Capítulo 2

Eles trocaram um olhar cúmplice e faminto, sabendo que haviam cruzado a linha e que não havia mais volta. O desejo selvagem era intenso, apenas esperando o momento certo para explodir.

Katia foi dormir e chamou o marido, os dois subiram juntos, ela estava bêbada, havia desmaiado na cama e, pelo silêncio subsequente, estava em sono profundo.

Rodrigo passou pela, com a ere.ção ainda semi-rígida.

- Sua irmã apagou - ele sussurrou, com a voz ainda debochada.

- É melhor eu subir, antes que ela acorde.

Ele foi para o banheiro do casal, e Sheila o ouviu tomar um banho rápido. Quando ele retornou ao quarto, vestiu apenas uma cueca samba-canção cinza e deitou na cama ao lado da esposa adormecida, virado para o lado oposto.

Sheila subiu, com o corpo ainda pulsando de tesão e o desejo por um orgasmo inadiável. Ela caminhou silenciosamente até o quarto e chamou a irmã, quase num sussurro.

- Katia? Está tudo bem?Não teve nenhuma resposta, Katia não se moveu, seu corpo era um peso inerte sob o edredom.

Sheila não precisou de mais convite. Ela deu a volta na cama e, com a audácia do tesão, parou ao lado de Rodrigo. Cuidadosamente, ela puxou a cueca dele para baixo. O pau, ainda semi-duro, estava ali, convidativo.Ajoelhando-se no chão ao lado da cama, ela o abocanhou com urgência.

Ela babava no p.au, sugando e lambendo com uma voracidade selvagem. Seu prazer era dobrado pela proibição do momento. Ela chupava o pa.u até as bolas, sugando-as e lambendo-as, antes de voltar ao corpo grosso da rola. O pa.u de Rodrigo endureceu na boca dela com uma velocidade impressionante, ficando firme e quente, quase pulsando.

Ela começou a lambê-lo vigorosamente, as mãos massageando a base, transformando o ato em uma pun.heta úmida e devassa. Sheila sugava a glande freneticamente, sentindo o pré-g.ozo salgado invadir sua boca.

De repente, ela parou. O desejo de sentir aquele pa.u dentro de si era insuportável.Com cuidado, ela subiu na cama, ao lado de Katia, sentou sobre Rodrigo. Ela se posicionou sobre o pa.u duro, guiando-o para sua buc.eta, que estava molhadíssima de tanto tesão. Ela se ajeitou e, lentamente, colocou o pa.u inteiro dentro de si. O gem.ido baixo de satisfação dela foi abafado no ar. A sensação de ter o cunhado cheio dentro dela era avassaladora. Ela começou a rebolar, cavalgando no pa.u com urgência, sentindo a buceta ser toda preenchida. A fricção da buce.ta melada no pa.u de Rodrigo criava um eco úmido e ritmado no quarto silencioso.

Sheila segurou na cabeceira da cama, fechou os olhos e começou a quicar, subindo e descendo com o quadril freneticamente. Ela engolia o p.au todo até bater no assoalho pélvico, sentindo um ardor e uma dorzinha maravilhosa que só aumentavam o seu prazer.

O orga.smo veio rápido, muito intenso. Ela goz.ou g.mendo no pa.u do cunhado safado, apertando-o com os músculos internos sugando o pa.u com a b.uceta.

- Goza, quero seu leitinho na minha buc.eta, seu gostoso! - ela falava, com a voz embargada.

- Olha que bu.ceta molhadinha, apertada! Aiii gostosoooooo!

Ela sentiu os espasmos musculares na base do pa.u. Rodrigo, bêbado, goz.ou deliciosamente, com um ge.mido baixo e sufocado sonolento, enchendo-a de por.ra quente, o satisfazendo a mais nova e suja obsessão da cunhada.

Exausta e satisfeita, Sheila deslizou do corpo de Rodrigo e saiu do quarto em passos silenciosos. Com o cheiro de se.xo era forte em si. Ela seguiu para o banheiro, onde se limpou com pressa, enxaguando a buc.eta melada e voltando a vestir a camisola de seda vermelha. Ela se aninhou no colchão na sala, de bruços, e caiu no sono profundo. O cansaço era maior do que a vergonha.

Capítulo 3

O dia começava a clarear quando Rodrigo despertou no susto, com a er.eção latejando e a cueca melada de po.rra, confuso se tudo havia sido um sonho sujo. O cheiro de s.exo e o perfume de Sheila ainda estavam impregnados em seu corpo. Ele se levantou, tomou um banho rápido para acordar e vestiu uma bermuda. Ainda atordoado, ele desceu as escadas.

Lá estava ela. Sheila dormia profundamente no colchão, de bruços, com a camisola subindo ligeiramente, expondo o contorno de sua bunda sob a seda fina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava totalmente duro e impaciente. Ele se ajoelhou atrás dela.Com a ponta dos dedos, ele levantou a camisola de seda, expondo a bunda e a calcinha de renda.

Ele inclinou-se e começou a beijar a bun.da dela, passando a língua no tecido fino, lambendo as nádegas cheias redondas.

Sheila apenas resmungou, sem se mexer, entregue ao sono e encenação. Rodrigo cuspiu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Puxou a calcinha de renda para o lado, expondo a entrada da bu.ceta lisinha carnuda.

Afastou as nádegas dela, aproximou a cabeça do pa.u da abertura e, com lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da camisola subiu, e a lubrificação natural dela facilitaram a penet.ração.

Ela não despertou totalmente com o choque do peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e foi soltando um gem.ido abafado no travesseiro.

Rodrigo a segurou firmemente pelos quadris, ditando o ritmo sem dar chance para que ela se levantasse.

- Bom dia, cunhada, va.dia. - ele sussurrou baixo.

Ele começou a meter forte e rápido, estocando a buce.ta dela por trás, com a brutalidade do tesão matinal. O som dos corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais molhada a cada movimento, com o go.zo da noite anterior misturando-se à lubrificação fresca, encharcando o pa.u dele.

Sheila gemia contra o travesseiro, sentindo o p.au dele bater fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era sujo, irresistível, a pen.etração profunda rasgando o sono dela.

- Ahh... Rodrigo...estou sonhando. - ela conseguiu murmurar, agarrando o travesseiro.

Ele não conseguiu segurar por muito mais tempo. Sentindo o ápice se aproximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de dentro dela com o pa.u pingando, o sêm.en pré-go.zo escorrendo pela ponta.

Sheila ofegou com a perda da pressão, mas não abriu os olhos, ele não deu tempo para ela reagir. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam abertas e arreganhadas, expondo a bu.ceta vermelha, inchada e brilhando de lubrificação e go.zo.

Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou os quadris dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delicadeza, meteu o pa.u com toda sua força na buc.eta aberta.

A estocada foi tão profunda e violenta que Sheila arqueou as costas e soltou um grito rouco, que ela tentou abafar na mão.

- Toma! vaga.bunda seu leitinho! - ele falou, com o rosto contorcido de prazer.

As estocadas eram brutais, rápidas e profundas, forçando o corpo de Sheila contra o colchão. Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater contra seu colo do útero repetidamente, uma dor prazerosa que anunciava a chegada do go.zo dele.

Em um último arremesso forte e desesperado, Rodrigo g.ozou, liberando uma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziado enquanto seus espasmos internos empurravam o líquido para dentro dela.

Ele se levantou rapidamente, puxando a bermuda apressadamente para que Katia não o visse caso acordasse. Seu olhar, porém, estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da sala, admirando a bu.ceta da cunhada, que escorria o goz.o dos dois, com a imagem daquele prazer sujo gravada em sua mente.

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