Capítulo 2

Meu nome é Lorenzo e esse é meu conto.

Eu me mudei para casa do meu amigo, já que a minha família não queria um homem gay como filho, então me mudei para casa dele. Conheço meu amigo faz 3 anos e confesso que ele faz totalmente meu tipo, mas infelizmente nada vai acontecer.

****

22:00 ― Casa do meu amigo ― Rio de Janeiro. — Cozinha.

Fui para a cozinha fazer alguma comida, já que faz duas horas que cheguei do trabalho, estou morrendo de fome. Só estava com preguiça de sair do quarto, a cama estava muito boa. — Faço minha comida, algo bem simples e vou saindo da cozinha e vejo o Lucas entrando um pouco bêbado dentro de casa.

Sempre é assim, ele sai e quando voltar chega todo bêbado.

— Voltando bêbado de novo, Lucas? — Ele me olhou com suas pupilas dilatadas.

— Só bebi um pouquinho, Enzo. — Revirei os olhos.

— Vai tomar banho e dormir, vai logo. — Ele sorriu e se aproximou tombando.

—Porquê? Porque você não toma banho comigo? — Fiquei muito surpreso com a sua pergunta.

— Você está bêbado, chega de brincadeira e vai logo.

Arregalei os olhos quando ele me beijou, tentei empurrá-lo, mas não consegui.

— Eu sei que você sente alguma atração por mim, vamos aproveitar.

O que?

Arfei surpreso quando ele agarrou minhas nádegas e começou a se esfregar em mim.

— L-Lucas… Você está bêbado.

— Aproveita enquanto estou sendo gentil.

Ele abaixou a minha bermuda e agarrou meu pau, soltei um gemido quando ele começou a fazer um vai e vem rápido.

— Pode gemer, não tem ninguém aqui.

Chupou meu pescoço e mordeu logo em seguida.

— Quero te comer, Enzo. Quero ter meu pau bem fundo em você. — Sussurrou em meu ouvido causando arrepios.

— Porra! — Mordi os lábios quando ele aumentou o movimento.

Ele soltou meu pau e foi me guiando até o sofá.

— Empina essa bunda pra mim.

Eu sei que isso está errado, mas eu não consigo impedir.

Tirei minhas roupas ficando total nu na sua frente.

— Delícia. — O ajudei a retirar suas roupas também. — Empina essa bunda pra mim, vai.

Coloquei meus joelhos no sofá e empinei para ele com muita vergonha.

— Delícia de visão.

Ele agarrou minhas nádegas e as separou, gemi ao sentir sua língua no meu cu. Apertei com força o sofá enquanto ele me chupava com tanto desejo.

— Lucas!!!! Ahh merda! T-Tão bom.

Ele se afastou e senti a cabeça do seu pau no meu buraco.

— Quero ouvir seus gemidos.

Ele agarrou minha cintura e foi penetrando lentamente, doeu um pouco, mas isso se tornou algo muito bom.

— Ahhh porra!!! Lucas!!

— Merda! Tão apertadinho.

Começou a se movimentar em uma velocidade incrível.

— I-Isso!!! Ahh!! — Não conseguia conter os gemidos.

Ele mordeu a minha nuca.

— Seus gemidos são deliciosos demais, Enzo.

Bateu com força na minha bunda.

— Caralho!!

Meus cabelos é puxado com força e minhas costas se apoia em seu peitoral.

— T-Tão fundo!! — Fechei os olhos com a sensação do seu pau bem fundo em mim.

— Aperta meu pau! Vai!

Contrai meu cu o fazendo gemer no meu ouvido, ele aumentou suas estocadas e gritei quando acertou minha próstata.

— Isso!! De novo, Lucas!! Não para!!

— Eu não vou!!

Comecei a me masturbar rapidamente de tão perto que eu estava.

— E-Eu vou.

Ele metia com tanta urgência dentro de mim, sabia que ele também tava perto.

Nós dois gememos ao gozar.

Cai no sofá muito cansado e ele se sentou do meu lado. Nenhum dos dois falava nada, somente a nossa respiração era ouvida.

Porra! Eu transei com meu amigo enquanto estava bêbado.

— Lucas. — Olhei para ele e o vejo dormindo.

Filho da puta.

Capítulo 3

Meu nome é Leandra e esse é o meu conto.

Meu namorado trabalha em uma empresa de carro, e por causa disso ele vive chegando tarde em casa. Já faz um mês que nós não temos nenhuma relação, meu desejo está se tornando cada vez mais forte. E vai ser hoje que vou tirar esse atraso.

****

20 ― Casa da Leandra ― Rio Grande do Sul.

Eu comprei uma fantasia de enfermeira, e vai ser hoje que irei tratar meu paciente. A porta do nosso quarto foi aberta por ele com a sua expressão de cansado.

― Querida... O que? ― Ficou surpreso ao me ver de enfermeira.

― Meu querido paciente está tão cansadinho, então, irei te ajudar a relaxar. ― Já notei o volume na sua calça.

― Porra, você de enfermeira é tão sexy.

Aproximei dele e passei a mão no seu volume.

― Isso cabe dentro de mim, querido paciente? ― Perguntei em um tom sexy.

― Que tal descobrimos, enfermeira. ― Me puxou pela cintura e me beijou do jeito que eu gosto.

Puxei seu paletó para baixo e fui puxando o seu cinto para fora da sua calça.

― Que enfermeira apressada. ― Sorriu com o meu jeito desesperado.

― Claro quem mandou ter essa arma.

Me ajoelhei e rapidamente puxei sua calça e cueca até os joelhos, coloquei seu pau na minha boca, comecei a chupar com tanta vontade.

― Porra! Isso amor. ― Agarrou meus cabelos e começou a foder rapidamente a minha garganta.

Subi minha mão até a minha boceta e comecei a estimular rapidamente.

― Cacete!

Ele puxou o seu pau da minha boca e me empurrou no chão.

― Não aguento mais.

― Nem eu. ― Deixei minhas pernas bem abertas.

Ele rasgou a minha calcinha e se abaixou para chupar a minha boceta.

― Oh caralho! Como eu senti falta disso.

Comecei a rebolar na sua língua.

― Isso.

Ele se afastou e passou o seu pau no meu clitóris e depois enfiou de uma vez.

― Ohh porra!! ― Mordi os lábios com força.

― Desculpa, amor. ― Ele rasgou minha fantasia e agarrou meus seios com força.

― A-Amor! Calma. ― Ele começou a meter rapidamente dentro de mim. ― Ohhh!

Ele se inclinou para baixo e sugou o bico do meu peito esquerdo com força.

― Ahh! ― Entrelacei minhas pernas na sua cintura. ― I-Isso! Mais forte!

Ele puxou o seu pau para fora e me virou de bruços e voltou a meter em mim.

― Ahhhh querido! ― Ele deu uma rebolada e voltou a meter com tanta força que gozei. ― Porra!!

Mordeu meu ombro e separou minhas nádegas e foi metendo.

― Que boceta gostosa... Não sei por que fiquei tanto tempo sem comê-la.

Fechei os olhos com força ao senti-lo ir bem fundo dentro de mim.

― M-M-Mais forte! ― Imploro.

Ele me virou de lado e colocou minha perna no seu ombro.

― Ver meu pau entrando e saindo dentro de você é gostoso demais.

Gemia loucamente.

Sua mão desceu até meu clitóris e começou a estimular rapidamente.

― Ohhhh! N-Não para!

Ele mordeu minha perna e sua velocidade aumentou, acabei gozando pela segunda vez e logo senti a sua porra me preenchendo.

― Porra. ― Ele se deitou ao meu lado. ― Isso foi gostoso demais.

― Sim. ― Respondi com a respiração ofegante.

― Na próxima venha de policial. ― Acabei rindo.

― Pode deixar.

Essa foi a melhor transa que tivermos.

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