Capítulo 2

Agnes ficou observando Giorgio comer, ele demonstrava imenso prazer com o lanche, se recostou na cadeira e cruzou os braços

Agnes:-Está bom?

Giorgio:-Magnifico, por que nunca me trouxe aqui antes?-Ele falava sem olhar para ela estava realmente adorando a refeição, chegando a sorrir entre uma mordida e outra.

Agnes:-Esse lugar era um refúgio para mim, gostava de pensar que era um local só meu.

Giorgio:-Desculpe querida, agora é nosso, com certeza virei mais vezes.

Ela revirou os olhos, respirou fundo antes de tomar o último gole do seu café

Agnes:-Irei a sua casa amanhã para entender o que pode ser feito para tornar a estadia dá sua família agradável, agora preciso ir.

Giorgio:-Não vai me esperar?-Ele enfiou o último pedaço do sanduíche na boca e limpou as mãos no guardanapo.

Agnes:-Não acho que seja preciso que me acompanhe, não vamos para o mesmo lugar-Giorgio ficou ali de pé vendo ela partir, depois das coisas que aconteceram na casa da montanha ela conversava com ele cordialmente, em alguns momentos conseguiu se aproximar e beijar Agnes, mas ela não deixava passar disso, sabia que ela ainda estava sendo generosa.

Giorgio insistiu em pagar Armando que não aceitou, recebeu um caloroso abraço do homem e um sanduíche para viagem, gostou dá forma simples que o homem parecia levar a vida, se sentiu bem e prometeu voltar outras vezes.

Quando chegou em casa Vicenzo o esperava, tinham coisas a resolver.

Vicenzo:-Por que saiu sozinho, não levou nenhum dos seguranças

Giorgio:-Não sou nenhuma criança, sei me defender muito bem, precisava conversar com a Agnes e não queria ninguém atrás de mim.

Vicenzo:-Sua mãe ligou, pediu para retornar a ligação.

Giorgio foi até o escritório, se sentia incomodado sempre que precisava ligar para Vitória, ela o cobrava resultados dos quais ele ainda não sabia como obter.

Giorgio:- Oi, Mãe-disse servindo um whisky antes de se sentar

Vitoria:-Filho, que saudades de você meu amor, por que não me ligou mais?

Giorgio:-Eu estava ocupado mãe

Vitoria:-Não me diga que estava ocupado com aquela, aquela menina, não se esqueça qual o seu objetivo.

Giorgio:-Nem que eu quisesse poder me esquecer, senhora não deixaria.

Vitoria:-Por que esta falando assim comigo? Tudo que estou pedindo é para honrar nome do seu avô, eu ainda não sei porque precisa se casar com ela.

Giorgio:-Está também era a vontade do meu avô, esse casamento foi um acordo feito por ele, ou já se esqueceu?

Vitoria:-Certo filho, você está certo.

Giorgio:-Onde está meu pai?

Vitoria:-Ele saiu, ou eu não estaria falando assim tão abertamente-Fausto era um homem serio, mas não tinha ideia do plano de sua esposa e seu pai.

Giorgio:-Giovana está bem? Tem se comportado?

Vitoria:-Sua irmã está sempre bem, tem perguntado muito quando vamos viajar, está com saudades de você-Giorgio balançou a cabeça, sabia de quem a irmã realmente sentia falta e não era dele.

Vitoria:-Um dia antes do seu casamento estaremos aí, a Katrina e Rubia irão conosco-Giorgio se ajeitou na cadeira, passava a mão pelo cabelo tentando controlar a raiva.

Giorgio:-Não as quero aqui, ouviu mãe?

Vitoria:-Ela só quer te desejar felicidades meu filho, Katrina esta sempre aqui em casa, sente sua falta, ela não entende o fim do relacionamento de vocês, eu acho que deveria mante-lá por perto, já que depois de tudo acabado vai se casar com ela.

Giorgio:-Não quero Katrina aqui entendeu? Sobre o resto falamos no devido momento.

Vitoria:-Por que você parece irritado?

Giorgio:-Preciso desligar agora, tchau mãe-Desligou o telefone antes mesmo de Vitória se despedir. Na sala encontrou Vicenzo, sua irritação era visível.

Vicenzo:-Pela sua cara terminou de falar com a sua mãe.

Giorgio:-Você está se divertindo com isso, não está?-Vicenzo tinha um leve sorriso-Quero ver se continua sorrindo quando souber que a Giovana vem e minha mãe queria trazer a Rubia e a Katrina também-Agora Giorgio sorria, Vicenzo sentou pesadamente no sofá, agora seu semblante era de preocupação, Giovana já havia tentado pular na sua cama muitas vezes e Giorgio é quem o salvava, mesmo sendo amigas, Rubia declarava seu amor por ele sempre que o via e as duas estranhamente se davam muito bem mesmo tentando o atacar sempre que o e viam? Mas pode ficar um pouco mais tranquilo, eu disse para ela não trazer Rubia e Katrina, elas podem causar muitos problemas.

Vicenzo:-Que bom, assim preciso lidar com apenas uma maluca-Giorgio virou a cabeça lentamente para ele com uma das sobrancelhas levantadas-Me desculpe meu amigo, mas sabe como sua irmã é.

Giorgio:-Eu sei, você tem razão, mas tente manter o respeito Vicenzo

Vicenzo:-Claro, vou tentar, mas faça com que ela fique longe de mim-Giorgio rio.

Giorgio:-Com medo de uma menininha?-Ele sabia o quanto a irmã poderia ser inconveniente, mas não perderia a oportunidade de irritar o amigo.

Vicenzo fez uma careta para ele antes de se levantar, já pensava em formas de manter Giovana longe.

Vicenzo:-Não teria se ela não fosse sua irmã, então nos dias que ela estiver aqui, dormirei em um hotel.

Giorgio:-Vou conversar com ela assim que chegar-Vicenzo me olha com cara de deboche

Vicenzo:-Como se isso fosse bastar, mas diga a ela para se manter longe de mim e dá minha cama.

Isso me fez lembrar o dia que Giovanna se enfiou na cama de Vicenzo, nada pior aconteceu porque fui com ele ao quarto pegar alguns documentos, quando chegamos dá boate, eu mesmo a retirei dá cama e dei uns pelos chacoalhões na fedelha, desse dia em diante ele mantém o quarto trancado e a chave sempre no bolso, se meus pais a pegam ali com ele imagino a confusão que isso daria, eles acham que ela é pura e recatada a culpa recairia toda nele.

Giorgio:-Vou me recolher, estou cansado.-No meu quarto entro no chuveiro e a imagem de Agnes vem imediatamente a minha cabeça.

Por que essa mulher não sai dos meus pensamentos? Não posso ter nada sentimental com ela e eu sei disso, a vida seria um inferno com minha mãe nos perseguindo pelo resto dá vida, mesmo assim os momentos que tivemos foram quentes, ainda me culpo pelo que aconteceu, que droga porque me culpo se o que imaginamos para o fim dela será ainda pior?

Tento afastar meus pensamentos, me deito e vejo a tela do celular brilhar, um sorriso bobo surge e me recrimino por isso.

" Amanhã chegarei cedo em sua casa, boa noite"

Agnes

Eu estava quase perguntando porque ela viria, quando me lembrei que pedi sua ajuda na arrumação dá casa, terei hóspedes e mesmo sendo minha família quero tudo perfeito, fiquei ali olhando o celular por um tempo, como se ela fosse me enviar mais alguma coisa.

"Cazzo, vá dormir e pare de loucura Giorgio", me viro na cama por um tempo antes de pegar no sono.

Acordei ouvindo barulhos vindo lá de baixo, preciso de um revestimento acústico no meu quarto, tomei meu banho e fiz minha higiene, coloquei uma camiseta e uma bermuda e desci as escadas.

Me assustei com a quantidade de mulheres andando de um lado para o outro, fiquei parado um tempo na escada tentando absorver o que estava acontecendo, logo vejo Agnes saindo do corredor que dava acesso à cozinha, olhei no relógio e fiquei surpreso ela realmente chegou bastante cedo, me contorci para atravessar a sala em direção a ela.

Giorgio:-Trouxe um batalhão?

Agnes:-Quero deixar tudo pronto ainda hoje, assim que terminarmos aqui embaixo, vamos para o andar de cima.

Ela se virou voltando para cozinha e eu a segui, lá as mulheres limpavam todos os cantos e a prataria dá casa, acho que não houve lugar que não mexeram.

Giorgio:-Achou que minha casa estava suja?

Agnes:-Não, esta tudo limpo, mas como estamos movimentando as coisas, resolvi garantir-Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ela grita para a minha empregada providenciar o meu café.

Giorgio:-Poso tomar café na rua se preciso-Olho em volta e não vejo um pedaço dá mesa que esteja livre.

Agnes:-Coloque em uma bandeja por favor-Ela nem mesmo me respondeu, apenas se virou e continuou verificando o trabalho do batalhão.

Com a bandeja pronta ela passa por mim e vou caminhando atrás dela, ela passa com facilidade pelas mulheres e eu fico observando sua agilidade.

Agnes:-Escritório o ou quarto? - Aceno indicando o andar de cima, ela para em frente a minha porta esperando que eu abra.

Giorgio:-Você tomou café?

Agnes:-Sim acordei bem cedo

Giorgio:-Pode me acompanhar se quiser

Agnes:-Obrigada, quem você precisará receber?-Olho para ele-Preciso preparar os quartos, saber se seus pais dormem juntos ou separados e do que gostam, essas coisas. - Não sei porque a ver se esforçando tanto para agradar às pessoas que nem mesmo gostam dela me deixou um pouco irritado.

Giorgio:-Prepare quartos separados para os meus pais, minha irmã e o conselheiro também ficaram aqui, não precisa se preocupar com nada específico, eles que se virem quando chegar.

Capítulo 3

GIORGIO

Agnes me olha um pouco surpresa, mas não diz nada, apenas dá de ombros.

Agnes:-Vou terminar, então, ainda tenho compromisso.

Giorgio:-Compromisso?

Ela me sorri e vai saindo do quarto, adoro esse jeito independente, mas às vezes ela me irrita, não estou acostumado a ser ignorado, sou o Don e apesar dá minha pouca idade, sou respeitado e temido e é assim que quero continuar.

Me levanto e vou até ela antes que saia do quarto, fecho a porta e a encosto nela.

Giorgio:-Qual é o compromisso?

Agnes:-Pare com isso, não sou um dos seus soldados e você não manda em mim-Isso me irrita

Giorgio:-Você será minha esposa, me deve obediência-Ela sorri com deboche

Agnes:-Posso sair agora Senhor Don Giorgio?-Em seguida a maledeta não se aguenta e dá uma gargalhada, chega a ficar com os olhos cheios de água de tanto rir.

Fico serio olhando para ela e me aproximo ainda mais colocando as mãos na parede, uma de cada lado de sua cabeça, ela vai parando de rir gradualmente respirando fundo para tentar se controlar.

Giorgio:-Você não me respeita mesmo não é ragazza?

Agnes:-Tem que ser reciproco, saiba de uma coisa Giorgio, vou te respeitar se me respeitar, não tenho medo de você, então não adianta tentar por esse lado.

Penso no que ela disse e sei que tem razão, mas porque estou dando ouvido as coisas que ela fala, tudo está saindo dos eixos, mas me convenço de que tudo faz parte do plano, então respiro fundo e tento me controlar.

Giorgio:-Vá bene, tem razão, tentarei, mas peço que pelo menos tente também, saiba que precisa me respeitar na frente das pessoas, Agnes, você não pode me colocar em uma situação onde minha autoridade será questionada.

Agnes:-Eu sei fizer o meu papel Giorgio, não se preocupe, apenas não me faça passar por nenhuma situação em que eu tenha que me impor e não teremos problemas-Ela fixa seus olhos nos meus me desafiando e levo todo meu autocontrole para não fazer uma besteira.

Minha adrenalina está a mil, sinto seu halito no meu rosto e a sensação de raiva muda ligeiramente, olho para sua boca e ela ofega, a beijo, sinto suas mãos pequenas nos meus cabelos, a respiração pesada é como se estivéssemos lutando uma batalha, minhas mãos sobem por sua cintura e esse é o limite dela.

Agnes:-Tira as mãos de mim-Ela me empurra e o que vejo em seus olhos não me agrada, magoa, como poderia apagar a pior noite que tivemos?. O fato de ter sido um idi@ta vai me acompanhar para sempre.

Giorgio:-Você nunca vai me perdoar?

Agnes:-Não sei, talvez um dia-Ela abre a porta e sai, antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa.

AGNES

Eu não deveria deixar que ele se aproxime de mim sei, mais ainda aceito os beijos dele, não sei se como punição a mim mesma por aceitar esse casamento, sei que será um bom acordo para minha família e para nossa máfia, mas deveria ter negado, mesmo com a ordem do conselho, estou tentando perdoar e entender para que minha vida não vire um inferno, um casamento sem amor já é difícil, mas sem nenhuma atração será ainda pior, minha cabeça está confusa, melhor admitir que não sei porque faço isso.

" Que droga eu sou Agnes Colemman e Giorgio não vai me controlar assim, acorda Agnes e tenha mais amor-próprio"

Desço as escadas, paro alguns degraus antes e respiro fundo colocando um sorriso no rosto, agilizo tudo que precisa ser feito, mando algumas mulheres para o andar de cima e logo terminamos, não espero que Giorgio saia do quarto, encontro Vicenzo na saída.

Agnes:-Bom dia, Vicenzo

Vicenzo:-Bom dia, Giorgio disse que viria

Agnes:-Já terminei tudo e estou indo embora

Vicenzo:-E onde esta Giorgio?

Agnes:-Deve estar no quarto, por favor avise que já terminei e fui embora

Vicenzo deu um leve aceno de cabeça e entrou na casa indo direto ao quarto de Giorgio.

Vicenzo: Por que está aqui em cima?

Giorgio:-Esperando que Agnes termine a bagunça dela lá embaixo-Ele ainda tentava se acalmar depois de sua última conversa com ela.

Vicenzo:-Então pode descer, ela acabou de ir embora-Giorgio se virou para ele visivelmente irritado.

Giorgio:- Maledeta- Não sabia o que fazer com Agnes, será que ela nunca o respeitaria?

Vicenzo:-O que aconteceu cara?

Giorgio:-Ela me irrita demais

Vicenzo:-Ela não deveria te abalar tanto, não acha?-Giorgio sentiu o tom de ironia na voz de Vicenzo

Giorgio:-O que está querendo dizer com isso?

Vicenzo:-Eu acho que está surgindo sentimento e você não sabe como lidar com isso.

Giorgio:-Pare de falar besteiras, sabe porque estou me casando.

Vicenzo:-Sim, eu sei, o que não impede que tenha sentimentos por ela-Giorgio confiava em Vicenzo, ele era o único que poderia falar com ele daquela forma, mas não havia contado tudo ao amigo, não por medo de ser julgado por ele, na verdade, depois que conheceu Agnes, achava que o que mãe e a avó queriam talvez não seria uma boa ideia.

Giorgio:-Não existe sentimento nenhum Vicenzo, pare de me encher o saco porr@.

Vicenzo riu dá reação dele, estava saindo do quarto, parou na porta.

Vicenzo:-Só tente ser mais convincente na frente de Dona Vitória, ou terá problemas fratello.

Giorgio:-Fora Vicenzo, antes que eu te dê um soco.

Vicenzo desceu as escadas rindo, sabia de todo o problema que isso poderia causar, mas queria que o amigo encontrasse o amor e Agnes seria perfeita, lutaria por Giorgio se ele entendesse que deveria lutar pelo seu casamento, só esperava que ele não entendesse tarde demais.

Agnes encontrou com Don Emily, estava pronta para mais uma missão.

Seu celular vibrou viu que era Giorgio, mas não tinha tempo para ele naquele momento, se concentrou na missão, Don Emily tinha uma instituição que acolhia crianças resgatadas do tráfico, pr@stituição e outras atividades do submundo.

Depois dá morte de Elizabeth vários pequenos grupos apareceram, ela era como uma rainha no trafic@ de crianças e ninguém se opunha há ela, mas foi pega pelos irmãos Wood e Emily assim sua organização foi desmantelada, os colaboradores dela que sobreviveram abriram pequenas organizações e Don Emily ainda os caçava.

Voltaram ao instituto com 5 crianças assustadas e traumatizadas, Sara e Chiara cuidariam delas

Agnes dava aula de defesa pessoal na instituição, mas passou para Bruna, já que depois do casamento iria para Itália.

Voltou para casa e tomou um banho, foi almoçar na casa dos pais, conversou com a mãe e saiu com ela depois do almoço para fazer compras.

Martha:-Você está quieta, o que houve?

Agnes:-Nada mãe só estou um pouco cansada ajudei Giorgio na organização dá casa para receber os pais

Martha:-Isso é bom, parece que estão se dando bem-Agnes dá um sorriso e acena com a cabeça, não queria levar aos pais seus problemas.

Passou a tarde com a mãe fizeram compras para casa, Agnes já estava entediada quando Martha resolveu ir para casa.

Martha:-Venha jantar em casa, ainda não me acostumei com você morando sozinha.

Agnes:-Eu estou bem mãe, morar ao lado do trabalho é mais prático- Agnes abriu um negócio com Rosa, Bruna e Chiara, um prédio com serviços para mulheres, balé, defesa pessoal e artes marciais, massoterapia, estética e bem-estar, arrumou um apartamento ao lado, foi saindo de casa gradualmente, até que os pais perceberam sua artimanha, mas acharam melhor deixar que ela levasse a vida dá forma que desejava, afinal logo estaria casada e longe deles.

Martha:-Vai jantar conosco?

Agnes vou sim

Martha:- Traga Giorgio-Agnes respirou fundo

Agnes:-Acho que ele está ocupado com os preparativos do casamento-A mãe não respondeu, entraram no carro.

Agnes olhava para cama repleta de pacotes e sacolas, não sabia que precisaria de tantas coisas para casa, nem sabia como era sua casa na Itália, mas sabia que aquilo tudo fazia bem a Martha, então não se importava, retirou os itens de louça e colocou na mesa dá cozinha, já estava sem paciência então empurrou as outras sacolas para o chão e se deitou, acabou adormecendo.

Agnes acordou sobressaltada, olhou no relógio estava atrasada para o jantar na casa dos pais, tomou um banho e vestiu roupas casuais, jeans e camiseta.

Entrou e encontrou Elliot na sala, abraçou o irmão e seguiram para sala de jantar.

Agnes:-Desculpe o atraso-Se assustou ao ver Giorgio na mesa, olhou para mãe

Martha:-Achei que se eu ligasse seu noivo não se negaria a vir, eu estava certa, sente querida.

Giorgio:-Vem aqui querida, senta do meu lado.

Agnes:-Achei que estaria ocupado com os preparativos do casamento.-Olhava para ele com olhos semicerrados.

Giorgio:-Sim, como eu te disse, mas não podia negar um convite dá minha sogra-Ele se levantou e deu um beijo na bochecha de Agnes que forçou um sorriso.

Elliot:-Max e Hanna não estariam aqui?

Rubens:-Estão a caminho-Conversaram sobre o casamento, Giorgio segurava a mão de Agnes, queria que a família achasse que estavam bem.

Martha já ia pedir para servirem quando Max e Hanna chegaram, Max é o irmão mais velho de Agnes e Hanna sua esposa.

Max:-Chegamos a tempo?

Martha:-Vou mandar servir.

Max:-Como está os preparativos do casamento Agnes?-Ele ainda não via esse casamento com bons olhos, achava que Giorgio tinha mais interesses do que havia dito.

Agnes:-Tudo praticamente pronto, amanhã os convites serão enviados.

Giorgio:-Está tudo sob controle cunhado-Max olhou para ele que tinha um sorrisinho irônico nos lábios, antes que ele pudesse responder levou um beliscão de Hanna por baixo dá mesa.

Hanna:-Me chame para sua última prova do vestido.

Agnes:-Já está convidada.

O resto do jantar foi tranquilo, Giorgio e Max trocaram algumas farpas, mas foram remediadas pelas mulheres presentes.

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