Capítulo 2

Capítulo 2

Sou Bia tenho 14 anos, sou carinhosa eu gosto de ajudar as pessoas, mais tem gente que nem merece que intercedemos por elas....

Minha mãe sempre foi clara em termo do bullying, sei que não devo fazer com ninguém e nem aceita quem faça comigo, faz dias que vejo os meninos perturbar uma menina, mas toda vez que eu vou falar com ela sai correndo, já vi várias vezes minha irmã falando sobre isso esse é o último ano dela aqui na escola, sei que os meninos sempre ficam impunes por serem filhos de papais mimados, mas não me deixo abater sempre que vem para o meu lado bato de frente o medo da minha irmã que eles facão a mesma coisa comigo mais não vou deixar.

Eu sou a caçulinha, minha mãe sempre diz que eu e minha irmã somos os olhos dela, fico rindo ela diz que um dia irei entender o porquê ela trabalha de mais, meu pai ele mal fica com agente, sempre inventa desculpa isso me magoa por que é mesmo que não ter um pai, ele não se importa com agente, quando minha mãe pediu a separação, ele ainda insistiu eu me lembro, sei que minha mãe era infeliz com ele, agora ela só trabalha, mas sempre dá atenção conversamos sobre tudo, mas ainda sou nova pra namorar, mas é claro que já beijei na boca não sou mais BV: boca virgem rs.

Mas não quis ficar com menino, depois do beijo ele já queria namorar eu nem gostei do beijo que ele me deu, quando contei a minha mãe ela surtou mais depois ela e Bruna caíram na risada até eu entrei nessa ela me explicou sobre os beijos, mais vou deixar pra namorar mais lá na frente quero estudar quem sabe depois, eu sempre vou em algumas festinhas de umas das meninas mais não me sinto muito bem.

Hoje sai atrasada da aula tive que finalizar atividade pra me livra logo, assim que estou chegando à entrada da escola vejo no exato momento que os meninos cercam a menina eu não aguento ver isso e vou em direção do show que eles estão dando e ninguém faz nada, assim que eu chego um dos babacas ainda tenta toca no meu cabelo pra cheira e começa empurra a menina ela está com o rosto vermelho e cheio de lagrimas assim que tento sair da rodinha puxando ela minha irmã chega bem na hora e acerto um chute em um dos meninos bem feito começo a xingar esses babacas, quando olho a menina ainda estar chorando vou até ela e só abraço vamos para o banquinho e ficamos nos três sentadas, Bruh começa a falar com ela e sabemos que ela está sofrendo bullying e isso não pode ficar impune mas ela não quer falar é um direito dela mas sei que Bruh não vai ficar calada ela não pode contar pra nossa mãe mas vai dá um jeitinho desse otários se derem mal.

Quando a mãe dela chega, eu fico até com medo a mulher parece um louca, agora eu entendo o porquê de ela não querer dizer a mãe.

Assim que chegamos em casa nossa mãe desconfiou então Bruna falou por alto, fiquei pensando como será a vida dela, ela sempre estar sozinha não tem amigas hoje meu coração deu um aperto ao ver ela no meio daqueles babacas.

Às vezes eu não entendo como as podem ser assim? Por nada querem bater, humilhar, querer mostrar que é melhor que outro e a maioria das pessoas que são assim são riquinhos mimados que tem tudo que quer é só pedir ao pai ou ao a mãe mais não sabe como é o caráter dessas pessoas eu tenho pena de gente assim. Amanhã quando eu for pra escola vou tentar conversa com Carol ela parece ser gente boa, só não saber se expressar por ser caladona.

Quando chego na escola não encontro Carol, será que ela não vem hoje? Passo a tarde toda estudando quando estou saindo da aula vejo Bruna conversando com Carol, vejo que elas já estão se dando bem, não por que minha irmã seja chata, mas ela não é de ficar conversando não.

—Bruh, vejo que viraram amigas né, ver se não vai me excluir viu Carol! _ falo e ela me encara assustada rs.

—Claro que não maninha você é única e exclusiva! _ Bruh fala me abraçando.

—Claro, eu sou sua única irmã Bruna!!!!_ Falo mostrando a ela que estou brincando porque ela só me tem de irmã!

—Deixa de besteira vamos para a casa? _Bruh Fala

—Bem que Carol poderia ir lá para a casa né! _Sugiro e Carol se animou!

—Será que sua mãe deixa Carol? _Bruh pergunta

—Eu posso ligar, espera vou perguntar! _Ela fala toda animada.

Ela sai e vai ligar enquanto eu fico olhando.

—O que você aprontou Bruna? Você não me engana!

—Eu falei para o diretor sobre os meninos, e quando eu estava indo pra sala de aula o Lucas estava tentando beijar a Carol a força aí começou a confusão.

—Você sabe que nossa mãe vai pirar quando souber dessa briga viu.

—Eu sei mais não vou dizer vou esperar o diretor ligar para ela, eu sei que ele tem medo da nossa mãe tira ele do cargo do diretor, ele morre de medo de escândalos.

Carol volta sorrindo parece que a louca da mãe dela deixou.

—Minha mãe deixou aí pedi para o meu avô ir me buscar lá na casa de vocês!

Seguimos para casa nesse dia foi bom nos divertimos muito, minha até se divertiu com a gente e gostou bastante da Carol parece que ela sente quando alguém não está bem.

Tomara que se repitam mais vezes nenhum momento minha mãe nos forço a dizer nada mais ela sabe que tem algo errado mais por hoje foi muito bom ainda bem que amanhã é sexta nada melhor do que um final de semana mais tenho quase certeza de que meu pai não vem nos ver a gente sempre faz uma programação com nossa mãe!

Quando chegou ao sábado como sempre nosso pai não apareceu e ainda deu uma desculpa para nossa mãe, as vezes eu sinto que ela não quer ficar com a gente, eu tento não pensar, mas quem não quer ter o pai presente, sei que as vezes deve ser chato, mas o pior você possa e não fazer nada.

Já faz uns vinte dias que a gente não ver Carol na escola, como ela não usa muito celular não tem como entra em contato com ela, até Bruna perguntou por ela perguntei a professora, mas ela não sabia sobre Carol fiquei preocupada podíamos ser amigas e fazer companhia uma para outra.

Passei o final de semana incrível junto com minha mãe e Bruh foi perfeito, mas temos que estudar então estou aqui tentando acordar porque tá difícil, parece que corri uma maratona ontem, quando olho para o relógio já passa as 11h:00 daqui a pouco Bruna vem me tirar da cama rs. Sigo pro banheiro nas carreiras ou vamos chegar atrasada.

Hoje cheguei e a Carol estava lá sentada esperando dá a hora para entrar fiquei feliz em vê la.

—Oie Carol, nunca mais te vi! Como você estar?

—Oie Bia, estou indo eu estava na casa do meu pai! _ ela fala toda triste mais na hora que eu iria falar com ela o sinal toca.

Sigo para sala, mas pensando no que pode ter acontecido com ela assim que termina a aula vou até a sala dela e fico esperando-a sair como de costume Bruna está na frente da escola me esperando.

Sentamo-nos no banco o que Carol começa nos contar, não sei dizer o que estou sentindo, mas tenho raiva da mãe dela a deixar passar por tudo isso ela falou que agora está morando com pai por isso tem vindo para a escola que estar se organizando com as mudanças e tentando se acalmar.

Capítulo 3

Capítulo 3

Sou Carolayne tenho 14 anos, pode me chamar pelo meu apelido Carol! sou uma menina meiga e cheio de traumas, mas tenho esperança que um dia eu encontre minha felicidade...

Eu nem sei quem sou! Fico me perguntando quem realmente é CAROLAYNE?

Sou uma menina triste que é culpada por tudo que acontece na vida minha mãe, palavras dela não minha!

Desde pequena minha mãe diz que sou culpada por não ter uma vida feliz ao lado do meu pai, sempre dizendo que eu atrapalho tudo que era para ter abortado.

Sempre fico pensando se todas as mães são assim? Por que minha vó ela é muito carinhosa muitas vezes que eu vou pra casa dela não quero voltar, desde que meu pai se separou da minha mãe, minha vida com ela na mesma casa estar sendo muito ruim, ela sempre dá várias festas com muitas bebidas e drogas, evito ficar saindo do quarto sei que meu pai é muito ocupado, mas eu queria morar com ele, ou com minha vó, eu não aguento ficar aqui com ela, todos os dias ela me ameaça pra pode me fazer ligar para o meu pai, pra ela saber onde ele estar, com quem estar?

Eu só tenho 14 anos mais sei o que ela faz comigo é abuso da mesma forma que ela fazia com meu pai.

Esses dias ela me colocou em outra escola e a maioria são pessoas ruim ficam fazendo brincadeira de mal gosto comigo, e outros alunos já até fui na direção, mas não adianta eu não queria ter que falar com meu pai, se eu falar com minha mãe não vai resolver nada como sempre, fala que eu sou uma molenga que nem para me virar sozinha eu sirvo. O que eu estou concordando com ela.

Foi quando apareceu dois anjos, Beatriz e Bruna são meninas incríveis já conheci a mãe delas que foi um muito legal comigo.

Com elas consigo me sentir segura, desde episódio da escola não desgrudamos mais as meninas me convidaram para jantar lá na casa delas fiquei superanimada, primeira vez que eu iria sair para jantar na casa de uma amiga.

A gente foi direto da escola meu pai ficou de me busca na casa delas.

Foi muito bom a gente conversou sobre tudo assistimos vários filmes, nesse dia tia estava triste, mesmo assim não deixou de conversa com a gente ou nos animar para sessão de filmes e guloseimas na casa delas eu fui bem tratada, falamos sobre nossos pais, elas têm uma mãe incrível enquanto a minha não me ver como uma pedra no sapato, o pai delas ele é muito ausente e não mostra carinho por elas, onde Bia ficou muito triste por isso.

Meu pai ele é muito bom para mim, mas devido o casamento com minha mãe não passamos muito tempo juntos, mas ele sempre tenta me dar atenção carinho.

Fizemos a maior bagunça foi nesse dia que decidimos que iria tentar juntar meu pai com a mãe delas, Bruna iria planejar um final de semana só as meninas em uma praia para distrair tia, então eu faria de tudo para meu pai também ir, já posso até imaginar como eles vão se surpreender...

Nesse dia voltei, mas animada contei ao meu sobre as meninas ele ficou feliz por eu ter esses momentos de meninas, e ele ficou bastante curioso para conhecer tia Manu.

Os dias têm se passados incríveis mais tiver que ir para a casa da minha mãe, porque ela fez a maior questão e disse que estava com saudades mais tudo mentira, queria chamar atenção do meu pai, como ele não deu a mínima e ela simplesmente inventou de da mas uma festa louca dela.

Como sempre me tranco no meu quarto, mas quando deu umas 21h:00 eu tinha esquecido de trazer algum lanche para mim e me deu fome. foi quando eu tive uma péssima ideia de sair do meu quarto, foi quando um dos colegas de festa da minha mãe me viu, no mesmo instante eu tentei voltar para o quarto ele me agarrou foi horrível, ele estava com fedor de bebidas me pressionando em chamando de putinha gostosa, fique em pânico quando dei por mim estava me debatendo contra o corpo dele, foi quando acertei no meio das pernas dele em cheio!

Voltei para o quarto me tranquei e ainda coloquei a cômoda na porta se caso ele tenta se invadir meu quarto, tentei me acalmar comecei a me sentir sujar, fiquei sem chão, claro que não sou tão inocente eu leio sobre as coisas e se eu não tive se reagido ele iria me estuprar, onde estaria minha querida mãe? Por mim ela poderia estar no inferno agora. Não precisaria estar passando por tudo isso.

Eu não sei, eu só sei que eu não quero mais voltar ficar aqui com ela, mas eu não posso falar com meu pai essa gente é errada, poderia fazer algum mal a ele isso eu não me perdoaria nunca.

Quando eu fiquei mais calma depois de um banho liguei para o meu pai e ele não demorou muito para chegar, só senti segura quando eu estava ao seu lado, promete para mim mesma que não ficarei só com minha mãe, se ela quisera-me ver terá que ir me ver na escola ou na casa da minha vó.

Os dias foram se passando eu fui a viagem com as meninas e foi perfeito acabou que meu pai e tia Manu ficaram juntos, ficamos animadas por não saberíamos se iria dar certo ou não mais foi perfeito.

Não precisamos de tramar muito com eles, são perfeitos juntos nos divertimos bastantes na casa de praia do meu pai.

Minha mãe surtou quando soube que meu pai estava saindo com tia Manu, chantageou o meu pai dizendo que ele nunca mais iria ver meu rosto, nesse dia eu fiquei com muito medo eu não queria voltar morar com ela viver naquele inferno de vida que ela tem.

Como já estou morando com meu pai, mal falo com minha mãe, toda vez que ela liga e só pra me ameaçar teve até um dia que ela invadiu a cada da tia Manu, pra mim tira de lá a força, ela estava muito agressiva a minha sorte foi meu pai que chegou, foi quando fiquei mais calma agora minha mãe não pode me ver, meu pai pediu minha guarda definitiva, foi quando estávamos indo tudo bem eu e as meninas estávamos indo para casa da minha avó quando um carro do nada parou e me colocaram dentro, entrei em pânico com muito medo de não pode ver minha família, fiquei chorando o caminho todo, pensando que aquele seria o meu fim... quando o carro parou, eu só fazia chorar, meu corpo estava tomado pelo medo, me tremendo toda.

Quando eu entrei na casa o homem me empurrou cai sentando no chão sujo, só fedia a morfo, era uma casa abandonada, quando consegui acalmar a minha querida mãe entrou gritando dizendo que eu a renderia muito dinheiro, dizendo que eu não veria mais meu pai, que pra ele eu morreria foi quando o ódio subiu e fui pra cima dela com tanta raiva, mas ela viu minha reação e bateu em meu rosto, a pancada foi forte que me fez cair no chão, eu só pedia a Deus para sair daquele lugar, antes dela sai o homem me amarrou foi quando ela saiu e me deixou sozinha, com fome e sede acabei cochilando pelo cansaço...

Quando acordei com uma gritaria, foi quando alguns policiais derrubaram a porta nunca fiquei tão feliz em ver que iria sair dali um dos homens sabia meu nome e tentava me acalmar dizendo que me levaria para meu pai, nesse dia nasce de novo, mais sem mãe, só teria meu pai por mim.

Quando chego na casa da minha vó e meu pai e meu avô que abre a porta eu só faço chora para aliviar o medo que eu estava sentindo, meu pai agradece ao amigo dele seguimos para o quarto quando eu entro esta minha vó, minha mãe do coração e minhas irmãs todas de mãos dada pedindo a Deus que eu volte segura para casa, começo a chora depois desse dia sabia que foi a melhor coisa que fiz em fazer amizade com as meninas.

Quando elas me viram minha vó que chorar muito por mim ver bem, Bia vem ao meu encontro e me abraça e choramos juntas, Bruna faz a mesma coisa por último a minha mãe sim Manuel e minha mãe do coração, começo a chorar em seus braços e ela só diz que vai ficar tudo bem e pela primeira vez sinto o amor de uma mãe por mim.

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