Capítulo 2

Logo quando cheguei acabei dormindo de tanto chorar desesperada, quero sair, em alguns momentos tenho flash de um senhor entrando no quarto com a Marta mais fica tudo embasado, eu não consigo falar nada e nem gritar. Foram duas noite ou dias nem sei como definir, desde que cheguei não sai desse quarto, as vezes consigo ouvir vozes, mais parece que ninguém consegue me ouvir... Não sei o que está acontecendo mais não aguento ficar aqui! Preciso de ajuda!

Já faz dias que estou presa nesse quarto, eu sinto como se eu estivesse sendo vigiada, é uma sensação ruim, já revirei o quarto todo para ver se acho algo para fugir desse inferno e percebi que nenhuma tomada funciona, e o cabo da tv é embutido na parede.

Merda parece que tudo foi calculado para não ter acesso daqui de dentro desse quarto, e já tinha percebido que sempre quando eu como me sinto cansada e acabo pegando no sono e quando eu acordo tem sempre uma bandeja de comida, já perdi a noção de quantos dias estou aqui presa nesse quarto, que parece não passar a hora, fica se arrastando não sei o que estar acontecendo no lado de fora, o por que eu continuo nesse inferno, mas não vou desisti eu preciso me preparar para quando vierem trazer comida eu tentar fugir, não sei o que eu fiz para merecer ficar dentro desse quarto presa. Peço a Deus todos os dias para me tira daqui. Eu não aguento mais viver dentro desse quarto, as vezes me sinto sufocada, e não sei porque toda vez que eu como me bate um sono forte.

É isso será que estou sendo dopada? Fico com essa pergunta em minha mente, eu preciso fingir que estou tomando o suco deve ser nele que estão colocando remédio.

Bendita hora que fui aceitar vir para esse emprego.

Começo a comer pouco e no final eu tomo o suco mais não engulo, tento desfaça e vou para o banheiro cuspindo todo suco que está em minha boca, lavo minhas boca escovo os meus dentes. E tento manter a minha respiração tranquila, eu preciso fingir que estou com sono, como de costume pego a bandeja e coloco na mesinha e me deito de qualquer jeito, que seja a Nana que venha buscar a bandeja assim eu vou conseguir fugir, começo a ouvir vozes do outro lado da porta, ficam em silêncio com os meus olhos fechados e a respiração tranquila, pois se estou sendo vigiada eles devem perceber, e não demora e ouço a porta destravar. Alguém entra vai ter o banheiro deixa algumas coisas e vejo que só está a Nana vou até a porta do banheiro e fecho, saio do quarto e aproveito e fecho a porta com a chave que estava pendurada e merda está de noite, eu preciso fugir. Vou tentando me esconder, e e sigo em direção da saído dos fundos, vou em direção de trás da casa ouço a Nana gritando por socorro, esse é a oportunidade toda atenção vai para dentro da casa essa é a minha deixa para fugir, eu preciso ser muito rápida de longe vejo um portão pequeno é por lá que eu vou fugir, tenho certeza que está fechada mais eu posso pular o muro, e com a escuridã ninguém vai me ver começo a correr e do nada fica um clarão, que chega a doer meus olhos, fecho com força e quando eu abro e vou correndo até chegar no portão, fico sem fôlego e quando me arrisco olhar para trás tem um homem segurando um cachorro que parece mais um monstro grande raivoso, eu fico paralisada, com medo que ele me ataque. Tento controlar minha respiração para ele não perceber que eu estou com medo. E fico encarando o cachorro e o homem que está segurando.

- Se eu fosse você não faria isso!_ o homem diz, com a voz baixa porém rude, eu tento controlar a minha respiração, e chegam mais segurança armados. Apontando em minha direção. Me fazendo estremecer por dentro, eu prefiro morrer do que viver nesse inferno.

- Como eu não sou você, quero que você se dane._ falo cheia de raiva. E me viro para subir no portão, mas o filho da puta ordena para o monstro do cachorro para me atacar.

- Ataca trovão!_ ele diz alto e cachorro começa latir, eu tento subir o mais rápido que consigo e por pouco o cachorro não pega o meu pé, ele segura a corrente do cachorro que começa a latir chego a estremecer por dentro com o latido desse monstro. - Vamos ver quantas vidas você tem!_ ele diz, e sinto algo em meu braço, começo a ficar tonta não consigo compreender mais sinto alguém me puxar pelo meus cabelos, chega a doer com a força que ele está fazendo. - Você é uma coisinha insistente, agora vou te ensinar a nunca mais tentar fugir. _ Ele diz e sinto o meu corpo sendo arrastando pelo chão eu tento me debater para ele soltar meus cabelos, ele me joga no chão com força me fazendo bater minha cabeça no chão e eu fico mais tonta.

- Essa vadia está dando muito trabalho, se não fosse pela beleza dela já tinha a matado! Marta cuide para ela ficar pronta logo, não quero perder tempo, vou preparar o leilão para me render dinheiro._ mesmo fraca me levanto a minha cabeça para encara o velho asqueroso que está em minha frente, vejo a Marta de cabeça baixa.

- Vadia é a sua mãe, seu velho escroto, seu monstro. _me levanto mesmo com dificuldade e vou com tudo para cima desse velho. Antes que eu pudesse chegar nele, ele alcança o meu pescoço, me fazendo ficar sem.

- Gosto de menina atrevida assim, se eu não fosse ganhar tanto dinheiro, eu te mostraria quem é o velho escroto!_ ele diz e aperta ainda mais o meus pescoço tento soltar a mão dele, mais eu estou ficando fraca. - Brandon leve essa vadia para o porão, vamos ver se ela será tão afoita quando sair dela._ o velho diz e eu começo a temer pela minha vida, sinto alguém puxando os meus cabelos, eu não aguento e começo a chorar, eu só queria morrer. Eu não aguento esse inferno, tento solta dele, mais ele é muito forte, eu não consigo enxergar para onde eu estou indo quando ele abre a porta, o lugar tem um cheiro forte de esgoto, ele solta o meu cabelo e segura minha nuca para o encarar e mesmo com os olhos ardendo eu vejo seus olhos pretos como a noite.

- Você é tão linda, se não fosse a pedra preciosa do meu pai, até teria o prazer de me divertir com você, mas você não colabora agora terá que lidar com a escuridão!_ ele diz e arrasta seu dentes sobre meu ombro e seu rosto fica perto do meu me fazendo ficar com medo, ele encosta sua boca na minha eu tento sair, mas eu não consigo, e quado menos espero ele me joga para dentro da porta, eu caiu por cima de algo que deixa meu corpo dolorido e logo a escuridão toma de conta, e eu fico desesperada por não ver nada ao meu redor, tento me levantar mais o meu corpo não corresponder, me ajeito saindo de cima de algo e sinto algo molhado, e começo a chorar, eu já não aguento mais!

Por que ele não me matou, eu não quero virar uma mulher da vida, eu não quero que esses homens me toquem, eu não quero começo a chorar em desespero...

Não sei quanto tempo se passou, mas consigo respirar e o odor que estou sentindo é muito forte, mais não consigo indentificar, ouço barulho de ratos e isso me faz desesperar com nojo desse bicho.

Calma Scarlett, você precisa se acalmar.. fico repetindo para tentar me acalmar, consigo ficar de pé, e merda não consigo lembrar em que direção é a porta, vou andando de vagar, e tatear a parede para saber onde estou indo e acabo batendo numa pilastra. Merda! Vou andando e passando a mão na parede e quando ouço outro barulho me destraiu e algo corta a minha mão, merda isso doe, porra! Tento passar a mão, para ver se tem algo, e não sinto nada, rasgo um pedaço da minha blusa e enrolo na minha mão para tentar estancar o sangue. Eu não quero morrer aqui nesse lugar.

Tento tatear o lugar para me sentar e perto da parede, me encosto e fico sentada segurando minhas pernas, minha mão estar doendo muito, eu tento pensar em coisas boas ou vou surtar aqui nessa escuridão. Começo a sentir frio, tento esfregar a minha pele e só percebo que o pano que enrolei na minha mão estar encharcada, merda, minha mão doe, tento ficar quietinha, fico ouvindo o som dos ratos correndo pelo lugar e não sei indentificar se o lugar é pequeno ou grade mais o meu desespero fica ainda maior.

Eu sei que já passou algumas horas, tem momentos que cochilo, mas acordo sentindo muita dor, eu estou com fome, sede.

Será que eles vão me deixar morrer aqui? Fico com essa pergunta em minha cabeça que já estar doendo e muito. Eu não tenho coragem de sair de onde eu estou, eu não quero machucar ainda mais, ouço um barulho na porta eu fico desesperada com a possibilidade de sair dessa inferno, a porta é aberta mais não consigo ver direito, uma luz forte vem em minha direção, tento enxergar quem está vindo mais não consigo pois a luz ofusca a minha visão. Sinto alguém me puxando de qualquer jeito, eu não consigo nem falar, estou fraca, com fome e sede, quando chego na porta o mesmo homem que me jogou aqui está parado com o cachorro, eu travo no lugar. Ele me olha e faz um cara estranha mais eu estou com tanto medo que nem me mexo.

- Que Porra você fez?_ ele pergunta cheio de raiva.

- Por favor, só me tira daqui.. _ e a única coisa que consigo dizer e sou engolida pela escuridão...

Mais um capítulo liberado!!!!!!

E ai meninas o que estão achando?

Será que Scarlett vai sair dessa??

Capítulo 3

Me remexo e sinto o meu corpo todo dolorido, minha mão latejando, tento abrir os meus olhos mais não consigo, estão pesados, e começo a ficar desesperada mais não desisto aos poucos vou  me forçando abrir mesmo lacrimejando eu consigo abrir, me acostumar com a claridade e fico frustada ao perceber que eu estou em um quarto branco, isso me faz ficar com raiva, começo a chorar eu não quero ficar aqui eu preciso ir embora...

Eu só queria acordar e perceber que não passou de um pesadelo, mais ao sentir as dores em meu corpo eu sei que não passou, ainda tenho que viver nesse inferno de lugar, escuto um barulho e vozes chegando e volto a fechar meus olhos. E não demora e a porta se abre.

- Como ela passou a noite?_ eu reconheço essa voz é a mesma voz do homem que me jogou no porão.

- Durante a madrugada ela ficou muito inquieta, mais até agora não despertou, aos poucos estou diminuindo a dosagem da medicação que é forte e ela vai acordar.

- Assim que ela acorda peça para o segurança me ligar. E atenção dobrada, quando ela estiver acordada, ela pode fica agitada, então se precisar pode dar um calmante para controla.

- Não se preocupe senhor Green avisarei e tomarei todos os cuidados necessários. _ a mulher diz e sinto alguém se aproximando. Ele vem em direção da cama e consigo sentir a presença dele mais tento me manter imóvel. Para ele não perceber. Não demora e ouço a porta bater e tento manter do mesmo jeito, pois a mulher ainda continua aqui perto de mim.

Ela meche em algo no soro e não demora para ela sair.

Só depois que ela saí consigo respirar melhor. Merda como vou sai desse lugar se tem um segurança na porta?

Fico com essa pergunta latejando na minha mente.

Eu preciso tentar, mas como? Se ainda me sinto fraca? Eu não chegaria tão longe assim.

Vou ficando sonolenta mais uma vez vez e acabo adormecendo.

Acordo, e mesmo me sentindo cansada, assim que abro os meus olhos, vejo aqueles olhos pretos como a noite me analisando, começo a temer, merda era para ter ficado atenta se tinha alguém por aqui. Fechos os olhos com força quem sabe não é só uma miragem, quando volto a abrir ele continua ali parado me olhando, sério.

- Como você está se sentindo?_ não entendo a sua preocupação.

- Preferia está morta, quem sabe estaria no lugar melhor.

- Quem te garante que você ficaria bem morta? Não fale de algo que não sabe._ ele diz sem paciência alguma.

- O que eu sei, é que não quero voltar para aquela casa! Eu fui enganada e só em pensar no que pode acontecer comigo tenho pavor..._ confesso e não consigo segurar o medo que estou sentindo.

- Você fala como se fosse tão difícil assim. Aqui você poderá ter tudo que deseja, você precisa abrir a sua mente criança e ver que pode sair ganhando e ser muito feliz. _ ele diz em forma de ironia.

- O senhor fala como se eu fosse desse tipo! Prestou atenção no que falou? Eu ainda sou uma adolescente e vocês querem que eu seja escrava para matar esse desejos sujos para ter dinheiro, isso é crime! Eu nunca me renderia dessa forma imunda.

- Não se preocupe criança, você vai gostar! E pode ter certeza que as mulheres que estão lá gostam do que fazem. Só quero deixar claro que não vou admitir outra fuga sua, e tem sorte que seja eu a ter esses cuidados com você, se fosse com um dos homens do meu pai te garanto que seria bem pior._ ele diz e eu engulo seco. Não vai adiantar nada debater com esse monstro, não vejo benefícios nenhum em ele está cuidando de mim, aí que vontade de fugir, fecho os meus olhos para conter a minha raiva e quando eu abro ele está alisando minha buchecha, me sinto estranha ao sentir o seu toque eu tento me afastar e no mesmo instante ele afasta sua mão. - Mas tarde voltarei para leva lá de volta. Só não seja atrevida, ou perderei a paciência e não vai gostar do que vai ter que enfrentar.

- Preferia que você morresse._ falo cheia de raiva. Ele dar um sorriso  sombrio que chego a me arrepiar de medo ele sai. Eu tento conter a raiva não demora a enfermeira entra e retira o soro do meu braço, e fica latejando, ela trás uma bandeja, e eu fico temorosa.

- Farei o curativo de sua mão, preciso que fica parada._ ela diz e eu apenas aceno. Ela vai retirando a faixa que está em minha mão, quando ela retira a fase, vejo que levei pontos.

- Quantos pontos eu levei? Foi profundo?_ por que com a escuridão eu não me lembro de tamanho só a quantidade de sangue encharcando o pano.

- Foi superficial mais levou três pontos, você teve sorte, ou poderia perder o movimento dos dedos se pegasse algum ligamento._ ela diz e eu engulo seco com medo, ela começa a limpa, arde mais tento conter o gemido de dor. Não demora ela finaliza, e colocar uma faixa limpa.

- Tente não fazer esforço com essa mão, vou trazer o seu almoço precisa se alimentar ou ficará doente._ ela diz e eu gosto da ideia de ficar doente, quanto mais eu der trabalho, menos interesse eles terão comigo, é isso. Aceno e ela sai, volto a me deitar e fico pensando no que ela falou, merda eu por pouco fico sem mexer meus dedos, o medo é tão grande que fico movimento mesmo doendo. Não demora ela traz uma bandeja e eu estou com fome porém com medo que eles tenham colocado remédio como estavam fazendo esses dias todos. Vejo que ela foi boazinha comigo e me atrevo a pergunta que data é.

- Que dia é hoje?_ pergunto fingindo inocência.

- Hoje é 13 quinta feira._ ela diz depositando a bandeja em meu colo.

- Obrigada._ agradeço, e começo a comer devagar sem tocar no suco. - Minha boca está muito seca, você poderia me dar um copo d água?

- Sim, tente comer tudo._ ele diz saindo e eu como mais meu estômago começa a doer eu só remexo na comida para ela pensar que comi muito e não tomo o suco e não demora e ela trás um copo de água, na água não dá para colocar remédio sem quer eu vejo, olho discreta e começo a beber, sinto que posso beber todo. Escuto uma discussão vindo de fora, e a enfermeira já fica de pé, e eu fico em alerta.

- Menina deite e finja que está dormindo ande._ ela diz retirando a bandeja do meu colo e tomo água toda, enchugo minha boca e me deito tento controlar a minha respiração, e não demora para a porta ser aberta.

- Alguma novidade? Ela ainda não acordou?_ eu reconheço a voz do velho asqueroso.

- Ela continua dormindo tem hora que tenta abrir os olhos mais nada, mais o senhor Green já me pediu para cortar o remédio acredito que logo ela acorde.

- Você está comendo aqui?_ ele pergunta rude com enfermeira e merda eu não posso fazer nada.

- Sim, me desculpe mais o senhor Green me pediu para não sair de perto da paciência, e como já retirei o soro e fiz o curativo da mão parei para almoçar, mais prometo que isso não vai ser repeti.

- É o que eu espero. Qualquer novidade peça que me avise.

- Sim, senhor._ ela diz e sinto a presença dele andando pelo arredor de mim, e tento me manter bem. Fico me corroendo pois meu nariz começa a corsar eu tento me segurar pedindo a Deus que ele sai logo do quarto.  E não demora para ouvir a porta se abrindo e ele falando com segurança no lado de fora, corso o meu nariz e só agora consigo respirar aliviada. Olho para enfermeira que parece respirar aliviada.

- Fiquei quieta, vou ver se ele foi embora._ ela diz e eu apenas aceno e volto a ficar quieta, por que será que ela está me ajudando? Ela demora um pouco ela volta a entrar. - Pode relaxar ele já saiu._ quando ela diz solto um suspiro.

- Por que você está me ajudando?_ pergunto ainda confusa.

- As ordens do senhor Green foram claras só ele pode ver você acordada eu só não sabia que o pai dele viria até aqui.

- São todos iguais, uns monstros sem coração, que só querem o meu mal._ Confesso chorando.

- Não fale assim eu vi como o senhor Green ficou quando a trouxe. Eu sei do que eles são capazes, mais tenha fé, você ficará bem.

- A verdade que eu queria voltar para minha terra, eu não aguento mais viver nesse inferno já se passou oito dias que cheguei aqui e de tudo já passei._ falo sem esperança.

- Eu sinto muito, agora preciso que você fique quieta, pois o segurança foi mudado e tenho certeza que o senhor Green não sabe sobre isso._ ela diz e eu volto a deitar, e fico olhando para o teto sem paciência nenhuma. Já se passou um tempo e a enfermeira não voltou e estou apertada para ir ao banheiro, eu não aguento mais esperar, e vou andando devagar, pois ainda me sinto fraca, mais aos poucos consigo ficar de pé, mesmo ficando um pouco tonta, vou me segurando nas paredes mais consigo chegar até o banheiro, solto um suspiro quando eu consigo fazer minhas necessidades. Agora é criar coragem para voltar para cama, me sinto ainda mais tonta eu preciso chegar até a maca, e quanto mais avanço um passo, mais parece distante, quando estou no meio do quarto a porta é aberta quando eu me viro para ver de quem se trata acabo me desequilibrando espero o meu corpo cair no chão porém ele o homem dos olhos pretos como a noite, me segura. Fico ofegante só em pensar que não sentirei dor devido a queda.

- Você não devia sair da cama! Ainda está fraca! Ela estar pálida me ajudem aqui!_  Eu não consigo responder e nem mesmo ver nada, acabo desmaiando e volto para escuridão, acho que faz parte da minha vida... Sinto meu corpo sendo levado, as vozes mais não compreendo, não sei por que isso acontece e do nada não consigo ouvir mais nada só aquele pi...

Mais um capítulo!!! Liberado! E ai meninas quero bastante teoria??? Do que vai acontecer de agora em diante???

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