Capítulo 2

HANNA • NARRANDO -Lanchonete-

— Não quero sair, ainda mais para uma boate, que seja aqui em casa mesmo. Podemos nos divertir aqui — Digo contrariada a ideia de Agatha e Carla.

— Deixa de ser chata, vamos sair! — diz Agatha, quando quer consegue ser uma megera assim como Carla.

— Para quê ir para festa? Sabem que não gosto de barulho e gente encostando em mim — digo emburrada.

— Faz isso por nós, Han! — Carla e sua carinha de pidona. — Poxa, passamos tanto tempo sem você. Só queremos aprontar como antigamente, dançar, fazer tudo que tínhamos vontade de fazer e agora legalmente podemos.

Quando mais nova, falávamos sobre a vontade de ir a uma boate, uma festa de verdade. Sem ninguém para ditar regras, simplesmente beber, dançar, beijar sem ninguém para te julgar. Com tantos ocorridos acabei por esquecer que ainda sou jovem que devo aproveitar a vida, com as loucuras do meu pai acabei por me fechar para essas coisas, o medo dele nos encontrar me deixava apavorada. E cá estamos nós onde tudo começou, onde ele a qualquer momento pode aparecer.

— Não seja uma amiga má, tenho até a roupa que usará essa noite — essa Agatha não tem jeito. — Hoje você vai tirar esse atraso.

— Não concordei em ir — pego o resto dos copos da última mesa da lanchonete. — Vocês vão acabar me fazendo ser demitida.

— Pode ter certeza que não. Passo as nove na sua casa, esteja pronta ou serei obrigada a arrastar você. Antes que diga qualquer coisa, tenho seguranças e sabe?! Eles fazem tudo que mando — avisa, na verdade isso pareceu mas como uma ameaça. Olho para Carla que apenas dá de ombros.

— Estou do lado dela. Você tem que se divertir um pouco, e nada melhor que com suas melhores amigas — Carla se despede com um beijo no meu rosto.

Respiro fundo. Quero me divertir mas uma parte minha diz para que fique em alerta, estamos em território inimigo. Alaric nunca fez mal a mim, nunca moveu um dedo para me machucar, mas ele me feria do pior jeito que era fazendo coisas absurdas com minha mãe.

◇◇◇

Mais tarde naquele dia que parecia não ter fim, consegui finalmente acabar com tudo que tinha para fazer, não pensei que fosse ser tão cansativo.

Derek passou por aqui mas não parecia ter a intenção realmente em me ver, procurava por alguém que deduzir ser Carla, ainda não os questionei. Como estava na hora do meu expediente não pude lhe dar a devida atenção, então não nos falamos muito.

Quando fui atender uma mesa que fica do lado de fora, deu tempo de ver com clareza para confirmar minhas suspeitas. Carla e Derek estavam tendo um caso, mas porque não me falaram nada? Será que Agatha sabe de alguma coisa?

◇◇◇

Chego em casa já se passavam das sete horas estou cansada e tenho vontade apenas de tomar banho e dormir. Acordar cedo nunca foi meu forte mas com o tempo me acostumei, isso faz parte da minha rotina diária desde criança.

— Filha, como está no trabalho? — mamãe está na sala. — Aconteceu alguma algo por lá?

Estranho sua última pergunta

— Está tudo muito bem mãe — sento do seu lado, mas ela não fez movimento algum para me abraçar como de costume. — Aconteceu alguma coisa? Porque a última pergunta?

— Não há nada filha. Só quero saber, você sabe o porquê — fala normal.

— E no seu trabalho, tudo normal? — pergunto, ela está um pouco estranha.

— Sim, sim filha. Tudo está indo bem até demais — franziu de leve a testa.

— Isso não é bom mãe?

— Não sei filha.

— Acha que ele sabe da nossa volta?

— Tenho certeza que sim filha... — não termina de falar .

— O que é, mãe? Porque está com semblante abatido?

— Nada filha, só estou um pouco preocupada, nada demais — sorri — Agatha disse que vão sair hoje.

Muda de assunto, prefiro fazer isso também, no momento.

— Sim, mas não estou afim de ir.

— Como não filha?

— Não quero deixar você aqui sozinha. E não quero sair.

— Nada disso! Você vai! Precisa se divertir — se levanta, e me puxa.

— Mas mãe...

— Sem essa. Você tem que sair.

— Quero ficar com a senhora!

— Ficarei feliz se for. Quero ficar um pouco sozinha — bufo.

— Está bem!

◇◇◇

Tomo um banho demorado, faço tudo que preciso fazer, não sei o que me espera essa noite. Hoje irei me divertir, acho que mereço. Faço depilação deixando tudo no zero, é assim que gosto, faço hidratação e foco na hora pois não tenho muito tempo. Agatha disse que tem uma roupa para mim.

Saiu do banheiro enrolada na toalha, olhei para cama e ela parecia me chamar para seu encontro.

Caminho na direção dela.

— Nem pense nisso! — sou interrompida por Agatha que entra no meu quarto.

— Uau! Quem vai ser o sortudo dessa noite? — a elogio pois está muito linda.

— O de sempre! — revira os olhos.

— Quem é o de sempre? — pergunto. Ela bate na própria testa.

— Logo conhecerá. Agora se vista logo, quanto mais cedo chegar, mais tempo teremos para aproveitar a noite.

Ela me entrega uma sacola onde tem a roupa que escolheu para mim.

— Espero que não seja nada muito indecente.

— Que isso? Desde quando uso algo indecente e ainda faço isso com alguém?

Faz cara de indignada. Ela às vezes veste roupas nada grandes, pelo menos era assim quando morava aqui.

— Você sabe, Agatha!

— Ah! Vai logo se vestir .

◇◇◇

Olho-me no espelho e gosto do que vejo. Saiu do meu mini closet e Agatha que até então estava no celular, direcionou seus olhos para mim.

— Eita que hoje esse atraso sai de vez — fala Agatha mostrando uma expressão maliciosa. — Hoje a noite é toda nossa.

Respiro fundo, expulsando o receio e nervosismo. Saímos do quarto ao encontro da mamãe e a Carla.

— Minha filha é tão linda! — diz admirada.

— Tive para quem puxar — digo sorrindo, minha mãe é linda.

— Filha tome cuidado, se divirta mas com sabedoria. Assim como você, Ágatha, cuide do meu bebê.

Aconselha sábia.

— Claro, tia, Hanna está em ótimas mãos.

Mamãe fez uma expressão engraçada de quem sabe como as coisas funcionam numa boate.

— Aliás, qual a boate que iremos?

— Numa da minha família, ela é a melhor. Meu irmão é o dono de lá, então a área vip nos espera — diz eufórica.

Alguns minutos depois..

— Meu irmão vai pirar! — diz Agatha quando estamos indo para o carro. Iremos passar na casa de Carla.

— Parecem gêmeas, estão divinas! — elogia Derek, e sorri.

— Realmente — digo.

— Tenho que concordar. Mas claro que eu estou mais bonita — gargalha Agatha, e eu a acompanho, essa mulher não se acha mais porque é só uma. — Espera até ver a Carla, seremos as trigêmeas mais lindas.

— Ela está que nem nós duas? —

pergunto animada.

— Basicamente sim, só muda o modelo porque os detalhes são os mesmos. Pensei em tudo, sabia que não iria se importar.

Partimos rumo a casa de Carla. No caminho ouvindo música e comentando sobre os homens da cidade ela comentou um pouco sobre seu irmão pelo qual não recordo muito, logo que fiquei amiga de Agatha, ele partiu para Itália. Nunca o vi nem mesmo por foto, mas Ágatha sempre comenta a respeito.

Pegamos Carla que estava uma deusa num vestido que moldou suas curvas. Percebi o olhar duro de Derek para ela, pareceu não gostar da roupa dela.

◇◇◇

Assim que chegamos ao nosso destino, a fila estava imensa mas era bem diferente de tudo que já vimos. Tudo de maneira organizada e chique.

Como esperado, entramos logo. O som da música cai sobre meus ouvidos de imediato fico um pouco incomodada, a cada passo que dou para dentro do lugar. Não estou acostumada com isso.

— Hanna, não suma da minha vista — Agatha fala por cima da música. — Tem gente aqui, que como posso dizer?!. Não tem boa índole.

— Como? — fico confusa.

— Só fique perto de mim. Não se preocupe, nada acontecerá. Derek está nos vigiando — pisca para mim, mas fiquei desconfiada com o que disse.

— Não devia ter vindo —murmuro para mim mesmo. A maioria das pessoas aqui parecem ricas, e não era de se estranhar pois o dono é um Goode.

— Relaxa, Hanna, estamos seguras. Só comentei para não dar confiança para qualquer homem. Vou pegar umas bebidas. Já sabe — sai me deixando com Carla que está mais calada que o normal.

— Algum problema? — pergunto.

— Não, claro que não — responde sem jeito.

— Tem certeza? — insisto.

— Sim, cabrita! — confirma, e estranho me chamar daquela forma, sendo que somente Derek usa esse apelido.

— Você parece distante e nervosa — digo, é notável em seu rosto isso.

— Não é nada, não se preocupe. Que tal dançarmos? — muda de assunto, e a entendo.

Agatha volta com as bebidas, e puxa eu e Carla para dançarmos, descemos as escadas já que não me dou muito bem com elevadores. Entramos no meio dos demais que estão dançando. Resolvo aproveitar. Fecho meus olhos e me entrego às batidas da música. Danço sensualizando se tem algo que sei fazer é dançar, nem lembrava disso.

Meu corpo está suado pelos movimentos que faço de acordo com o som. Paro por um momento e me ajeito para amarrar meu cabelo.

— Não os prenda!

Os bicos dos meus seios enrijeceram, ao ouvir uma voz extremamente rouca e sensual no meu ouvido.

Fico parada ainda pegando os fios do meu cabelo, sinto mãos ásperas e pesadas passarem por meus braços os abaixando, fazendo-me parar o que fazia.

O desconhecido de mãos grandes e quentes passaram por minha cintura, apertando. Ele me virou para si e precisei de todo meu autocontrole para não babar olhando para a paisagem perfeita.

Olhos claros um pouco sombrios, boca desenhada. Sobrancelhas grossas, barba por fazer. Forte. Tinha o corpo grande e musculoso.

Seu olhar é intenso e sedutor, sentindo-me incendiar por dentro

Hoje tiro o atraso.

Capítulo 3

HANNA • NARRANDO

Nossos corpos se alinham um no outro como se fosse um quebra cabeça as peças certas. Não tirava meus olhos dos seus, assim como o deles do meu, estávamos em ótima sintonia.

A música mudou para uma lenta sexual, ele aproveitou para passar suas mãos por meus braços, em seguida para meu pescoço, aproximando seu rosto do local sensível onde beijou de maneira cálida.

Minhas mãos correram para suas costas, comecei a acariciar, apertar, enquanto ele dava vários beijos em volta do meu pescoço. Sua barba fazia com facilidade minha pele arrepiar.

— Hanna, estava procu... — sair da bolha excitante, quando foi chamada pela Carla. — Oh! — sua boca emite esse som ao ver o homem que até então me segura pela cintura.

— Pensei que estivesse dançando comigo, Carla — digo e me desvencilhando das mãos do homem. — Quer dizer, pensei que estivesse aqui — me atrapalhei um pouco.

Carla segura o riso por minha vergonha pois agora devo estar vermelha, mas logo fica séria.

— Declan — diz nervosa. Ela pareceu lembrar de alguma coisa.

— Carla — mostra um sorriso. E que sorriso, pena que não parece ser bom.

— Está acompanhada? — pergunta o desconhecido.

— Vim com as meninas — sua voz sai um pouco falha.

Fico apenas observando, pelo jeito se conhecem. E parte de mim se incomoda com isso, mas que loucura mal o conheço.

— Só com elas? — ele arqueia a sobrancelha.

— Sim — sua voz está fanhosa, começava a me dar agonia. — E... Ele sabe — meia que sussurra a última parte. — Deixarei vocês acabarem de aproveitar a dança. Se cuide — sai como um raio da nossa frente.

A acompanho com os olhos para onde vai, minha curiosidade aumenta para saber o que acontece com minhas amigas.

— Qual seu nome?

Saiu de meus pensamentos com a voz da pessoa que está fazendo minha calcinha encharcar.

— É,é Hanna, meu nome é Hanna! — respondo atrapalha. Droga de nervosismo.

— Relaxe Hanna. Não tem porque ficar nervosa — diz calmamente.

— Declan. Certo? — digo, já que ele não disse seu nome.

— Sim. Vamos! precisa beber algo, aqui está ficando cheio demais.

Me leva em direção ao bar, segurando firme minha cintura enquanto caminhamos. Realmente o lugar está mais cheio que antes, a adrenalina que se passava em meu corpo enquanto dançávamos se foi.

Agora me sinto um pouco acanhada.

Subimos as escadas, o que agradeço mentalmente, a boate possui três andares.

— O de sempre para mim, e um Dry Martini — ordena para o barman das bebidas. Isso estranhamente me deixa excitada e me sinto irritada.

O barman rapidamente fez as bebidas, parecia nervoso. Na verdade, onde estamos ninguém se aproxima, e os que ocupavam próximo a nós rapidamente se dispersaram

Declan parecia ser muito autoritário.

No meu décimo terceiro drink, começava a me sentir um pouco zonza e animada.

— Preciso encontrar as meninas, elas devem estar me procurando — digo com voz arrastada.

— Irmãs? — investiga.

— Amigas, Carla é uma delas — respondo, ele me olha sério.

— Tem namorado? — pergunta.

— Porque? Se importa? — digo, efeito da bebida.

— Sim, me importo. Tenho planos para te foder, e não gosto de pegar mulheres comprometidas — responde, engulo em seco.

— Uma pena — faço beicinho. Ele respira fundo.

— Você não tem namorado — diz sem ter minha confirmação disso.

— O que faz pensar que não? — indago.

— Se tivesse não teria dançado comigo daquele jeito. E mesmo se tivesse, não mediria esforços para estar dentro de você — ele termina sua bebida e coloca o copo sobre o balcão. E me puxa, indo na direção do elevador.

— Irei vomitar se formos por isso, melhor pela escada — aviso.

— Não vai! — diz como se pudesse controlar isso.

Dentro do elevador agarrei o braço dele.

— Não gosto.. — digo, fecho os olhos.

Sinto sua mão em meu rosto em seguida a outra, abro meus olhos e o encaro. Ele me empurra para trás, sinto o metal gelado em minhas costas, ele me ergue um pouco fazendo assim minha vagina ficar rente à seu membro que se encontra duro.

Descaradamente ele pressiona seu sexo no meu criando um atrito que me fez suspirar, mordendo de leve meu pescoço, acabei gemendo, com isso ele aproveitou para abocanhar minha boca num beijo arrebatador, sua língua encostou a minha e fiz o mesmo, assim começou o duelo entre elas. Uma de suas mãos apertava meu seio esquerdo à medida que o beijo ia ficando mais tenso, ia esfregando com mais força nossos sexos. Pelo fato de estar de vestido, conseguia senti-lo.

O elevador começou a apitar e desgrudei meus lábios dos seus.

— Melhor me colocar no chão — sussurro.

Ele faz isso mas não se distancia de mim, tento controlar minha respiração o que parece ser impossível nesse momento, quando sinto sua mão ir ao encontro da minha vagina arregalo os olhos mas não tenho coragem de repreendê-lo, tocava por cima da calcinha pressionando de leve.

Declan se abaixou na minha frente e pegou em cada lado da minha calcinha e a desceu pelas minhas pernas, tentei impedi-lo mas parei quando recebi seu olhar nada paciente.

Quando conseguiu tirar minha calsinha, a abriu e cheirou bem próximo do meu rosto. Mesmo envergonhada rir.

— Cheirosa — diz com malícia. — Queria te foder aqui.

— Por que não faz isso… — sussurrei.

— Porque não quero que ninguém ouça seus gritos — diz introduzindo seus dedos em minha vagina, aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou. — Quero você completamente nua.

Acariciou minha vagina melada.

Apertando no botão do elevador a porta abriu. Haviam algumas pessoas paradas na frente, acredito que esperando para entrar.

Contudo ao nos verem, somente se afastaram abrindo passagem, ninguém perguntou pela demora.

A música ainda estava tocando ainda mais alto que antes, comecei a dançar. Declan apertou minha mão e me puxou para mais perto dele e fomos andando para saída da boate, colado atrás de mim enquanto dançava.

Um carro se aproximou ao sairmos da boate. Pelo jeito de Declan pertencia a ele.

— Quer que eu os leve, senhor?

Era o Derek, seu olhar foi indecifrável e eu nada disse, fiquei muda.

— Não, vá atrás da tua mulher.

Dispensou ele. Minha cabeça deu um nó ao ouvir ele falar isso.

Derek saiu, sem olhar para trás.

Antes de entrar no carro, Declan me encostou no mesmo e me beijou de um jeito maravilhosamente quente, me deixando mais excitada.

Ficamos nos beijando e quando começou a esquentar, ele sussurrou no meu ouvido para irmos para seu apartamento. Apenas concordei.

Disse que aproveitaria essa noite, e sexo fazia parte disso. Não tinha muita experiência com isso pois fiz apenas três vezes e foi com meu namorado e fazia algum tempo.

Fomos conversando normalmente, na verdade eu era a que mais falava, ele apenas concordava e às vezes dizia algo. Eu não sabia onde estava indo e mesmo um pouco bêbada, fiquei numa mistura de medo e excitação ao lembrar do episódio no elevador e antes de entrar no carro que me deixou molhada.

Pelo fato de estar sem nada por baixo do vestido, fiquei mexendo minhas pernas uma na outra de maneira discreta. Pelo menos pensei estar sendo.

Me assustei quando Declan freou o carro, meu corpo deu impulso para frente, sem conseguir dominar, meu corpo foi para o lado, minhas mãos foram parar diretamente no seu colo por cima do seu pênis duro.

O lugar onde ele parou a rua estava sem sinal algum de outro veículo. Rapidamente tirei minhas mãos de lá. E sorrir sem graça.

— Mas que porra!

Bate no volante. Fazendo eu me assustar.

Declan tirou o sinto e veio para cima de mim, atacando minha boca de forma mais tensa e maliciosa, me beijava e passava a mão por minha bunda, coxa e tentava tocar na minha virilha. Conforme foi me beijando fui ficando cada vez mais relaxada e ele então tocou minha buceta, que estava chorando totalmente ensopada.

Começou a esfregar seus dedos em minha vagina apenas por cima, meu vestido já se encontrava na minha cintura. Quanto mais ele esfregava seus dedos, mais excitada ficava. Até que ele colocou seus dedos entre meus lábios vaginais explorando mais fundo, e começou a masturbar meu grelinho de forma deliciosa me deixando ofegante, em compensação ele estava calmo mesmo com a respiração acelerada, e continuou ali até que ele mandou eu abrir as pernas para ele.

Quando o fiz sem vergonha alguma. Ele inseriu um dedo suavemente na minha buceta.

— Que bucetinha mais gostosa, é apertadinha e toda minha — sua voz era de puro tesão

Então ele inseriu mais um dedo e fez um vai e vem mais constante. E eu comecei a soltar uns gemidinhos baixos suaves, me incomodou um pouco quando ele colocou mais um dedo e começou a meter com força, e com a outra mão masturbava meu grelo totalmente durinho.

Pude perceber o volume em sua calça, então o beijei e acredito que por efeito da bebida comecei a acariciar seu membro extremamente duro por cima da calça jeans, fui abrindo seu zíper vagarosamente e fui tirando seu pau para fora.

Quando vi seu membro fiquei um pouco assustada, era grande e grosso com a cabeça levemente rosada. Comecei a mexer nele fazendo movimentos para cima e para baixo,ele começou a soltar gemidos.

— Vamos para o banco de trás — diz segurando minha nuca, beijando minha boca. Fazendo minha mão apertar seu pau com força.

Mesmo nervosa, não dava mais para desistir.

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