Capítulo 2

"Connor, do que você está falando?", murmurou Deanna, atordoada.

Há tempos, ela sabia que ele nunca a apoiaria. Ainda assim, sempre acreditava que ele ao menos tentaria ser justo. Nesse momento, essa convicção se desfez diante dela.

Afinal, ele acreditava na versão de Gillian sem nem se dar ao trabalho de entender o que realmente havia acontecido.

Deanna desviou o olhar, e um sorriso sutil e autodepreciativo surgiu nos seus lábios.

Esse era o homem que ela havia ido atrás com todo o coração e insistido em se casar, mesmo quando seu pai a avisou para não fazer isso.

Durante os últimos três anos, ela vira claramente que o coração de Connor sempre era de Gillian — eles cresceram juntos, a história deles longa e complexa. No entanto, como Gillian já estava casada com Andrew, ela se convenceu de que Connor acabaria se apaixonando por ela.

Sendo assim, quando Connor a pedira em casamento em troca de que ela cuidasse da doença de Gillian, ela hesitara apenas por um instante antes de aceitar.

Ela nunca imaginou que, três anos depois, ele pediria o divórcio tão facilmente.

Deanna ergueu os olhos para o marido, que mais uma vez optou por Gillian sem hesitar.

Os belos traços do homem eram inexpressivos e, quando ele olhou para ela, foi como se ela não fosse nada mais do que uma estranha — o mesmo olhar frio no dia em que se casaram.

Nesse momento, ela finalmente se deu conta do quanto havia se iludido. Ele não gostava dela e nunca gostaria, por mais que ela tentasse.

"Deanna! Não ouviu o que Connor disse? Peça demissão do seu emprego ou aceite o divórcio!", exclamou Susan, sua voz carregada de escárnio enquanto a encarava.

Endireitando-se, Deanna respondeu: "Já disse que fiz tudo o que pude. Se vocês estão convencidos de que há um problema com o medicamento, então peçam à equipe de inspeção do hospital para verificar. Não vou desistir da carreira pela qual trabalhei tanto!"

Batendo com a mão na mesa, Susan apontou o dedo na direção de Deanna e soltou uma risada aguda. "Você acha mesmo que fez o suficiente? E ainda tem a coragem de envolver a equipe de inspeção nessa situação? Por acaso acha que não sei o que você e seus colegas do hospital estão tramando? Gillian me contou tudo sobre como você a maltratou, mesmo ela tendo tentado te acobertar."

Após uma breve pausa, ela ordenou com firmeza: "Está bem, então! Se ela se recusar a admitir seu erro, a levem para o porão e a tranquem lá! Ela só sairá quando estiver pronta para confessar. Já que ela é tão teimosa, nem se preocupem em alimentá-la! Apenas garantam que ela tenha água suficiente para sobreviver!"

Deanna olhou para eles, incrédula. Será que isso estava realmente acontecendo nos dias atuais? Como eles podiam falar em trancá-la num porão e deixá-la passando fome como se não fosse nada de mais?

Em vez de discutir, ela desviou o olhar para Connor.

Não conseguindo se conter, uma parte dela ainda queria saber o que ele realmente pensava.

Quando ele finalmente olhou para ela, seu olhar estava frio. "Pense bem no que vai fazer. Gillian perdeu o filho dela, e você terá que arcar com as consequências disso."

"Por que se dar ao trabalho de discutir com ela, Connor? É só jogá-la lá e deixá-la sem comer por três dias. Quem sabe assim ela pare de se fazer de difícil." Kristina nunca tentou esconder sua antipatia por Deanna, sempre achando que Connor havia sido forçado a se casar.

Desde que Deanna entrou para a família, Kristina vinha fazendo de tudo para dificultar sua vida.

Ignorando-a completamente, Deanna mantinha os olhos fixos em Connor.

As opiniões de Kristina não significavam nada para ela — a única opinião que importava era a de Connor.

Com a esperança brilhando no seu olhar, ela o encarou e disse: "Connor, eu jamais machucaria Gillian. Sou médica e cuido de todos os pacientes. Você sempre fala em ser razoável. Então, não pode me mostrar a mesma justiça que diz acreditar?"

A esperança cintilava nos olhos de Deanna enquanto ela observava o rosto dele.

Seu apelo não era para receber um tratamento especial, mas sim uma simples justiça — ela apenas queria que alguém analisasse os fatos e descobrisse a verdade por trás de tudo isso.

No entanto, no fim, ela acabou se decepcionando.

Arrastada de volta para casa pelo mordomo da família, Deanna foi levada diretamente para o porão.

A porta se fechou, separando-a de Connor e do mundo.

Com o coração disparado, o pânico começou a se instalar. Pela fresta estreita, ela vislumbrou o olhar distante e frio do marido — sem calor ou arrependimento — e congelou no lugar ao vê-lo desaparecer atrás da porta.

Sentada no quarto escuro como um breu, sentiu que o tempo perdeu todo o significado.

Tudo o que ela conseguia sentir era que o chão estava úmido, e o ar a pressionava com um peso sufocante.

De vez em quando, algo pequeno passava correndo, tornando o silêncio ainda mais difícil de suportar.

Pouco a pouco, ela passou de um estado de coração partido para um de total indiferença. Em algum momento, simplesmente se sentou no chão frio, seu coração desistindo lentamente do homem que um dia amou.

Ela não conseguia adivinhar quantas horas haviam se passado na escuridão.

Finalmente, a porta do porão se abriu com um rangido e a luz do sol se espalhou pelo chão, a obrigando a proteger os olhos.

Parado sob a luz, Connor perguntou sem rodeios: "Já admitiu o que fez de errado?"

Ao ouvir isso, o amor que Deanna sentia por ele desapareceu por completo.

Se ela respondesse que sim, ele a mandaria de volta para o hospital para cuidar de Gillian.

Por isso, ela se recusava a desistir, se apegando a algo que não conseguia identificar — talvez fosse o peso dos três anos que passaram juntos, ou a esperança de que Connor finalmente a enxergasse.

"Nunca maltratei Gillian. Fiz tudo o que pude para ajudá-la. Se me permitir, irei ao hospital e descobrirei a verdade. Tudo o que peço é uma última chance, Connor. Isso não é justo?", implorou Deanna, seus olhos cheios de esperança.

"Uma última chance?", perguntou Connor, seus olhos brilhando com uma diversão fria. "Está querendo mais tempo para esconder o que fez?"

Apesar de ter tentado se preparar para esse momento, Deanna ainda estava com o coração partido.

Levantando-se do chão com dificuldade, ela encarou o marido e perguntou: "Depois de tudo o que passamos, você já sentiu alguma coisa por mim?"

Connor hesitou por um breve segundo antes de soltar uma risada baixa e sem humor.

Esse som atingiu Deanna mais forte do que qualquer golpe, lhe mostrando que ela havia se apegado a uma esperança que nunca existiu.

"Então isso significa que nunca sentiu nada", ela murmurou, seu rosto ficando pálido. "Eu estava realmente me enganando."

Uma risada amarga escapou dela. "Nesse caso, vamos acabar com isso. Vamos nos divorciar."

Connor congelou, olhando para ela como se ela tivesse dito algo impossível. Suas sobrancelhas se franziram enquanto seu olhar ficava mais frio.

Ele esperava que ela confessasse a culpa depois de uma noite no porão, se afastasse do seu cargo no hospital e entrasse na linha como sempre fez, mas nunca imaginou que ela falaria em divórcio.

Para ele, a recusa dela em ceder era ridícula, e sua rebeldia, completamente equivocada.

Observando a expressão dele se transformar, Deanna sentiu uma risada vazia surgir no seu peito enquanto abaixava a cabeça.

A surpresa dele fazia sentido. Afinal, ela passara três anos seguindo cada palavra que ele dizia.

Respirando fundo, ela olhou nos olhos dele e disse novamente: "Connor, quero o divórcio."

Com essas palavras, ela se virou e saiu do porão, seus passos lentos.

A febre do dia anterior ainda a consumia, e cada hematoma latejava sob sua pele. A lembrança daquelas pequenas criaturas passando pelos seus dedos a fez se arrepiar novamente.

Ainda assim, ela continuou andando, decidindo deixar esse lugar para trás, se afastar da família Dixon e pôr fim ao casamento que um dia acreditou que valorizaria pelo resto da sua vida.

Capítulo 3

Deanna saiu da residência dos Dixon sem levar nada.

Os empregados não perderam tempo para fofocar.

"Ela fala com a boca cheia que quer o divórcio, mas saiu de mãos vazias. Se está tentando se mostrar indiferente, está fazendo um péssimo trabalho."

"Pois é, né? Ela anda por aí como se fosse superior a tudo, mas todos sabem que ela só se casou com o senhor Dixon por dinheiro. Dizem até que ela nunca nem dormiu com o marido."

"Provavelmente isso é o melhor. Uma mulher como ela não merece o senhor Dixon de qualquer forma. Duvido que ela realmente vá se divorciar de verdade."

"Ah, por favor. O que ela poderia ganhar sendo médica? Ela só fala da boca para fora. Esperem e verão — ela vai ceder e largar seu emprego para poder ficar aqui e cuidar de Gillian em tempo integral."

"Se ela está tão determinada assim, por que não se divorcia de uma vez?"

À medida que Deanna se afastava da casa, as zombarias deles foram ficando para trás.

A febre a deixou esgotada, deixando seu corpo fraco e trêmulo.

Seus anos de formação médica a alertaram que ela estava prestes a ter um colapso.

Recompondo-se, ela se esforçou para ficar de pé enquanto esperava por um táxi.

De repente, uma rajada de vento soprou, seguida por um elegante carro preto que por pouco não a atingiu quando passou em alta velocidade.

Um pânico repentino a atingiu quando ela cambaleou para trás. Nesse breve instante, ela avistou o perfil de Connor através do vidro, tão indecifrável quanto uma pedra.

O vidro fumê subiu, a separando do mundo dele de uma vez por todas.

Ela ficou parada no lugar, com um sorriso triste e desolado estampado nos seus lábios.

Três anos de lealdade terminaram com ela sozinha na rua, rejeitada como se fosse uma estranha.

Quando o carro virou a esquina, o motorista deu uma olhada pelo retrovisor, seus olhos fixos na figura pálida de Deanna. "Senhor, ela parece estar prestes a desmaiar. Se ela desmaiar na frente da casa, as pessoas vão começar a fofocar. Podemos ter uma grande confusão em mãos."

Connor abriu os olhos, frios e determinados. "Ela é a culpada por Gillian ter perdido o bebê. Mesmo que ela abrisse mão de tudo, não seria suficiente para compensar o que aconteceu."

Sem que Connor o visse, os lábios do motorista se curvaram num leve sorriso de canto antes de ele responder: "Entendido, senhor."

Logo depois, o carro se misturou no trânsito.

O calor ondulava no ar, tirando toda a umidade dos lábios de Deanna e fazendo com que sua visão ficasse turva. Ela piscou para afastar a escuridão que a consumia, mas seu equilíbrio se abalou e ela lutou para se manter de pé.

Seu coração batia forte e dolorosamente enquanto ela apertava o peito para conseguir respirar.

O mundo se inclinava ao seu redor, e as bordas se embaçavam.

Por um momento de suspensão, ela se sentiu flutuar, leve como uma folha, solta do seu galho e caindo desamparadamente no chão.

Em meio a um nevoeiro de lágrimas e tontura, ela avistou um rosto familiar, com traços nítidos e olhos fixos que apareciam e desapareciam do seu campo de visão.

Ela tentou forçar suas pálpebras a se abrirem, mas a exaustão a dominou. À medida que seus sentidos se esvaíam, uma voz distante e urgente a chamava, e o pânico marcava cada sílaba.

Theresa Lloyd, a amiga mais próxima de Deanna e também sua colega, entrou correndo no hospital após receber uma ligação, só para encontrá-la inconsciente, com a pele pálida e fria.

Mesmo dormindo, o corpo de Deanna tremia incontrolavelmente, o suor frio se acumulando na sua testa. Ela parecia estar à beira da morte, a um passo de partir para sempre.

A equipe de obstetrícia e ginecologia correu para atendê-la, e suas vozes se elevaram num coro de preocupação.

Nikolas Green, o diretor do hospital, chegou e, ao vê-la fraca e sem vida na maca, a dor contorceu sua expressão. "Ela perdeu muito sangue e mesmo assim terminou a cirurgia. Mas quando ela ficou doente, pegou um táxi sozinha e desmaiou bem na entrada. A família Dixon não tem coração!"

Com o rosto vermelho de indignação, a enfermeira-chefe, Rebecca Oliver, apontou o dedo para o quarto de Gillian. "Eles são tão sem-vergonha assim? Deanna quase morreu, mas eles só se importam com outra mulher."

Enfermeiras e médicos, cheios de raiva, levaram Deanna às pressas para um quarto privativo.

Sua febre durou até a noite. Quando a manhã finalmente chegou e seus olhos se abriram, ela se sentiu frágil e exausta, se recostando nos travesseiros.

Seu olhar vagava, vazio, enquanto o caos do dia anterior se repetia com detalhes cruéis.

A dor surgiu no seu peito, quente e intensa, ao se lembrar dos três anos amando um homem que um dia a abraçou com carinho, mas que agora só deixava cicatrizes.

Ela puxou os joelhos até o peito, escondendo o rosto nos braços enquanto lágrimas silenciosas escorriam.

Durante todo esse tempo, acreditara que o amor verdadeiro seria retribuído. No entanto, sua dedicação só a deixara destruída.

Ela se agarrou à esperança de que o esforço e a obediência poderiam derreter até o coração mais gelado.

Como esse sonho parecia tolo!

Não era de se admirar que as pessoas a chamassem de ingênua — olhando para trás, até isso parecia uma palavra muito branda.

Quando Deanna acordou novamente, a luz do sol entrava pela janela do hospital.

Como seu corpo estava pegajoso de suor frio, ela trocou de roupa.

Seus colegas chegaram, com Theresa liderando o caminho, segurando uma sacola de café da manhã nos braços.

"Deanna, finalmente você acordou", disse Theresa, segurando a mão dela com alívio. "Você quase me deu um ataque cardíaco. Por um segundo, pensei que nunca mais te veria."

Deanna abriu um leve sorriso, pensando que Theresa sempre tinha um talento para o drama. "Estou bem agora. Não foi nada."

"Deanna, por favor, se concentre em melhorar. Cuidaremos das rondas e dos exames. Toda a equipe concordou em cobrir seus turnos, então você não precisa pensar em nada além de se recuperar", comentou outro colega, Ian Dale, sua voz cheia de carinho.

Desde a chegada de Deanna ao Hospital Benignity, ela elevara o nível da cirurgia cardíaca. Quando a gravidez de Gillian exigiu um acompanhamento rigoroso, ela foi transferida para liderar a obstetrícia e ginecologia.

Alguns da velha guarda duvidaram dela no início, mas depois de vê-la na sala de cirurgia, até os mais teimosos mudaram de ideia.

Sob sua liderança, o departamento mudou muito, as taxas de sucesso cirúrgico disparando e a reputação do hospital se espalhando por todo o país.

A lealdade e o respeito da sua equipe foram conquistados com muito esforço e, nesse momento, o apoio deles parecia uma tábua de salvação.

As palavras de Ian foram repetidas pelo restante da equipe, todos concordando com a cabeça.

Deanna se permitiu relaxar, genuinamente comovida.

Depois que seus colegas voltaram ao trabalho, ela olhou para Theresa, que permanecia ao lado da sua cama. "Você sabe onde está meu celular?"

Theresa ficou imediatamente em alerta. "Por favor, não me diga que está pensando em ligar para Connor novamente. Você já não está cansada de ser ignorada por ele? Se ainda está querendo consertar as coisas, pelo menos espere até estar mais forte. Você não pode continuar se entregando a alguém que só recebe."

Como a dor já havia passado, Deanna abriu um sorriso cansado e torto, decidindo seguir para frente.

Balançando a cabeça, ela disse: "Não é por causa dele. Só quero ver as notícias."

Ela conhecia muito bem o jeito de Gillian, que faria questão de conseguir simpatia, se fazendo de vítima e colocando toda a responsabilidade pela tragédia sobre ela.

Dessa vez, as acusações de Gillian não se limitariam a fofocas na família Dixon — ela iria jogar para a plateia, inventando histórias para arruinar sua reputação em todos os lugares.

Deanna se lembrou dos anos que Gillian passara agindo como uma amiga, apenas para preparar o terreno para essa traição.

Três anos de gentileza, só para acabar com uma faca nas costas.

Cada manchete e artigo que Deanna lia provava que ela estava certa.

Observando-a, Theresa não conseguiu esconder sua frustração. "Para que se dar ao trabalho de olhar? Eu te disse que Gillian não era tão doce quanto fingia. Ela é uma cobra, e você continua sendo picada porque se recusa a ver isso. Você a chamava de amiga de 'bom coração'. Bom, agora a internet inteira está convencida de que você é a vilã. E Connor? Aquele homem é um caso perdido! Como um idiota com ele conseguiu se tornar CEO?"

Deanna permanecia em silêncio, sua atenção grudada no celular na sua mão.

Todas as reportagens eram sobre ela e o Hospital Benignity — Connor e a família Dixon não foram mencionados.

Para os médicos, a reputação era tudo. Para um hospital, era a sobrevivência.

Ela podia suportar o que quer que o mundo lhe impusesse, mas não podia deixar que o lugar que havia se esforçado tanto para construir caísse em ruínas.

O ataque de Gillian foi implacável e perfeitamente planejado, mas ela não sabia que a mesma experiência que Deanna usara para salvar sua vida poderia ser usada com a mesma eficácia para destrui-la.

Afinal, a doença cardíaca congênita nunca desaparecia de fato, precisando de cuidados constantes, e ignorar isso era uma receita para o desastre.

Deanna achou isso até engraçado, pensando no quanto ela amou Connor e no pouco que Gillian entendia o que estava realmente em jogo.

Pelo canto do olho, Theresa notou o sorriso fraco e quase ameaçador de Deanna, o que a fez se arrepiar. "Deanna, hum... o que está acontecendo? Sei que você passou por um inferno, mas está me assustando. Tudo bem, não vou chamar Connor de idiota nem Gillian de cobra nunca mais, prometo."

Deanna ergueu os olhos e viu o rosto preocupado de Theresa, percebendo que seu velho hábito de defender Connor havia prejudicado sua amiga.

Sua garganta ardia a cada palavra, mas ela falou com uma determinação silenciosa: "Sendo sincera, você tem razão, Theresa. Finalmente estou vendo isso agora."

Após tomar sua água, ela se recostou no travesseiro e fechou os olhos, deixando Theresa com os olhos arregalados e completamente atônita.

O que acabou de acontecer? Deanna realmente mudou?

Ela passara anos sendo repreendida toda vez que reclamava de Connor. E agora, Deanna estava concordando com ela?

Incrédula, Theresa beliscou seu braço com força suficiente para deixar uma marca, e a dor provou que ela não estava imaginando coisas.

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