Meu nome é Lorenzo e esse é meu conto.
Eu me mudei para casa do meu amigo, já que a minha família não queria um homem gay como filho, então me mudei para casa dele. Conheço meu amigo faz 3 anos e confesso que ele faz totalmente meu tipo, mas infelizmente nada vai acontecer.
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22:00 ― Casa do meu amigo ― Rio de Janeiro. — Cozinha.
Fui para a cozinha fazer alguma comida, já que faz duas horas que cheguei do trabalho, estou morrendo de fome. Só estava com preguiça de sair do quarto, a cama estava muito boa. — Faço minha comida, algo bem simples e vou saindo da cozinha e vejo o Lucas entrando um pouco bêbado dentro de casa.
Sempre é assim, ele sai e quando voltar chega todo bêbado.
— Voltando bêbado de novo, Lucas? — Ele me olhou com suas pupilas dilatadas.
— Só bebi um pouquinho, Enzo. — Revirei os olhos.
— Vai tomar banho e dormir, vai logo. — Ele sorriu e se aproximou tombando.
—Porquê? Porque você não toma banho comigo? — Fiquei muito surpreso com a sua pergunta.
— Você está bêbado, chega de brincadeira e vai logo.
Arregalei os olhos quando ele me beijou, tentei empurrá-lo, mas não consegui.
— Eu sei que você sente alguma atração por mim, vamos aproveitar.
O que?
Arfei surpreso quando ele agarrou minhas nádegas e começou a se esfregar em mim.
— L-Lucas… Você está bêbado.
— Aproveita enquanto estou sendo gentil.
Ele abaixou a minha bermuda e agarrou meu pau, soltei um gemido quando ele começou a fazer um vai e vem rápido.
— Pode gemer, não tem ninguém aqui.
Chupou meu pescoço e mordeu logo em seguida.
— Quero te comer, Enzo. Quero ter meu pau bem fundo em você. — Sussurrou em meu ouvido causando arrepios.
— Porra! — Mordi os lábios quando ele aumentou o movimento.
Ele soltou meu pau e foi me guiando até o sofá.
— Empina essa bunda pra mim.
Eu sei que isso está errado, mas eu não consigo impedir.
Tirei minhas roupas ficando total nu na sua frente.
— Delícia. — O ajudei a retirar suas roupas também. — Empina essa bunda pra mim, vai.
Coloquei meus joelhos no sofá e empinei para ele com muita vergonha.
— Delícia de visão.
Ele agarrou minhas nádegas e as separou, gemi ao sentir sua língua no meu cu. Apertei com força o sofá enquanto ele me chupava com tanto desejo.
— Lucas!!!! Ahh merda! T-Tão bom.
Ele se afastou e senti a cabeça do seu pau no meu buraco.
— Quero ouvir seus gemidos.
Ele agarrou minha cintura e foi penetrando lentamente, doeu um pouco, mas isso se tornou algo muito bom.
— Ahhh porra!!! Lucas!!
— Merda! Tão apertadinho.
Começou a se movimentar em uma velocidade incrível.
— I-Isso!!! Ahh!! — Não conseguia conter os gemidos.
Ele mordeu a minha nuca.
— Seus gemidos são deliciosos demais, Enzo.
Bateu com força na minha bunda.
— Caralho!!
Meus cabelos é puxado com força e minhas costas se apoia em seu peitoral.
— T-Tão fundo!! — Fechei os olhos com a sensação do seu pau bem fundo em mim.
— Aperta meu pau! Vai!
Contrai meu cu o fazendo gemer no meu ouvido, ele aumentou suas estocadas e gritei quando acertou minha próstata.
— Isso!! De novo, Lucas!! Não para!!
— Eu não vou!!
Comecei a me masturbar rapidamente de tão perto que eu estava.
— E-Eu vou.
Ele metia com tanta urgência dentro de mim, sabia que ele também tava perto.
Nós dois gememos ao gozar.
Cai no sofá muito cansado e ele se sentou do meu lado. Nenhum dos dois falava nada, somente a nossa respiração era ouvida.
Porra! Eu transei com meu amigo enquanto estava bêbado.
— Lucas. — Olhei para ele e o vejo dormindo.
Filho da puta.
Meu nome é Leandra e esse é o meu conto.
Meu namorado trabalha em uma empresa de carro, e por causa disso ele vive chegando tarde em casa. Já faz um mês que nós não temos nenhuma relação, meu desejo está se tornando cada vez mais forte. E vai ser hoje que vou tirar esse atraso.
****
20 ― Casa da Leandra ― Rio Grande do Sul.
Eu comprei uma fantasia de enfermeira, e vai ser hoje que irei tratar meu paciente. A porta do nosso quarto foi aberta por ele com a sua expressão de cansado.
― Querida... O que? ― Ficou surpreso ao me ver de enfermeira.
― Meu querido paciente está tão cansadinho, então, irei te ajudar a relaxar. ― Já notei o volume na sua calça.
― Porra, você de enfermeira é tão sexy.
Aproximei dele e passei a mão no seu volume.
― Isso cabe dentro de mim, querido paciente? ― Perguntei em um tom sexy.
― Que tal descobrimos, enfermeira. ― Me puxou pela cintura e me beijou do jeito que eu gosto.
Puxei seu paletó para baixo e fui puxando o seu cinto para fora da sua calça.
― Que enfermeira apressada. ― Sorriu com o meu jeito desesperado.
― Claro quem mandou ter essa arma.
Me ajoelhei e rapidamente puxei sua calça e cueca até os joelhos, coloquei seu pau na minha boca, comecei a chupar com tanta vontade.
― Porra! Isso amor. ― Agarrou meus cabelos e começou a foder rapidamente a minha garganta.
Subi minha mão até a minha boceta e comecei a estimular rapidamente.
― Cacete!
Ele puxou o seu pau da minha boca e me empurrou no chão.
― Não aguento mais.
― Nem eu. ― Deixei minhas pernas bem abertas.
Ele rasgou a minha calcinha e se abaixou para chupar a minha boceta.
― Oh caralho! Como eu senti falta disso.
Comecei a rebolar na sua língua.
― Isso.
Ele se afastou e passou o seu pau no meu clitóris e depois enfiou de uma vez.
― Ohh porra!! ― Mordi os lábios com força.
― Desculpa, amor. ― Ele rasgou minha fantasia e agarrou meus seios com força.
― A-Amor! Calma. ― Ele começou a meter rapidamente dentro de mim. ― Ohhh!
Ele se inclinou para baixo e sugou o bico do meu peito esquerdo com força.
― Ahh! ― Entrelacei minhas pernas na sua cintura. ― I-Isso! Mais forte!
Ele puxou o seu pau para fora e me virou de bruços e voltou a meter em mim.
― Ahhhh querido! ― Ele deu uma rebolada e voltou a meter com tanta força que gozei. ― Porra!!
Mordeu meu ombro e separou minhas nádegas e foi metendo.
― Que boceta gostosa... Não sei por que fiquei tanto tempo sem comê-la.
Fechei os olhos com força ao senti-lo ir bem fundo dentro de mim.
― M-M-Mais forte! ― Imploro.
Ele me virou de lado e colocou minha perna no seu ombro.
― Ver meu pau entrando e saindo dentro de você é gostoso demais.
Gemia loucamente.
Sua mão desceu até meu clitóris e começou a estimular rapidamente.
― Ohhhh! N-Não para!
Ele mordeu minha perna e sua velocidade aumentou, acabei gozando pela segunda vez e logo senti a sua porra me preenchendo.
― Porra. ― Ele se deitou ao meu lado. ― Isso foi gostoso demais.
― Sim. ― Respondi com a respiração ofegante.
― Na próxima venha de policial. ― Acabei rindo.
― Pode deixar.
Essa foi a melhor transa que tivermos.