Lua sempre foi uma menina doce, criada sob a vigilância de seu pai, que a via como sua princesa. A mãe, por sua vez, esperava que ela sempre desse orgulho à família. Apesar de nunca terem sido pobres, depois dos vícios em jogos do pai, perderam muito dinheiro.
Foi então que o pai de Lua soube por um amigo que ele poderia casar seu neto, Luca, com Lua. Segundo o amigo, a união seria benéfica para ambas as famílias: Lua teria proteção e segurança, e Luca sentiria a pressão que só uma esposa pode dar a um homem.
— Meu amigo acha que eles aceitarão? — perguntou o pai de Lua.
— Sei que Luca não se oporá, já que espera há muito tempo assumir a diretoria. Agora, você só precisa convencer sua linda filha, e tudo ficará bem.
— Lua, minha filha, preciso que assine esses papéis — disse o pai, entregando o contrato.
— Do que se trata, papai? — perguntou Lua, curiosa.
— Assine e eu te explico depois. Esse contrato vai garantir as mensalidades da faculdade todos os meses.
— Mesmo, papai? — Lua, ansiosa, assinou todas as páginas sem questionar. Quando terminou, o pai pegou o contrato e se afastou. Lua achou normal; afinal, ele era muito ocupado.
Mais tarde, enquanto Lua seguia estudando, inquieta pelo mistério do contrato, seu pai, sua mãe e dois homens a esperavam em casa. Ela cumprimentou todos, mas quando viu o homem mais jovem, ficou tímida. Ele a devorava com os olhos.
— Lua, não suba ainda. Queremos falar sobre o contrato que você assinou hoje cedo — disse o pai, interrompendo seus pensamentos.
Lua olhou para ele, desceu curiosa e se aproximou.
— Bom, senhor… Luca pagará sua faculdade em troca… — começou o pai.
— Em troca? Vou trabalhar para ele? — interrompeu Lua.
— Na verdade, filha, em troca você se casará com ele.
O silêncio que se seguiu foi tão intenso que só se ouvia a respiração de Lua.
— Casar, papai? — murmurou, incrédula.
— Sim. Você vai se casar com ele. Assim todos viveremos bem, conseguirei reerguer a empresa… tudo ficará bem — explicou o pai. Lua percebeu que não era brincadeira e sentou-se, tentando processar a situação.
— Então o senhor me vendeu, papai? — perguntou, chocada.
Luca se aproximou, quebrando o silêncio:
— Lua, eu sou Luca. Também não escolhi esse casamento, mas podemos tentar nos conhecer.
Lua levantou os olhos, cheios de lágrimas, e respondeu:
— Casar? Eu não vou me casar com um desconhecido. Não vou!
Luca a observou com atenção. Ele não buscava um casamento, mas percebeu que a noiva era perfeita: cabelos pretos longos, pele branca, olhos azuis.
— E o que você ganha com isso? — perguntou Lua, desconfiada.
— Não diz respeito a você, Lua… — respondeu Luca.
Lua saiu para o jardim, tentando se acalmar. Sem perceber, Luca a seguiu e ouviu sua ligação:
— Matias, precisamos nos ver… meu pai acabou de decidir meu futuro. Se você me ama, precisamos fugir. Vamos nos encontrar no Bar 198 hoje às 19h? — disse Lua, ansiosa.
Luca anotou o endereço mentalmente, curioso para conhecer o tal Matias, que se tornaria seu “concorrente”.
Mais tarde, Lua vestiu um longo vestido preto e um scarpin, soltou os cabelos e foi até o bar encontrar Matias.
— Então quer dizer que a minha noiva já tem namorado? — murmurou Luca, ao telefone com Gean. — Precisarei conhecer esse sujeito e tirá-lo do meu caminho… para garantir a herança.
Chegando ao bar, Luca viu Lua sentada com Matias, um homem um pouco mais velho. Eles conversavam, e Lua parecia nervosa. Matias, com intenções suspeitas, colocou algo no copo dela.
— Calma, Lua. Tome sua água — disse Matias, tentando disfarçar.
Luca observava, irritado e preocupado. Gean alertou:
— Luca, ele a dopou. Devemos interferir?
— Não. Vamos ver até onde esse miserável quer ir — respondeu Luca, firme.
Quando Lua começou a se sentir zonza, Matias tentou levá-la a um quarto, mas ela resistiu:
— Não, Matias! Quero ir para casa! Todos aqui são muito pervertidos! — choramingou Lua.
Luca entrou rapidamente, dando dois socos em Matias, enquanto Gean ajudava a contê-lo. Ele pegou Lua em seus braços, que tremia e chorava, ainda sob efeito da droga.
— Sou eu, pequena… seu noivo — disse Luca, olhando-a nos olhos. Lua se acalmou imediatamente, aliviada.
No caminho de volta, Lua começou a se sentir perturbada pelo perfume de Luca e chegou a encostar o rosto nele. Ele afastou-se:
— Não posso, Lua. Você está drogada. Amanhã se arrependerá se fizermos qualquer coisa.
Ela implorou, mas Luca manteve a calma. Gean deu água para Lua, e ela finalmente se acalmou.
— Lua, vamos levá-la para minha casa. Amanhã, quando estiver bem, você volta para a sua — disse Luca, com firmeza e cuidado.
Chegando em casa, Luca subiu com Lua, ainda nos braços, chamando Milla. Ela ficou surpresa ao vê-la, mas ajudou Luca a colocá-la em segurança. Lurdes preparou uma banheira com água fria para ajudar Lua a se recuperar.
— Assim que terminarem, me chamem, por favor — disse Luca, preocupado. — Não vou permitir que nada de ruim aconteça com ela.
Lua finalmente começou a reagir, respirando melhor, enquanto Luca permanecia atento, cuidando de cada detalhe. Ele percebeu que Milla estava certa: Lua realmente tinha algo especial que traria a pressão e a emoção que ele precisava em sua vida.
Parece que um caminhão passou por cima de me,começou a me lembrar de ontem e que vergonha eu estava fora de me,olho para as paredes mas não reconheço a minha cabeça dói estou zonza,assim que levanto os meus olhos vejo de braços cruzados um homem lindo de olhos azuis físico atlético cabelos castanho ele coloca as mãos nos bolsos e fala olhando pra me.
-vejo que já está bem melhor Lua, quer que eu pegue um café?
-o não aí meu Deus que que eu fiz meu Deus eu não me lembro, aí minha cabeça por que você Permitiu que isso acontecesse que vergonha
-ei! Calma logo Vai lembrar que não aconteceu nada de mais,não sou o imbecil que você estava ,ontem a noite ele te drogou mas eu estava o tempo todo lá consegui te trazer com segurança e você não quis ir para sua casa, descansa quando estiver bem eu te levo pra casa.
-não por favor eu vou sozinha para casa meus pais vão pensar mau de me.
-descanse.
Luca desce as escadas e todos já estão a mesa, seu avô o encara e pergunta o que aconteceu que a sua noiva dormiu no quarto dele e onde que ele dormiu?
-vovó não aconteceu nada entre Lua e eu,quando saímos da casa dela ontem eu escutei uma ligação dela e o seu ex namoradinho e então eu fui até o endereço onde eles combinaram de se encontrar para conversar sobre o nosso noivado e então o babaca drogou ela para se aproveitar e eu intervir trouxe ela para cá por que ela estava com vergonha dos pais.
-você sabe quem é o filho da puta que você quebrou a cara ? Matias Albuquerque do capô mexicano mas vingativo que eu conheço estava a todo esse tempo mantendo a paz para não precisarmos nos matar mas ele mecheu em formigueiro e você meu neto se prepare para contar a sua noiva que você faz parte da máfia é que por ela entrou em uma guerra. Nesse momento Lua desce as escadas
-você é mafioso ???
Nesse momento todos olham para ela e Luca a olha de cima para baixo vendo que sua vida está mudando a cada minuto, o telefone toca e o Luca atende Pode falar Paulo...
-eu não sei como dizer mas a minha filha não dormiu em casa ela sumiu eu temo que ela tenha fugido,mas iremos até o fim do mundo cumprir o nosso acordo
-Paulo: Lua está aqui passou a noite aqui depôs ela te explicará tudo
-como assim ? Ela está densonrada o que farei o conselho jamais aceitar ela sem a prova dos lençóis minha família está perdida de vez e o meu fim .
-se acalme ,meu filho não faria tamanha burrice ( fala olhando para Luca)e nítido que ele não iria querer trocar de noiva da pra ver nos olhos dele o apresso que já tem a sua filha (Lua e Luca se olham por alguns minutos e ela desvia o olhar) Vamos levá-la para casa mais tarde não se preocupe
-Lua posso falar com você ,me acompanha até o jardim -claro podemos sim No jardim Luca caminha com Lua sempre a encarando até que quebram o silêncio
-Lua eu ouvi a sua ligação com o filho da puta do Matias, sei que você não sabe e não entende mas as coisas aqui na máfia são bem sérias,você é minha noiva mesmo que não tenha me escolhido mas é minha noiva e eu entrarei em qualquer guerra para te proteger mas eu preciso que você seja leal a me a começar por não fugir ou ter encontros com outros homens entende ?
-sim me perdoe por todo problema que te causei eu ainda não sei como é ser mulher de mafioso, não sei como me portar não sei como agir eu nem sabia que estava assina contrato de casamento, mas se você tiver paciência de me ensinar eu estou disposta fazer da certo esse casamento
-você só precisa ser leal a me acima de qualquer outra pessoas ,não me desafie na frente de outras pessoas sei que não me Ama nós mau nos conhecemos mas podemos fazer dar certo
Eles se encaram e Luca toma a iniciativa olhando nos olhos de Lua coloca a mão na sua nuca olhando em Seus olhos procurando o consentimento para beijar ela os olhos de lua brilhava e o seu rosto corou então Luca leu todos os seus sinais a puxou sem pressa para perto do seu corpo a olhando em seus olhos sentiu sua respiração anciosa então ele a beijou sem pressa e sentiu que ela era totalmente recíproca é a beijou Com intensidade eles já estava ofegantes até que ouviram passos e devagar se afastaram sorrindo -vejo que se acertaram crianças( diz Cíntia a mãe de Luca)abraçando os dois,e então meninos quando será a cerimônia ? -quando o Luca quiser dona Cíntia
-querida pode me chamar Cíntia
-então por me nós casaremos esse sábado mesmo,se você quiser lua
-Cíntia da pulinhos de alegria e fala que vai ajudar lua em tudo o que ela precisar . -muito obrigada Cíntia eu vou precisar de muita ajuda,bom está ficando tarde acho que eu deva ir embora
-eu posso te levar lua .
-eu vou aceitar muito obrigada No caminho eles não falaram muito mas se olharam a todo momento