Capítulo 2

- O que é isso? - Adam perguntou confuso, mas, um segundo depois, percebeu as intenções do amigo. - Você está planejando drogá-la? - perguntou ele discretamente, sussurrando, um tanto impressionado.

- O quê? Não..." Gianfranco fingiu estar ofendido. - É claro que não vou drogá-la... Isto é..." Ele apontou para o frasco, enquanto olhava para cima, um tanto pensativo. - Isso é algum tipo de estimulante.

- Como dr0gas..." Adam levantou uma sobrancelha em descrença.

- Não, não é assim...", esclareceu Gianfranco.

- Vamos ver, amigo... Então nos explique o que pretende fazer com isso? - Ryan interveio com curiosidade.

Gianfranco já havia virado o bar e pedido duas taças de champanhe.

- Megan está apenas tentando se fazer de difícil comigo, você sabe como são as mulheres bonitas, elas resistem no início, se fazem de difíceis... - Gianfranco estava explicando, quando o barman já lhe trazia as duas taças de champanhe servidas. - Mas, no final, ela será minha, não importa o quanto ela resista... Só vou acelerar o processo um pouco mais...

Assim que o barman se virou e com cuidado para não ser visto por ninguém além de seus amigos, Gianfranco abriu a pequena garrafa, liberando o líquido em uma das taças de champanhe.

- Como eu lhe disse, isso é apenas um estimulante, uma espécie de afrodisíaco muito forte, que deixará Megan louca, fará com que ela me deseje, se entregará a mim de bom grado, sem restrições... Assim que ela me provar e conhecer os prazeres da intimidade comigo... - Um sorriso malicioso se formou nos lábios de Gianfranco, enquanto ele pegava as duas taças de champanhe. - Ele não conseguirá sair do meu lado.

Os três homens sorriram um para o outro, como se um deles tivesse contado uma piada. Gianfranco deu meia-volta e retornou à sua mesa, ao lado da namorada, com as duas taças nas mãos.

- Amor... eu lhe trouxe outra bebida.

Gianfranco chamou Megan, que estava absorta observando a banda tocar no palco.

A jovem deu um pequeno sobressalto quando se virou e seu namorado lhe estendeu uma nova taça de champanhe, que ela aceitou.

Megan se sentiu mais aliviada, pois parecia que Gianfranco havia se esquecido do encontro que teriam depois da festa.

Ele começou a se comportar com calma, gentilmente, como um cavalheiro, e a irritação que havia demonstrado apenas alguns minutos antes havia desaparecido completamente.

A jovem relaxou, começou a conversar com o namorado sobre assuntos triviais enquanto bebia de seu copo, porém, com o passar dos minutos, Megan começou a sentir uma sensação estranha.

Apesar de haver ar-condicionado, ela sentiu a sala ficar mais quente, como se alguém estivesse aumentando a temperatura gradualmente, fazendo com que ela bebesse o champanhe muito mais rápido do que o normal.

Depois de meia hora, ela sentiu que a temperatura de seu corpo havia aumentado completamente, era um calor estranho que a percorria por dentro.

Seu coração estava acelerado, um formigamento incomum crescia em seu estômago, Megan estava começando a se sentir ansiosa, o que estava acontecendo com ela, será que o champanhe a havia machucado, mas ela não se lembrava de ter bebido tanto.

- Há algo errado, amor? - perguntou Gianfranco de repente, notando como a respiração de Megan estava mais agitada, suas bochechas coradas, era óbvio que o estimulante estava começando a fazer efeito.

- Não... Não... Eu... - gaguejou ela, sentindo uma chama consumindo-a por dentro. - Com licença..." A jovem se levantou da cadeira de repente. - Acho que preciso ir ao banheiro.

- Gostaria que eu a acompanhasse? - perguntou Gianfranco, mostrando uma expressão preocupada.

- Não, estou bem... De verdade... Só preciso me refrescar um pouco. - Ela respondeu, virando-se e cambaleando para trás.

- Oh, não, querida, deixe-me ir com você, parece que o champanhe fez efeito, você bebeu demais? - Ele se levantou, parando ao lado dela para pegar a mão da namorada.

Os dois caminharam em direção aos banheiros, enquanto Megan tentava andar direito, ela se sentia envergonhada, como pôde se permitir ficar bêbada a esse ponto?

Na entrada do corredor que levava aos banheiros, Gianfranco observou a namorada se afastar para entrar no banheiro feminino, enquanto um sorriso se insinuava em sua expressão.

O estimulante que ele havia usado já estava funcionando, com certeza, e em pouco tempo ele levaria Megan embora para continuar com seu plano.

- Cara, o que você está fazendo aqui? - Adam se aproximou dele por trás e parecia um pouco animado.

- O quê? - Gianfranco olhou para ele confuso.

- O novo CEO, Albert Collins, chegou. - Adam anunciou.

- Em que momento?

- Assim que você saiu do bar, ele entrou e ficou conversando com todo mundo...

- Por que não me avisou antes? - Gianfranco bufou de irritação.

- Tentei chamá-lo, mas você estava muito concentrado na sua namorada... - explicou Adam.

- Onde está o Collins? - O homem começou a olhar em volta.

- Não sei, até um pouco atrás, ele estava conversando com alguns gerentes...

- Não importa, vou procurá-lo... - Gianfranco deu alguns passos e parou, Megan ainda estava no banheiro.

Ele pensou por um momento, o estimulante já estava fazendo efeito e Megan estava no banheiro, o que aconteceria se ela saísse e não o encontrasse?

Gianfranco olhou para o relógio em seu pulso, ele ainda tinha tempo antes que o efeito do estimulante se tornasse mais intenso, ele iria e se apresentaria ao herdeiro como deveria, era o que ele estava esperando e ele tinha que começar agora, apresentando-se, porque em pouco tempo, ele se tornaria seu amigo.

Era isso que ele tinha de fazer, concluiu Gianfranco, conversaria por alguns minutos com Collins e depois voltaria para buscar a namorada.

Se ela saísse antes do banheiro, com certeza o esperaria na mesa, não havia com o que se preocupar, afinal, parecia que ele estava com sorte naquela noite, pois tudo estava correndo perfeitamente.

*

Megan estava agarrada à borda do balcão da pia, tinha se refrescado um pouco e tomado água, mas isso não a ajudou em nada.

Ela estava se sentindo cada vez pior, cada vez mais tonta, com a visão embaçada às vezes, com aquela estranha sensação de calor crescendo dentro dela.

Seu corpo gritava com ela, sua pele queimava e, em vez de pensar em ir para casa descansar, em sua mente só passava a ideia de voltar para Gianfranco e sair sozinha, para aquele encontro que ela havia rejeitado.

Algo estranho e novo estava se formando dentro de Megan, algo intenso, uma espécie de desejo.

Ela só conseguia pensar nos lábios do namorado beijando-a, nas mãos dele acariciando sua pele e, com essas imagens em sua mente, sua barriga latejava freneticamente.

"O que está acontecendo comigo?", ela se perguntava enquanto se olhava no espelho, "tenho que me controlar...", ela inalou profundamente, sua mente estava ficando nebulosa, era como se ela não conseguisse pensar com clareza e ser coerente.

Ela estava agarrada com força à parte superior da pia, sem nem mesmo perceber que algumas mulheres passavam por ela, de lado, olhando-a de forma estranha.

Ela já estava no banheiro há muito tempo e só queria fazer uma coisa: voltar para Gianfranco. Então, sentindo-se mais tonta do que antes, a garota saiu do banheiro e voltou pelo corredor, segurando-se na parede e, logo na entrada do corredor, viu-se nos braços do namorado, no qual se jogou sem hesitar.

- Nós deveríamos ir...", Megan murmurou, levantando o rosto para olhar para o namorado, mas sua visão estava embaçada novamente.

- O que foi? - respondeu ele.

- Por favor, eu quero ir embora com você...", ela murmurou suplicante. - Eu quero fazer isso, quero me entregar a você, esta noite... Vamos lá.

*

Albert Collins era o homem que todos esperavam ver, o herdeiro da família Collins/Sinclair, que em um futuro próximo se tornaria o homem mais rico e poderoso do país, havia chegado a uma importante festa organizada em sua homenagem.

Ele havia acabado de voltar do exterior, onde passou os últimos cinco anos fazendo seus estudos universitários, nos quais já havia se formado com louvor.

Por esse motivo, seus pais, Maximo e Isabella, o designaram para assumir o comando de uma das maiores empresas da família, o que lhe daria prática e seria uma boa experiência para sua futura posição como chefe da família.

É claro que isso era apenas um aprendizado, pois Albert tinha muito a aprender, mas ele tinha que começar de algum lugar.

Albert chegou ao enorme salão, que havia sido finamente decorado, e somente pessoas da mais alta sociedade estavam presentes para receber o novo CEO da empresa.

Assim que o homem entrou, um turbilhão de pessoas começou a se aproximar dele, todos queriam se apresentar, todos queriam apertar sua mão, todos queriam ser seus amigos sem nem mesmo conhecê-lo. Era uma situação constrangedora, pois Albert estava em uma situação de risco.

Era uma situação constrangedora, carregar o peso do sobrenome de sua família não era fácil.

A maioria das pessoas sorria hipocritamente para ele, as mulheres o abordavam com interesse e todos sempre queriam obter algo dele.

É por isso que Albert detestava esse tipo de evento, para o qual ele vinha apenas como um compromisso e onde não pretendia ficar por muito tempo.

Por decência e pelas boas maneiras que havia aprendido, Albert estendia a mão a todos que podia, sempre mantendo-se sério e formal.

Todos que o conheciam à primeira vista acabavam pensando que ele era um homem mal-humorado e arrogante, assim como seu pai, mas para sua família e amigos mais próximos, Albert era exatamente o oposto, era um homem amoroso, gentil, sociável e muito bem educado.

Depois de um longo tempo de saudação e de uma conversa com alguns gerentes sobre as principais questões da empresa, nas quais ele estava interessado, Albert decidiu que era hora de ir embora.

O homem se desculpou e foi para os banheiros, usando isso como desculpa para ir embora.

Quando ele chegou à entrada do corredor, uma mulher praticamente se jogou em seus braços.

- Devemos ir...", murmurou a mulher, erguendo o rosto e fazendo com que o coração de Albert pulasse uma batida.

A beleza daquela jovem lhe causou um grande impacto, pela primeira vez em sua vida, Albert se sentiu nervoso na presença de uma mulher, seu corpo reagiu à proximidade daquela visão de mulher, apesar de ela ser uma completa estranha.

- O que foi? - respondeu ele, atônito, sentindo seu pulso acelerar.

- Por favor, eu quero ir embora com você...", ela sussurrou suplicante. - Eu quero fazer isso, quero me entregar a você, esta noite... Vamos.

Capítulo 3

- Ei, senhorita...!

O acompanhante que acompanhava Albert se aproximou com a intenção de tirá-la de cima dele, pois não era a primeira vez que uma mulher se jogava nos braços de seu chefe, incomodando-o.

Mas, nessa ocasião, Albert levantou a mão em um movimento rápido, sinalizando para que ela parasse.

A jovem ainda o estava observando, parecia não ter notado o acompanhante ou estar ignorando-o completamente, ela estava apenas olhando para Albert.

Os olhos daquela bela jovem haviam se tornado um poço azul no qual Albert podia mergulhar, pareciam pouco cristalizados, o que lhes dava um brilho especial.

Suas bochechas coradas indicavam que ela estava envergonhada, mas a maneira como ela se agarrava ao corpo dele dava para perceber que havia desejo e paixão genuínos.

Não era a primeira vez que uma mulher bonita se jogava em seus braços, convidando-o para a cama, mas era a primeira vez que ele sentia o mundo parar com a simples visão dela.

Ele parecia fascinado, e quem não ficaria, pela beleza de tirar o fôlego dessa mulher. Albert engoliu, ainda inseguro do que estava prestes a fazer.

- Tem certeza? - perguntou ele, ainda olhando-a nos olhos com grande seriedade.

- Sim, por favor, leve-me com você, quero que fiquemos sozinhos, estou pronta para me entregar a você..." Ela praticamente ronronou, fazendo com que os pelos da pele dele se eriçassem.

Albert pegou a mão dela com decisão e fez um sinal para sua acompanhante que significava apenas uma coisa: eles tinham que deixar o local agora mesmo, mas discretamente.

Então eles deixaram a festa, mas alguém os estava observando de longe.

*

Irritado e frustrado, Gianfranco se cansou de andar pelo enorme salão, procurando o único motivo pelo qual havia comparecido à festa, para conhecer o herdeiro e novo CEO da empresa em que havia investido.

No entanto, ele não o encontrou. Entre resmungos e a sensação de que havia perdido seu tempo, Gianfranco decidiu voltar para buscar a namorada. Primeiro, foi até a mesa, pensando que já havia passado tempo suficiente para que ela voltasse dos banheiros, mas ela não estava lá.

Ele decidiu ir para os banheiros, não a viu por perto, nem no corredor, para onde aquela mulher tinha ido, já que ele não tinha conseguido encontrar o tal Collins, pelo menos ele tinha que se divertir com Megan e não podia perder mais tempo.

Gianfranco estava tão irritado que estava prestes a entrar no banheiro feminino, quando a mão de um homem, segurando-o pelo ombro, o impediu.

- Gianfranco, espere...

- Ryan? - Gianfranco se virou para o amigo, parecendo confuso e mal-humorado. - O que você quer?

- Está procurando sua namorada, não está? - disse o homem, captando o interesse de Gianfranco. - Eu a vi...

- Para onde, onde está Megan? - Gianfranco começou a olhar em volta, esperando que Ryan a indicasse.

- Ela se foi...

- O quê?! - Gianfranco praticamente cuspiu.

- Eu a vi sair, ela saiu acompanhada por dois homens e estava segurando a mão de um deles, com um monte de... Querida. - Ryan murmurou com uma expressão chocada.

- Não, não, não, não, isso é impossível...", gaguejou Gianfranco, perplexo. - Com quem ela foi?! Quem eram aqueles homens?! - gritou ele, perturbado.

- Eu não... eu não sei! - respondeu Ryan, nervoso, diante da explosão de Gianfranco. - Eu os vi por trás e eles estavam longe, só sei que eram dois homens e era ela, tenho certeza, eu a reconheci pelo vestido, ela estava saindo do banheiro feminino!

Isso foi o suficiente para Gianfranco confirmar que o que Ryan disse era verdade. Megan, sua namorada, a mulher que ele convidou para esse evento de prestígio, a que ele pagou pelo vestido, sapatos e estilista, a que ele orgulhosamente apresentou na frente de todos como sua namorada, tinha saído com dois homens.

Gianfranco correu imediatamente em direção à saída, pois talvez ainda pudesse encontrá-la, mas, por mais que se virasse, não via nenhum rastro dela, a vadia muito ingênua havia desaparecido com dois homens.

A fúria se desencadeou no homem, que deixou a festa, indignado, mas isso não ia ficar assim.

*

Albert estava no banco de trás da limusine ao lado da jovem, que não saía do seu lado, pelo contrário, não parecia nem um pouco constrangida, estava cada vez mais perto dele, tentando tocá-lo.

- Ei, ei, espere..." Albert a agarrou pelos ombros, impedindo-a. Ele tinha suas dúvidas sobre o que estava acontecendo.

Ele tinha suas dúvidas sobre o que estava acontecendo e o que estava prestes a acontecer.

- O quê? - ela praticamente gemeu.

Albert congelou por um segundo, cada movimento e som daquela linda mulher era como uma invocação que o chamava para fazer o proibido.

- Você ao menos sabe quem eu sou? - ele perguntou, olhando para ela, enquanto ela continuava olhando apenas para os lábios dele.

- Claro, como eu poderia não saber? - respondeu ela com uma expressão intrigada.

- Então me diga...

- O quê? - ela perguntou, deixando-o confuso, essa mulher estava brincando com ele?

- Diga-me quem eu sou...

- Você é o homem da minha vida...", ela pensou, afastando as mãos dele e segurando sua gravata para aproximar seu rosto, ele podia sentir seu hálito quente, aquele perfume doce e floral que emanava dela.

- Qual é o seu nome? - Albert sussurrou em seu rosto.

- Por que você pergunta isso? - Ela sorriu incrédula, parecia não entender.

- Eu quero ouvir seu nome...", Albert murmurou seriamente.

- Ah... Você quer brincar, querida..." Um sorriso sensual se desenhou nos lábios da mulher, que praticamente pulou em cima de Albert, batendo os lábios furiosamente, para se separar um momento depois. - Não preciso de apelidos bobos, sabe, apenas me chame de Megan.

- Megan? - Albert estava tentando recuperar o fôlego após o beijo apaixonado que a mulher lhe deu. - Qual é o seu sobrenome, Megan? - A mão dele escorregou pela fenda do vestido dela, seus dedos percorrendo as coxas dela para cima e para baixo.

- Por favor..." Ela sentiu uma corrente percorrer seu corpo com a carícia dele. - Não quero mais falar... Beije-me. - Ela implorou em um sussurro e não era mais necessário pensar nisso.

Seus lábios se chocaram com desejo, suas línguas dançaram para frente e para trás, suas mãos se apertaram e se acariciaram o máximo que puderam, as roupas não permitiam mais toques, o que já estava incomodando Megan.

Ela tentou desesperadamente abrir os botões da camisa dele, já que ele não estava mais usando o paletó, mas ele a impediu.

- Espere só mais um pouco, Megan... Chegamos ao hotel.

A luz de um saguão luxuoso dominou a jovem, que ainda estava atordoada, tonta e com a visão embaçada, abaixou o rosto, agarrando-se ao braço de seu companheiro. Albert entendeu seu gesto como uma afirmação do desejo que ela sentia.

Albert quis ser um cavalheiro e tentou oferecer algo para Megan beber, mas ela nem sequer ouviu sua oferta e novamente se jogou sobre ele.

Albert a tomou em seus braços como uma garotinha, incapaz de separar seus lábios dos dela e, tão ansioso quanto ela, levou-a para o quarto.

Com cuidado, ele a deixou cair na cama e se afastou por um momento, virando-se para começar a desabotoar a camisa, mas depois de um momento, instintivamente, ele se voltou para ela, apenas para verificar se era real, se essa deusa estava ali.

Megan estava de pé ao lado da cama, completamente nua, com o vestido e a roupa íntima aos pés.

Ela era perfeita, sua pele branca e macia, suas curvas, não muito proeminentes, mas definidas, emoldurando a beleza de sua feminilidade, aquelas mechas brilhantes de cabelo loiro, os lábios e as bochechas corados e aqueles olhos azuis deslumbrantes, capazes de parar seu coração.

Albert deu um passo à frente, praticamente perplexo.

- Tem certeza disso? - ele perguntou novamente, deslizando gentilmente a mão pela bochecha dela. Megan fechou os olhos de prazer com o toque dele.

- Eu nunca tive tanta certeza na minha vida... Eu quero você como nunca quis nada no mundo...", ela murmurou com os olhos fechados.

Aquelas palavras foram o início de um incêndio entre os dois, Albert se jogou sobre ela, luxurioso pelo apetite de possuir essa mulher linda e sensual.

Eles caíram juntos na cama, no meio de um beijo apaixonado, desesperado, Megan praticamente começou a puxar as roupas de Albert, que acabou rasgando-as para ajudá-la.

As mãos dele a apertavam, seus lábios percorriam toda a pele dela, saboreando-a, Megan se contorcia sob ele. Os gemidos e as lamúrias dela serenavam os instintos mais básicos dele.

Albert nunca havia sentido nada parecido com isso antes. Ele havia estado com várias mulheres e, é claro, foi prazeroso, mas essa mulher foi muito além do prazer.

Seu cheiro, seu sabor, sua beleza, sua paixão, era como um sonho que se tornava realidade, ela não o havia hipnotizado, não o havia enfeitiçado, ela o havia idiotizado completamente.

Como ele poderia esquecê-la? Não! Ela não era apenas mais uma noite, ela era muito mais do que isso, como Megan havia dito a ele: "Você é o homem da minha vida...". Bem, isso é exatamente o que Megan seria para ele, a mulher de sua vida.

Os beijos e as carícias continuaram, a mulher estremeceu várias vezes com os movimentos de Albert e, quando ele desceu até sua barriga, ela estava completamente molhada.

Incapaz de se conter por muito mais tempo, Albert se acomodou entre as pernas dela, tentando penetrá-la, mas não esperava ter uma surpresa incrível.

Aquela deusa, aquela visão de mulher era virgem, ela estava esperando por ele, ela foi feita para ele.

A jovem era bastante apertada, Megan gemia cada vez que ele tentava ir mais fundo, então ele se deteve para não machucá-la, mas ela parecia desesperada, continuava pedindo que ele continuasse, com aquela expressão de desejo e as bochechas cada vez mais vermelhas.

Com muito cuidado, com o máximo de tato possível, Albert entrou lentamente em sua intimidade, arrancando um grito dela, enquanto ele soltava um rosnado do fundo do peito.

Estava feito, ela pertencia a ele, ele tinha sido o primeiro homem a possuí-la.

Lentamente, ele continuou a se mover, até que os gemidos de Megan foram substituídos por gemidos novamente e os movimentos de Albert se tornaram mais fortes e, juntos, eles chegaram ao clímax.

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