Alana ficou muda diante da ousadia daquele homem.
- Apenas as flores estão a venda senhor, não faço parte do pacote, disse com tristeza após recuperar a voz.
- Tudo esta a venda, tudo tem um preço! Eu quero você e vou ter, não importa o quanto irá me custar.
Alana abriu e fechou a boca várias vezes, tentando formular alguma frase que fizesse sentido. Se aproveitando do estado da mulher, Marcelo se aproximou quase encostando sua boca na dela.
- Isso, abra a boca pra mim, Pequena!
- Eu....
Alana não conseguiu completar a frase, a boca de Marcelo desceu sobre a sua. Sua língua passeava pela boca de Alana e instintivamente a língua de Amanda repetiu o gesto buscando freneticamente explorar a boca daquele homem.
As mãos de Marcelo começaram a explorar o corpo de Alana, ela sentiu o bico de seu seio endurecer com o toque dele, sentiu sua calcinha ficando molhada quando ele apertou com força o bico já duro e descendo a alça fina do vestido passou a sugar e morder o pequeno botão de prazer, fazendo a mulher suspirar.
Marcelo não estava aguentando de tesão, seu pau estava duro e suas bolas pareciam prestes a explodir, ia foder com ela ali mesmo, no banco traseiro do carro. Com um toque no botão, fechou a divisória do carro. Tony era discreto e não seria a primeira vez que poderia observar seu chefe trepando no banco traseiro, mas por algum motivo Marcelo não quis expor o corpo de Alana aos olhos de outro homem.
Com uma mão Marcelo segurava o corpo da garota junto do seu, enquanto que a outra mão desceu pelas pernas fenomenais da garota, alisando e apertando, subindo o vestido e procurando o centro da sua feminilidade.
Quando sentiu o toque inicialmente leve da mão de Marcelo em sua buceta Alana recuperou parte de sua sanidade, mas quando Marcelo parou de sugar seu peito e deixando um rastro de beijos, lambidas e mordidas chegou em sua orelha e sussurrou com a voz pesada de tesão, sua cabeça girou novamente.
- Eu quero mamar essa bucetinha e sentir você gosando na minha boca! Vou chupar você inteira e você vai mamar meu pau, quero ver você bebendo toda minha porra!! Sente como ele está duro, falou pequeno a mão de Alana e colocando sobre aquele mastro duro e grosso e a estava quase saltando pra fora da calça.
Alana apalpou aquele pau ereto e suas mãos começaram a abrir as calças dele, querendo acesso direto ao membro rígido e pulsando, ao mesmo tempo ofereceu com um gesto seus peito para que fossem mamados pela boca inquieta de Marcelo.
Percebendo que a garota estava entregue e totalmente disposta a lhe satisfazer Marcelo afrouxou o braço que a mantinha presa e passou a brincar com a mão e a boca em seus peitos, chupando e mordendo, alternando entre um peito e outro, a outra mão novamente se dirigiu a parte mais íntima de Alana e afastando sua calcinha, passou a massagear seu clitóris de forma lenta e firme com o polegar, enquanto o outro dedo tentava invadir a caverna úmida e quente daquela bucetinha.
Novamente ao sentir o toque em sua intimidade a mente de Alana, antes turvada pelo desejo, clareou o suficiente para ela perceber o que estava fazendo. Nunca tinha estado com um homem e agora estava quase se entregando a um desconhecido, no banco traseiro de um carro, no meio do trânsito da Capital. Aproveitando que Marcelo não a mantinha mais prisioneira em seu abraço e parecia distraído mamando seu peito e massageando sua buceta, Alana abriu a porta repentinamente e desceu do carro em desabalada carreira, correndo entre os veículos e desaparecendo na noite.
Marcelo ficou em choque, a garota estava entregue, gemendo e suspirando em seus braços, ela tentou ter acesso ao seu pau, sem que ele sequer tivesse pedido e derepente ela não estava mais ali. Descendo do carro Marcelo tentou enxergar para onde aquela vagabunda teria ido, mas só conseguia ver o mar de veículos. Entrando novamente no carro, abaixou a divisória de vidro escuro.
- Tony, a garota das flores, quero saber tudo sobre ela, ela se chama Alana.
- Sim Senhor, vou fazer o possível para localizar a garota.
- Faça o impossível também Tony.
Marcelo fechou novamente a Tony não pode mais observar seu rosto. Conhecia bem seu chefe, algo tinha dado errado pra ele e o homem estava furioso. Marcelo era um homem poderoso, não estava acostumado a não ter o que queria, e aquela garota das flores parece não ter atendido aos desejos do Chefe. Homens, mulheres, governos, empresários e até a imprensa sempre atendiam aos desejos de Marcelo. Naquele momento sentiu pena de Alana, a garota não teria chance.
Alana correu como nunca se julgou capaz, ainda estava atordoada com o que aconteceu e nem sabia direito qual direção tomar para chegar ao ponto onde seu ônibus passava. Após respirar fundo se localizou e quando estava chegando ao ponto viu seu ônibus se aproximar, sorrindo pensou, "dia de sorte", o normal era esperar uns quarenta minutos. O ônibus estava praticamente vazio e Alana se dirigiu a uma poltrona nos fundos e sentou. O ônibus retomou sua viagem e os pensamentos de Alana tb, se dirigindo imediatamente para o demônio de olhos azuis e tudo que tinha acontecido em poucos minutos dentro daquele carro luxuoso. Só de pensar Alana sentiu que estava ficando úmida e sua intimidade parecia clamar pelo toque dele, sentiu o mamilo enrijecendo e com cuidado tentou aplacar aquela vontade, enfiou a mão sob o vestido e apertou com força sua buceta, enterrando as unhas em sua carne macia. O aperto não sufocou as palpitações da sua intimidade e lembrando do que aquele homem fez com apenas um dedo, repetiu os gestos e esfregou o próprio clitóris. A sensação era muito boa, não tanto quanto o que ele fez, mas Alana sentia que podia aliviar aquela palpitação. Quanto mais esfregava o pequeno botão de prazer, mais molhada ficava e gemidos suaves escapavam de sua garganta. Alana desejou sentir o gosto daquele umidade que lhe encharcava e tirando a mão da buceta levou os dedos aos lábios e os chupou, pensou em como seria se estivesse chupando o pau grosso e duro do homem do carro. Desceu novamente a mão, afastou a calcinha e começou novamente a massagear seu clitóris, começou lentamente, mas sentiu que era necessário aumentar a pressão e a velocidade. Precisava daquele alívio e com o pensamento nos olhos azuis, Alana sentiu que estava próxima do alívio, aumentou a velocidade esfregando cada vez mais rápido e forte, até que seu corpo todo foi tomado por espasmos e sua buceta liberou seu gozo solitário. Sem forças Alana adormeceu e só acordou quando o motorista tocou em seu ombro e avisou que estavam no ponto final.
Rapidamente ela desceu do ônibus, pensando envergonhada que talvez o motorista tenha escutado seus gemidos abafados e soubesse o que ela tinha feito. Ainda tinha que andar um quilometro até sua casa e a caminhada com certeza iria distrair seus pensamentos. Era melhor nunca mais pensar no que tinha acontecido e esquecer o "Demônio de olhos azuis". Em casa tomou um banho, e até a água tocando seu corpo trazia a lembrança daquelas mãos no seu corpo, tomou um café e foi se deitar. Não tinha muitas expectativas para o dia seguinte, havia perdido seus pais seis meses atrás, um acidente de carro na Rodovia a deixará órfã e com muitas contas pra pagar. No momento sua vida se resumia a tentar arrumar um emprego que pagasse melhor que atendente na banca de jornal e vendedora de flores no trânsito. Ironicamente seu sonho era fazer faculdade de jornalismo, mas no momento só podia vender jornais e revistas.
Em sua mansão Marcelo pensava na garota das rosas, já tinha batido duas punhetas pensando nela, mas não estava satisfeito. A menina o havia enlouquecido de tesão e antes de terminar evaporou no ar. O sono não vinha e Marcelo só conseguia pensar no momento em que a teria de novo em suas mãos e a faria pagar pela noite mal dormida e todo aquele tesão reprimido.
Três dias depois, Marcelo continuava sem saber absolutamente da moça das flores e por isso seu humor estava péssimo. Estava com vontade de demitir todos os seus funcionários que tinham obrigação de ter localizado aquela fujona e depois matar os demais. Noite após noite ele pensava nela, nos seios redondos, na bunda arrebitada e na buceta molhada que só pode tocar, mas também pensava no sorriso doce e nos olhos verdes e puros quando lhe ofereceu flores e depois nublados pelo desejo, ele jurava que podia ouvir os gemidos dela enquanto ele tocava sua intimidade. Com certeza ele ia demitir todos se não tivesse uma resposta logo. Como que ouvindo os pensamentos do chefe, Tony bateu na porta e colocou a cabeça pra dentro do escritório.
- Posso entrar senhor?
- Se tiver alguma notícia sobre a moça das flores pode, se não tiver, está demitido e pode sumir da minha frente.
- Tenho notícias senhor! Só três dias não deveria ser motivo para minha demissão, disse sorrindo.
Ciente do trabalho maravilhoso que havia feito, Tony se sentiu mais leve, o humor do chefe ia melhorar consideravelmente com certeza.
Marcelo pulou da cadeira da cadeira e foi até Tony.
- Me entregue tudo que conseguiu descobrir sobre ela. Meu Deus!! E se ela fosse casada, teria que matar o marido, e se tivesse filhos? Tb teria que se livrar deles. O pensamento o deixou meio envergonhado. Desde quando era um homem que pensava em se livrar de crianças? A resposta era clara, desde o dia em que colocou os olhos nela, seria capaz de qualquer coisa pra que ela fosse somente dele.