Capítulo 2

me aproximo da janela da gaiola ondem me encontro faziam dias que estávamos de castigo depois de minha colega de cela ter jogado comida em um dos guarda não era incomum brigas dentros das colmeias so não era comun que humanos as começa-sem mais vitoria odiava vampiros tanto quanto eu. ando em circulos.

— ok — a loira se levanta — ja entedie esta zangada — seus olhos verdes me fitam , ela tem o nariz pontudo tanto quanto a orelha , uma hibrida de duende para minha completa surpresa . mais as pessoas ignoravam isso em sua antiga colmeia ate ela corta a cabeça de um guarda com uma faca de plástico . a mandaram para uma colmeia , na área dos lobisomens se você era mandado para um território como esse. e por que suas chances de sobrevivência tinha se esgotado. não queriam mais você vivo.

— você tinha que caçar confusão — os sistemas de punição funcionavam em conjuto, oque queria dizer que eu respondia pelas ações de vitória.

— alias de nada eu nos salvei — ela responde convencida

— ou claro — debocho e reviro os olhos desisto de andar e me deito no chão da cela.

— ele ia no nosso quarto hoje ia abusar de gente — tampo os ouvidos .

— já disse para não conversa com eles metem — me referindo ao poder de vitória de se comunicar com os animais , o problema de falar com esquilos e que os danadinhos eram viciados em mentir tudo por uma noz ou algo doce que eles podessem roer , na nossa primeira noite uma gata trocou com vitória um pedaço de pao por uma informaçao falso sobre o diretor . ficamos um mês nas cela .

— só por que disse isso , não vou dizer a sturte para te trazer comida — rosno e viro me pra ela.

— aquele rato nojento, com certeza vai lamber primeiro sua comida antes de te entregar — ela solta um gritinho estridente.

— eu já disse que ele e um ramster não um rato.

— viu a primeira mentira, pois pra min aquilo não tem como não ser um rato de esgoto - ela se levanta mostrando os dente pulo do chão , se vitoria queria uma briga ela teria somos interrompidas por batidas fortes na porta da cela , ela corre e fica atrás de min, era engraçado que uma homicida se sentisse segura com alguém como eu.

— ispençao — um guarda grita e abre a porta da cela a luz que vem de fora quase nos cega , seguro a mão de minha amiga e vamos para fora onde uma fila de mais de duzentas pessoas se forma , merda eles vinheram escolher pessoas tento ir pro final da fila com vitoria , mais um guarda nos agarra pelos cabelos , minha amiga tenta arranhá-lo eu só seguro eu pulso para que diminua a dor somos escoltadas ate o começo da fila , ninguém nos olha diretamente.

encosto as costas na parede trazendo o corpo magro dela comigo , mantemos os olhos no chão enquanto um voz masculina fala.

— vocês tiveram a honra de serem escolhidos para uma cerimonia milenar — trinco o maxilar ele queria dizer extermínio. — somente os melhores serão escolhidos !

mantendo os olhos grudados em meus pes magros eu nao tinha nada de atraente , a não ser por meus cabelos castanhos cacheados que chegavam a altura da cintura e meu físico atletico , me exercitava todos os dias para que quando isso acontecesse eu pudesse pelo menos não ser um alvo fácil.

nao percebo o homen se aproximar de min , quando dou por min um estranho cheira meu cabelo.

(por favor , por favor que eu não seja escolhida ) ele passa de min pra vitoria e repete o gesto dessa vez demorando mais , deve ter sentido sua essência viro um pouco a cabeça para que possa ver seu rosto . e o homen de olhos dorados esta com as sombracelhas arqueadas, provavelmente se perguntando oque uma criatura daquelas fazia aqui , para meu alivio ele continua a inspeçao .

Minha amiga segura minha mão, e aperto para conforta-la .

ele começa a tirar as pessoas da fila , oque me conforta não temos sido escolhidas.

Mais a alegria acaba quando depois de inspecionar todas as pessoas o homem volta e pucha , vitoria entro em panico e pela primeira vez em toda minha vida encaro um lobo de frente.

Capítulo 3

Respiro fundo tentando manter a calma , me encosto no banco do ônibus de todos os cenários possíveis e jamais imaginei que ele resolves- se levar nos duas . Olho pra janela estamos em alguma estrada de terra cheia de mato , sem possibilidade de fuga se não bastassem as janelas cobertas de arrame, a comitiva de sobrenaturais atrás do ônibus daria, um jeito nisso.

reviro fundo quando vitoria bufa pela quarta vez.

— diiiizz — rosno.

— sua ideia, oque estava pensando? Poderia ser somente eu! — não olho 22 anos evitando causar problemas para acabar aqui.

Tampo os ouvidos para evitar escutar os choros dos outros passageiros,

vitoria se encosta em min, a verdade e que eu queria protege-la ,mais eu não conseguia nem ao menos me proteger.eu tinha quebrado varias das regras que me mantinham viva, mais aquela era a mais importante

Numero um não fique só quando os vampiros estiverem por perto, com mais opções você não seria o alvo.

Numero dois não se apaguem aos outros internos suas histórias são tristes, mais a sua também

numero três jamais ofereça sangue a um guarda, vampiros roubam memorias de sangue e o gosto o vicia em você.

E era por esse motivo, que eu não pertencia mais uma colmeia de vampiros, pessoas que pertenciam aquele tipo de comédia tinha que ter uma vida feliz, imagina o qual desagradável seria pra um vampiro comprar uma bebida no mercado e ter as lembranças da vida infeliz da pessoa que contribuirá. Reviro os olhos eu fui atacada a dois anos por um guarda, a situação la fora de vê ser ruim para guardas atacarem internos e foi isso que me levou a criação da regra um. Depois que fui traumatizada meu sangue ficou amargo ou algo assim.

Então foi assim que acabei aqui com uma colega de quarto que era basicamente um farol acesso para lobisomens.

O ônibus para, olho pela janela e avisto uma cidade, com construções que mais me lembra uma passagem daquelas, que você vê em revistas, na sala de doação de sangue. Um mundo perfeito para eles, não para nos, uma garota entra no ônibus uma lobisomem com certeza seus olhos azuis gélidos são bizarros ate mesmo para aquelas criaturas ela devia ser alguma fêmea na hierarquia.

— desçam ,sem fazer nenhuma gracinha — rio do comentário, se alguma daquelas pessoas desejava morrer, por que lutar tanto, ela presta atenção em nos, e sorrir cheirando o ar — vocês duas, tem um cheiro estranho às duas pra frente.

Seguro a mão de minha amiga e a lidero ate o começo da fila .

— corajosa, talvez eu te dê uma morte rápida hoje — a loba sussurra, outra regra que estou quebrando

regra numero 14 nunca seja a heroína, se alguém estiver sendo atacado na sua frente você deixa.

Ela tira uma pasta com uma caderneta da bolsa, um tipo de lista com rosto.

— aqui diz que você se chama 4569325 nasceu em 24 de outubro de 1999 ou hoje e seu aniversário parabéns — ela debocha — pais projeto 24569 e 17163 reprodução assistida — ela joga as informações, em minha cara por crueldade o numero de minha mãe começar com 1 e do meu pai com 2 significava que eles nasceram em épocas diferentes e quem e em 99 meu pai deveria ter em torno de 18 reprodução assistida e por que foram provavelmente obrigados a faze-lo.

eu costuma a inventar historias onde eles eram , dois apaixonados que viviam nas colmeias ate o dia que me tiveram , e tivemos que ser separados.

Mulheres gravidas eram raridades a quantidade de beta hcg no sangue faziam delas cromestéticos ambulantes para vampiros, mais fazia mais de um seculo que não nascia nenhuma criança

— bom desça e faça uma fila la fora — todos descemos como ela ordenou percebo que estamos em alguma área rural, a um grande estabulo que deveria servir para cavalos a frente.

somos todos guiados pra la pra esperar a lua de sangue, ondem lobisomens caçavam pessoas , e um ritual bizarro se você tivesse sorte, você teria alguma descendência lobisomem na sua linhagem e se transformaria na mesma hora.

Em uma lua normal, lobisomens eram fortes, em um lua de sangue eles eram demônios alados , nem ao menos vampiros ousavam com eles .

Nas cidades eles trancavam suas portas hoje, para o caso de um deles invadir o território errado.boatos que somente um vampiro avia. Sobrevivido um ataque. Mais isso costumava ser uma lenda contada aos vampiros para que não tivessem medo nessa época. A lua de sangue aparecia todos os anos em alguns mais de uma vez .

O clima da terra era algo, imprevisível atualmente podia muito bem-fazer sol as 22 da noite como fazer um calor de 41 graus e no outro segundo chover granizo.

Talvez fosse à terra tentando acabar com esses parasitas? Seria ótimo se os últimos humanos não fossem morrer junto.

o sol vai embora , e quando escuto gritos de excitação, vitoria se agarra a min e oficial tinha começado!

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