Capítulo 2

Na segunda-feira ela acorda, se sentindo mal, então resolve não ir trabalhar.

— Como o fim de semana passa rápido, mas vou avisar que hoje não vou, sei que eles dão conta.

— Monikstak, bom dia! — Fala Rosimeire ao atender Monik.

— Rose, sou eu, não estou me sentindo bem cuida de tudo aí.

— Ok, mas você vai ao médico né?

— Nada que um dia de descanso não resolva.

Após desligar ela vai para cozinha preparar um café.

— Bom dia! Não acreditei que iria emendar o fim de semana.

— Bom dia! Eu não estou bem.

— Claro que não depois da burrice que fez trazendo aquele cara.

— Eu trago um cara a primeira vez é burrice? Você vive trazendo cada vez uma diferente e legal?

— Não é isso você o pegou num bar Monik.

— E você as, pega aonde, em um convento? — um silêncio toma cota do ambiente.

— Moni, eu me preocupo com você.

— Quer saber? Se você se preocupasse mesmo, me respeitaria não trazendo seus casos para cá... mais a casa é sua fazer o quê?

— A casa é tanto minha quanto sua... desculpa quando vi você com aquele cara, fiquei louco.

— Tudo bem eu só o trouxe para me vingar de você mesmo.

— Como assim? — Erik pergunta com uma sobrancelha arqueada.

— Para você sentir na pele, o que é a pessoa transando no quarto ao lado, fazendo barulho sem você conseguir dormir a noite toda.

— Desculpa, Moni, não via desse ângulo.

— Tranquilo, o que vamos fazer hoje?

— Jogar Free Fire...

— Eu venço você, rsrsrs.

Eles vão para sala e passam o dia jogando uma hora Monik ganha e começa a debochar dele e faz coseguiinha nele, que tentando se desviar a joga no chão deitando por cima dela, sua respiração acelera ele fica olhando em seus olhos e desce os olhos aos lábios dela, parece que ele vai beija-la, mas ele levanta e senta de lado.

— Vamos jogar outra Monik?

— Se você quer perder — Monik fala rindo dele.

— Veremos... rsrsrsr…- Seu telefone toca e Monik atende.

— Alô quem é?

— Oi! Sou eu Josh, queria saber como você está?

— Oi! Josh, eu estou bem obrigado por perguntar. — Erik fica visivelmente irritado com essa ligação.

— Que bom! Ontem nem tivemos tempo de conversar,

— Tudo bem, eu também passei o dia deitada para ver se passava a ressaca.

— Mais, passou? Se precisar de algo é só ligar.

— Está bom, obrigada por se preocupar, até mais,

— Até, cuide-se...- ela desliga e Erik está com cara de poucos amigos.

— Porque esse cara está ligando?

— Qual é o seu problema?

— Eu não gostei dele só isso Monik.

— Eu também não gosto das mulheres que você traz... e nem implico com você Erik.

— Está bem moni, você que sabe, vou tomar banho. — Ele sai... Monik está furiosa porque ela tem raiva dos casos dele?

— Porque quando ele está perto você parece uma adolescente de quinze anos Monik Teixeira, eu suponho que vou ter que mudar daqui… ver ele com outra está acabando comigo.

— Moni? — Ela olha para Erik e ele está enrolado numa toalha.

— O que foi? — Ela fala tentando disfarçar a voz de desejo.

— Você tem shampoo? O meu acabou.

— Pega lá no meu banheiro, vou pedir uma pizza, você quer?

— Legal vou lá buscar, pede uma de pepperoni para mim.

— Está bom. — Ela liga e pede a pizza... quando desliga vê Erik rindo com algo na mão.

— Do quê... como se atreve, me dá isso Erik.

— Eu nunca que imaginei você com uma dessas.

— Erik, para, me dá. Aqui... — Monik fala irritada.

— Só se você me falar se estava com ela ontem.

— Não é da sua conta. — Pulando em cima dele, pega a calcinha, o que ela não percebe é que ao cair no chão a toalha solta e Monik se vê em cima dele totalmente nu...

— Vai tomar banho Erik... — Fala saindo de cima dele.

— Você me deixou sem a toalha... pode pegar por favor. — Levantando ela pega a toalha e com o rosto virado para outro lado entrega-lhe.

Erik termina o banho e vai para a sala, e a pizza chega o clima ainda está tenso entre eles.

— Vou lá pegar a pizza, já chegou.

— Deixa eu pego lá… — Erik entra com a pizza Monik pega os pratos, copos e talheres e eles comem calados sem olhar um para o outro.

— Monik… desculpa ter invadido sua intimidade.

— Tudo bem, desculpa ter derrubado sua toalha.

— Vou evitar andar só de toalha pela casa...

— De cueca também? — ele ri... olha para ela.

— Eu fico gato só de cueca, rsrsrs.

— Eca Erik, você é muito convencido.

— E sua calcinha é ‘sexy’, hahahah.

— Para de Graça Erik.

— Estou falando sério e como está a empresa?

— Está bem, ontem assinamos uma fusão de milhões.

— Que legal... pelo menos sua rebeldia de sair de casa para lutar pelo seu sonho está funcionando.

— Você conhece o papai... ele quer que eu siga os passos dele e da mamãe.

— Eu sei... foi pelo mesmo motivo que decidi morar sozinho.

— Pois é… fora que mamãe, vive tentando me arrumar um namorado, espero que um dia eles me perdoem.

— Vão sim... eles vão observar a mulher talentosa que você é.

— E como está seu serviço de piloto?

— Legal, eu gosto quando estou lá em cima. — Por um momento ela percebe Erik a olhando, seus olhos são ardentes parece que ele me despir com os olhos.

— Vou dormir boa noite! — Fala Monik indo em direção ao quarto dela.

— Boa noite! Durma bem. — Na manhã seguinte ao acordar ela vai para a empresa, tem uma reunião importante pela manhã.

— Bom dia! Monik está melhor?

— Bom dia! Estou sim, Rose.

— A reunião com a zipwer é daqui a pouco.

— Sim, vou só revisar a pauta e já vou. — Ela entra na sua sala... a lembrança de Erik sem a toalha não sai da sua cabeça.

— Esquece isso Monik... isso é loucura. — Ela termina de revisar a pauta, e vai para reunião.

— Rose cadê a Monik? — Fala Erik se aproximando da mesa.

— Ela acabou de entrar para uma reunião Erik.

— Posso esperar ela aqui?

— Sim, Erik, todavia vai demorar.

— Tudo bem, eu espero obrigado.

— Está bom... vou à sala de ‘marketing’ já volto.

Erik senta pega uma revista e fica observando as fotos, duas horas depois Monik sai da reunião com uns homens muito bem vestidos.

— Muito obrigada! Vocês não vão se arrepender da escolha. — Eles a cumprimenta e entram no elevador.

— Monik, Erik está aqui.

— Erik! Aconteceu algo? — fala preocupada.

— Não está tudo bem... só pensei de nós almoçarmos juntos, o que você acha?

— Legal vamos sim, deixa eu pegar minha bolsa. — Voltando do escritório ela fala com Rosimeire.

— Rose o contrato está assinado na sala de reunião.

— Já vou buscar…

— Vamos estou faminto, tchau Rose. — Eles almoçam e tem uma tarde maravilhosa.

— Preciso voltar Erik…

— Ei... posso conhecer tua empresa Monik?

— Vamos lá então. — Ela à tarde com Erik na empresa relê alguns papéis assina alguns acordos.

— Prontinho, vamos então?

— Que você acha de irmos beber algo? Eu pago.

— Ok, é por sua conta e risco rsrsrs. — Vão para um barzinho muito legal e familiar perto de casa.

— Você na empresa fica séria... gosto disso.

— Eu dou muito valor no que faço lá... é minha vida Erik.

— Verdade mais está ficando linda a empresa… estou feliz por você. — Tarde da noite eles estão um pouco bêbados e Monik começa a falar para ele o que acha dos casos dele.

— Eu não gosto dos seus casinhos… Você troca de mulher toda hora Erik.

— É porque a que eu realmente quero não posso ter Monik.

— Você é bonito, um Deus grego... e olha que posso falar com convicção

— Hahahah, só porque me viu sem roupa?

— Também, rsrsrs sempre te achei um gato.

— Você nunca disse isso.

— Porque somos amigos, não podemos ter nada se não fosse, eu ia colocar seus casinhos no chinelo. - Erik ri... ele também tem desejo por ela, mas tem medo de acabar com a amizade deles... após mais três bebidas decidem ir para casa Erik está a segurado pela cintura.

— Vem, chegamos, só vou abrir a porta. — Ele a encosta na parede para pegar a chave.

— Erik fica comigo essa noite... por favor.

— Ah! Moni...... Moni… eu te quero tanto — eles se beijam a paixão encandeia o ambiente o desejo de deles é avassalador até que cansados vocês dormem.

Capítulo 3

Monik acorda uma dor horrível de cabeça, na cabeceira está aspirina e um copo de água, ela toma.

— Meu Deus! O que foi que eu fiz? — Levantando toma banho frio e vai para sala, Erik não está ela vai até o quarto dele..., percebendo que ele viajou.

— Monik o que você fez? — Ela então deita no sofá e liga a televisão, quando seu telefone toca.

— Oi! Erik... — Ela atende sentindo que não recebera uma boa notícia.

— Oi bom dia! Moni.

— Você viajou? Procurei-te pela casa vi que suas malas não estavam.

— Recebi uma chamada hoje cedo, não quis te acordar... tomou a aspirina?

— Tomei sim... obrigada, quando você volta?

— Essa viagem é longa... daqui a três meses…

— Nossa porque tudo isso? — Monik pergunta já com um aperto na garganta.

— Vou levar um magnata para Londres numa conferência de três meses e ele não quer que o helicóptero volte para o Hangar antes disso.

— Entendi... então boa sorte... tenho certeza que não vai faltar distração para você lá, — Fica um silêncio…

— Eu te ligo para saber como você está.

— Está bom, beijos e boa viagem Erik.

— Beijos, obrigado se cuida — Sentindo seu peito doer... Monik lembra que teve uma noite maravilhosa com seu melhor amigo e agora ele viajar por três longos meses.

— Eu preciso ocupar minha cabeça... vou para academia, senão ficarei louca aqui. — Ela se arruma e vai

— Vamos para esteira Monik na esteira estará muito ocupada,

— Você não precisa de academia está ótima.

— Nossa é assim que você flerta?

— Não, foi só um elogio, desculpa.

— Sei... então tá você também tá! Ótimo. — Ele ri... e ficam conversando depois vão para lanchonete tomar um suco.

— Você é muito legal... o que você faz da vida Monik?

— Abri minha própria empresa há quase um ano.

— Legal empresa do quê...? — Reynaldo fala com admiração.

— Minha empresa faz propaganda de ‘marketing’ para as empresas de renome.

— Interessante... parece que fui para a esteira certa então.

— Como assim? — Pergunta intrigada.

— Eu tenho uma empresa multinacional ela é conhecida no mundo todo e quero fazer algo diferente.

— Espera você não é o?

— Dono da Fort. Widson? Sim, sou eu, rsrsrs

— Nossa que tudo... pensava que você teria sua própria academia.

— Você pensou que eu fosse esses magnatas que andam de jatinho, limusine, comem caviar e tudo mais? Rsrsrs

— Desculpa... pensei hahahaha.

— Não gosto disso... gosto de eu mesmo dirigir e comer uma comida de verdade.

— Isso é interessante... — Monik esta admirada com o jeito simples e Reynaldo.

— Eu falo sério, quando digo que quero ampliar os horizontes da empresa Monik.

— Toma meu número, liga marcando uma audição aí você vê se gosta das nossas ideias.

— Vou ligar sim... foi ótimo te conhecer.

— Foi um prazer, tchau tenha um bom final de semana. — Ela vai para o vestiário toma banho se troca e vai para casa.

— Nossa, já está tarde vou comer algo e revisar alguns ‘marketings’ para o, senhor Josué Nogueira. — Passa a tarde o telefone dela toca.

— Oi! Mamãe…

— Oi! Filhota como você está?

— Estou bem... aconteceu algo?

— Não, querida eu e seu pai, iremos dar um jantar essa noite e queremos que venha é importante.

— Mãe... eu não estou afim.

— Nossa! Querida faz meses que não nos vemos... Você vai fazer essa desfeita com seus pais?

— Está bom, mamãe eu vou.

— Eeeee, obrigada filhota te vejo mais tarde beijos.

— Beijos... — Monik sabe que seus pais estão aprontando alguma para ela.

— Deixa eu me arrumar e enfrentar o que eles armaram dessa vez. — Ela veste seu melhor vestido se maquia e sai... Monik sabe que os jantares dos seus país só tem magnatas poderosos.

— Há querida você chegou...

— Oi! Mãe... elas se abraçam

— Filha que bom que veio…

— Oi! papai, como o senhor está?

— Estou bem, sentindo sua falta, volta para casa filha.

— Não papai, estou bem construindo meu sonho.

— Querida, deixa eu te apresentar o filho da Rochele Moraes, filha esse é o Willy Moraes.

— Prazer em te conhecer... sua mãe fala muito de você, ela só esqueceu de mencionar o quanto você é linda Monik.

— Obrigada o prazer é meu.

— Fiquem aí conversando... eu vou cumprimentar alguns convidados.

— Você é médica?

— Não, eu dirijo minha própria empresa

— Pensei que seguiria os passos dos seus pais Monik…

— Não gosto de sangue.

— Eu sigo a profissão dos meus pais quero ser um médico renomado igual eles.

— Que bom! Boa sorte então. — A conversa está insuportável willy só fala de cirurgia fraturas e de repente.

— Monik que bom te ver aqui... não pensei que gostasse desses jantares.

— Oi! E não gosto, minha mãe me obrigou a vim.

— Sua mãe é uma grande cirurgiã, os jantares dela são maravilhosos.

— Willy, nem todos gostam de jantares extravagantes.

— como você Reynaldo?

— Sim, você sabe que sim Willy…

— Reynaldo sempre vem nesses jantares, obrigado Monik.

— Somos dois, isso aqui é tortura demais

— Que você acha de irmos para outro lugar?

— A ideia é tentadora, mais se eu sair daqui aí a relação com meus pais acabar de vez.

— Nossa está tão ruim assim?

— Eles não me perdoam por sair de casa para abrir minha empresa.

— Entendi... bom que tal fazermos companhia um para o outro assim fica menos tedioso

— Adorei... porque não sei se sobrevivo a essa noite.

— Que seja! Fiquem aí perdendo o melhor jantar.

Eles sentam num canto e conversam sobre tudo riem e debocham um do outro quando Magda chega,

— Querida... Reynaldo você está se divertindo?

— Sim, está maravilhoso tudo perfeito. — Magda nota que ele fala da companhia e não do jantar e olha para Monik.

— Querida o Willy ficou sozinho o jantar todo.

— Mãe estávamos nós três conversando, ele que não quis ficar aqui. — Ela sai com olhar de quem quer dizer, depois conversamos mocinha…

— Fico louca com essa mania dela tentar me arrumar namorado em cada jantar.

— Quem ela quer que você namore? O willy rsrsrsrsr.

— porque está rindo?

— Vai por mim, você não faz o gosto dele, rsrsrs.

— Graças a Deus! Porque achei ele muito metidinho…

— Hahahaha, ele é uma boa pessoa, só acredita que tem que seguir a profissão da mãe, que o mima muito... — Ela decide terminar a noite

— Bom, já vou indo amanhã eu tenho alguns trabalhos para terminar que não terminei hoje.

— Posso te levar? — pergunta Reynaldo.

— Não precisa estou com o carro do meu amigo de quarto.

— Você tem um amigo de quarto?

— Sim, somos amigos de infância... ele saiu primeiro que eu da casa dos pais... eu sai depois.

— Entendi... e aonde ele está?

— Realizando o sonho da vida dele que é ser piloto de helicópteros e viajar o país

— Legal, está aonde nesse momento?

— Viajou essa manhã para Londres.

— Deve ser o máximo…

— Querida, os pais de Erik querem saber porque ele não veio com você?

— Ele está em Londres a trabalho papai.

— Aff... você chama isso de trabalho?

— Papai, é o que ele ama fazer

— Igual você teimoso e rebelde, — ela abaixa a cabeça não quer discutir.

— Bom vou avisar eles. — Fala Róger indo em direção aos pais de Erik.

— Realmente você sofre com essa situação.

— Por que você acha isso?

— Dá para ver no seu olhar, você queria que eles te apoiassem

— Eles não vão me apoiar nunca... tchau obrigada por salvar a noite

— Você também salvou a minha. — Eles se despedem e Monik se despede dos seus pais e vai para casa

— Que noite, que bom que acabou.

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