Capa do Romance A FILHA DO MEU PADRASTO

A FILHA DO MEU PADRASTO

9.0 / 10.0
Rodrigo, um CEO de 25 anos, vê sua rotina mudar quando a mãe reencontra um antigo amor. O problema surge com Yanka, a filha de 20 anos desse homem. Com sua beleza tentadora, ela abala as convicções de Rodrigo, que já possui um relacionamento. Entre o desejo proibido e a convivência sob o mesmo teto, ele se vê perdendo o controle e a namorada. Yanka se torna uma obsessão perigosa, transformando sua vida em um caos emocional irresistível enquanto moram juntos.

A FILHA DO MEU PADRASTO Capítulo 1

RODRIGO

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Eu sou formado em Ciência da Computação, apesar de ter apenas 25 anos.

Tenho uma empresa que presta serviços de manutenção de computadores e atualmente, moro com minha mãe Laura em um Bairro Nobre localizado em Fortaleza - Ce.

Minha mãe é uma arquiteta bastante conhecida e requisitada, que vive viajando.

Há exatamente 2 anos, ela se separou do meu pai por conta de diversas traições.

Ele por sua vez, me manda uma mesada bem gorda todo mês, na tentativa de suprir a ausência dele que veio logo após o divórcio.

Desde então, minha mãe não se envolveu com mais ninguém.

Eu tenho uma namorada, ela tem 22 anos e se chama Melissa.

Ela está no quarto semestre de Medicina, a faculdade consome bastante o tempo dela, e por conta disso, não temos muito tempo pra nos vermos, mas quando nos encontramos, tentamos aproveitar cada minuto.

Mãe: Filho, hoje vou viajar e terei que passar uma semana no Rio de Janeiro, tenho que apresentar o projeto para um cliente, e deixar tudo esquematizado pra não atrasar os outros que estão pendentes.

- Tudo bem mãe.

Pode ir tranquila que cuido de tudo por aqui.

Já é a terceira vez que ela viajava pro Rio de Janeiro em menos de um mês.

Conhecendo a rotina da minha mãe, no Rio existia bem mais que um cliente.

Eu não a questionava, não queria assustá-la antes do tempo.

Ela merecia um recomeço, ela era muito bonita, loira, alta dos olhos verdes, sem contar que era independente.

Sempre que ela voltava do Rio, ela estava mais feliz do que o normal, sem contar que percebi a pele Bronzeada, e a marca de biquíni na pele.

Se tinha uma coisa que minha mãe não tinha tempo de fazer, era ir a praia, e nossa casa ficava apenas a 500 metros do mar.

Ela não utilizava nem a nossa piscina pra pegar sol. Então, eu tinha provas o suficiente pra afirmar que ela estava conhecendo alguém.

Voltando a falar de mim, eu sou Alto, branco, olhos verdes e malhado.

Eu não sou do tipo mulherengo, eu amo a Melissa, e desde que assumimos nosso namoro, não pensei em ficar com mais ninguém.

Eu sou o tipo de cara que chama a atenção das garotas.

Eu não sou cego e nem hipócrita, tenho que admitir que as meninas daqui são lindas e sensuais, e eu se não tivesse namorando, pegaria elas sem nem pensar duas vezes.

Como já falei, moro perto da praia, e nas minhas horas livres, quando não estou com a Melissa, gosto de ir surfar.

A Melissa não gosta muito que eu vá sem ela, pois ela diz que as meninas ficam babando em cima de mim até quando ela tá do meu lado, imagine sozinho.

Ela é uma ciumenta controlada, não é de tá fazendo barraco, nem brigando por qualquer coisa, mas ela não esconde quando algo a desagrada.

Depois que minha mãe foi viajar, entrei no meu quarto e fui ligar pra minha namorada.

- Oi minha princesa, saudades de você.

Melissa: Oi amor, também estou com saudades, nesse momento não posso falar com você, mas hoje saio mais cedo da faculdade e posso passar aí, tudo bem pra você?

- Você pode vim pra dormir? Amanhã levo você pro trabalho antes de ir pra empresa.

Melissa: Hoje posso sim, até mais tarde então. Te amo.

- Também te amo.

Nossas conversas eram sempre assim, rápidas, eu tinha que ligar em horários estratégicos pra conseguir ter uma conversa decente com ela, e quando eu ligava de noite, ela sempre dormia no telefone.

Eu sempre fui muito compreensivo, a Melissa se desdobrava pra conseguir se formar, ela trabalhava meio período em um escritório odontológico e recebia apoio financeiro dos pais dela pra pagar a faculdade.

Eu poderia ajudá-la, mas a Melissa nunca quis saber do meu dinheiro, e brigava comigo sempre que eu comprava presentes caros pra ela.

Eu odiava quando eu ia pro centro da cidade com ela, e mandava ela escolher algo caro, e ela me dizia que conhecia um lugar que era mais barato.

E nas férias quando a gente marcava de viajar, ela sempre procurava por hotéis em promoção.

Ela deveria ser Economista não médica.

Quase na hora da Melissa chegar, liguei pro restaurante e pedi pra trazerem comida japonesa e um vinho.

Melissa: Amor? Cadê você?

Ouvi ela chamando da sala.

- Estou aqui na sala de jantar.

Ela caminhou até onde eu estava e quando eu botei meus olhos nela, não tive outra reação além de beijá-la.

Foi um beijo de saudades, misturado com muito desejo.

Ela estava usando um vestido vinho, perfeitamente ajustado em seu corpo.

Usava um meio salto, estava com os cabelos soltos na medida do ombro, e usava um batom vermelho, que realçava a pela branca dela.

Ela era loira Natural, cabelos lisos e olhos castanhos bem claro.

Quando a liberei, ela já estava sem fôlego.

Melissa: Isso tudo era saudades?

- Tesão também amor, já tá subindo pra cabeça.

Melissa: Não seja por isso.

Ela foi beijando meu pescoço, enquanto deslizava as mãos dela até o meu pau, que já estava dura feito pedra.

Ela foi abrindo o zíper da minha bermuda, e foi logo tirando pra fora.

Ela se ajoelhou, e começou a me mamar, fazendo movimentos de vai e vem, e apertava a cabecinha do meu pau com os lábios.

- Que tesão do caralho.

Ela começou a me chupar e usou as mãos pra massagear as minhas bolas, e então eu não aguentei, gozei na boca dela, tudo o que estava acumulado nesses dias que a gente não se via.

É claro que eu batia punheta, mas não era a mesma coisa de ter aquela boquinha gostosa me chupando.

Eu a vi se levantar e ajustar o vestido dela, enquanto fazia cara de safada.

- Você prefere que eu te coma agora ou quer ser a sobremesa? Perguntei.

Ela riu, olhando pro meu pau que ainda estava duro, levantou o vestido e sentou na bancada de pernas abertas.

- Puta que pariu amor, você tá sem calcinha? Que traiçoeira, falei já avançando nela.

Ela já estava toda meladinha, pronta pra me receber, e então eu a penetrei, enquanto puxava o vestido pra abocanhar os peitos deliciosos dela.

Ela gemia alto a cada estocada que eu dava.

Apressei meus movimentos enquanto eu a via implorar pra comer ela com mais força, até sentir o sexo dela se contrair e ver ela gozar como uma cadela no cio.

Eu gozei novamente junto com ela.

Foi uma trepada rápida, mas ainda tínhamos bastante tempo pela frente.

Fomos tomar banho juntos, passei a loção de banho no corpo dela lentamente, a encostei na parede, enquanto o chuveiro escorria a água, e a beijei.

Foi um beijo lento e cheio de significados, deslizei a minha mão até a buceta deliciosa dela, e a masturbei, enquanto a via fechar os olhos e gemer.

Os peitos dela estavam em perfeita harmonia com a respiração ofegante dela, era delicioso ver ela se contorcer de prazer.

Quando gozou, ela abriu os olhos e como se não precisasse de muitas palavras disse que me amava.

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