Capítulo 2

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— Ei! Não é assim não John, somos patrão e funcionária e não é por que afirmei ser gostoso que estou interessada em transar com você! — declarei fielmente a maior mentira do ano na cara dura — Pegarei minha bolsa sim, mas irei sozinha para minha casa.

— Não sei disso não! Hoje é sexta e curtiremos o fim de semana na minha casa, e cala a boca! — olhei descreditada para ele —... Tá! Quer sentar com esse bocetão no meu pauzão ou não?

— É... nós não podemos! Sou sua funcionária caramba! — Tentei dar para ele um argumento plausível, porém não funcionou muito bem pelo visto já que minha resposta não foi um sim ou não — Vou para minha...

Sua mão grande segurou com firmeza meu pescoço e juntou nossos lábios em um beijo faminto e as minhas mãos pequenas e macias repousaram em seu peito na tentativa em vão de empurrá-lo para trás, contudo acabei fechando em sua camisa e puxando ainda mais para mim.

— Está doida para me dar, eu sei que sim Amanda! Somos adultos e a única coisa que pode acontecer e nos apaixonarmos e viver fodendo nesse escritório, pois somos seres humanos normais e sim, posso me apaixonar por você! Agora pega essa bunda grande que tive sempre vontade de ver diante dos meus olhos e vai andando na minha frente que só pegarei meu notebook... nada de fugir está me ouvindo? — concordei — Isso aí!

Peguei minha bolsa e segui para o elevador e não demorou para estar atrás de mim com seu pau grosso e grande roçando na minha bunda.

— PARA! — Exigi pensando nas câmeras.

— É o que caralho? Sou o dono dessa porra aqui. — as portas abriram e com um leve empurrão me colocou no elevador — Estou até nervoso somente por pensar que vamos transar muito. Tenho certeza! Vou gozar antes mesmo de sentir sua boceta...

— Para com isso! Que loucura é essa, John? Está brincando comigo? — Estressada perguntei!

— Anseio brincar com esses peitões aí esmagando minha piroca... vai me dizer que nunca tocou uma siririca me imaginando bem no meio das suas pernas? — Perguntou segurando minha mão e me levando para sua SUV.

— Claro que não! — Menti novamente.

— Deixa de ser mentirosa, caralho! Eu bato uma, todo dia pensando em você! Só de pensar meu pau até baba! Entra logo. — entrei meio eufórica, na verdade, nem sei como uma discussão foi para esse lado tão pederasta! — Moro um pouco longe da cidade porque não sou fã dessa barulheira toda que tem aqui no centro... hm, quer passa na sua casa para pegar algo? — fiz sinal negativo com a cabeça.

— Quero ir para minha casa isso sim! — menti novamente — Se for piada vou te matar.

— Isso aqui é piada? — abriu a calça e liberou seu pau grande, grosso e cabeçudo — Segura aqui!

Puxou minha mão e colocou sobre o mesmo que se encontra duro feito pedra. Babei a palma da minha pequena mão para segurar sua cabeça grande e roxa que mais parece um cogumelo grande. Um sorriso safado dividiu seus lábios.

— Você vai passar o fim de semana comigo, tem certeza que não quer passar em sua casa? Assim posso dar uma metidinha nesse bocetão! — sorrindo autorizei — Ótimo!

Seguiu para minha residência e não demorou muito para estarmos parando em frente à minha casa, se recompôs e assim que se cobriu com a camisa saímos do carro.

— Sempre tive vontade de entrar aqui... — declarou roçando na minha bunda enquanto tento abrir a porta. Estou tão nervosa que a chave acabou caindo no chão — Fica calma caralho! — abaixou para pegar a mesma e colocou no lugar destrancando a porta — Me leva para sua cama e fica de quatro com esse bundão para o ar.

— Tomarei um banho primeiro... — tentei seguir para o banheiro, mas fui impedida.

— Anda! — seu jeito totalmente grosseiro me convenceu a seguir para o quarto e nele senti que rasgou minha saia com a brutalidade que ele puxou o zíper e o mesmo travou — Se quiser compro até um guarda-roupa novo para você, mas fica logo de quatro para mim.

Pisquei e já estava praticamente nua, pois muito rápido ele tirou minha camisa, abriu meu sutiã e rasgou minha calcinha. Pensei em ficar de quatro, mas antes, colocou-me de perna bem aberta sobre a cama e sem pudor algum cuspiu em cima da minha boceta.

— Eu sabia ser greluda! — mordi o lábio pela sua cara de safado e apressado ficou pelado na minha frente tentei me levantar para alisar seu peito, mas fui impedida — Fica aí caralho!

— Grosso!

Cuspiu na cabeça da pica e sem pena me invadiu com aquele negócio imenso me preenchendo com brutalidade e quando se sentiu inteiramente dentro de mim um gemido alto saiu dos seus lábios.

— Porra, caralho, porra de boceta quente! — rebolou inteiramente dentro de mim e sentindo-o rígido me dei conta que não usamos preservativo.

— Camisinha! Eu não tomo remédio. — sorrindo começou a socar minha cavidade brutalmente e descontrolado não parava com as estocadas profundas e rápidas que puxavam meu gozo com toda a força que quando estava quase gozando se debruçou sobre mim — ... Vou gozar!

— Mela minha piroca... quero escorregar nesse bocetão! Anda, goza para seu preto. — Pediu enquanto socava fortemente minha cavidade. Seus dedos grandes beliscaram meus mamilos e foi o suficiente para me desmanchar em um orgasmo perfeito gritando feito uma vadia despudorada.

— Caralho! Você precisa tomar remédio porra, queria gozar dentro da sua boceta! — reclamou saindo para gozar no chão — Filha da puta, vem cá limpar o pau do seu macho!

Puxou-me pelos cabelos me colocando ajoelhada no chão e esfregando o seu pau na minha cara.

— Vai limpar tudinho e catar suas coisas, pois vou foder essa xota com muito gosto.

Segurei o seu pau ainda duro em minhas mãos e limpei ele por completo. Assim que finalizei ele me ajudou a ficar de pé e deu uma tapa ardida na minha face.

— Vamos que estou louco para chupar essa xota! — Sorri e comecei a catar as minhas coisas pela casa.

" Espero que me deixe ardida ou jogarei na cara dele sempre que eu puder... "

Capítulo 3

| JOHN WELTON |

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Não me sinto satisfeito e quero essa boceta carnuda quicando na minha piroca à noite inteira.

Impaciente tive que esperar que tomasse banho e depois de uns trinta minutos finalmente seguimos para minha casa. — Amanda é meu sonho de consumo e não é de hoje.

A safada pegou meu pau com gosto e não vejo a hora de sentir sua boquinha carnuda abocanhando a cabeça gorda da minha rola.

— Está sorrindo por quê? — compartilhei com ela o que rondava em meus pensamentos e a safada lambeu os lábios como se estivesse desejando abocanhar minha rola — Hmm, não vou negar, já tive vontade de te chupar...

— Deixa de ser uma filha da puta mentirosa sei que anda com a garganta coçando para ser sufocada com minha rola. — afirmei vendo sorrir — Sonsa, só de raiva vou te sufocar com minha piroca.

— Duvido! Não tenho sensibilidade na garganta... — Meu pau até latejou.

" Será que é verdade? Nunca peguei uma boquinha gulosa... que desgraça! Agora quero saber se é verdade. "

— Estou até imaginando... — informei-lhe entrando na garagem da minha casa — pelo horário meus empregados já se foram, pode tirando a roupa aqui mesmo, quero te ver peladinha pela casa.

— Não! Sinto vergonha John — alisei sua coxa farta doido para beijar essa boca carnuda — não ficarei nua pela casa porque você quer... ficou maluco?

— Você é linda! Desejo de verdade que entenda que não tem motivos para se envergonhar. Tens duas opções: fica nua ou rasgarei todas as roupas que vestir! Entendeu? — notifiquei do possível fato — Não tenha vergonha de mim Amanda, realmente te acho linda e perfeita e agora vamos que estou louco para foder essa boceta.

— Por que você é grosso desse jeito? — dei de ombro — Custa ser educado?

— ... Por obséquio, fique pelada, arreganha bem suas pernas por favor, é claro! Que estou imensamente ansioso para me locomover com muita violência nessa cavidade úmida, porém quente durante à noite inteira! — gargalhou da minha educação — Sou uma piada para você? Fui a porra do macho educado porque me pediu e achou graça? Anda logo, que quero estar dentro dessa xota em poucos minutos...

— Prefiro o grosseirão... — saiu correndo — se quer realmente o que disse, vem me pegar.

— Ah, quer brincar de pique esconde filha da puta? Esconderei minha rola na sua bunda se eu te pegar, está me ouvindo? — deu um gritinho me deixando maluco — O bicho-papão da piroca dura vai te pegar mulher e quando isso acontecer! Eu vou te possuir!

— Tá repreendido! — gargalhei alto da sua voz apavorada — Vai orar John, que isso!

Apavorada parou perto de mim e a segurei pelos cabelos forçando ficar de joelhos liberei a marreta pesada bem na sua cara.

— Está me devendo um boquete guloso, anda! Cansei desse pique-pega — afirmei batendo com o pau na carinha dela — língua para fora.

— AAA...! — A diaba ainda me provoca.

Sem pena me afundei e me senti inteiro em sua boca! Nem lágrimas saíam dos seus olhos. — Que porra é essa!

— Me surpreendeu! — declarei fodendo com gosto sua boquinha, porém meu objetivo mesmo era a boceta — Ah... Quero à sua xota!

Tentei sair, porém, fui impedido enquanto me mantinha no lugar e gulosa começou a sugar com gana me deixando louco. — Sei estar buscando meu gozo a todo custo e não vai demorar para acontecer, pois, Amanda é uma gordinha boqueteira que sabe muito bem mamar uma rola. 

— Quer leitinho? — me sentindo como gêiser prestes a jorrar um jato quente com toda pressão em sua cara — Pede... anda, pede leitinho minha gordinha gostosa.

— Me dá leitinho chefinho... — Acabei sorrindo da forma manhosa que pediu e me agachei para beijar sua boca que estava toda babada.

— Tenho certeza que sempre quis dizer isso... agora abre bem a boca que vou te dar bastante porra nessa cara de puta safada — me olhou de um jeito safado... abriu bem a boquinha e repousei a cabeça da pica em sua língua.

Comecei a buscar meu gozo e a cena da cabeça roxa da minha pica em sua língua rosinha me fez berrar me liberando como um touro nervoso. Vi quase engasgar com minha porra farta.

— Morre não! Vou te foder muito ainda, vem! — ajudei a ficar de pé — Linda com a cara toda gozada, hmm, devo tirar uma foto e tocar uma sempre admirando essa cena.

—  Cala a boca e me fode! — sorri e rapidamente levei para meu quarto — Quero essa boca grande me chupando agora mesmo, esses lábios grandes e carnudos me sugando com vontade chefinho.

— ... Para quem não queria hein! Mentirosa... — Sorri por se entregar tão facilmente a mim.

" Estava cheio de discurso de que somos patrão e funcionária com a boceta louca para me dá! "

Coloquei deitada na minha cama e a safada se arreganhou para mim.

— Olha o tamanho dessa boceta! — gorduchinha e seus lábios são bem fechadinhos — Está meladinha hein, filha da puta!

Fui puxado para sua xota e me esfreguei antes de começar chupá-la com gosto. Nem me dei o trabalho de abrir passagem com meus dedos e afundei minha língua no meio da sua xota.

— Chupa essa porra direto! Estou começando te achar bem fraquinho... — sorri do seu abuso e mordi a testa da sua boceta a fazendo gritar — Ai! Canibal! — Com calma dividi seus lábios e vi sua entrada bem fechadinha.

Com minha língua brinquei com seu grelo até sentir ficar bem durinho. — Greluda safada.

— AH!... — suguei o mesmo até sentir latejar em minha boca e minha mente grita para enfiar logo o pau nesse bocetão, porém não quero ser rápido demais — assim, que delícia...

Senti molhar minha boca com seu líquido salgado e foi a motivação que precisava para chupar com mais afinco, começou a convulsionar de prazer revelei seu ponto sensível e sem pena suguei até ouvi-la berrar feito uma puta escandalosa.

— AH! Merda John que chapada gostosa... — Ouvir isso inflou meu ego e estou me sentindo o fodão!

— Posso te foder agora? Quero me sentir inteiro dentro de você... — concordou e a coloquei de quarto.

A visão da sua bunda imensa diante dos meus olhos me deixou duro feito pedra. Alisei com carinho e fiquei doido para dar uns bons tapas e deixá-las bem vermelhinha.

— Posso bater? — disse que sim e dei o primeiro deixando minha mão certinha carimbada na sua nádega direta — Merda... ficou linda.

— Está esperando o quê? Mete nessa porra vai, vim para ser fodida... — tomei isso como uma ofensa a minha capacidade viril e me afundei em sua xota — isso aí, eu preciso é disso!

Socadas fundas e bem rápidas estavam me levando cada vez mais para perto do meu gozo, sendo que sua boceta é quente e macia. — Não quero nem saber vou gozar dentro e se vier filhinho, papai já ama.

Sua boceta faminta estava me enlouquecendo e não aguentei muito e acabei gozando pela terceira vez. Ainda duro continuei dando-lhe tudo que queria e quanto mais eu dava mais pedia. 

O dia estava começando a amanhecer quando finalmente ela se deu por satisfeita e juntos nos deitamos.

" De uma coisa tenho certeza, sempre que quiser, estarei pronto, pois nunca peguei uma gordinha tão insaciável como ela... "

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