Capítulo 2

Meu nome é Larissa e esse é o meu conto.

Faz anos que o meu pai morreu e a minha mãe viveu a muito tempo sozinha, eu e meu irmão sempre falávamos para ela arrumar alguém, querendo ou não, nós desejamos a felicidade dela. Meu irmão mais velho Félix se casou e agora vive com a sua esposa, minha mãe tem quarenta anos e acha que nenhum homem vai querer ela, mas já recomendei ela sair e viver a sua vida. E graças a Deus a mesma me ouviu e foi curtir, a única coisa que eu não esperava era que a mesma encontrasse um homem um pouco mais novo que ela.

O nome dele é Carlos e o mesmo tem trinta anos e é muito lindo, ele é alto e é negro, o mesmo é um pouco gordo, mas não muda o fato dele ser bastante lindo. A cor dos seus olhos é um azul claro e parece que o mesmo também tem uma filha que já se casou. ― O maior problema é que os dois estão morando juntos agora e eu sempre fico ouvindo os gemidos da minha mãe, esse homem deve ser muito bom, para fazê-la gritar daquele jeito.

Eu tenho vinte anos e só transei uma vez na minha vida e foi com o meu ex-namorado, eu terminei com ele ao pegar o mesmo me traindo, depois dele nunca mais tive nenhuma relação sexual com ninguém. E ficar ouvindo a minha mãe gritar de prazer é realmente chato, meu corpo fica pegando fogo querendo ter um pau dentro de mim.

Eu realmente não presto para ser filha dela, porque aqui estou eu, desejando o novo marido da minha mãe.

****

18:00 ― Casa da Larissa. ― São Paulo.

Entrei em casa bastante cansada ao chegar da faculdade, o professor realmente acabou conosco ao passar aquela atividade.

― Filha, que bom que chegou. ― Vejo a minha mãe vindo até mim toda arrumada e com uma mala.

― Para onde vai, mãe? ― Questionei sem entender.

― Tenho uma reunião de trabalho e preciso viajar por dois dias, vai ficar tudo bem? ― Olhei para trás dela vendo o Carlos nos encarando.

― Claro, eu vou passar mais tempo estudando do que nada, boa viagem , mãe. ― Ela me deu um sorriso.

― Vejo vocês daqui a dois dias. ― Ela beijou a minha bochecha e foi até o Carlos.

Desviei o olhar ao ver que os dois praticamente se engoliam, minha nossa.

― Tenho que ir, vejo vocês daqui a dois dias, se comportem. ― Neguei com a cabeça.

Ficamos na porta á vendo entrar em seu carro e ir embora, olhei de relance para o Carlos.

― Bom, eu vou indo para o meu quarto. ― Avisei e o mesmo acenou com a cabeça.

― Vou fazer o jantar, assim que estiver pronto eu te chamo.

― Tudo bem.

Subi as escadas e fui para o meu quarto, me joguei na cama bastante cansada.

Ficar sozinha com esse homão sexy da porra vai ser difícil.

― Bom, vou tomar um banho e terminar o exercício.

Vou para o banheiro e tiro as minhas roupas deixando no cesto de roupas sujas e entrei no box, liguei o chuveiro deixando água cair sobre o meu corpo.

― Ah, eu precisava disso.

****

Saí do banheiro com a toalha envolta do meu corpo e fui para a cama, depois eu coloquei a roupa. Fiquei deitada olhando para o teto sem saber o que fazer agora, mordi os lábios com uma ideia que veio na minha mente.

Ele vai me chamar daqui a pouco, desculpa mamãe, mas o seu homem é lindo demais.

Tirei a toalha do meu corpo e comecei a passar a mão na minha buceta, soltei um pequeno gemido ao estimular o meu clitóris rapidamente.

― Porra!!

Abri mais ainda as pernas e inserei um dedo dentro da minha buceta e meu corpo todo se arrepiou com isso. Logo escutei batidas na porta e meu coração acelerou, resolvi fingir que nem ouvi e soltei um gemido alto ao estimular mais ainda.

― Oh... Carlos! ― Gemi o seu nome um pouco alto.

Fechei os olhos e inseri dois dedos e gemi alto ao estar chegando perto do clímax, eu estava tão presa no prazer que nem ouvi a porta abrindo, só soube que tinha mais alguém no quarto quando a cama afundou. Abri os olhos e vi o Carlos tirar os meus dedos de dentro de mim e me chupar.

― Ah Carlos!! ― Segurei seus cabelos.

Puta merda!! Isso é um sonho!? Ele realmente veio!!?

― Você realmente é uma puta, me provocando desse jeito, hein?

Ele deu um tapa na minha buceta e isso me fez gemer manhosa.

― Veja o que você fez comigo. ― Ele tirou a sua calça junto com a cueca e vi o seu pau duro.

Mordi os lábios e abri as pernas mais ainda.

― Me fode!

Ele rosnou excitado.

― Você quer né caralho, então você vai ter.

O mesmo me virou de bruços e subiu em cima de mim e senti a cabeça do seu pau na minha buceta, gemi alto quando ele me penetrou.

― Porra, que buceta gostosa do caralho!

― Ah.. C-Carlos isso me fode!

Ele apoiou suas mãos em meu ombro e começou a ir foder forte e fundo.

― Ahh... C-C-Carlos!!! Hum!

― Caralho Larissa! Que buceta deliciosa!

― Ela pode ser somente sua... Ohhh!!

― Sua vagabunda!!

O mesmo saiu de dentro de mim e me puxou para ficar de quatro, logo voltou a me penetrar.

― S-S-Sim.... S-Só sua se quiser!! ― Gemia feito uma puta.

― Sua buceta é melhor do que a da sua mãe! Porra que gostoso!

Ele segurou a minha garganta e me puxou para eu encostar minhas costas em seu peito.

― Ahh isso!!

Comecei a rebolar em seu pau duro dentro de mim.

― Vagabunda do caralho!!

O mesmo beliscou o bico do meu peito com força, isso arrancou gemidos alto de mim.

― E-Eu vou gozar!! ― Avisei com dificuldade.

― Ainda não sua puta!

Ele me empurrou para cama e saiu de dentro de mim, fazendo eu gemer decepcionada com isso, o mesmo se abaixou e chupou a minha buceta me fazendo gritar de prazer.

― C-Carlos!!

O mesmo deu uma mordida no meu clítoris e isso me fez gemer manhosa.

― Merda, acho que posso acabar me viciando nessa sua buceta novinha.

Ele voltou a me penetrar e me beijou com ferocidade, passo as pernas envolta da sua cintura o querendo mais fundo em mim.

― Caralho, eu vou gozar! ― Falou entre o beijo.

― Goza em sua enteada, me preenche com a sua porra!!

Ele rosnou e aumentou a velocidade e senti o seu pau tão fundo dentro de mim que isso me fez revirar os olhos de prazer.

― C-C-Caralho!! ― Gemi alto ao gozar no seu pau.

O mesmo morde os meu lábios e depois lambe e gemeu ao gozar dentro de mim, isso me fez gemer manhosa ao sentir a sua porra me preenchendo.

― Caralho, essa foi a melhor transa da minha vida. ― Falou e saiu de dentro de mim. ― Agora me pergunto, como eu vou transar com a sua mãe depois disso?

Dei uma risada safada e passei a mão em seu peito.

― Você sabe onde fica o meu quarto, pode vir a vontade que iremos se divertir.

Ele deu um tapa na minha bunda.

― Oh, pode ter certeza que eu vou vim.

Mal posso esperar.

Capítulo 3

Meu nome é Bruno e esse é o meu conto.

12:00 ― Casa do Bruno. ― Recife PE.

Entrei na cozinha vendo minha mãe fazendo o almoço.

― O que tem para comer? ― Perguntei ficando atrás dela para espiar.

― Comida, Bruno. ― Revirei os olhos.

― Não seja má, mãe. Eu sei que é comida, quero saber o que tem para comer.

― Arroz, feijão, carne. ― Bufei com isso.

― Ah, a senhora não tem jeito mesmo, hein.

― Tá, faça um favor e vá chamar a sua irmã que vive naquele celular.

― Virei babá dela agora? ― A mesma me olhou séria. ― Estou indo.

Saí da cozinha e fui andando para o andar de cima, chamar a chata da minha irmã.

Desde que o meu pai morreu a Laura se tornou uma pessoa bastante chata e irritante, os dois eram próximos demais, eu até sentia inveja, porque eu queria passar um tempo com o meu pai, só que a Laura tomou ele de mim. ― Minha mãe também mudou um pouco, ela se tornou uma velha que se irrita bastante fácil e reclama demais, isso me deixa louco.

Entrei no quarto dela sem bater e a vi de bruços mexendo no celular ouvindo música.

― Laura!!

Chamo ela e mesma nem respondeu, não sei se me ignorou ou de fato não ouviu, me aproximei dela e balanço ela a fazendo me encarar.

― Quantas vezes eu já falei para não entrar em meu quarto sem bater, Bruno? ― Bufei com isso.

― Se eu te chamei e você nem ouviu, imagina se eu tivesse batido, morria lá. ― Agora foi a vez dela de bufar.

― O que você quer?

― A mamãe está chamando para almoçar.

― Não estou com fome, agora vaza daqui!

Cruzei os braços e olhei para o seu corpo, não vou mentir, a Laura se tornou uma adolescente de dezoito anos muito gostosa, seus peitos estão muito maiores, suas coxas bem grossas e essa bunda, puta merda, não sei quantas vezes já bati punheta pensando em comer o cu dela.

Sei que é errado isso, desejar a sua irmã, mas que se foda, ninguém mandou ela ser tão linda e gostosa.

― Ei! Você não ouviu? Cai fora daqui! ― Dei um sorriso malicioso.

― Porque? Não quer que eu saiba que você manda nudes para os garotos da nossa escola? ― A mesma arregalou os olhos.

― C-Como você sabe disso?

Sentei na sua cama.

― Ora irmãzinha, sabendo. ― A mesma engoliu seco.

― E o que você quer em troca de ficar de boca fechada? ― Abri um imenso sorriso com isso.

― Me deixa comer você. ― A mesma me olhou chocada.

― Você ficou maluco? Somos irmãos.

Passei a mão em suas coxas e a vi se arrepiar todinha.

― Qual é, não me diga que você nunca desejou algo proibido?

― N-Não. ― Sua voz falhou e isso me fez rir.

― Não seja mentirosa, irmãzinha. Sei que você também me deseja.

Sua respiração ficou ofegante.

Subi em cima dela e a beijei com todo o meu desejo acumulado, a mesma passou a mão em meus cabelos e isso me fez sorrir vitorioso. Separei as suas pernas e fiquei no meio dela continuando o beijo, levantei a sua blusa e fico bastante feliz ao ver que a mesma não está usando sutiã, apalpei os seus lindos peitos a fazendo gemer.

― Que peitos lindos.

Me inclinei para baixo e chupei o direito a fazendo gemer manhosa em meu ouvido, soltei o direito e fui para o esquerdo, revisando várias vezes o deixando bem vermelhos e o bico do peito durinho.

― Porra, meu pau está todo duro com essa visão.

Puxei o seu shorts junto com a calcinha e fiquei satisfeito quando ela não me impediu, me enfiei no meio das suas pernas e comecei a chupar a sua buceta e o seu clítoris.

― Ohhh Bruno!! I-Isso... Ah maninho que gostoso, não para!!

Sorri e lambi o seu clítoris e chupei a fazendo gemer alto.

― Controle a sua voz, não quer que a nossa mãe suba aqui e nos pegue fazendo coisas perversas, quer? ― Ela negou. ― Muito bem.

Me afastei e segurei suas coxas e a virei de bruços, puxei o seu quadril a fazendo ficar de quatro, me inclinei e comecei a chupar o seu cu delicioso, enquanto passo o polegar em seu clítoris.

― Oh porra!! Caralhos Bruno... Isso oh merda!!

Enfiei a minha língua dentro a fazendo gemer muito com isso, me afastei e coloquei o meu pau para fora da minha calça.

― Estou louco para comer esse seu cu, irmã. ― Ela me olhou por cima do seu ombro.

― Vai com calma, faz tempo que eu não faço anal. ― Dei um tapa forte na sua bunda.

― Esse cu e essa sua buceta agora são minha!

Passei a cabeça do meu pau em sua buceta puxando a sua lubrificação para o cu e segurei o seu quadril e fui forçando para dentro.

― Ohhh porra Bruno!! ― Ela apertou com força o lençol embaixo dela.

Gemi ao sentir meu pau sendo esmagado pelo seu cu.

― Caralho, isso aqui é muito melhor do que as minhas imaginações! ― Falei entre os gemidos e enfiei tudo dentro dela a fazendo gemer.

― Q-Q-Que grande... Puta merda!!

Soltei um suspiro e me segurei ao máximo para não gozar nesse cu gostoso.

Gemi quando ela começou a rebolar no meu pau.

― Você realmente é uma puta, irmãzinha!

Falei e comecei a entrar e sair dentro dela rapidamente a fazendo gemer, os únicos sons que saíam da sua boca eram gemidos.

―Porra! Que delícia! Oh caralho! ― Sai xingando bastante excitado ao comer esse cu.

Segurei seus ombros e a fodia com muito mais força a fazendo gritar, coloquei a mão em sua boca para abafar os gritos e continuei a fodendo sem parar, não conseguia me controlar, porque isso está sendo muito bom.

― Porra, merda!! Ah caralho isso!! ― Gemia feito louco a fodendo.

Agarrei os seus peitos com força e continuei indo fundo.

Escutei batidas na porta.

― Bruno? Laura? ― A voz da nossa mãe soou atrás da porta.

― Sim, mãe? ― Consegui perguntar sem parar de penetrar nela.

― Que demora é essa?

A Laura segurou com força a minha mão em sua boca.

― Estou explicando atividade de biologia para Laura, sabe que a mesma é burra. ― Ela mordeu de leve a minha mão me fazendo morder os lábios para não gemer de prazer com isso.

― Desçam assim que terminarem.

― Pode deixar!!

Escutei seus passos indo embora e tirei a mão da boca dela.

― Burra? Sério? ― Sorri me inclinei para o seu ouvido.

― Preferia que eu falasse que estou ensinando uma lição de aula de sexo para minha irmãzinha que é bastante competente nessa matéria? ― Perguntei e rebolei fazendo gemer.

― C-Cala a boca.

― Foi o que eu pensei.

Saí de dentro dela e fiz ficar de frente, coloquei suas pernas em meu ombro e encaixei meu pau no seu cu e fui a penetrando com força.

― Ahhh caralho!!!

Abracei suas pernas e continuei indo fundo dentro dela a fazendo gemer, observei seu peito subindo e descendo conforme a minha velocidade que eu ia.

― V-V-Vou gozar, Bruno!! ― Avisou entre gemidos.

Puxei meu pau para fora do seu cu e enfiei na sua buceta a fazendo gritar de prazer.

― Eu vou gozar nessa buceta!!

Ela gemia bastante algo que eu tive que beijá-la mais uma vez para abafar seus gritos, senti que a mesma gozou por causa que ela se contorceu toda.

Caralho!!!

Aumentei mais ainda a minha velocidade no quadril e acabei gozando na sua linda buceta.

― Ahhh! ― Nós dois gememos juntos.

Deslizei para o seu lado a gemer manhosa quando tirei o meu pau dentro dela.

― Porra, isso foi muito bom! ― Falou com a respiração ofegante.

― Sim, melhor do que as minhas imaginações. ― Falei também com a respiração ofegante.

A mesma me encarou.

― Se quiser repetir, sabe onde fica o meu quarto.

Dei um grande sorriso com isso.

― Oh, irmãzinha. Pode ter certeza que todos os dias eu vou está aqui comendo essa buceta e esse cu. ― Falei e apertei sua bunda a fazendo gemer manhosa.

― Estou contando com isso.

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