Capa do Romance O Escolhido para ser Usado - Livro 1

O Escolhido para ser Usado - Livro 1

8.5 / 10.0
Aos vinte e seis anos, Thalia Velmon é uma mulher resiliente que reconstruiu sua vida e alcançou o sucesso profissional longe de traumas passados. Zelando por sua liberdade, ela busca encontros casuais e anônimos para satisfazer seus desejos, sem criar laços. Contudo, o homem selecionado em uma dessas noites terá um impacto profundo em seu destino. Quando fantasmas de sua antiga vida ressurgem para confrontá-la, Thalia precisará decidir se encara o medo ou se fugirá outra vez.

O Escolhido para ser Usado - Livro 1 Capítulo 1

Já faz algumas semanas desde que tínhamos chegado de viagem, e junto com as bagagens trouxe comigo a certeza de um novo começo, afinal, eu mereço.

Hoje é um dia de comemoração. Enfim consegui recomeçar. Uma nova cidade, um novo emprego tudo ficou para trás.

— Thali vamos! — chama minha melhor amiga Malu. — Nós duas estávamos no shopping onde também encontraríamos nossa outra amiga Olívia, para comprar roupas novas para nossa comemoração de hoje à noite.

Sempre fui muito próxima da Malu, nos conhecemos desde a infância e ela esteve ao meu lado nos momentos mais difíceis da minha vida, principalmente quando decidiu me acompanhar e sair da nossa cidade natal.

Conhecemos a Olívia na faculdade, ela era extrovertida e nos fazia rir, nunca gostamos de incluir outras pessoas no nosso meio, mas no caso dela foi o complemento perfeito na nossa amizade, e desde então somos inseparáveis.

— Hoje à noite será só nossa! — falei a Malu — Nós estávamos no provador da loja da Dior experimentando algumas das roupas que escolhemos.

Eu estava vestindo um vestido justo com decote V, seu comprimento vinha até acima do joelho e era vermelho. O vestido valorizava minhas curvas e o decote me deixava sexy, demorei olhando meu reflexo no espelho perdida em pensamentos, quando ouvi alguém chamando o meu nome.

— Thali cadê você, sai logo daí para vermos como o vestido ficou? — disse Malu juntamente com Livi. Fiz o que elas me pediram e ouvi um — Uau!! — Vindo das duas.

— Este é o seu vestido? — Thali ficou perfeito em você, não é mesmo Livi? — perguntou Malu.

— Sim, sim! Thali... ele é o seu vestido! — disse Livi pulando e batendo as mãos. — Você vai arrasar hoje à noite com ele — completou.

— Calma meninas! Vocês estão me deixando sem jeito — disse — Olhei-me mais uma vez no grande espelho e decidi ouvir minhas amigas realmente o vestido tinha ficado perfeito.

Malu escolheu um vestido cor de vinho com as costas nua que tinha um caimento perfeito e Livi escolheu uma saia rodada que ia até seu joelho e uma camiseta justa. Pagamos as roupas e fomos almoçar. Depois de comermos e jogarmos conversa fora, até Olívia se levantar da mesa da praça de alimentação e dizer:

— Tchau meninas, nos vemos mais tarde — Se despedindo de nós. Eu e Malu levantamos também e falamos ao mesmo tempo.

— Tchau Livi nos encontramos às 20:00 horas na boate Allavonthe — gargalhamos e seguimos na direção contraria que Olívia. Malu e eu dividimos o apartamento. Então fomos pegar o carro indo para casa a fim de começarmos a nos arrumar, pois a noite prometia.

Horas mais tarde, encontramos Olívia na fila da boate, não demoramos muito para entrar. A recepcionista colocou uma pulseira amarela no nosso pulso e seguimos para dentro da boate que já se encontrava cheia, com várias pessoas dançando, rindo e bebendo. A decoração da boate era muito moderna, no centro era a pista de dança e do outro lado havia várias mesinhas com poltronas acolchoadas ao seu redor, onde a maioria já se encontrava ocupada e um pouco mais à frente estava o bar. Olhei ao redor e falei praticamente gritando por causa da música.

— Vamos procurar uma mesa. — Apontando para o lado onde as mesas ficavam. Fomos andando nos esquivando das outras pessoas que estavam andando e dançando ao mesmo tempo, na tentativa de conseguir passar para sentarmos à mesa.

— Vou pegar as bebidas — disse Olívia sinalizando para mim e Malu. Ela se levantou e foi até o bar. Como ela sabia o que nós bebíamos, nem se preocupou em perguntar. Fiquei observando a pista de dança por um tempo e voltei minha atenção para Malu.

— Hoje vamos dançar muito — disse Malu gritando para mim. Dei risada e assenti. Ao mesmo tempo Olívia voltava do bar com nossas bebidas.

Ficamos conversando e rindo de bobagens durante um tempo até que algo, ou melhor, alguém chamou minha atenção.

Vamos dar uma pequena pausa. Gravem bem este momento, pois a partir dele que minha vida mudou extremamente.

Ele estava do outro lado da pista de dança, era alto, forte tinha os cabelos pretos lisos. Malu notou que estava com atenção voltada para o outro lado e olhou na direção que eu estava olhando e falou:

— Thali, o que tanto você olha para lá? — foi então que percebi pela sua cara que ela também tinha notado o mesmo que eu — Nossa amiga ele é perfeito para... — ela não terminou a frase, pois Livi gritou:

— VIEMOS AQUI PARA DANÇAR E ENCHER A CARA OU FICARMOS AQUI SENTADAS? — Eu e Malu nós olhamos e sorrimos, Livi já estava um pouco alterada, ela saiu nos puxando para a pista de dança. Mas, no entanto, eu não parava de olhar aquele maravilhoso homem do outro lado. Resolvi deixar para lá, e curtir o momento com minhas amigas.

Sua idiota! Vá até ele já faz tempo que você não tem suas necessidades saciadas por um homem. E pelo visto ele é perfeito para isso. — Meu inconsciente alerta, mas decido ignorá-lo.

Um tempo depois gesticulei para Malu que iria ao bar pegar mais bebidas, ela assentiu e sai. Fui passando pelo meio da multidão até chegar ao bar, chegando lá chamei o barman e pedi uma taça de vinho. Eu amo vinho me deixa totalmente excitada e extremamente quente, e já fazia algum tempo que não encontrava um homem suficientemente gostoso e com cara de sexo selvagem que despertasse o meu interesse.

Enquanto aguardava o barman trazer minha bebida, virei e encostei-me ao balcão do bar, e fiquei observando as meninas que estavam quase bêbadas dançando. Das garotas eu sempre fui a que mais pegou leve na bebida nunca fiquei bêbada, então para eu já era normal que Malu e Livi enchessem a cara e depois ficasse responsável por levá-las para casa sem que elas se preocupassem em fazer besteira. Sorri com esse pensamento. O barman retoma com a minha bebida e quando iria pagar ouço alguém dizer.

— Eu pago a bebida da senhorita — quando olho para cima arregalo meus olhos era ele completamente mais gostoso de perto.

Ele tinha olhos azuis claro, uma boca bem definida de dar inveja a qualquer um e estava usando uma camisa gola polo azul marinho e uma calça jeans e sapatos social. Ele era o que chamamos de “deus grego”, minha boca se encheu de água só de olhá-lo.

Pigarreei uma vez para minha voz não sair rouca e disse:

— Não pedi para ninguém pagar a minha bebida, muito obrigado por sua gentileza, mas eu mesma pago — olhei para ele dando-lhe um sorriso sem mostrar os dentes, peguei o dinheiro joguei no balcão para o barman e sai andando em direção à mesa que eu e as meninas estávamos sentadas. Quando me sentei à mesa vi que ele vinha na minha direção.

— Posso me sentar? — perguntou ele. Olhei de relance para Malu que me observava e ela sorriu para me balançando a cabeça, ela já sabia o que eu ia fazer.

— Não te convidei — respondi — e além do mais não estou sozinha, estou aqui para me divertir com minhas amigas, aliás, não perca seu tempo comigo, pois já sei o jogo de vocês homens, pagam uma bebida para uma garota começa a conversar, falando quanto ela é linda, que você não tirava os olhos dela e etc... Depois que conseguem foder com a idiota, você sai e conta para seus amigos como foi fácil levá-la para cama...se vangloriando.

Ele me olha boquiaberto, sorri e fala sentando-se ao meu lado.

— Você é sempre assim direta?

— Sim. Sempre vou direto ao ponto, não gosto de meios termos principalmente com pessoas que gostam de me fazer de idiota — disse a ele olhando diretamente naqueles olhos azuis, o que vi neles era diversão.

Ele gargalhou. E chegando mais próximo sussurrou em meu ouvido.

— Hum.... Adoro mulheres duronas e que vão diretas ao ponto. — Dei um meio sorriso me afastando um pouco dele.

— Não sou durona, você não me conhece, dá para você ir encher o saco de outra pessoa? — disse olhando com raiva para ele, se aproximando de mim ele olhou no fundo dos meus olhos.

— A cada minuto que se passa gosto mais de você, desde que entrei aqui nesta boate não consegui tirar os olhos de você, estava esperando o momento certo para me aproximar. Você tem um corpo que deixa qualquer um com água na boca, sem falar nessa sua linda boquinha — disse se aproximando ainda mais de mim.

Podia sentir sua respiração perto do meu rosto, ele me segurou pelos braços para que eu não me mexesse e murmurou perto dos meus lábios.

— Eu adoraria beijá-la?

Será que entendi, ele estava pedindo permissão? — pensei.

Beije logo ele sua tapada, você está esperando o que — grita meu inconsciente.

Eu olhei em seus olhos e o que vi foi o mais puro desejo, engoli em seco e então ele agarrou meu rosto com as mãos e me beijou. No início o beijo começou devagar, mais ao abrir minha boca para que sua língua roçasse na minha o beijo se aprofundou. Ele tinha um gosto incrível e sabia beijar muito bem, mordi seu lábio inferior e ele gemeu baixinho. Agarrei seus cabelos com força intensificando ainda mais o beijo. Quando senti ele passar a não na minha perna o empurrei ofegante.

— O que você está fazendo? Não permitir que você me beijasse! — Falei tentando me recompor e colocar meus pensamentos no lugar. Quando estava prestes a levantar ele me puxou pelo braço fazendo com que voltasse para perto dele.

— Calminha nervosinha, não consegui resistir, seus lábios são tentadores e me deixaram com vontade de sentir o gosto. — disse.

Não respondi e fiquei apenas olhando-o com um sorriso malicioso no rosto.

Minha música favorita começou a tocar na pista de dança Alok e Bhaskar - Fuego. Levantei e fiz sinal para ele avisando que iria para a pista de dança, no caminho até lá fui dançando de acordo com o ritmo da música. Foi então que senti uma mão masculina segurar na minha cintura, olhei de relance para atrás e vi que era ele, não disse nada apenas comecei a dançar na sua frente encostando o meu corpo no dele.

Levantei meu braço e coloquei na parte de trás de sua cabeça e fui descendo até o chão roçando meu corpo ao dele. Ele continuou com a mão na minha cintura apertando-a e tentando seguir meus movimentos.

Malu e Livi me olhavam boquiabertas, apenas sorri para elas e dei uma piscadela.

— Você está me deixando louco — sussurrou em meu ouvido, logo depois ele me puxou apertando o meu corpo ao seu. Senti seu membro duro atrás da minha bunda e sorri.

— Quem sabe podemos dar um jeito nessa sua loucura? — falei virando para ficar de frente para ele. Olhei em seus olhos e depois para sua boca passei a língua no meu lábio inferior e mordi. Ele grunhiu olhou para os meus lábios me puxando para beijá-lo. Ele se aproximou do meu ouvido e disse:

— Vamos para outro lugar — mordendo o lóbulo da minha orelha. Gemi. Minha pélvis estava latejando entre minhas pernas e minha calcinha já estava encharcada.

— Estou com minhas amigas, não posso deixá-las sozinha — falei.

Ele olhou para mim depois para as meninas, pensou um pouco e foi em direção as elas se aproximando de Malu e ouvi ele falar:

— Será que eu poderia roubar sua amiga para me pelo restante da noite?

— Roubar, é isso que ele acha? — Malu gargalhou olhando para mim e completou olhando para ele. — Hoje é seu dia de sorte, porque você meu amigo, foi o escolhido!

Ele não entendeu o que tinha por trás daquela frase, mas com certeza gostou do que ouviu, pois, assim que a Malu terminou de falar ele já estava me arrastando para fora boate.

— Vou pedir um táxi para gente — disse ele já pegando o celular.

— Você não veio de carro? — pergunto.

— Não gosto de dirigir depois de beber — disse ele dando de ombros.

— Minha casa é aqui perto, se quiser podemos ir para lá. O que acha?

—Tudo bem, mas vamos no meu carro — disse. Puxando-o em direção ao estacionamento da boate onde o meu carro estava estacionado. Eu precisava dele entre as minhas pernas o mais rápido possível e não tinha como esperar um táxi e além do mais já estava impaciente.

Quando chegamos até o meu carro ele me olha de boca aberta e diz:

— Esse é seu carro? Um evoque? Uau! — Caio na gargalhada, olho para ele entrando no carro e falo:

— Por quê? Uma mulher não pode dirigir um bom carro? — Divertindo-me com a situação e completo. — Gosto de carros grandes, me sinto poderosa nele! — Meu carro foi comprado com muito esforço, sempre quis um como esse, sou completamente apaixonada por seu design e performance, ele tem tudo que eu quero em um carro. Ele é lindo e preto, dando um ar de mistério, o que gosto bastante.

Ele simplesmente me olhou com uma sobrancelha erguida um sorriso maroto nos lábios e subiu no lado do carona.

— Não se preocupe, só tomei duas taças de vinho — digo ligando o meu carro.

Ele foi me guiando para um condomínio de casas que ficava à alguns quarteirões da boate. Quando estacionei na frente da sua casa que era a última da rua, foi a minha vez de ficar de boca aberta, chocada. Era uma linda mansão de dois andares com uma garagem para três carros. Isso mesmo, três!

— Quem precisa disso tudo? — Questiona meu inconsciente.

Era simplesmente incrível, com o telhado em vários níveis e grandes janelas de vidro.

— Você mora sozinho nessa casa? — pergunto.

— Por quê? Um homem não pode ter o seu próprio castelo? — respondeu — Eu gosto de espaço! — disse com um sorriso descarado no rosto me puxando para a varanda da casa.

Quando ele abriu a porta, não tive muito tempo para admirar, já que ele me puxou pela mão e me levou pelas escadas até o primeiro andar. Passamos por duas portas até chegar no que acredito que seja seu quarto. Meu corpo pulsava com toda a excitação do momento e eu estava ficando cada vez mais molhada só com a expectativa de ter aquele “deus grego” dentro de mim.

Ele me empurrou contra a parede ao lado da porta e começou a me beijar. Tinha um beijo feroz que parecia que ia me engolir inteira, e eu estava amando isso. Adoro este tipo de homem, Selvagem! Sua mão percorria em todos os lugares do meu corpo, o que me deixou louca de uma forma que não conseguia me equilibrar, precisando do apoio dele para ficar de pé. De repente ele parou para pegar um pouco mais de fôlego, e começou a subir o meu vestido até que fiquei só com minha lingerie de renda preta.

— Você é linda! — disse ele pegando uma certa distância para me admirar. Seus olhos queimavam como brasa, e podia ver pela sua calça, como o seu membro implorava para sair. Resolvi ajudar. Caminhei até ele e agarrei o seu membro através do tecido da calça. Ele soltou um gemido.

— Assim você vai adiantar as coisas meu bem — disse ele.

Comecei a abrir zíper da sua calça, puxando-a até seus pés. Peguei a ponta da sua camisa e comecei a subir até passar pela sua cabeça e joguei em algum lugar. Em seguida, com a ajuda dele, terminei de tirar sua calça e fiquei ajoelhada na sua frente com as mãos dos dois lados da sua cueca box. Comecei a descer pelas suas coxas e fiquei com água na boca quando vi o seu membro grande e grosso na minha frente, terminei de tirar a cueca e envolvi seu pau com a minha mão, olhei em seus olhos que era puro tesão. Não resisti e passei a língua na cabeça do seu pau que respondeu ficando ainda mais duro, como se isso fosse possível.

Ele agarrou com uma das mãos o meu cabelo para assegurar que eu continuasse, fui descendo com a língua pela extensão do seu pau dando pequeno beijos e mordidas fazendo com que ele gemesse ainda mais.

Coloquei seu pau por inteiro dentro da minha boca indo até a minha garganta e depois o chupei com força, fazendo com que ele apertasse mais a mão em meus cabelos e bombeasse minha boca com seu pau, gemi junto com ele, seu gosto era incrível o que me deixava ainda mais molhada. Repeti o movimento novamente.

— Chega! — O ouvi dizer.

Ele me puxou para cima pelos cabelos, beijando-me profundamente. E foi me guiando até a cama, ele agarrou a lateral da minha calcinha e tirou de maneira impaciente.

— Não quero gozar na sua boca Flor, e sim junto com você — disse tirando sua boca da minha e descendo para o meu pescoço, com uma das mãos ele desabotoou o meu sutiã, jogando-o na lateral da cama e com a outra foi explorado meu corpo dedicando uma pequena atenção ao meu seio esquerdo apertando o bico, depois passou a mão pela minha barriga e foi descendo até que parou no meio de minhas pernas e acariciando a parte mais sensível da minha pélvis, fazendo pequenos círculos fazendo-me gemer ainda mais.

Por fim não estava mais suportando essas provocações eu o queria dentro de mim, queria sentir toda a sua extensão me alargando por dentro.

Tentando organizar meus pensamentos e colocar um ar de determinação em minha voz disse:

— PRECISO DE VOCÊ, AGORA! — Ele atendeu de imediato o meu pedido. Esticando o braço até o criado mudo ele retira uma embalagem de camisinha, a rasgando com os dentes, vejo-o deslizar a camisinha lentamente por seu membro, salivando de desejo o ajudo arrancando-lhe um gemido — Hrum — Abrindo mais minhas pernas se posicionando entre elas, metendo de uma só vez, fazendo com que gozasse e gritasse loucamente palavras incoerentes.

Ele era implacável. Durante todo o meu êxtase ele continuou com as suas estocadas, prolongando ainda mais o meu prazer, até que ele gozou.

Senti seu peso sobre mim e uma sensação de conforto me atingiu, o que me assustou um pouco, mas ela foi esquecida momentos depois quando ele começou a me beijar. Seus beijos eram ternos e quentes, uma mistura de doçura e sedução que fez com que eu ficasse pronta para outra em pouco tempo.

— Você tem um gosto viciante, quero provar mais de você!

Eu não tive tempo de responder por que ele me calou com um beijo e logo depois começou a passar suas mãos por todo o meu corpo. O jeito que ele venerava o meu corpo me fez sentir vontade de me entregar um pouco mais e aproveitar o máximo aquela noite.

Ele fez uma trilha de beijos e pequenas mordidas começando da minha orelha, passando pelo pescoço e chegando ao centro dos meus seios. Eu já estava ficando inquieta, mas ele tinha planos para cada parte do meu corpo.

Chupando com vontade cada um dos meus mamilos, me contorço debaixo dele.

— Shh! Quietinha, quero sentir seu gosto — disse percorrendo meu corpo como se não pudesse esquecer nenhum centímetro até que sua boca encontrou o meu clitóris. Gemi.

— Você é tão doce! — Ele disse me chupando bem devagar, e bombeando dois dos seus dedos dentro de mim.

Eu estava em puro êxtase e comecei a rebolar com a sensação que seus dedos estavam causando.

— Isso! Não, pare. Estou quase...— falei entre sussurros — Quase...— Não conseguia terminar a frase, pois ele intensificou ainda mais as suas bombeadas e me chupando ainda mais forte e no segundo em que sua língua encontrou o meu ponto G meu corpo explodiu de prazer, mas ele não tinha planos de parar, enquanto eu me contorcia ele me segurou firme no quadril e continuou com a sua tortura.

Eu estava exausta e eu achei que não conseguiria aguentar mais nada e foi quando ele parou de me chupar, me virou de costas e me penetrou tão fundo que eu não pude me manter no lugar.

Ele me firmou, envolvendo um dos seus braços na minha cintura e uma das mãos se agarrava em meu cabelo. Eu gemia alto, minha mente pedia mais, porém, a pressão dentro de mim era insuportável.

— Goza comigo! — Ele disse, e essas duas palavras foram o suficiente para me partir ao meio e liberar todo aquele prazer que estava pedindo avidamente para sair. Nossos gemidos foram tão altos que tive receio de chamar atenção dos vizinhos.

— Foda-se os vizinhos! — Grita meu inconsciente. E ele tinha razão, eu nunca tinha tido um sexo tão maravilhoso quanto esse há algum tempo e a minha escolha não poderia ter sido melhor.

Nós estávamos exaustos. Ele me abraçou aninhando seu corpo junto ao meu e depois de todo esse sexo intenso pegamos no sono juntos.

Não sei quanto tempo tinha passado, mas desperto e sinto alguém com o braço envolta da minha cintura, me sento rapidamente na cama, tentando me lembrar de onde estava e olhando para o lado vejo um homem, que se mexe se virando para o outro lado. De início gelo, pensando quem poderia ser, mas olhando ao redor e tentando organizar meus pensamentos me lembro de onde eu estava.

Levantando cuidadosamente da cama, recolhendo minhas roupas que estava no chão do quarto e as visto, pego o restante das minhas coisas e olho no relógio do meu celular já são três da manhã.

— Droga! Tenho que sair daqui — falo baixinho.

Saio de fininho sem fazer barulho e dou uma última olhada para aquele “deus grego”. Vou para o meu carro sorrindo comigo mesma satisfeita. Dou partida e saio dali direto para casa.

— MERDA, MINHA CALCINHA! — grito, batendo a mão no volante.

— Deixa lá como lembrança sua bobinha! — Se intromete meu inconsciente.

— Tchauzinho, até nunca mais! — falo, balançando a cabeça, fazendo o meu sorriso se abrir ainda mais.

— Será? — Alerta meu inconsciente.

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