Capítulo 2

Muito se fala, do quanto faltam homens bons solteiros, para as solteiras, porém ninguém tem a coragem de dizer, como aparecem homens gostosos dando sopa, para mulheres casadas.

Se a mulher é solteira, o homem casado tem algo a perder e se coloca em risco, mais se todos são comprometidos, então geral tem algo a perder e o segredo está seguro.

Foi o que o Theo disse, enquanto me ajudava com o galão de água, porque adoro ser uma fêmea frágil e dependente do macho.

O entregador chegou quando o Theo estava encostando, como aqui tem escadas, falei para deixar o galão na garagem, o gostoso do meu vizinho, alto, forte, neg ro, chegou meio suado da rua, gentilmente ofereceu ajuda, aceitei.

Enquanto conversávamos, ofereci almoço, pois eu sabia que a mulher dele, era desleixada quando o assunto era ser dona de casa ou agradar o marido.

Sempre educado brincalhão, ele agradeceu, disse que ia se virar em casa, porque com certeza não tinha comida, comecei rir como a bela oferecida de sempre

- Poxa eu aprendi desde os meus desezete anos, que no horário de almoço, tem que ter comida e sobremesa.

- Não era atoa, que eu ficava em casa.

- Meu ex ia almoçar e ficava todo contente.

Theo me olhou curioso, com um sorriso saffado

- Que tipo de sobremesa era essa em?

Estávamos na sala, eu parei segurando a maçaneta

- Eu mesma seu bobo.

- Achei que tinha entendido.

Então ele tirou o celular do bolso

- Ahhhh caramba, poxa vida.

- Eu nunca tive uma sorte dessas.

- Nem no almoço ou jantar.

- Preciso ir, tomar um banho e comer qualquer coisa.

Novamente tive que ser mais direta, rindo como quem não queria nada

- Se quiser uma sobremesa, é só me chamar.

Theo disse que ia ficar na vontade, deu um apertão na minha bunca, aí disse que já voltava, eu soube que tinha pescado aquele peixão, deixei a porta destrancada, fechei as janelas, em dez minutos ouvi ele saindo, descendo as escadas, fiquei frustrada.

Meu marido estava viajando a trabalho, eu estava sofrendo sem levar pica a vinte dias, para minha surpresa, Theo voltou, foi entrando com aqueles shorts de jogar bola, regata cavada, todo cheiroso, eu estava na sala assistindo, quando o vi abrindo a porta, pulei de susto

- Achei que não viria.

Ele foi entrando, trancou e tirou a regata

- Nem consegui almoçar de tão ansioso pela sobremesa.

Me levantei do sofá, passei a mão no p au dele por cima da roupa

- É verdade o que falam?

- Que você tem a maior jeba daqui?

Senti o p au crescendo na minha mão, ele tirou pra fora

- Se é a maior, eu não sei, mas é grande.

- E aí você aguenta?

Segurou meu cabelo, se aproximou para beijar, falei que ia tentar, nos beijamos ardentemente, comecei o mast urbar, era danado de grosso, a mão nem fechava, eu com meus 1,54 perto dele com quase 2 metros, fui erguida no colo feito um chaveiro.

Eu estava de shorts jeans curto, regatinha de alças sem sutiã, me agarrei nele, que sentou no sofá e me deixou em cima, comecei rebolar no p au dele o sentindo duro, ele tirou minha blusinha começou chupar meus se.ios.

Me jogou deitada, foi tirando meu shorts, minha bu ceta já estava melada, molhando a calcinha, coloquei as pernas em volta dele, puxei a calcinha pro lado, vi os olhos dele brilhando, o homem ficou doido com o meu cavanhaque de prikita, disse que adorava mas a fulana lá, não deixava crescer.

Beijou minha bucet a como um troféu, meteu a língua sem dó, sugou até meu c u, que delícia de chupada, meu marido não era de fazer oral nunca, go zei na boca do meu vizinho gostoso e rápido, eu entendi porque a mulher dele, tinha uma pele tão bela, era de tanto go zar.

Eu o chamei para irmos ficar no quarto, dei uma camisinha, em segundos virei uma super mulher, tirando meu colchão enorme da cama, quando olhei aquela pica imensa dura, eu soube, que precisava sentar, o coloquei sentado, com as costas apoiadas na cama e fui por cima, os primeiros segundos o sentindo invadir minha bu ceta foram os melhores segundos do dia.

Parecia um consolo, duro quente, comecei subir e descer o beijando muito, engoli tudoooo, uma pica daquelas era edição limitada, o beijo dele me faria go zar, tudo nele era gostoso.

Enquanto eu quicava saindo da seca, as mãos dele me acariciavam pelo corpo todo, apertando minha bun da, se ios, sabíamos que não tínhamos muito tempo, perguntei como ele queria, só por formalidade, claro que ele quis de quatro, sai de cima e me virei, apoiada na cama.

Ele montou em mim como um cavalo, meteu devagar quase até o talo e puxou o meu cabelo com força, começou estocar mais rápido e sussurrou no meu ouvido

- Nunca comi um c uzinho.

- Sempre que peço, elas dizem que não dá certo.

- Da seu c u pra mim vai.

Tive uma crise de risos, falei que ele estava mentindo e o senti sair de dentro, pingando encharcado, me virei para vê-lo, o senti esfregando o pa u na minha bunda a abrindo, falei que não ia rolar, que não era assim, ele me chamou para ir no chuveiro então.

Falei que não queria, porque o c u era só do meu marido, ele me puxou para deitar, começamos tran sar de ladinho, enquanto metia gostoso ele me tocava, massageando meu clitóris, me fez go zar e pediu o c u de novo, tirou o p au da bu ceta, começou passar atrás, espalhando a lubrificação, eu não aguentei, abri a bunda para o ajudar, quando o senti forçando eu soube.

Que ele devia estar mentindo, foi devagar, cuidadoso, um verdadeiro comedor de c u, enquanto eu agonizava de d or nos primeiros segundos, ele tomou a minha boca em um beijo forçado, enfiou o dedo na bu ceta e meteu até go zar, infelizmente, só na camisinha mesmo.

Tomamos banho juntos e o meu vizinho gostoso, nunca mais ficou sem sobremesa, enquanto eramos vizinhos.

Fim!!

Capítulo 3

Eu trabalho pra caramba, de segunda a segunda fazendo entregas, como motoboy, a meses eu estava sentindo que a minha vida tava uma mer da, minha ficante de meses, começou namorar um cara bom de grana e nem me avisou, só bloqueou.

Minha moto estragou sete vezes em três meses e só pra fechar, clonaram meu cartão, fu dido com dívidas, pagando aluguel, moto, empréstimo, eu mal tinha grana pra comer, o que salvava, era ganhar marmita no trabalho de dia e lanche de noite.

Estava chovendo demais, era uma sexta feira a noite, mesmo de capa, eu estava super desconfortável, fui fazer uma entrega e esqueci a máquina de cartão, a vontade foi de rolar na chuva, feito uma criança mimada de cinco anos.

Era a última rodada, e a madame não tinha como pagar por pix, porque segundo ela, o celular estava estragado, setenta e cinco reais, na hora eu até reparei, estava com um vestidinho agarrado de alças, verde, as tetas dando farol, acessas, peitão duro grande empinado, foi até difícil manter o olhar pra cima.

Eu não podia deixar o pedido, sem receber, ia precisar ir na lanchonete, pegar a máquina e voltar, depois ir de novo, maior perda de tempo na chuva, falei isso pra ela, aí a gostosa lembrou de um dinheiro, entrou pegar duzentos reais e me deixou no lado de dentro do portão, coisa que nenhum cliente faz.

Falei que não tinha troco, mas que voltaria trazer, quando fosse embora, passei meu número pra dar segurança, fui pra lanchonete e na hora de ir embora, voltei, toquei o interfone, era umas três da madrugada.

A gostosa saiu embaixo do guarda chuva com um pijama de cetim todo brilhante macio, vermelho com rendinha, marcando a bu ceta as tetas, mostrando a polpa da bunda, quando fui dar o troco pela fresta, começou chover demais, forte pra caramba, eu estava sem o capacete, usando capa de chuva, bota.

Super simpática a doida me chamou para entrar, dar um tempo pra chuva, se ela não ficou medo de mim, problema dela, porque eu fiquei, achei sem noção, mesmo que gata demais.

Quando falei que ia esperar no portão, ela insistiu e soltou a boa

- Meu marido está em casa. Pode vir, tudo bem!

- Entra, eu vi a sua foto no WhatsApp, acho até que já te conheço.

- Vem tomar uma cerveja vai.

- Te fiz voltar.

Perguntei como ela viu a minha foto, se estava sem o celular pra fazer o pix, fiquei encanado, na minha maré de azar, achei que qualquer coisa ruim ia acontecer, a gostosa sorriu passando a mão no decote

- Aiii me pegou.

- Ontem te vimos trabalhando e gostei de você.

- Aí hoje queria te chamar pra tomar alguma coisa.

- Vou direto ao ponto, meu marido gosta só de assistir.

- Eu posso dar pra quem eu escolher, desde que ele possa assistir, bater um umazinha.

- Ele não vai te querer não.

Eu nunca tinha visto uma doideira dessas, dei risada falei que ia ficar de boa, fui embora sem nem sentir a chuva, de tanto te são que fiquei imaginando aquela bunda grande no meu pa u.

No outro dia a ma Luca me mandou uma foto de visualização única, da bu ceta numa calcinha de renda rosa transparente, escrito na legenda " covarde ", eu não estava nem pegando ninguém, pela falta de grana, cansaço, o saco tava cheio precisando esvaziar.

Perguntei só " quando ? ", marcamos para a noite mesmo, levei até roupa, perfume, tomei banho no trabalho antes da última entrega, em dez minutos, depois de encerrar fui lá, buzinei, a gostosa saiu me atender de roupão, cabelão solto cacheado, cheirosa, sorrisão, disse que quase me buscou no trabalho, fui entrando ainda desconfiado, perguntei porque da pressa.

Ela disse que era tesão, me beijou no quintal toda saffada meteu a língua na minha boca sem dó, apertou meu p au, pensei comigo, poxa fui premiado, a boca dela era carnuda, com gosto de hortelã, só consegui pensar nela me chupa ndo.

Fomos entrando de mãozinhas dadas, o corno estava em pé na sala, enchendo um copo de whisky, me cumprimentou com um aperto de mão, disse que eu podia ficar a vontade, como se ele não estivesse lá, tirei a mochila, fui sentar, a gata me deu uma cerveja na mão, sentou no meu colo, de calcinha e sutiã.

Eu nunca tinha visto uma coisa daquelas antes, ela estava com um olhar sombrio, faminto e territorial, começou beijar meu pescoço, dizendo que eu estava de p au duro, só de encostar e ela queria ver o efeito sobre mim, quando eu metesse tudo na bu ceta dela.

Ainda que desconfortável eu decidi fazer uma limonada com o limão, o corno ficou lá olhando a televisão, beijei a gata, comecei passar a mão nas coxas dela, quando fui apertar os peitos, ela tirou um pra fora do sutiã, não pensei duas vezes, cai de boca mamando, comecei su gar, lambi o bico, sentindo as unhas dela me acariciando por baixo da camiseta.

Meu p au latejou quando ela sussurrou no meu ouvido, que queria me mamar, foi abrindo a calça, meteu a mão no meu p au, enquanto a beijava, tirei o sutiã, dei uma olhadinha o corno começou pegar no pa u por baixo do shorts, eu estava com tesão demais na hora, pra dar atenção e me incomodar com aquilo.

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