continuou…

-Esse senhor bateu com força em uma simples, porém linda, cabana pertinho dali,i em uma área com uma natureza incrível super preservada.

Do nada saiu um homem moreno, tatuado, ombros largos, de bermuda com uma camisa Branca aberta, com cara de sono, acredito que ele tinha acabado de acordar.

-Amiga do céu! Quem era esse homem me fala agora Carla!

-Calma apressadinha! - brincou Carla com a amiga, já sabendo ela que a Aline iria se espantar com a história, porém de um jeito bom.

-Ele me segurou pela mão, não gostei de início, por que nunca tinha visto aquele homem, mas o olhar dele era diferente, um demônio que virou anjo, ou vice e versa.

Era nítido que ele deveria ter muitas mulheres aos seus pés, mas eu estava enganada! Ele apenas era educado, e super simpático, aos poucos com palavras firmes porém muito doces e ao mesmo tempo safadas tomou conta da minha atenção, e eu nem percebi.

-Uau! Carlinha, você encontrou um sedutor?!

-Aline engraçado você falar isso, pois o nome dela é justamente Juan!

-Não acredito! - gritou Aline no telefone, tirando sarro da amiga.

-Pois bem aline, o que aconteceu depois foi a cereja do bolo.

-Carla me conta agora!

-Tá bom curiosa, então se segura na cadeira, porque lá vai…

Estávamos no céu, só nós dois, eu investi pois sempre fui dona de mim, independente, então não vi problema em provocar e dar um beijo naquele simpático e sedutor caiçara.

-E aconteceu!? -Perguntava Aline eufórica olhando pela janela do escritório já atônica.

-Sim amiga! E foi muito mais que isso…

o beijo, a mão firme, o suspiro dele, me deixou toda mole.

Fiquei toda mole ainda mais depois que ele me colocou sentada em uma espécie de banquinho no balão, sabe?

E me faz algo que foi único!

-Me conta agora o que ele fez Carla, anda va,i me conta por favor!

-Ele simplesmente me fez gozar com aquela boca sensacional, a cinquenta metros de altura!

-Não é possível, Carla! Você jura?

-Juro sim! amiga, foi uma das mais incríveis sensações da minha vida se não a mais incrível.

Aline então ouve uma batida na porta, era a nova cliente, querendo saber sobre a nova campanha sobre sua marca de biquíni, pois o verão carioca não podia esperar mais.

-Ai, Carla, preciso desligar cliente à vista!

-Entendi Aline; mas olha só, a noite nos falamos.

Estou muito impactada com essa história Carla, e super curiosa sobre o orgasmo feminino, um dia chega a minha vez.

Carla ficou pensando na última frase, pois a amiga que era baladeira, tinha ficantes fixos, e nunca tinha sentido um orgasmo?

Ao menos a sensação de ser admirada, e possuída, de uma maneira na qual a única vontade era ser possuída pelas mãos de um homem?

-Preciso saber mais sobre isso, imediatamente. - pensou Carla em voz alta.

A tarde passou… a noite chegou…

E Carla não parava de estudar sobre o assunto; para isso voltou nas lacunas mais sórdidas da história da sexualidade humana.

Desde lordes ingleses, criadores das torturas sexuais consensuais, até a descoberta do clitóris nos anos cinquenta.

Se aprofundou no errôneo trabalho de Freud sobre o prazer feminino, viu que Carl Jung tentou vivenciar o amor, teve um deslumbre caso, mas nada igual ao que ela tinha sentido.

Ela não conseguia entender exatamente o por que Platão, Aristóteles, e diversas outras mentes tinham errado e tão feio quando o assunto, era a teoria do prazer feminino.

Se a teoria estava errada, imagina a prática!!

-E se eu falar com o Juan sobre isso? Será que ele vai achar que sou louca? Lembro muito bem do catolicismo, evangélico, cristão, que rodeou não só a minha família, mas todas as gerações de mulheres que conheço.

-Por não saber sobre o assunto, muitas que conheci tentaram na prática encontrar o prazer, e o amor, em orgias, casas de show, massagens, e as mais malucas práticas fetichistas possíveis. Até onde eu sei tudo é muito complicado, sem graça, e consome muito a dignidade da mulher.

Carla então como burocrata extremamente perfeccionista ligou para Juan.

-Alô; Juan?

-Opa! oi carlinha tudo bem?

-Sim estou ótima, mas deixa eu te perguntar…

-Sim claro pode falar. - disse Juan enquanto preparava sua comida favorita, farofa com banana, acompanhada de carne moída.

-Juan eu….

Antes de ela completar, ele fez logo o convite…

-Eu sei o que você vai dizer carla; antes de tudo, não se preocupe com nada ta bom.

Relaxa! Respira… e venha até aqui que eu preparo a janta pra você, aliás… termino de preparar, pois já estou na metade.

A gente toma um café, um vinho, tenho um violão Velho aqui, podemos cantar desafinadamente olhando pro mar

..mais do que os peixes perderam a audição não vai acontecer.

Carla sorriu, um sorriso meigo e sincero, a espontaneidade de Juan era tão natural quanto a sua facilidade em proporcionar experiências incríveis, com pouca coisa.

Era como se ele entrasse no inconsciente feminino, sem fazer muito esforço.

Juan não fazia nada de caso pensado, ele quem havia alfabetizado a própria mãe, tinha perdido a mesma pelo próprio preconceito que ela tinha contra homens, pelo fato de sofrer décadas nas mãos de namorados e do álcool.

Juan era muito bem resolvido, seu lema era não magoar, para não ser magoado, para ele ser fiel a si mesmo não tinha preço.

Então o inconsciente feminino não tinha segredos nenhum, ele respeitava, e entendia a natureza feminina, e era seu admirador número um.

Ele sabia exatamente a funcionalidade da mente feminina, pois foi obrigado a conviver em um espaço onde nitidamente via os abusos que elas sofrem, e por outro lado o mesmo sofreu os mais diversos preconceitos das mesmas, por um mecanismo de defesa natural delas.

Ele nunca culpou nenhuma mulher por ser rígida ou ríspida, pelo contrário ele sempre usou da simpatia e bom senso, mostrando que ele era único.

Um homem que respeitava, pois não havia o por que não respeitar, condições milenares oprimiram as mulheres, ele sabia que não era culpa delas, e nunca jamais iria ser.

Porém ele também não tinha culpa alguma, em tudo isso então sua aproximação com qualquer ser do sexo oposto sempre era com a maior cordialidade possível, sendo assim, deixou muitas paixões pelo caminho.

Uma vida de sedução, pois se tornou natural todo o âmbito de respeito mediante as mulheres, e mais ainda, pois ele como adulto sabia muito bem dos desejos de ambos os sexos.

E como Juan também conhecia muito bem a si mesmo, sabia que relações eram complicadas em tempos de redes sociais, fofocas, perfis fakes, mentiras traições, vinganças…. E tudo o que o mundo moderno traz consigo.

Muito machucado por observar relações que nunca deram certo, ele analisou criticamente pontos onde ambos os sexos passam por situações desagradáveis, e ainda mais sério que isso, quando existe filhos no meio as crianças são as que mais sofrem.

Então o respeito dele foi obtido por sua sede de obter paz a si mesmo, e passar isso para o sexo oposto.

-Caramba! Hoje tenho companhia para jantar, será que ela vai gostar de uma comida Simples assim? -Pensa a ele em voz alta.

Se bem que não sou nenhum milionário, mas não sei se ela está acostumada com isso, se bem que pra ela seria uma experiência nova.

Devo confessar para mim mesmo que ela é única, tão angelical, mas tão burocrata ao mesmo tempo!

Acredito fielmente que aquele orgasmo foi único pra ela, pra mim foi simplesmente divino!

Quero sim repetir a dose, mas sinto que devo ir aos poucos com ela, pois pela minha experiência, mulheres são voláteis então todo cuidado é pouco.

Enquanto Juan pensava, e cantarolava, em voz alta, acabou queimando sua não na panela, na verdade um tacho enorme no qual cozinhava.

-Aí!! Caraca minha mão! Não acredito essa foi feia, mas não vamos reclamar né Juan! Pois a dor do parto seria bem pior.

- Exclamou ele, com cara de dor na cozinha.

-Pensando bem, a mulher passa por muita coisa, além de cólicas, dor do parto, assédio, que até hoje não entendi o porque de tudo isso é naturalizado principalmente o abuso!

Às vezes simples coisas como um assobio, já incomoda e muito. Eu odeio quando isso acontece, quando alguém me chama de gostoso eu sei que eu sou, nao precisa replicar a informação!

Cantadas baratas, naturalizadas, é uma coisa tão infantil!

Se o homem soubesse da entrega da mulher quando a conversa é agradável, quando toque é único, quando o corpo do homem se sobressai em cima do corpo da mulher…

O suor dela…. Os olhos virados… as veias do meu braço saltando a pulsando enquanto eu seguro o seu cabelo…

-Repetia Juan ao som de Frank Sinatra enquanto esperava Carla.

-Mas existem coisas que os homens não querem ver, observar, ou sentir. Por mim a melhor sensação do mundo, é uma mulher tendo espasmos musculares, gemendo em alto e bom som, enquanto, a minha língua faz o trabalho com o maior vigor possível.

Óbvio que são vários fatores… mas sei muito bem o que falo!

-Nossa! Será que ela está curiosa sobre a cena do balão? -Lembrou Juan curioso.

Será que ela sabe que eu sei muito, e posso fazer com calma….

Enfim quero mostrar a ela vários paraísos pois enquanto guio ela, eu também participo do passeio, esse clima fresco, o mar calmo, a lua imponente no céu, me inspira a entrar no inconsciente da carla, e mostrar para aquela burocrata de pele macia e sorriso impressionante, que seu fazer muito mais que a van filosofia de livros ensina.

Hoje farei um vislumbre do próprio inconsciente dela, pois seu orgasmo é uma ordem!

Exclamou Juan tentando repetir as músicas de Frank Sinatra, e temperando sua simples, porém saborosa janta, à espera de Carla.

Capítulo 3

CAPÍTULO 3

a busca

O fogo ardia, assim como o peito de Juan, que estava prestes a receber uma dolorosa notícia….

-Alô? -Atendeu o telefone com um sorriso no rosto, pensando ele ser sua intensa, e meiga Carla.

-Juan?

-Sim, ele mesmo

-Quem fala?

Uma voz trêmula deu a notícia….

-Me chamo Rebeca, filha do Amarildo, ele pediu para você vir até aqui.

-Aqui onde exatamente ?

-hospital, ele teve um mal súbito, os médicos estão fazendo os exames, mas pelo o que tudo indica sua ponte safena não está suportando todo o esforço que o coração está fazendo!

Sem pensar duas vezes, Juan pegou sua moto que ele mesmo havia reformado, e chegou no hospital o mais rápido possível.

Por ser um homem sem família, a presença de seu Amarildo trazia um leve conforto paterno para Juan.

-Olá, vim visitar o senhor Amarildo!

-Um minuto senhor; qual seu nome?

-Juan, por favor me deixe entrar!

-Senhor, tenha calma, vou avisar a senhorita Rebecca que o senhor chegou.

Antes do aviso, Rebeca entra na sala de espera, ela se encanta com Juan não necessariamente pelo seu jeito simples, sendo ela uma mulher de classe alta, casada com um médico paulista, cidade onde residia.

-Boa noite Juan pode vir comigo.

-Sim claro!

Chegando no elevador, o fato de Juan ser tão parecido com seu pai chama ainda mais a sua atenção.

Rebeca sempre buscou uma vida fora da Ilha, o jeito caiçara do seu pai sempre a encantou, porém ela queria conquistar o mundo, o mundo das novelas que ela acompanhava pela televisão.

Levando ela então, uma moça bonita e esperta a cursar enfermagem, anos depois se mudou para São Paulo, cidade Natal do neurocirurgião com o qual se casou.

-Juan eu sei que o momento é delicado, mas por favor não vamos falar alto, e nem provocar fortes emoções em meu pai.

-Entendo Rebeca, eu prometo.

Olhando atônito para seu Amarildo enrugado, Juan entristeceu os olhos, e antes da primeira lágrima cair Rebeca o abraçou, ele veio a lágrimas.

Passando a mão sobre seu rosto, ela disse…

-Calma, ele sempre falava de você, da Ilha da magia, de seu barco, o veleiro de vinte e cinco pés, que ele chamava de filha.

-Rebeca , não eu não conheço meus pais, não nitidamente como uma família, ele em anos foi uma inspiração pra mim.

Rebeca fica ainda mais encantada, com a sinceridade de Juan, bem diferente de seu arrogante marido.

Segurando a não de seu Amarildo, Juan se despede, pois ele sabia muito bem que a busca do velho companheiro havia chegado ao fim.

Seu celular tocou… era Carla preocupada, pois ela estava na casa de praia, e Juan não estava lá.

-Carla, desculpa, eu vim me despedir de um amigo, não sou o melhor em lidar com a morte e em despedidas, mas eu devia isso a meu velho amigo.

Rebeca apenas observava o olhar, o corpo, os lábios trêmulos de Juan, e tirando a conclusão de que aquele rapaz era único.

-Juan estou indo pra aí.

-Não precisa Carla eu….

-Precisa sim Juan!

Em poucos minutos Carla chega, encontra Juan no bebedouro no corredor e corre lhe dar um abraço.

-Juan, estou aqui com você!

-Obrigado Carla.

Rebeca logo tirou a conclusão que o melhor amigo de Seu pai tinha uma namorada, porém, Rebeca já cansada de sua relação mórbida, decidiu se aproximar da situação.

-Prazer, me chamo Rebeca.

-Prazer Rebeca, sou a Carla.

-Então você é a namorada do Juan.

Um silêncio tomou conta do ambiente, Carla como mulher, reconhecia muito bem a personalidade de outra mulher…

-Rebeca; acredito que o assunto aqui seja a melhora de seu pai.

Imediatamente percebeu que Carla estava na defensiva, e que Juan não estava disponível, não para participar da sua relação regada a swing em casas específicas para o assunto, como fazia com seu marido.

-Juan você deve estar com fome, vem comigo. -Replicou Carla segurando firme em sua mão.

Um cachorro quente, sentado no meio fio da calçada, à luz da lua, em frente ao hospital, foi a escolha para Juan.

-Achei a filha do seu Amarildo meio estranha juan, não parece estar triste pelo próprio pai.

-Jura?

-Sim.

-Bom; ela parece ser simpática

-Juan, eu conversei apenas uma vez com ela, mas posso estar enganada.

Na sala do CTI seu Amarildo se despedia de sua busca pela vida.

Rebeca sai do hospital, grita por Juan.

-Juan eu preciso de você!

Indo ao encontro de Rebeca que estava aos prantos, Juan a acalmou.

Carla logo atrás, com os braços cruzados percebeu Rebeca apertando exageradamente o corpo de Juan, em um abraço o que era desnecessário para alguém enlutada.

Carla então toma o controle da situação e diz

-Juan eu sei como você está, não se preocupe, eu cuidarei de você hoje.

Juan gostava da presença de Carla, sua força, e doçura, faziam bem a ele.

-Tá bom Carlinha, cachorro quente, mar, eu você e a minha famosa farofa de banana.

Rebeca se desmoronou em inveja..

-Como assim? Eu sou a enlutada aqui!

Sou eu quem Juan deveria dar atenção, eu já estou em uma relação aberta que mal tem em eu e ele esquecermos do luto em meu quarto de hotel?

-Pensou ela…. Fingindo lágrimas pelos olhos, e mordendo os lábios com as sobrancelhas baixas olhando para Carla.

A noite ficou cada vez mais clara pela lua, Juan e Carla agora já na casa de praia em uma rede, olhando o mar estavam a saborear sua culinária.

-Juan; hoje foi um dia cheio de emoções.

-Verdade, mas sabe que você me trás uma segurança.

Como assim Juan?

-Não sei explicar, mas estar perto de você, seria como poder desbravar um poema, até ele me entregar os segredos do autor.

-Sabe que eu estou me envolvendo, doutor Juan -disse ela sorrindo.

Juan sabia admirar a lua através de seus olhos, sua pele macia lhe provocava, desejos, seus lábios tão macios…

Não demorou para ele se aproximar, pegar em seu cabelo na parte de trás lentamente trazendo, ela até seus lábios…. Ele sentia sua respiração ofegante, em segundos ela iria de entregar….

Antes de ele sequer desbravar seu corpo ela mesmo tomou a iniciativa…

Subindo em cima dele, os movimentos de seu quadril eram naturais como se seu corpo soubesse oque procurava.

Mas Juan não queria algo tão intenso assim de primária, pois eles tinham a noite toda.

Lentamente ele a deixou sentada na rede, colocou seus braços em torno de seu pescoço, levantou ela em seu colo, com as pernas entre a cintura dele.

Ele queria a levar para o quarto, mas ela eufórica totalmente entregue em um movimento apenas conseguiu com que Juan desbravasse onde nenhum homem havia tocado antes.

Juan percebendo a intensidade do momento entre movimentos cíclicos a levou carregada em sua cintura até a cama.

Ela sabia do potencial de sua boca então antes mesmo de ele decidir qualquer manobra, decidiu de caso pensado que antes dele a colocar na cama, ela se viraria e jogaria ele em cima do colchão.

Assim foi feito… era instintivo vendo ele jogado na cama ela segurou forte na cintura de Juan, desceu beijando sua barriga e lhe proporcionou a melhor sensação de sua vida com seus lábios molhados.

Juan enlouqueceu..

-Carla! Que delícia!

-Fica quietinho, e deixa comigo Juan.

Ela parecia experiente, mas apenas estava totalmente confiante e queria retribuir todo e qualquer prazer que seria proporcionado à ela, pois ela sempre buscou a reciprocidade, com prazer então... algo que ela nunca havia experimentado até esse dia, ficou tudo universalmente excitante para ela.

Noite adentro a palavra prazer reinava entre os dois, a busca de um, completava o outro, até o ponto em que as pernas não aguentavam mais, a boca secava; o suor de fazia presente… e os dois quase desfalecidos entre um orgasmo e outro, finalmente descansaram.

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