As aulas acabaram rapidamente. Do lado de fora. Sentado no capô do seu carro. Estava Theo conversando com os seus amigos. Enquanto os seus olhos se prendiam numa única direção. Ana descendo as escadas acompanhada de Alexa.
As duas se aproximaram dos três. E Alexa seguiu até o namorado e o abraçou. Enquanto Ana ficou em um ponto, um pouco distante por constatar Theo a encarando.
— Alexa preciso ir. Nos vemos depois! — Falou Ana olhando para amiga mais a frente-
— O porquê de tanta pressa? Ainda temos tempo de sobra, antes de você ter que ir para o curso.
Respondeu Alexa, e Ana a encarou. No seu olhar ela tentava transmitir para que só a amiga a frente percebe-se o motivo do seu desconforto.
— Por que não fala de uma vez que o problema é ficar perto de mim Ana? Tá com medo de não resistir ao meu charme?
Theo a olhou com um sorriso de lado. Ela o encarou com os olhos espremidos.
— Resisti a você? Fique sabendo que não preciso nem me esforçar para isso!
— Aí. — Resmungou Theo, levando a mão sobre o peito, fingindo dor. Ana apenas revirou os olhos. — Você perfurou o meu coração com essas duras palavras. Agora é sua obrigação me ajudar a me recuperar!
— É mesmo? Que dozinha de você não é? Mas saiba que por mim, você pode até morrer! Que eu não ligo.
A resposta dada por Ana fez todos ali arregalar os olhos. Inclusive Alexa. Que estava abraçada ao seu namorado.
Ana estava com um olhar sério na direção de Theo. Mas Theo não se surpreendeu. Olhou para Ana com sorriso. E a provocou mais uma vez.
— Sei que só fala isso da boca pra fora! Porque sei que, na verdade, você se preocupa comigo. Minha Maria bravinha.
Ana sentiu um calor invadir o seu peito. Logo o encarou com os olhos espremidos, demostrando raiva. Se virou na direção da sua amiga, com uma carranca na face. Virou as costas e deixou o local sem dizer mais uma única palavra se quer.
Alexa deixou um rápido selar no namorado, se despediu do trio. E saiu dali em passos apressados atrás da amiga. Mas enquanto passava por Theo. O olhou com um sorriso sapeca na direção dele, e ele sorriu de volta.
— Cara, tu tá pedindo pra morrer. — Falou o amigo Marlon ao lado, vendo Ana parecer bufar de raiva, enquanto andava ao lado da amiga.
— Pensei que havia parado de perturbar ela. O que mudou? — Lucas o encarou atrás de resposta-
— Nada mudou! — Respondeu Theo, intercalando o olhar em Ana e no amigo ao lado.
— Nada mudou? Vem com essa. Se tá muito mais apaixonado que antes. — Relatou a ele Marlon sinceramente. — Cara fala logo que tu gosta dela. E para de agir como criança.
— Não gosto da Ana! Já falei. — Theo mentiu mais uma vez. — Agora vamos mudar de assunto.
Seus amigos já estavam carecas de saber que ele nutria um forte sentimento por Ana. Só não entendia do porquê dele mentir tanto, dizendo não sentir nada por ela. Do lado de Alexa, Ana estava tão irritada de uma maneira que a sua amiga nunca havia visto antes.
— Calma, amiga. Foi só zoação. — Disse Alexa tentando acalmar uma Ana estressada ao lado.
— Eu não suporto mais o Theo. Antes ele ficava me perturbando, pegando as minhas coisas, puxando meu cabelo. Mas agora ele tá passando de todos os limites. Por que esse cara simplesmente não para de me perseguir? Que dr oga! Não aguento mais ele. - Respondeu Ana bufando de raiva-
— Odeia ele tanto assim? Realmente não se importaria se ele se for? - Perguntou Alexa, curiosa com a resposta da amiga. E Ana a encarou-
— Você sabe que eu não odeio ninguém. Até mesmo esse, peste do Théo. Só que ele me tira do sério. Ele havia parado com as infantilidades dele comigo. Mas de uns dias para cá, ele voltou a pegar no meu pé.
As duas seguiram caminho, enquanto conversavam sobre as infantilidades de Theo. Até por fim as duas chegarem em suas devidas casas. Na mesma rua, praticamente uma ao lado da outra.
Ana chegou em casa. Subiu para o seu quarto. Jogou de lado os seus materiais. E seguiu para seu lugar preferido. Um quarto conjugado com o seu, preparado por seu pai para si.
Onde ali Ana pintava seus quadros, extravasando as suas emoções na pintura. Um som ligado nas músicas que a espira. Sobre o seu corpo pequeno, o avental para proteger as suas roupas.
A sua frente o “cavalete” contendo um “quadro” com a pintura de uma linda paisagem, ainda pela metade. Nas mãos a paleta de tinta, e um pincel.
E do seu lado, diversos outros pincéis. Um para cada afinidade ali. Fora várias tonalidades diferentes de tintas. Ana, distraída, não viu a porta do quarto ser aberta. E a sua querida mãezinha se aproximar abraçando lhe por trás. Um beijo no seu rosto. E Ana Sorriu.
— Oi, minha querida. Como foi o dia na universidade hoje? - Falou a mãe de Ana. Dona Emília, enquanto ainda a mantinha envolvida no seu abraço-
— Foi bom, mamãe! Tirando um certo incômodo.
— Deixa eu adivinhar. Theo!?
— Exato! Por que esse cara insiste em perturbar a minha paz, mamãe?
— Já parou para pensar que talvez ele goste de você? - Emília sorriu, e Ana levantou na velocidade na luz, e encarou a sua mãe-
— Mamãe! Essa sua dedução é absurda! Como um cara vai gostar de uma garota e agir assim?
— Minha querida! Cada um tem o seu jeito de expressar o seu sentimento. E talvez esse seja o meio que ele encontrou para chamar a sua atenção.
Emília se aproximou da filha tocando o seu rosto, e colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha de Ana. Ana olhou a mãe relutante. Não queria acreditar nessa loucura de maneira alguma. Para ela, Theo apenas gostava de lhe perturbar, por ser um endiabrado e ponto final.
— Vamos almoçar. Está quase na hora do seu curso de pintura.
— Vai na frente. Eu já vou! - Respondeu Ana com um sorriso-
— Está bem! Só não demore muito.
Emília saiu do quarto da filha. Ana seguiu na direção da varanda e ficou olhando na direção da rua. Enquanto os seus pensamentos estavam cheios.
Sempre se perguntou o do porquê sentir um incômodo gigantesco todas às vezes que Theo se aproximava de si. Era como se o seu estômago estivesse repleto de borboletas.
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Na mansão com Theo. Ao chegar, viu o seu pai preparado para sair. Ao lado do pai, seus seguranças. Algo que ele estranhou. O seu pai era um homem adoentado, e que odiava sair de casa. Resolvia todos os problemas ali mesmo.
— Aonde vai papai? Sabe que…
— Tenho algo importante a resolver. Te vejo mais tarde.
Disse Gabriel interrompendo o filho a continuar a falar. Sem dizer mais nada, o homem simplesmente entrou no carro, e um dos seguranças fechou a porta, e seguiu para o banco do carona. Assim o motorista arrancou com o carro, mais um carro com mais três seguranças seguiu atrás do carro do mais velho.
— Ele falou aonde vai?
Perguntou Theo para a governanta da mansão. Barbara. Uma gentil senhora de meia-idade, na qual ajudou a cuidar dele desde que se entende por gente.
— Não, meu menino! Pra mim ele nada disse… Já comeu? - Perguntou ela olhado direto para ele-
— Ainda não!
— Então vamos. Mandei preparar sua comida preferida. Carne de porco ao molho pardo.
— Hum! Me deu até água na boca. - Respondeu ele sorrindo-
Ana teria acabado de se arrumar. Despediu do seu pai, Bento. Que estava no restaurante que eles têm na parte de baixo da casa. Após um sorriso lindo e um beijo no rosto do mais velho. Fazendo o mesmo com a sua amada mãe.
Ana seguiu o seu caminho para o seu curso de pintura. Na qual ama fazer. Na sua mão. Ela carregava um quadro tamanho médio, bem embrulhado com um embrulho de papel branco.
Nas suas costas, a sua mochila rosa com alguns detalhes em branco e uma bonequinha de chaveiro pendurada. Sua roupa, uma calça jeans colada, e uma blusa de manguinha na cor vermelha que marca a curva de sua silhueta. Nos pés, uma sapatilha na cor preta. Não continha maquiagem no rosto. Apenas um batom hidratante na cor laranja-claro, para dar um pouco de cor no seu rosto.
Já numa distância de três quarteirões. O local do seu curso de pintura, não estava tão longe. Mais dois quarteirões, e por fim chegaria no tão amado curso. A rua onde estava. Deserta, sempre era assim.
Andava tranquila quando um carro quatro portas freou bruscamente do seu lado. Tal foi o susto que tomou, que o quadro que estava na suas mãos fora de encontro com o chão. Dois homens armados correu na direção da jovem, que com o susto andava de costas, e mãos estendidas em rendição.
Um dos homens, com um pequeno saco de pano preto, a segurou e colocou sobre a cabeça de Ana, que não conseguiu nem reagir. Colocaram Ana no carro e saíram dali cantando pneu.
No restaurante, a movimentação estava grande. Os garçons atendiam as mesas. As cozinheiras preparavam as demandas da comida. E a moça da limpeza adiantava o máximo que podia as vasilhas sujas, vindas dos garçons, trazidas das mesas.
Os pais de Ana no caixa. Recebia os pagamentos dos clientes que deixaram o restaurante satisfeito. Um homem de terno preto. Óculos escuros no bolso do paletó à amostra. Entrou no estabelecimento. O homem grande e chamativo. O seu semblante era sério.
Um garçom se aproximou dele, e o mesmo disse querer conversar com os donos do imóvel. Com o recado dado aos patrões. Os mesmos pediram a gentileza para que o rapaz ficasse no caixa até que eles voltassem. E assim, senhora Emília e senhor Bento seguiram na direção do tal sujeito.
— Pois não! No que posso lhe ajudar!? - perguntou senhor Bento, chegando próximo à mesa, e vendo o homem, olhar na sua direção.
— Olá! O meu nome é Gean. Trabalho como segurança do senhor Gabriel William. O meu patrão está do lado de fora, dentro do seu carro, solicitando a presença dos dois. - Falou o segurança, se pondo de pé e olhando os dois à sua frente.
— Perdão, mas não podemos sair daqui agora. - respondeu senhor Bento, com os olhos franzidos.
— Pelo bem da filha de vocês. Acho melhor vocês irem. - relatou Gean, sem nenhuma preocupação na voz-
— O que tem a minha filha? - Emília o encarou com os olhos arregalados-
— Não sou eu que vou lhe responder, senhora. E sim, o meu patrão!
Sem esperar resposta, Gean saiu do restaurante. Bento olhou para a sua esposa, que aparentava angústia. E se vendo sem saída. Seguiram para fora do estabelecimento.
Do lado de fora. Gabriel olhava para frente. O semblante cansado no rosto. E com uma voz desafiadora. Simplesmente disse, sem olhar os dois do lado de fora:
— Entre no carro!
Emília encarou o esposo e apertou o braço do mesmo. Estava com medo, mas preocupada com sua filha. Sabia perfeitamente quem era Gabriel William. E sabia da sua natureza rude. O que o dinheiro e o poder não faz, né? Ninguém, hoje nessa cidade, foi louco o suficiente para enfrentar o tão frio e calculista Gabriel.
Gean abriu a porta do carro, indicando para Bento sentar atrás junto de Gabriel. E Emília à frente, junto do motorista. Com os dois no carro, o motorista deixou o local. Gean entrou no carro dos companheiros atrás e seguiram o carro do patrão.
O silêncio reinava no carro. Emília estava apreensiva no banco da frente, não conseguia olhar para nenhuma direção. Na sua cabeça só vinha a sua filha, e o medo do que poderia ter acontecido a ela. Bento ficou ali, olhando atento a esposa do lado do motorista.
O medo de que o homem pudesse fazer algo à sua amada esposa tomou conta de si. Já Gabriel tinha sua postura ereta, uma bengala entre em meio às pernas, com as duas mãos postas sobre ela. E um olhar sombrio nos olhos.
Chegaram num grande prédio. O mais alto de todos ao redor. Com um grande 'W' no topo da mesma. Os seguranças do carro atrás estacionaram. E Gean saiu indo na direção do patrão, e abriu a porta para que o mesmo saísse do veículo.
Logo abriu a porta para Emília e lhe estendeu a mão para ajudá-la a sair do veículo. Bento saiu do carro e apressou os passos até a sua esposa. Gabriel começou a andar na frente dos dois, com a postura ereta e a bengala o ajudando a se equilibrar. Os seguranças atrás de Bento e Emília os fizeram acompanhar.
Na porta de entrada, dois seguranças tão grandes quanto Gean. Reverenciaram-se ao homem, que nada fez a não ser passar por eles como se não os tivesse visto. Já no prédio. As pessoas que ali dentro estavam pararam no mesmo instante o que faziam, e se mantiveram de pé. Se reverenciando assim como foi feito pelos seguranças na porta.
Gabriel seguiu com a sua postura de superior até chegar na porta do elevador. Que já se encontrava aberta à sua espera. Graças à moça que, já preparada, chamou pelo elevador. Gabriel entrou, e o segurança Gean, com outro segurança, entrou na companhia de Bento e Emília. A porta do elevador se fechou e os levou até o último andar. Quadragésimo segundo andar.
Assim que a porta foi aberta, e sem esperar por ninguém. Gabriel saiu e seguiu na direção da última porta do corredor. Já na sala. Uma sala enorme e muito bonita. Gabriel se sentou confortavelmente na sua poltrona almofadada. E deu a ordem para que Emília e Bento se sentassem nas poltronas à sua frente.
— Sou um homem que gosto de ir direto ao que interessa. Então, sem meios termos. Sua filha está sobre o meu poder.
Gabriel foi interrompido por Emília, com o choro desesperado que ecoou pela sala.
— Quanto antes resolvermos, melhor. — Falou Gabriel sem emoção e uma pitada de raiva-
— O que você pretende sequestrando a minha filha? Pelo amor de Deus, ela é o nosso bem mais precioso.
Bento falou enquanto abraçava a sua esposa, tentando consolá-la. Mas também se encontrava desesperado.
— Quero que a filha de vocês se case com o meu filho. — Respondeu Gabriel-
— Como é? Mas que absurdo é esse?
Bento alterou a voz, enquanto encarava Gabriel com raiva. Já Emília olhou para o esposo em espanto.
Gabriel colocou sobre a mesa, o celular que estava na sua mão. A imagem que estava na tela, era de Ana amarrada em uma cadeira com os olhos vendados. Emília se apavorou ao ver a imagem no celular do homem. E as lágrimas despencaram novamente do seu rosto.
Já Bento se levantou de seu lugar e quis partir para cima do mais velho. Mas foi impedido pelo segurança Gean.
— Vou falar só uma vez. Ou vocês assinam o contrato que os darei para que a filha de vocês se case com o meu filho. Ou, do contrário. Nunca mais a verão.
Bento se sentou e colocou as mãos nas têmporas. Emília, ainda entre o choro, disse:
— Por que você está fazendo isso com a minha filha? Tenho certeza de que poderá arrumar outra moça para que se case com o seu filho. Uma moça que até esteja à altura de vocês. Somos pobres…! Ana, não seria uma boa nora para você.
— Julgo quem vai ser boa ou não para meu filho. Agora, se eu fosse vocês. Assinava logo esse documento. Como vocês podem ver. Não tem outra opção. — Gabriel os olhou frio e a sua voz saiu rude-
— Tenho uma escolha sim. Posso muito bem ir até a polícia. E contar a eles que sequestrou minha filha! — Respondeu Bento, já sem paciência-
— Faça isso! E eu garanto que nunca mais verão a filha de vocês!
— Bento Por favor! Eu não posso perder a minha filha. Acho melhor concordar com ele. Você sabe como ele é.
Emília olhou no fundo dos olhos do marido, enquanto dizia essas palavras com os olhos cheio de lágrimas.
— E o que será da Ana, se concordarmos com isso? E se ela nunca perdoar a gente? — Respondeu Bento, em forma de pergunta. A essas horas, os seus olhos já lacrimejaram-
— Ela vai nos perdoar. Mas não podemos arriscar, de deixar que eles machuquem a minha filha. — Emília voltou o olhar para Gabriel à sua frente-
— Nós assinamos o documento. Mas quero saber primeiro porque minha filha? E quem é o seu filho?
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Horas depois, já com os documentos assinados em mãos. Gabriel ligou para os seus guardas-costas que mantinham Ana presa. E mandou que os mesmos, levassem a garota direto para a mansão.
Após encerrar a ligação, saiu do prédio junto dos pais de Ana. Emília a todo o momento chorava enquanto abraçava o seu marido, em busca de consolo. Bento, também estava desconsolado. Principalmente agora, por saber que o garoto que implicava com a sua filha, seria ele o filho do tão detestável Gabriel William.
Uma raiva gigantesca se instalou em Bento. Se antes ele via Théo como um bom rapaz. Agora o detestava por pensar que o rapaz estava por trás de tudo isso.
Mas o que Bento não sabia, era que nem mesmo Theo, estava ciente das loucuras que o seu pai estava fazendo. Pois se soubesse, jamais concordaria com isso.
Gabriel seguiu rumo a mansão junto de seu motorista, e seu guarda-costa Gean. Enquanto o outro carro levava de volta Emília e Bento para casa. Gabriel chegou na sua mansão, com os seus homens, que trazia Ana com eles.
Estacionaram o carro na porta da mansão, e tiraram a garota de dentro do carro. Já não mais amarrada. Mas presa sobre as mãos de um dos guardas-costas. O semblante da garota estava assustada e confusa. Mais assustada ficou ao constatar a sua frente, o empresário mais assustador de todos os tempos. Uma senhora se aproximou. Senhora essa, Barbara. Olhou confusa a sena a sua frente.
— Senhor William? Quem seria essa adorável moça?
— Sem perguntas, Barbara. Meu filho está em casa?
— Não senhor! Ele saiu de encontro com os amigos.
— Melhor assim. Leva essa moça para o quarto de hóspede. E não a deixe sair de lá por nada nesse mundo… E não diga a ninguém, principalmente ao meu filho, que ela está aqui. — Ordenou Gabriel-
— S-sim, senhor! Mas. Por que de tudo isso? — Perguntou a governanta desconfiada-
— Está aqui para cumprir ordens. Então as faça.
Pelo tom de voz. Gabriel estava bem nervoso. E Bárbara sabia muito bem quando o patrão estava assim, não respeitava ninguém.