Capítulo 2

ELENA PETERS

A viagem foi silenciosa. Não trocamos uma palavra desde que saímos da boate. Meu coração batia tão alto que rezei para que ele não ouvisse todo aquele caos.

Olhar para ele foi um erro, porque agora eu estava encarando seu pomo de adão subindo e descendo.

Oh, deusa! Santa deusa! Não me deixa fazer isso!

Olhei pela janela, tentando acalmar o coração acelerado, mas então percebi que não era o caminho para minha casa.

"Aonde você está me levando?", perguntei, quase em pânico.

"Para minha casa", respondeu ele com a voz profunda e animada. "Trent ligou. Disse que não ia voltar para casa hoje à noite. Qualquer reunião que ele esteja tendo vai durar a noite toda. Então achei que você deveria passar a noite na minha casa."

Lágrimas turvaram minha visão diante de mais uma lembrança cruel da traição de Trent. Mantive os olhos voltados para a janela, recusando-me a deixá-lo ver minhas lágrimas.

"Por que estava bebendo, Elena? Aconteceu alguma coisa?"

"Nada", respondi secamente. Eu nunca poderia contar a ele que seu filho perfeito estava me traindo. E com minha irmã.

"Não é nada, mas tudo bem se você não quiser falar sobre isso", ele disse de forma neutra.

Ficamos em silêncio até entrarmos no seu condomínio. Ele desligou o carro e eu saí rápido, secando os olhos.

Ele também desceu e veio pegar minha mão, mas me afastei de seu alcance.

"Você não precisa me segurar. Consigo andar perfeitamente sozinha."

"É, eu acreditaria nisso se você não tivesse se afogado em copos de uísque", ele retrucou, segurando minha mão com força.

Mais uma vez, ele estava dominando e nunca aceitava um não.

Por que ele tinha que ser meu sogro?! Não era justo!

Entramos em sua casa, que estava estranhamente silenciosa.

"Onde está a Tia?", perguntei, olhando para ele. Tia era como eu chamava a mãe de Trent, minha sogra, e sua companheira.

Havia histórias de que ele tinha uma companheira antes de conhecê-la. Então, ela não era sua companheira destinada, mas sua companheira escolhida. Bem, eu não sabia o quanto isso era verdade.

"Ela foi visitar uma amiga. Vai passar a noite lá."

Meu coração disparou. Espera. Então... éramos só eu e ele aqui, sozinhos? Eu puxei a mão com força da sua assim que chegamos à escada. Subi dois degraus de cada vez, ansiosa para me afastar dele.

Mas então, torci o tornozelo e quase caí, soltando um grito.

Mãos firmes me seguraram por trás, e aquele cheiro de novo me deixou quase sem controle.

"Está vendo o que acontece quando você deixa uma mulher embriagada andar sozinha? Ela acaba se machucando toda."

Havia um chiado de raiva e algo mais sombrio em sua voz. De repente, ele me ergueu nos braços no colo, subindo as escadas.

Minhas mãos estavam em volta do seu pescoço e eu me esforçava para não olhar seu rosto. Ainda bem que chegamos ao quarto de hóspedes e ele finalmente me colocou na cama, longe de todo o calor que emanava do seu corpo. Ou era do meu?

Olhei rápido ao redor e meu coração deu um salto. Não era o quarto de hóspedes!

"Por que você me trouxe para o seu quarto?"

"Porque preciso tratar seu tornozelo. Já volto." Ele saiu e, segundos depois, voltou com uma bolsa de gelo.

Ele sentou na cama, colocando minha perna com cuidado sobre sua coxa. Meu Deus, mas minha boceta estava encharcando a calcinha só de sentir suas mãos na minha pele.

E minha perna tão perto do seu pau me deixava ainda mais perigosamente excitada. Se eu não soubesse melhor, acharia que ele estava me seduzindo de forma sutil.

E meu coração solitário e minha mente embriagada estavam caindo nessa.

"Por que você estava chorando?" A pergunta foi feita tão baixo que quase não ouvi e ele olhou para mim. "Brigou com meu filho?"

Lutei para encontrar uma resposta adequada. "Não é nada que não possamos consertar."

Mas será que realmente podíamos consertar isso? Eu realmente conseguiria ignorar e perdoar o que Trent estava fazendo com minha irmã? Eu não sabia, mas achava que não conseguia, pois era uma traição grande demais.

"Se ele te faz chorar, então vale a pena consertar?" Sua pergunta bagunçou minha cabeça enquanto eu tentava entender o significado por trás dela.

Quando ele se levantou e saiu do quarto, suspirei aliviada, mas a porta se abriu novamente e ele voltou.

Dessa vez, ele entrou direto no banheiro sem dizer uma palavra. Eu estava me contorcendo na cama, achando impossível ficar calma, sabendo que ele estava nu lá dentro.

Minutos depois, ele saiu usando apenas uma cueca e passando uma toalha no cabelo. Seu corpo musculoso estava molhado e delicioso de se olhar.

Meus olhos se arregalaram para a protuberância cheia entre suas pernas. Deixei meus olhos se deliciarem também com seus abdomens e depois com a tatuagem sexy no peito.

Um trem de pensamentos sujos e alucinantes invadiu minha mente, me forçando a sentar.

Querida deusa, mas eu não achava que conseguiria mais me segurar.

Coloquei devagar as pernas no chão, respirando fundo, fundo, para a minha próxima ação.

Que se dane! Isso seria minha vingança suja contra Trent. Ele ia saber como era levar uma facada nas costas de quem ama.

Caminhei mancando devagar até ele, que parou de mover a mão que segurava a toalha.

"O que foi?", ele perguntou com firmeza, olhos verdes vasculhando os meus.

Minha mão agarrou a protuberância e ele estremeceu, mas não se afastou. Sua mandíbula estava tremendo de novo e seus olhos escureceram.

"Eu posso ajudar você a aliviar essa ereção. Se você deixar." Eu era uma completa vadia agora, uma audaciosa. Porque diabos eu não estava fugindo quando ele me lançava aquele olhar ardente?

"Você está louca, Elena." Ele cerrou os dentes enquanto as pestanas tremiam, mas não se afastou.

"Sim, sim, estou." Me arranja um psiquiatra amanhã de manhã, mas agora, eu realmente queria prová-lo.

Sem mais palavras, eu me ajoelhei e puxei devagar sua cueca.

De novo, ele não se afastou, nem me impediu. E então, peguei seu pau duro e lambi a cabeça rosada, provando seu pré-gozo.

Um grunhido agudo escapou de seus lábios e suas pernas vacilaram levemente. Algo nisso me incentivou e eu comecei a chupá-lo, engolindo metade do comprimento.

Deusa, ele tinha um gosto incrível! Eu me engasguei com seu pau e ele grunhiu de novo, agarrando meu cabelo.

Brinquei com suas bolas enquanto subia e descia mais rápido.

"Foda-se", ele se afastou de mim, com a respiração irregular. Sem aviso, me ergueu do chão e me jogou na cama.

Meus olhos se arregalaram com a velocidade com que ele tirou a cueca. Ele veio para minhas roupas, tirando tudo de uma vez.

Seus dedos brincaram com meu clitóris, me deixando louca de gemidos. Ele estava masturbando o pau e segundos depois estava entrando em mim.

"Ai...", eu gemi com sua entrada. Ele entrelaçou nossas mãos e as prendeu acima da minha cabeça, seu peso me aprisionando enquanto ele socava minha boceta.

Meu sogro gentil e tranquilo era um monstro na cama. Percebi tarde demais... Não havia nada de gentil em suas estocadas. Ele me mandava para o inferno erótico com estocadas brutais!

Eu era um caos de guinchos e gemidos. E ele era um caos de grunhidos, nos levando selvagemente a um orgasmo alucinante.

"Você pediu por isso, Elena. Não esqueça", ele sussurrou no meu ouvido, indo mais fundo como se quisesse que minhas paredes sentissem seu pau, como se quisesse deixar uma marca permanente em mim.

"Sim...", minha voz saiu envolta em gemidos enquanto nós nos movíamos no seu ritmo rápido. "Sim, eu pedi..."

"Então você nunca vai se arrepender. E nunca vai fingir que não aconteceu." Ele me moía agora, arrancando gemidos baixos dos meus lábios.

"Sim..."

"Você é minha. Minha, porra." Ele me beijou, prendendo meus guinchos enquanto dobrava o ritmo das estocadas até eu ter um orgasmo explosivo, me deixando sem ar.

Ele grunhiu, gozando bem dentro de mim. Ficamos sem fôlego e, depois de alguns segundos, ele rolou para o lado.

Eu estava exausta e corada. Meus olhos se fecharam fracos, sentindo tontura. Em algum lugar entre a realidade e o devaneio, achei ter ouvido ele dizer algo...

Algo que soava quase como um pedido de desculpas e mais algumas palavras que não faziam sentido.

"Desculpa..."

"...Foi o único jeito que eu tive de te atrair para meus braços."

Capítulo 3

ELENA PETERS

Quando meu celular vibrou, fiquei paralisada. Porém, quando verifiquei o identificador de chamadas, meu coração se afundou, porque não era o homem que eu esperava.

Já fazia uma semana desde a noite que passamos juntos. Com certeza eu estava sob o efeito do álcool quando disse que não me arrependeria do que aconteceu.

No dia seguinte daquela noite, quando cheguei em casa, chorei até não poder mais. Nunca pensei que faria algo tão baixo como dormir com outro homem que não fosse meu companheiro, e pior ainda, com seu pai, o que me fez me sentir péssima.

Naquele momento, o odiei e não queria mais falar com ele. Porém, alguns dias depois, esse ódio se transformou num desejo ardente e incontrolável.

Eu sempre ficava tentada a ligar para aquele homem, mas quando pegava meu celular, perdia a coragem. Ele não me ligou e nem nos vimos mais, o que me deixou ainda mais inquieta, Pensei que ele estava me ignorando ou que o que tivemos não significou nada para ele, a ponto de não querer manter contato comigo.

Talvez para ele tivesse sido apenas um caso casual, nada mais, e embora eu devesse estar feliz com isso, uma parte de mim estava sofrendo muito.

Me corrija se eu estiver errada, mas ele não me fez prometer que não fingiríamos que nada aconteceu? Então por que ele estava fazendo isso?

Será que ele não estava sendo sincero quando disse aquelas palavras? Elas foram ditas apenas para apimentar o momento? Ele estava se arrependendo tanto quanto eu?

Talvez para ele isso não significasse nada, e também não deveria significar nada para mim, mas meu coração solitário parecia desejá-lo irremediavelmente.

Olhando para seu número novamente, balancei a cabeça, decidida a não ligar. Então, enxuguei minhas lágrimas e desci para tomar o café da manhã.

Trent já estava sentado e mexendo no celular, mas o guardou rapidamente quando me viu.

Por quê? Ele estava falando com Tracy? Era difícil para mim confrontá-lo sobre isso, então acabei não fazendo, principalmente sabendo que eu era tão suja quanto ele, já que me envolvi com seu pai.

"Oi, amor", ele disse, se aproximando para beijar meus lábios, mas desviei sutilmente, e o beijo acabou caindo na minha bochecha.

Desde que descobri sua traição, não o deixei me beijar ou transar comigo. Seu toque me repelia agora. E saber que ele estava enfiando seu pau em Tracy certamente o tornou menos atraente para mim.

Eu poderia não confrontá-lo sobre isso, mas com certeza não iria dividir um pau com minha irmã, o que acabaria com qualquer resquício de orgulho que eu tivesse.

Ele puxou uma cadeira para mim, e eu me sentei. Sempre um cavalheiro, e era por isso que eu nunca conseguia entender como ele pôde me trair. Como isso foi possível?

"O jantar do seu pai é esta noite", ele me lembrou.

Meu pai era o Alfa da Matilha Moonflakes. Já o pai de Trent era o Alfa da Matilha Crimson Hills, até que se aposentou e passou o cargo para Trent.

Meu pai e o pai de Trent, Vince, eram amigos de infância, e a amizade cresceu com eles. Por isso, eles ficaram muito felizes quando me tornei companheira de Trent.

"Sim", respondi sem entusiasmo, tentando comer mesmo sem apetite.

"Tenho trabalho mais tarde, então vou te deixar lá e ir resolvê-lo. Mas com certeza estarei na festa amanhã."

Acenei com a cabeça novamente, sem ter nada a dizer. Ele estava mentindo, uma mentira que não merecia qualquer resposta. Se eu dissesse algo, só iria me fazer chorar novamente.

"Não estou com fome", eu disse, correndo de volta para o quarto, e fiquei trancada lá até a noite.

Trent me levou para a Matilha do meu pai. Quando entramos no complexo, meu pai estava esperando na varanda.

Desci do carro e corri para seus braços.

"Calma, querida", ele riu, passando a mão pelas minhas costas.

"Desculpe." Mas eu precisava de um abraço, desesperadamente.

Depois de cumprimentar meu pai, Trent foi embora, e vê-lo partir me deixou ainda mais deprimida.

Quando meu pai e eu entramos, Tracy estava lá com sua mãe, minha madrasta.

"Oi, mãe", eu a abracei. Ela nunca conseguiria preencher o vazio que minha mãe deixou no meu coração quando eu tinha quatro anos, mas certamente era muito gentil comigo, e isso significava muito.

"Oi, irmã", Tracy abriu seu sorriso habitual e atrevido, um sorriso radiante que iluminava até os corações mais sombrios.

Como alguém com um sorriso desses poderia ser tão má? E eu a amava tanto que também não sabia como confrontá-la.

Então, fui forçada a reprimir todas as minhas emoções, o que estava me sufocando. Nesse momento, eu tinha que ser legal com ela, mesmo que isso estivesse me matando por dentro.

"Ei, Tracy", eu disse, e meu sorriso durou apenas um segundo antes de desaparecer. Felizmente, ninguém percebeu, e meu pai nos levou para a mesa de jantar.

No entanto, éramos só nós — não havia nenhum outro convidado, nem mesmo... Vince. Ao vir para cá, meu coração estava na boca, pensando que o veria aqui. Porém, ver que ele não estava foi decepcionante e ao mesmo tempo um alívio.

"Você não convidou mais ninguém?", perguntei ao meu pai enquanto me sentava ao seu lado e Tracy se sentava ao lado da mãe.

"Convidei apenas Vince", ele respondeu, pegando os talheres.

"Por que..." Fiquei paralisada, minha voz rouca, mas logo disfarcei e limpei a garganta. "Ele não veio?"

"Não sei. Ele disse que surgiu algo que não podia deixar de resolver." Meu pai parecia um pouco desapontado.

Comi em silêncio, sentindo uma onda de culpa me destruindo. E se Vince tivesse recusado porque sabia que eu estaria aqui?

E se o homem estivesse se sentindo mal por causa do que aconteceu? Algo que só aconteceu porque eu estava bêbada, ousada e rancorosa.

Talvez Vince estivesse se sentindo mal. Afinal, eu era filha do seu melhor amigo e companheira do seu filho. Ele devia estar se odiando agora.

E eu não deveria esquecer que fui eu quem iniciou o que tivemos. Fui eu...

"Tudo bem, querido. Ele com certeza virá para a festa amanhã", a mãe consolou meu pai, que não conseguiu esconder sua tristeza.

Me senti tão mal que mal comi.

Por fim, fui para o meu quarto e fiquei olhando para o celular novamente.

Minhas ações naquela noite poderiam arruinar a amizade dele com meu pai e prejudicar ainda mais meu relacionamento com Trent, se eu não consertasse isso. Eu precisava assumir a responsabilidade pelos meus atos, pedir desculpas e tranquilizá-lo.

Tudo foi culpa minha. Eu não deveria ter me jogado para cima dele, e eu deveria pedir desculpas por isso.

Com um suspiro profundo, disquei seu número. O que me chocou foi ele ter atendido no primeiro toque.

"Demorou bastante", ele resmungou.

"Peço descuplas", eu disse calmamente, tentando controlar meu coração acelerado.

"O que..."

"Eu não deveria ter me jogado para cima de você." Continuei, interrompendo-o. "Peço descuplas se está se sentindo culpado, mas não precisa. Foi só uma transa casual. Vamos... vamos só fingir que isso nunca aconteceu, por favor."

Um silêncio gélido se instalou entre nós, e eu fiquei com a impressão de que ele havia encerrado a ligação.

"Foi para me dizer isso que você ligou?" Havia um tom de voz ameaçador, o que me fez sentir um arrepio na espinha.

"Si-sim", gaguejei, segurando meu celular com mais força. "Não é... não é isso que você quer ouvir?"

"Você não faz a menor ideia", ele sibilou, e a ligação foi encerrada.

Fiquei pálida por um minuto inteiro. Meu rosto estava corado com a intensidade da ligação de três minutos com um homem que deveria ser o mais decente e tranquilo.

Ele não parecia nada disso ao telefone. Pelo contrário, parecia uma fera descontrolada, assim como estava na noite em que me penetrou.

O que estava acontecendo? Por que parecia haver mais nele do que aparentava? O que... o que estava acontecendo? Porque eu sentia que havia acabado de irritar um enxame de abelhas com a ligação, quando tudo o que eu queria era acalmá-lo.

"Há algum problema?" A voz do meu pai me assustou e me virei rapidamente, substituindo minha expressão pálida por um sorriso.

"Nenhum, pai." Se ao menos eu pudesse perguntar a ele que tipo de homem era seu melhor amigo, já que eu havia sentido um calafrio mortal vindo de Vince ao telefone.

Quem era esse Vince com quem dormi e acabei de falar ao telefone? Ele não deveria ser o Vince caloroso e amigável? Ele parecia totalmente diferente do Vince que todos nós conhecíamos ao longo dos anos.

"Vim dar boa noite." Meu pai se aproximou, me abraçando brevemente. "Obrigado por ter vindo passar a noite comigo na véspera do meu aniversário."

"É um prazer, pai." Mantive meu sorriso, mas, querida deusa, meu coração estava ardendo de culpa. Quão decepcionado ele ficaria se descobrisse...

"Descanse um pouco. Sinto muito por não poder se divertir com sua irmã esta noite."

Divertir... bom, geralmente, nas noites em que eu passava na casa assim, Tracy e eu ficávamos acordadas assistindo a filmes de terror e gritando até não poder mais.

Com certeza, eu não faria isso com ela esta noite. Eu não conseguia nem olhar para ela por um minuto sequer, então como eu poderia dividir um quarto com ela ou rir com ela?

"Não, pai. Estou exausta. Preciso descansar um pouco."

"Ah, tudo bem. Tracy não está aqui mesmo. Ela saiu e disse que tinha que encontrar um amigo."

"O quê?" Mas tudo o que recebi como resposta foi o som suave da porta se fechando — meu pai já havia ido embora.

Tracy... não estava em casa? Eu não queria começar a imaginar coisas, e não devia me torturar assim. Talvez não fosse o que eu estava pensando.

Talvez...

De repente, meu celular apitou. Rapidamente, cliquei na mensagem que era mais um conjunto de fotos do senhor Anônimo.

Trent estava nu, e Tracy estava em cima dele, se divertindo muito.

A mensagem dizia:

"Seu adorável companheiro, Trent."

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