Capa do Romance COMO APRENDI FAZER SEXO

COMO APRENDI FAZER SEXO

9.7 / 10.0
Dois adolescentes, baseados em seus pais, iniciam seus primeiros momentos de sexo APRENDENDO FAZER SEXO Capitulo 1º COMO TUDO COMEÇOU Meu nome pouco importa, já que, todos me chamam pelo apelido que é Tito, e o que vou lhes contar, me faz acreditar que, seria de uma maneira bem diferente que eu iria conhecer o grande amor de minha vida, mas estava escrito que assim seria. Tudo começou a pelo menos dois anos, foi logo no inicio da pandemia da Covid 19. Eu na época tinha 16 anos, estudava em um colégio público e devido ao vírus, as aulas, passaram a ser on-line, ou seja, em nossas casas, via computador. Eu sempre tive um e dominava bem esse aparelho, mas Nicole, uma colega, que jamais havia visto um, estava com enorme dificuldade em acompanhar as aulas, e como somos praticamente vizinhos, ela, ou melhor os pais dela, conversaram com os meus e pediram que Nicole pudesse assistir as aulas on-line ao meu lado na minha casa, como nossos pais se conheciam de longa data concordaram. No primeiro dia, a menina que tinha 15 anos na época, mal abriu a boca só fazia isso para falar ou perguntar algo, apenas se limitava a ouvir os professores. No segundo dia, já menos tímida, quando não entendia algo perguntava e varias vezes para mostrar algo na tela do computador, e ao chegar mais próximo dele, esfregavas seus seios em meus ombros, acho que Nicole nada notou, mas, naquele dia, assisti as aulas com o pênis duro de tesão, seus seios durinhos me excitaram o tempo todo e quando a aula terminou e ela se foi, não teve jeito, corri para o banheiro e me masturbei por duas vezes. Isso foi em uma sexta feira, a segunda aula que assistimos juntos, foi na segunda feira, confesso que estava ansioso para que ela voltasse a esfregar seus seios em meu ombro, mas, foi algo até melhor. Não sei até hoje se foi a proposito ou casualidade, naquele dia, ela só usava uma camiseta sem sutiã, logo, os seus mamilos estavam bem visíveis, e para minha sorte, tudo aconteceu novamente. Foi aí, que fiz questão que ela visse que eu estava absurdamente tarado, passei e acariciei meu pênis duro, varias e varias vezes para ela ver. Terminada essa aula, ao abraça-la para as despedidas, procurei beija-la, e para minha surpresa, ela recuou seu rosto, mas, ao fazê-lo adiantava seu corpo e esfregava sua boceta em meu pênis, e assim foram três ou quatro vezes. Nesse momento, ela pediu para ir ao banheiro, e hoje dois anos depois sei por que ela me contou, também estava excitada, e no banheiro, acariciou seu clitóris até gozar. Quando ela me contou isso muito tempo depois, ainda brinquei, poderíamos nos masturbar um vendo o outro pois, assim que você saiu, eu também bati a melhor punheta que já havia batido até então. No terceiro dia, e como tudo se repetiu, tentei, ao invés de me masturbar, leva-la para minha cama, foi quando ouvi uma história bem inusitada, me apavorei quando ela me disse: _ Meu pai é muito religioso, e sempre me disse que só e apenas se faz sexo para gerar filhos. Eu atônito perguntei: Mas então como você é filha única depois de tantos anos de casados. Acho, que, nesse momento o destino traçou meu caminho. Ela me disse, podemos fazer exatamente o que meus pais fazem, e não correm risco de ter novos filhos. Topei na hora, mas havia uma exigência que cumprimos de imediato, teríamos que lavar antes e bem lavado, nossas partes intimas.No quarto, e ambos nus, ela pediu que eu me deitasse de barriga para cima, foi nesse momento que ela após me beijar longamente na boca, e me deixar doido de tesão, se deita por cima de meu corpo, virada com a cabeça para os meus pés, passava sua língua na cabeça de meu pênis disse: Coloque sua língua de fora e fique com ela firme. Quando fiz isso, ela passou esfregar o clitóris na ponta de minha língua, gemendo de prazer e chupando loucamente meu pinto, por varias vezes conseguiu que minha língua entrasse em sua boceta, só parou quando ambos gozamos louca e simultaneamente. Aprendi, naquele dia, que não é preciso uma penetração para atingirmos um bom orgasmo. No segundo capitulo, conto mais

COMO APRENDI FAZER SEXO Capítulo 1

APRENDENDO FAZER SEXO

Capitulo 1º COMO TUDO COMEÇOU

Meu nome pouco importa, já que, todos me chamam pelo apelido que é Tito, e o que vou lhes contar, me faz acreditar que, seria de uma maneira bem diferente que eu iria conhecer o grande amor de minha vida, mas estava escrito que assim seria. Tudo começou a pelo menos dois anos, foi logo no inicio da pandemia da Covid 19. Eu na época tinha 16 anos, estudava em um colégio público e devido ao vírus, as aulas, passaram a ser on-line, ou seja, em nossas casas, via computador. Eu sempre tive um e dominava bem esse aparelho, mas Nicole, uma colega, que jamais havia visto um, estava com enorme dificuldade em acompanhar as aulas, e como somos praticamente vizinhos, ela, ou melhor os pais dela, conversaram com os meus e pediram que Nicole pudesse assistir as aulas on-line ao meu lado na minha casa, como nossos pais se conheciam de longa data concordaram. No primeiro dia, a menina que tinha 15 anos na época, mal abriu a boca só fazia isso para falar ou perguntar algo, apenas se limitava a ouvir os professores. No segundo dia, já menos tímida, quando não entendia algo perguntava e varias vezes para mostrar algo na tela do computador, e ao chegar mais próximo dele, esfregavas seus seios em meus ombros, acho que Nicole nada notou, mas, naquele dia, assisti as aulas com o pênis duro de tesão, seus seios durinhos me excitaram o tempo todo e quando a aula terminou e ela se foi, não teve jeito, corri para o banheiro e me masturbei por duas vezes. Isso foi em uma sexta feira, a segunda aula que assistimos juntos, foi na segunda feira, confesso que estava ansioso para que ela voltasse a esfregar seus seios em meu ombro, mas, foi algo até melhor. Não sei até hoje se foi a proposito ou casualidade, naquele dia, ela só usava uma camiseta sem sutiã, logo, os seus mamilos estavam bem visíveis, e para minha sorte, tudo aconteceu novamente. Foi aí, que fiz questão que ela visse que eu estava absurdamente tarado, passei e acariciei meu pênis duro, varias e varias vezes para ela ver. Terminada essa aula, ao abraça-la para as despedidas, procurei beija-la, e para minha surpresa, ela recuou seu rosto, mas, ao fazê-lo adiantava seu corpo e esfregava sua boceta em meu pênis, e assim foram três ou quatro vezes. Nesse momento, ela pediu para ir ao banheiro, e hoje dois anos depois sei por que ela me contou, também estava excitada, e no banheiro, acariciou seu clitóris até gozar. Quando ela me contou isso muito tempo depois, ainda brinquei, poderíamos nos masturbar um vendo o outro pois, assim que você saiu, eu também bati a melhor punheta que já havia batido até então. No terceiro dia, e como tudo se repetiu, tentei, ao invés de me masturbar, leva-la para minha cama, foi quando ouvi uma história bem inusitada, me apavorei quando ela me disse: _ Meu pai é muito religioso, e sempre me disse que só e apenas se faz sexo para gerar filhos. Eu atônito perguntei: Mas então como você é filha única depois de tantos anos de casados. Acho, que, nesse momento o destino traçou meu caminho. Ela me disse, podemos fazer exatamente o que meus pais fazem, e não correm risco de ter novos filhos. Topei na hora, mas havia uma exigência que cumprimos de imediato, teríamos que lavar antes e bem lavado, nossas partes intimas. No quarto, e ambos nus, ela pediu que eu me deitasse de barriga para cima, foi nesse momento que ela após me beijar longamente na boca, e me deixar doido de tesão, se deita por cima de meu corpo, virada com a cabeça para os meus pés, passava sua língua na cabeça de meu pênis disse: Coloque sua língua de fora e fique com ela firme. Quando fiz isso, ela passou esfregar o clitóris na ponta de minha língua, gemendo de prazer e chupando loucamente meu pinto, por varias vezes conseguiu que minha língua entrasse em sua boceta, só parou quando ambos gozamos louca e simultaneamente.

Aprendi, naquele dia, que não é preciso uma penetração para atingirmos um bom orgasmo.

No segundo capitulo, conto mais

Capitulo 2º ROLOU UM SEXO ANAL

Nossa sorte foi que, meus pais trabalham e não estavam em casa então, ficamos ali deitados lado a lado por horas. Nossas respirações estavam ofegantes, os corações acelerados, tanto eu como Nicole, havíamos, pela primeira vez, atingido um orgasmo com algum parceiro. Depois de novos banhos, iniciei uma conversa: queria saber como ela havia descoberto o 69, e sem se abalar contou: Sabe, a divisória de meu quarto com a de meus pais é um armário de madeira, e, um dia após ouvir minha mãe gemer por várias vezes, resolvi fazer um minúsculo furinho em um dos cantos do móvel, o suficiente para ver, a cama onde eles se amam, mesmo no escuro, consigo ver tudo o que fazem, no quarto deles devido a uma série de lâmpadas “standby” que ficam acesas e eu por muitas e muitas vezes acabo me excitando e me masturbando. Já anoitecia e ela voltou para sua casa, e eu a noite, relembrando os carinhos que fizemos, sem perceber estava me masturbando e dessa forma adormeci.

Ansioso, logo ao amanhecer já esperava a chegada dela para mais uma aula quando, meu vizinho me vendo perguntou: O que faz aí Tito, e quando respondi que esperava minha colega para nova aula On Line, ouvi dele: Acho que você não assistiu o pronunciamento no noticiário de ontem. O que aconteceu? perguntei, e ouvi _ vai haver hoje uma reunião na secretaria da Educação, vão decidir se as aulas presenciais já podem voltar. Disfarcei para não demonstrar minha decepção, voltar as aulas, seria o fim de meus encontros. Aguardei mais notícias assistindo televisão, até que no jornal da noite anunciaram que, a volta das aulas presenciais ainda não seria para aquela semana, mas, as On-Line que precisam ser preparadas pelos professores somente seria retomada no inicio da semana seguinte. Tentei passar pela frente da casa de Nicole, mas, não a vi. Os dias de espera foram os mais angustiantes, o relógio não andava, pura ansiedade. Finalmente chegara a hora de retomar nossas aulas, e quando a vi, notei em seu olhar algo novo, ela como eu, não conseguíamos disfarçar nossas alegrias pelo reencontro. Na aula, já não havia apenas um esfregar de seios e sim, abraços e beijinhos rápidos, sabíamos o quanto era importante acompanhar o que nos ensinavam. Quando a aula terminou, muitos longos beijos, e quando eu lhe perguntei: _ vamos tomar banho e repetir? então ouvi dela: o que vamos fazer hoje, não precisa. Como será? perguntei. e rapidamente ficamos nus. Ela deitou-se em cima do tapete, em seguida colocou uma camisinha lubrificada em meu pênis. Animado perguntei: Vamos romper seu hímen? Não, respondeu ela, e em seguida levanta suas duas pernas, levando junto ao peito, e com o anus a mostra disse: _ é aí que você vai me penetrar. (pesquisei o nome do que fizemos e descobri FRANGO ASSADO) mas não vai doer? Não sei, disse ela, mamãe nunca reclamou, penetre suavemente se doer você tira fora. Meu pênis latejava de tanto tesão, mas, com muito carinho fui penetrando, a camisinha lubrificada ajudou muito, e notei que enquanto eu penetrava seu anus, ela com a ponta de seus dedos acariciava seu clitóris, e, antes mesmo de eu ejacular ela já gemia de prazer. Usando a camisinha, diminuiu muito minha sensibilidade, dessa forma demorei bastante para chegar aos orgasmos, e para minha alegria Nicole já chegara ao seu terceiro. Novamente, corações acelerados, respiração ofegante e novos banhos. Estávamos ambos tão felizes e realizados que ficamos mais uma vez em silencio lado a lado deitados por horas. Quando ela se foi pensando nela o tempo todo, conclui ESTOU APAIXONADO. Para minha pouca idade, e ela mais jovem ainda, seria bem cedo para namorarmos, isso, poderia prejudicar nossos estudos. Esperei o novo dia chegar angustiado, e quando isso ocorreu, entramos na sala de estudos, mas, resolvi abrir meu coração e disse a ela. Nicole, estou perdidamente apaixonado por você. Ela riu, muito, segurou firme minhas mãos e comentou: _que bom, eu também. Naquele momento, que deveria ser de atenção a aula, tornou-se um turbilhão de caricias, por pouco desligamos o computador e iniciamos novas aventuras amorosas. Sorte termos trocado nossas abraços e beijos antes, pois, mamãe, sem nenhum aviso, chegou em casa bem mais sedo do que o habitual, e nada mais fizemos, apenas um olhar cheio de cumplicidade serviu como um até amanhã.

No próximo capitulo conto mais.

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